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O significado do nome de 15 marcas que você conhece

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Imagine que você está usando aquela calça jeans da Zara e seu tênis Nike preferido para ir ao shopping comprar um moletom Gap e roupas de academia na Under Armour. No meio do caminho, você para no Starbucks para tomar um café e lá encontra um amigo; vocês, então, decidem ir comer um lanche no McDonald\'s, tomar uma Pepsi e um sorvete Häagen-Dazs de sobremesa.

Como deu para perceber, essas marcas - e muitas outras - estão muito presentes nas nossas vidas. Mas você já parou para pensar ou teve a curiosidade de saber o que cada um desses nomes significa de verdade? A equipe do Bussiness Insider se fez essa pergunta, e contou o que descobriu.

Pepsi: um termo médico para “indigestão”

A princípio, o inventor da Pepsi, Caleb Davis Bradham, queria ser médico, mas uma crise familiar o obrigou a largar a escola de medicina e se tornar farmacêutico, como conta o site oficial da empresa.

Sua invenção original, conhecida como “Brad’s Drink”, foi feita a partir de uma mistura de açúcar, água, caramelo, óleo de limão e noz moscada. Três anos depois, Bradham decidiu renomear sua bebida - que, para ele, auxiliava no processo de digestão - para Pepsi-Cola, tirado da palavra “dispepsia”, que significa… Indigestão.

Google: um erro de digitação

O nome do gigante da internet surgiu de uma sessão de brainstorming na Universidade de Stanford. Naquela época, seu fundador, Larry Page, já esboçava ideias para um site de dados em massa, em conjunto com outros estudantes de graduação.

Uma das sugestões para o nome foi “Googolplex”, um dos maiores números descrevíveis. O nome “Google”, no entanto, veio depois de um dos estudantes acidentalmente errar a grafia da palavra. Page, então, decidiu registrar a companhia com esse nome mesmo.

McDonald’s: dois irmãos que administravam uma hamburgueria

Raymond Kroc, fundador da rede McDonald’s, era um vendedor de máquinas de milkshake quando ele conheceu os irmãos Dick e Mac McDonald, que administravam uma hamburgueria em San Bernardino, Califórnia.

Os irmãos McDonald compraram máquinas de Kroc. O vendedor, de tão impressionado com o negócio dos dois, se tornou agente da marca e instalou franquias por todos os Estados Unidos. Anos depois, ele comprou os direitos do nome “McDonald’s”.

Adidas: não é um acrônimo para “All day I dream about soccer”

Se você, como muita gente, pensou que “Adidas” fosse uma sigla para “All day I dream about soccer”, se enganou. O nome da marca, na verdade, vem de seu fundador, Adolf Dassler, que começou a fabricar calçados esportivos quando retornou de seu tempo de serviço na Primeira Guerra Mundial. O nome combina seu apelido, Adi, e as três primeiras letras de seu sobrenome.

Rolex: um sussurro de um gênio

Hans Wilsdorf, fundador da Rolex, queria um nome para sua marca que pudesse ser dito em qualquer língua. “Tentei combinar as letras do alfabeto de todas as maneiras possíveis”, disse. “Isso me deu centenas de nomes, mas nenhum deles parecia adequado. Uma manhã, em Londres, enquanto andava no andar superior de uma carruagem puxada por cavalos, um gênio sussurrou ‘Rolex’ no meu ouvido”.

Zara: do filme “Zorba, o grego”

Originalmente, o fundador da Zara, Amancio Ortega, nomeou sua empresa em homenagem a um filme de 1964 - Zorba, o grego. Mas isso não durou muito.

Isso porque a primeira loja da marca, que foi inaugurada em 1975, em La Coruña, calhou de estar localizada a dois quarteirões de um bar também chamado Zorba, como conta o jornal The New York Times. Ortega já tinha feito o molde das letras para o nome original quando o dono do bar lhe contou que a situação seria muito confusa para as outras pessoas.

No fim das contas, Ortega apenas rearranjou as letras para chegar à palavra mais próxima que poderia - e é daí que vem o nome Zara.

IKEA: não é uma palavra sueca desconhecida

Seu fundador, Ingvar Kamprad, escolheu a identidade da marca ao combinar as iniciais de seu próprio nome, “IK”, com as da fazenda e vila que ele cresceu no sul da Suécia: Elmtaryd e Agunnaryd.

Starbucks: um personagem de Moby Dick

Em entrevista ao The Seattle Times, o cofundador da marca, Gordon Bowker, contou que para chegar ao nome “Starbucks” analisou uma lista de diversas palavras que começavam com “ST” - já que, para eles, essas duas letras juntas passavam a ideia de poder. “Num dado momento, alguém surgiu com um mapa de uma mina antiga da Cascatas do Norte e do Monte Rainier, onde havia uma cidade chamada Starbo”, disse. “Na hora em que vi ‘Starbo’, lembrei do primeiro companheiro de Melville em Moby Dick: Starbuck”.

Gap: o… gap geracional entre crianças e adultos

É basicamente isso: o nome vem da disparidade - de idade, mentalidade e ideias - entre adultos e crianças.

Häagen-Dazs: nada (mesmo)

Reuben Mattus, um imigrante judeu da Polônia, nomeou sua marca de sorvetes  de forma a homenagear a Dinamarca, de acordo com uma entrevista concedida à Tablet Magazine. Mas o nome, na verdade, não tem nenhum significado.

“O único país que salvou judeus durante a Segunda Guerra Mundial foi a Dinamarca, então apenas uni dois nomes fictícios e dinamarqueses e registrei”, contou Mattus. “Häagen-Dazs não significa nada. [Mas] Chamaria a atenção, especialmente com o trema”.

Nike: uma deusa grega

Nike - ou Níkē, em grego, e Nice, em português - era uma deusa grega que personificava a vitória, a força e a velocidade. A marca se inspirou na imagem de bronze de Nice que se encontra no Museu do Louvre, em Paris (França), e seu símbolo se assemelha a uma asa também em homenagem à deusa.

Uma curiosidade bônus: a imagem de Nice é obrigatória em todas as medalhas dos Jogos Olímpicos de Verão.

Gatorade: um time de futebol americano

Um time de médicos da Universidade da Flórida desenvolveu o isotônico para os jogadores de futebol americano do Florida Gators, que tinham muitos problemas para jogar com as temperaturas elevadas do estado norte-americano.

Amazon: o rio

Quando a Amazon surgiu, em 1995, seu fundador, Jeff Bezos, tinha uma ideia diferente para o nome da marca. Bezos queria chamá-la de Cadabra, como conta o livro de Brad Stone sobre a companhia. Mas o primeiro advogado da empresa, Todd Tarbert, o convenceu de que o nome era muito similar a “cadáver”, o que não era uma boa ideia.

Por fim, o CEO acabou com o nome “Amazon” - Amazonas, em português - apenas em homenagem ao maior rio do planeta. A imagem do rio também foi incorporada ao primeiro logo da companhia.

Bônus: o CEO também pensou no nome “Relentless” (implacável, em português). O nome não pegou, mas se você tentar acessar a página relentless.com, será automaticamente redirecionado ao da Amazon.

Monsanto: a esposa do fundador

A multinacional de agricultura e biotecnologia foi fundado em 1901 por John F. Queeny. Ele nomeou a marca em homenagem a sua esposa, Olga Monsanto Queeny.