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Líderes de movimento em prol dos empregos viajam para Brasília para tratar da P-71 e do polo naval de Rio Grande

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Os representantes do polo naval de Rio Grande estão unidos em defesa da indústria local, mas ainda não foi dessa vez que conseguiram audiência com o Governo Federal. Deputados, sindicalistas e prefeitos pretendiam se reunir com líderes do Planalto e o presidente Michel Temer em Brasília, com o intuito de mostrar imagens e vídeos das instalações de Rio Grande, assim como da plataforma P-71, que já está com cerca de 50% de conclusão no estaleiro Ecovix, mas teve seu contrato rescindido pela Petrobras. No entanto, o encontro foi desmarcado.

O prefeito de Rio Grande, Alexandre Lindenmeyer, que está na linha de frente deste movimento, junto com a  Frente Parlamentar em Defesa do Polo Naval de Rio Grande, pretende viajar a Brasília mesmo assim, para se reunir com senadores gaúchos com foco no tema e na recuperação de empregos na região, que chegou a ter 21 mil trabalhadores atuando no polo naval, mas agora tem apenas 3 mil pessoas empregadas no segmento.

A Petrobras vem atuando no sentido de enviar seus projetos para serem construídos no exterior, como tenta fazer com Libra e Sépia, e a P-71 ficou abandonada neste meio do caminho, apesar do estágio avançado da obra, que a faria sair mais barata e com prazo de conclusão menor do que qualquer outra a ser feita do zero.

Além disso, como mostrou um site de notícias, as diferenças nas exigências da estatal para projetos feitos no Brasil e na China são enormes, o que desqualifica a maior parte das alegações da Petrobras de que a indústria nacional não teria competitividade.

Essas questões deverão ser levadas às reuniões com políticos de Brasília e uma das expectativas da comitiva é tentar sensibilizar o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, que é do Rio Grande do Sul e foi o responsável pela implementação de um grupo de trabalho sore o polo naval no passado.