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Justiça ordena prisão domiciliar do presidente da Petrobras Bolívia


A Justiça boliviana determinou a prisão domiciliar do presidente da Petrobras Bolívia, o brasileiro Marcos Benício Pompa Antunes, por uma dívida de US$ 2,5 milhões com uma construtora, informou a imprensa boliviana no sábado. Segundo o promotor regional de Santa Cruz, a denúncia apresentada se deve “descumprimento de contrato”.

A ordem de detenção foi emitida pela Sala Penal Segunda da Corte Superior de Santa Cruz em cumprimento de uma sentença emitida em 22 de março passado.

“A Petrobras Bolívia pagou apenas US$ 7 milhões, do total de US$ 9,5 milhões que estabelece o contrato. Nós concluímos os trabalhos há um ano”, informou Marcos Bulacia, representante da construtora boliviana Vialco SRL, no domingo.

Em um comunicado à imprensa, a estatal brasileira reconheceu os problemas pela dívida e a detenção domiciliar de Antunes. A companhia garantiu que pagou “apenas por serviços excutados, medidos e aprovados”.

A estatal sinalizou que entende que a disputa deve ser resolvida “mediante arbritragem conforme previsto expressamente no contrado firmado entre as partes”. A Petrobras Bolívia disse que vai recorrer da decisão de detenção domiciliar.

A Petrobras está presente na Bolívia desde 1996 e, hoje, desenvolve operações de exploração e extração de hidrocarbonetos em três regiões do país: Tarija (campos San Alberto, Itaú e Sábalo, com produção de gás), Santa Cruz (área exploratória Cedro) e Chuquisaca (campo Monteagudo).