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Ex-diretor confirma que Zé Dirceu decidiu sua indicação na Petrobras

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O ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato de Souza Duque deu detalhes de um episódio controverso nesses três anos de Operação Lava Jato: a sua indicação como nome do PT no esquema de fatiamento de postos estratégicos da estatal, por quais partidos da base levantaram mais de R$ 40 bilhões em dez anos de governos Lula e Dilma.

Candidato a delator da Lava Jato, o mais longevo preso dos cárceres de Curitiba confessou na última sexta-feira (5) ao juiz federal Sérgio Moro que o ex-ministro José Dirceu foi quem decidiu por sua indicação como nome do PT à chefe da área de Serviços. Seu nome, no entanto, teria sido levado à Casa Civil pelo então secretário-geral do PT, Silvio Pereira.

“Esse é um assunto recorrente na minha carreira. Tem gente que eu tinha parentesco com José Dirceu, outros que foi indicação”, afirmou Duque, que é condenado e está preso há 2 anos e 2 meses, em Curitiba, preventivamente. “Até onde eu sei, quando desse processo da minha escolha para a diretoria houve um embate entre Delúbio e o Sílvio Pereira.

O Delúbio (Soares) defendia outro nome para a Diretoria de Serviços, defendia o nome de Edmilio Varela, que era o meu antecessor. E o Sílvio Pereira defendia o meu nome.” Delúbio é o ex-tesoureiro do PT, condenado no mensalão e também alvo da Lava Jato. Silvio Pereira, ex-secretário-geral do partido, também pego nos dois maires escândalos dos governos petistas.