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Vale, Samarco e BHP têm que pagar indenizações até 30 de junho

Vista dos estragos na região onde barragens de contenção de rejeitos da mineradora Samarco Fundão se rompeu na tarde desta quinta-feira (5), no subdistrito de Bento Rodrigues, em Mariana (a 124 km de Belo Horizonte), no interior de Minas Gerais. A enxurrada de lama inundou e destruiu várias casas no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana

As companhias Vale, Samarco e BHP Billiton assinaram acordo com o Ministério Público Federal na última quarta-feria (18) em que se comprometem a pagar até o dia 30 de junho as indenizações pelo rompimento da barragem de Mariana, Minas Gerais.

Pelo acordo firmado, as três empresas pagam R$ 2,2 bilhões param reparar os impactos causados pelo rompimento da barragem de Fundão. O montante é uma garantia, que vai vigorar até que sejam concluídas as negociações e assinado o termo final do acordo.

Já a multa de R$ 1,2 bilhão, que deveria ser depositada nesta quinta (19), não precisará ser paga devido ao acordo.

No entanto, caso após 30 de junho não sejam encerradas as negociações, o Ministério Público pode requerer ao juízo da 12ª Vara Federal da Seção Judiciária de Belo Horizonte o restabelecimento da ordem de depósito de R$ 1,2 bilhão.

Desse montante enviado como garantia, a Vale afirma que R$ 100 milhões serão em aplicações financeiras; R$ 1,3 bilhão em seguro garantia e R$ 800 milhões em ativos da Samarco.

O plano de recuperação prevê ainda que especialistas vão trabalhar junto aos as procuradores do MPF para ajudá-los a mapear os impactos ambientais e sociais.