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Brasil reduz em 60% a compra de gás da Bolívia

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O Brasil está consumindo menos gás, por diversos fatores, e quem mais sofreu com o fato em janeiro foi a Bolívia. O governo de Evo Morales informou que as vendas do gás para o Brasil caíram de 30 milhões para 12 milhões de metros cúbicos por dia em janeiro – uma queda de 60%.

O presidente boliviano atribuiu a questão à crise econômica brasileira, ao comentar sobre a queda do preço do gás nos últimos tempos, e ressaltou que o Brasil deverá elevar a compra do gás boliviano para 24 milhões de metros cúbicos por dia em até quatro meses.

 “O Brasil não teve um bom crescimento, o que lamento muito. O que nos informaram é que consumo diário era de 90 milhões e caiu a 60 milhões de metros cúbicos de gás”, afirmou à imprensa local.

Na prática, a mudança já reflete as intenções do governo de Michel Temer, que vem negociando a extensão do contrato de importação com a Bolívia, fechado em 1999 com prazo para expirar em 2019. A previsão é que o novo acordo fique em 50% do volume de gás negociado no primeiro contrato.

No entanto, até lá o País pode ter que pagar por um gás que não necessita, como alertou o ministro boliviano de Petróleo, Luis Alberto Sánchez, ao destacar que o contrato comercial estabelece que o governo brasileiro compre pelo menos 24 milhões de metros cúbicos por dia, e que deverá pagar pelos volumes mínimos.