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Graças à Agência Nacional do Petróleo (ANP), criadora do cartório que lhes garante o negócio mais rentável do mundo, o setor de distribuição de combustíveis faturou alto até no auge da crise.

Em 2017, enquanto o País afundava, essas atravessadoras faturavam R$260 bilhões, segundo o estudo Ranking Abad/Nielsen 2018. Com um detalhe: sem produzir uma gota de coisa alguma. Em 2018, o setor faturou R$280 bilhões explorando o alheio. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Distribuidores, a rigor atravessadores, são favorecidos pela ANP nas resoluções 41 e 43, de 2009, que lhes garantem um rentável cartório.

Com as resoluções, a ANP entregou aos atravessadores, há dez anos, o direito exclusivo de venda de combustíveis (dos outros) aos postos.

Na prática, os distribuidores pagam aos produtores uma ninharia pelo litro de etanol e o entregam aos postos pelo dobro do valor, no mínimo.

Esta semana, um diretor da ANP, Décio Oddone, declarou-se favorável à venda e a maior competição, mas nada faz para mudar isso.
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A Klabin, maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil, irá anunciar oficialmente na última quarta-feira (17), o maior investimento privado da história do Paraná. Com um aporte ainda maior do que foi aplicado no Projeto Puma, a empresa confirma a expansão da unidade, que será chamada de Puma II, a qual receberá investimentos superiores a R$ 9 bilhões. “Será mais um grande projeto na região, com um investimento de R$ 9,1 bilhões, que vai gerar 12 mil vagas de emprego durante a construção”, revelou Carlos Massa Ratinho Junior, governador do Paraná, que esteve em Ortigueira nesta terça (16) para o lançamento da primeira escola técnica para formação de profissionais para a indústria de papel e celulose, numa parceria entre o Estado e a indústria.

Construído em Ortigueira, o projeto Puma II contempla a instalação de duas máquinas com capacidade de produção de 920 mil toneladas anuais de papéis Kraftliner. A companhia estima iniciar as atividades da primeira máquina em 2021. Já o start up da segunda máquina está previsto para 2023. Serão dois anos para cada uma das implantações, sendo a primeira responsável pela produção de 450 mil toneladas por ano e a segunda 470 mil.  “É um projeto que contribuirá para o desenvolvimento de todo o Paraná”, afirmou o governador. Somados os investimentos da Klabin em Ortigueira, aportes superam a marca de R$ 16 bilhões.

Em relação ao projeto da criação do Centro Estadual de Educação Profissional Florestal e Agrícola de Ortigueira, nos Campos Gerais, é uma parceria entre o Governo do Estado, Klabin e a prefeitura do município, e terá capacidade de receber até 800 alunos. “Este projeto fortalece o nosso sistema de ensino profissionalizante. Uma ação inovadora, que traz uma parceria importante com a Klabin, para formarmos jovens para atuar em uma área essencial para a economia do Paraná e do Brasil”, disse Ratinho Junior. “Essa escola é fundamental para consolidar o Paraná em grande polo produtor de celulose”, afirmou.

A previsão é que o espaço seja inaugurado no ano que vem, inicialmente com três cursos: técnico em Operações Florestais, técnico em Manutenção de Máquinas Pesadas e técnico em Agronegócio. As formações serão oferecidas nas modalidades integral, concomitante com o ensino médio, e subsequente, quando o aluno já tem o ensino médio e faz apenas a formação técnica. A unidade vai ofertar cerca de 300 vagas em regime de internato e semi-internato, possibilitando o ingresso de estudantes de diferentes regiões do País.

Parceria

A escola vai funcionar no prédio que foi utilizado como alojamento dos trabalhadores do Projeto Puma, maior investimento privado da história do Paraná, construído com incentivo do Governo do Estado. A estrutura doada pela Klabin conta com quartos, banheiros, salas de aula, cozinha industrial, refeitório, campo de futebol e área de lazer.

A Secretaria de Estado da Educação fará as adaptações necessárias para acessibilidade e construirá uma oficina mecânica e uma quadra poliesportiva coberta. O investimento do Estado será da ordem de R$ 12 milhões. O secretário de Estado da Educação, Renato federa, destacou que um dos grandes objetivos do Paraná é ampliar a oferta e a qualidade do ensino profissionalizante, como forma de combater a evasão escolar e aumentar as perspectivas de acesso ao mercado de trabalho. “Essa parceria com a Klabin vai impactar na melhoria do ensino profissionalizante e da empregabilidade dos nossos jovens”, afirmou.

Como se trata de uma formação ainda inédita no Brasil, a Klabin disponibilizará instrutores que hoje formam a mão de obra especializada da companhia para participarem do processo seletivo de professores da futura escola. A empresa também já fez o contato com os principais fabricantes de equipamentos florestais do mundo e com empresas do setor para fomentar parcerias para equipar os laboratórios.

Internacional

Para desenvolver o projeto, representantes da Klabin, da Secretaria da Educação e da Prefeitura de Ortigueira visitaram, em 2017, escolas que são modelos na Finlândia e Suécia, na região da Escandinávia, referência mundial na indústria de papel e celulose.

Segundo José Totti, diretor Florestal da Klabin, a empresa tem no Paraná uma das maiores operações florestais do mundo, com melhor produtividade em velocidade de crescimento e volume de madeira, e em equipamentos. “Com a formação técnica especializada, aprimoraremos a excelência na operação desses maquinários”, disse ele.

Escolas técnicas da Suécia e Finlândia já manifestaram interesse em realizar intercâmbios futuros de alunos e professores e algumas empresas do setor agroflorestal também já se comprometeram a conceder estágios supervisionados aos estudantes. Atualmente, um operador florestal ganha cerca de R$ 2 mil mensais em início de carreira.

A empresa

A Klabin é a maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil. Ao todo, são 17 unidades industriais no Brasil e uma na Argentina. As três fábricas instaladas no Paraná ficam em Telêmaco Borba, Ortigueira e Rio Negro. Os empreendimentos geram mais de 10 mil empregos diretos e indiretos no Estado em 25 municípios, principalmente nos Campos Gerais.
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A Veja divulgou um áudio enviado por Onyx Lorenzoni em um grupo de mensagens com caminhoneiros no dia 27 de março.

O ministro diz, entre outras coisas:

“Já demos uma trava na Petrobras. Qualquer modificação de preço, no mínimo, entre 15 e 30 dias de variação. Não pode ter menos do que isso.”

A “trava” dizia respeito à mudança na periodicidade com que se altera o preço do diesel, anunciada no dia anterior pela Petrobras.
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O interesse de busca por Petrobras atingiu, na última quinta-feira (12), seu nível mais alto de 2019. 
O interesse de busca saltou 111% na data e, desde então, o interesse pela companhia está 50% mais alto que na semana anterior ao dia 12. Esses são os termos de busca que mais cresceram sobre a companhia nos últimos 7 dias:
Principais termos em crescimento sobre a Petrobras, últimos 7 dias
Termo de buscaAlta no interesse
Petrobras perde 32 bilhões+5.000%
Petrobras perde valor de mercado+5.000%
Aumento do diesel Petrobras+3.900%
Reunião de emergência Bolsonaro+3.100%
Reunião Petrobras hoje+2.700%
Bolsonaro+2.450%
Petrobras perde+2.400%
Bolsonaro Petrobras+2.350%
Diesel+650%
Prejuízo da Petrobras+550%
Petrobras corta patrocínio+550%
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A Petrobras, controladora da BR Distribuidora, muito provavelmente reduzirá fatia na empresa de combustíveis para menos de 50 por cento, afirmou o diretor financeiro da estatal, Rafael Grisolia, após seminário da Fitch.

A BR Distribuidora está entre os ativos que a Petrobras pretende vender para reduzir suas dívidas e ampliar investimentos no setor de exploração e produção de petróleo, e a estatal já contratou nove bancos para coordenar a operação, segundo informou a Reuters nesta semana com fontes familiarizadas com o assunto.

“A questão é que hoje a gente tem uma participação de 71 por cento, e muito provavelmente, ainda está sob aprovações internas. A gente vai reduzir essa participação abaixo de 50 por cento”, declarou ele a jornalistas.

Mas Grisolia destacou que a Petrobras continuará sendo sempre um acionista relevante da BR.

A companhia tem discutido se a oferta de ações precisaria ser submetida ao Tribunal de Contas da União (TCU) no caso de significar uma privatização.

Segundo Grisolia, que deverá assumir o posto de presidente-executivo da BR, a empresa de combustíveis teria mais valor se fosse desestatizada e poderia tomar decisões de maneira mais ágil em um mercado competitivo.

“Acho que a gente pode trazer valor para a própria Petrobras e para os acionistas da BR... com relação a uma redução de participação que caracterizaria de repente a BR deixar de ser estatal... Ela precisa ter agilidade para competir com os investidores”, afirmou Grisolia, citando Raízen e Ipiranga como as principais concorrentes.

Diesel 


Ele comentou também sobre recente polêmica sobre preços de combustíveis envolvendo da Petrobras e o presidente Jair Bolsonaro, que reclamou de um reajuste do diesel da estatal.

Segundo o CFO, todas as decisões da Petrobras nos últimos tempos foram tomadas de forma estritamente empresarial e por sua própria ótica de riscos.

“As decisões recentes da companhia, dos últimos meses, semanas, dias, são estritamente empresariais, sempre por nossa ótica de gestão de risco”, disse o CFO, ao responder pergunta sobre governança e eventual interferência do governo na empresa.

“Sempre falo, se empresas como a Shell, a Exxon tivesse a presença crítica que a gente tem no setor de refino... também teria a mesma sensibilidade”, completou.

“É assim que o time executivo pensa com relação a todas suas responsabilidades.”

Ele argumentou que uma greve de caminhoneiros, na hipótese de um reajuste do diesel disparar o movimento, poderia ter um efeito desastroso para a Petrobras.

“Qual de nós brasileiros não tem preocupação com esse assunto? Acho que qualquer empresa... qualquer administrador de qualquer empresa tem que pensar sobre isso e os administradores da maior empresa do Brasil, também”, disse ele, lembrando do impacto econômico de uma greve dos caminhoneiros para a Petrobras, que resultaria em paradas ou redução da produção.

Gasoduto 


O CFO disse que a Petrobras poderá incluir mais gasodutos em seu plano de desinvestimentos, como as unidades conhecidas como Rota 1, Rota 2 e Rota 3, que conectam a área do pré-sal na Bacia de Santos à infraestrutura terrestre.

“Eventualmente, sim, dentro das aprovações e no momento certo a gente anuncia... esta sendo redesenhada a forma mais efetiva de vir a mercado... pode ser um desenho (com todas as três Rotas), pode ser um desenho parcial, isso está muito aberto para o que gere mais valor a gente”, declarou.

A afirmação confirmou reportagem da Reuters publicada na semana passada, de que a Petrobras está preparando a venda de mais três gasodutos depois de levantar 8,6 bilhões de dólares com o repasse do controle da TAG à francesa Engie.

Segundo três fontes com conhecimento do assunto, a Petrobras contratou a unidade do banco de investimento do Credit Suisse para vender os gasodutos.
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A Vallourec Soluções Tubulares do Brasil foi contratada pela TechnipFMC Brasil para fornecer 12 mil toneladas de tubos de aço sem costura, com diâmetros externos de 8 e 10 polegadas.

Os tubos serão usados na construção dos sistemas de riser e flowlines rígidos para interconectar 13 poços (6 poços de produção e 7 poços de injeção alternada de água e gás) que serão instalados no campo Mero 1 do pré-sal, que faz parte do gigantesco reservatório de Libra. Libra cobre uma área de 1.550 quilômetros quadrados, equivalente ao tamanho da cidade de São Paulo, com reservas recuperáveis estimadas na faixa de 8 a 12 bilhões de barris de petróleo.

O Bloco de Libra é operado através de um consórcio, tendo a Petrobras (participação de 40%) como Operadora, e inclui a Shell (20%), Total (20%), CNOOC Limited (10%), CNPC (10%) e Pré-Sal Petróleo – PPSA (empresa estatal gestora do contrato).

O campo Mero está localizado aproximadamente a 180 quilômetros da costa do Rio de Janeiro em águas ultraprofundas e apresenta reservatório com hidrocarbonetos de alta qualidade com expectativa de alta produtividade do poço.

“Estamos muito orgulhosos de fazer parte desse importante empreendimento petrolífero, o qual é estratégico para o Brasil, e também para a Vallourec. Esse novo contrato reflete o valor das nossas soluções integradas para dutos rígidos para campos em águas ultraprofundas. Esse contrato confirma que a estratégia implementada pela Vallourec de oferecer aos clientes soluções para o fornecimento de tubos rígidos foi apropriada. Entendemos que o mercado chegou a um ponto de inflexão, em que a demanda por tubos rígidos aumentará. Nessa profundidade e distância da costa, dutos rígidos oferecem a solução mais sustentável para a vida útil dos projetos”, declara Alexandre Lyra, presidente das empresas Vallourec no Brasil.

O fornecimento dos tubos iniciará no final de 2019.
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A Odebrecht fechou ontem (17) acordo de leniência com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre práticas de cartel em obras de aeroportos operados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).

Segundo o órgão de defesa da concorrência, o acordo foi assinado no âmbito da Operação Lava Jato com apoio do Ministério Público Federal do Distrito Federal (MPF-DF).

No comunicado, o Cade afirmou que a empreiteira e ex-empregados dela reportaram práticas de condutas anticompetitivas por pelo menos 19 empresas.

Entre as licitações que teriam sido alvo do conluio estão as obras nos aeroportos de Belo Horizonte (MG); Congonhas e Guarulhos (SP); Florianópolis (SC); Goiânia (GO); Macaé e Rio de Janeiro (RJ); Macapá (AP); e Vitória (ES), afirmou o Cade.

As informações e documentos apresentados serão usados em processo administrativo, ainda sem data para ser aberto. Como resultado, o Cade pode aplicar a empresas condenadas multas de até 20% do faturamento. Pessoas físicas que sejam eventualmente condenadas podem receber multas de R$ 50 mil a R$ 2 bilhões.

O acordo foi assinado apenas com a Odebrecht, que prometeu cessar envolvimento na conduta, confessar ilícitos e identificar os demais envolvidos apresentando provas. Inicialmente, a Odebrecht não pagará nenhum valor como parte do acordo.
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A Estrada de Ferro Carajás (EFC) movimentou 207 milhões de toneladas de minério de ferro e carga geral em 2018. O minério de ferro foi o principal produto transportado pela ferrovia, totalizando 203 milhões de toneladas no período. O trem de passageiros transportou mais de 310 mil pessoas ano passado. Durante as viagens, foram realizadas ações sociais voltadas à saúde preventiva, cultura, educação ambiental, geração de trabalho e renda, segurança ferroviária e campanhas educativas. As atividades foram desenvolvidas no Vagão Social, um carro adaptado para oficinas e atendimentos.

No Terminal Marítimo de Ponta da Madeira (TMPM) foram embarcadas 197 milhões de toneladas de produtos em 2018. Deste total, 196 milhões de toneladas correspondem ao embarque de minério de ferro. A usina de Pelotização retomou suas atividades em 2018 e produziu um total de 950 mil toneladas no ano.

Para suportar as operações locais, a Vale desembolsou em 2018 no Maranhão entre custeio e investimento um total de R$ 5,3 bilhões. Desse montante, R$ 189,6 milhões foram destinados à área socioambiental no período.

A presença da Vale no estado também contribuiu para o desenvolvimento da economia local. Ano passado foram investidos R$ 4,8 bilhões em compras para operações e projetos da empresa, sendo R$ 2,6 bilhões somente em compras locais (cerca de 55%). As operações da empresa no estado geraram 9.250 empregos, entre próprios e terceiros permanentes.
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Com seis anos de operação, o FPSO Cidade de Itajaí alcançou na semana passada a marca de 100 milhões de barris de óleo produzidos no Campo de Baúna, na Bacia de Santos. Operado pela joint-venture 50/50 TK-Ocyan (parceria entre a Ocyan e a Teekay Offshore), o navio-plataforma apresenta índices de segurança e performance que reforçam o sucesso da embarcação.

O ativo é capaz de atuar em lâmina d’água de até 1.000 metros de profundidade, tem capacidade para produzir 80 mil barris de petróleo diários e comprimir e reinjetar dois milhões de metros cúbicos de gás por dia. O FPSO se destaca por um excepcional desempenho de uptime (índice de eficiência) operacional desde o início da operação. Atualmente, o FPSO Cidade de Itajaí está afretado para a Petrobras até 2022, com opção de renovação do contrato por até 6 anos adicionais.

“Atingir esse marco de produção é um grande orgulho para nós. O FPSO Cidade de Itajaí representa a consolidação da Ocyan como operador de unidades flutuantes de produção de petróleo no Brasil, um importante passo para nossa empresa como provedor de serviços integrados na cadeia de produção offshore”, destaca Jorge Mitidieri, diretor superintendente da Unidade de Negócios de Serviços Integrados Ocyan.

Outro indicador favorável do FPSO é a marca de um ano sem acidentes registráveis (com ou sem afastamento) a bordo, atingido no final de fevereiro o que reforça a qualidade do planejamento desde o início do projeto. “Estamos há mais de 400 dias sem acidentes registráveis. Nosso recorde anterior foi de 1.052 dias. Esse resultado é fruto de um trabalho extenso e contínuo, de engajamento da equipe desde o início da operação, demonstrando a seriedade do trabalho e o comprometimento de todo o time da TK-Ocyan”, destaca Clarice Romariz, diretora da joint-venture TK-Ocyan.

Chris Brett, Presidente da Teekay Offshore Productions, afirma que “Este é um marco significativo para a Teekay Offshore, já que o FPSO da Cidade de Itajaí foi nosso terceiro ativo a iniciar operações no Brasil e solidificou nossa presença nesse importante mercado. Nosso interesse no mercado brasileiro de FPSO continua forte e com a excepcional segurança e desempenho operacional registrados no FPSO Cidade de Itajaí, sabemos que nosso futuro é brilhante no Brasil.”

Já o Vice-Presidente Sênior de Operações da Teekay Offshore Productions e membro do Conselho da joint venture, Arne Bye, disse: "Os mais de 30 anos de experiência da Teekay na operação de FPSOs, aliada aos outros serviços oferecidos pela Ocyan, são a combinação perfeita para desenvolver um forte fornecedor de serviços de petróleo e gás no mercado brasileiro. Temos muito orgulho do desempenho de segurança, operacional e eficiência de nossos funcionários em terra e no mar.”

Parceria de Sucesso


Construído no estaleiro Jurong, em Singapura, o FPSO Cidade de Itajaí chegou ao Brasil em 29 de dezembro de 2012. O início da operação foi em 16 de fevereiro de 2013. O Cidade de Itajaí é a primeira unidade de produção operada pela joint-venture TK-Ocyan, que hoje conta ainda com o FPSO Pioneiro de Libra, locado no Campo de Mero, no Bloco de Libra, maior reserva do pré-sal brasileiro.

“A parceria entre a Ocyan e a Teekay Offshore é um grande sucesso, com dois excelentes navios em operação.  Buscamos seguir trabalhando juntos para aproveitar as oportunidades de crescimento do mercado brasileiro no futuro”, comemora a executiva.

Liderança feminina


Além da Clarice Romariz, outra mulher se destaca na liderança do FPSO Cidade de Itajaí, a engenheira mecânica Nathalia Souza Teixeira, de 31 anos, que comanda as atividades da embarcação desde novembro de 2018. A equipe é composta por cerca de 60 integrantes a bordo e 25 onshore (em terra), além da equipe compartilhada entre as duas Unidades em operação. Nathalia é formada pela Universidade Federal de Minas Gerais e iniciou a carreira na Ocyan em 2014.
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Luís Felipe Schiriak foi escolhido pela Paper Excellence para integrar o conselho fiscal da Eldorado Brasil. Schiriak estava à frente do caixa único da Votorantim Industrial quando este perdeu R$ 2 bilhões em derivativos entre 2003 e 2008.

No BCP, Schiriak era vice-presidente financeiro quando a operadora de telefonia celular registrou prejuízos de R$ 880,5 milhões em 2000 e de R$ 1,05 bilhão em 2001. Melhor bater duas vezes na Madeira.

Resultado de imagem para Gás poderia ser usado como alternativa ao diesel, aponta Levy

O gás natural pode ser uma alternativa ao diesel como combustível para caminhões, apontou na segunda-feira (15) o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy.

“O gás pode nos ajudar na parte de transportes e a reduzir emissões [de carbono]”, disse ele, que participou hoje de almoço-debate promovido pelo Lide, em São Paulo.

A afirmação ocorre após a Petrobras ter voltado atrás na sexta-feira passada no reajuste de 5,7% do óleo diesel nas refinarias, numa decisão que foi interpretada como interferência do governo na política de preços da estatal — e motivada pelo temor de uma nova greve de caminhoneiros.

Segundo Levy, para isso, é necessário melhorar a rede de distribuição, o que não seria uma tarefa difícil uma vez que a maior parte das rotas de tráfego não são distantes de gasodutos. “Você consegue criar novas possibilidades para usar o gás no transporte de carga. Hoje na China há caminhões a gás e aqui isso poderia reduzir os custos [do setor]”, comentou.

Levy também afirmou que a produção de gás natural no âmbito do pré-sal vai crescer, “mas, para isso, é preciso criar demanda”. “O investimento na distribuição de gás é uma das prioridades e o BNDES trabalha com o governo”, afirmou.
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A empresa Serena Construções foi multada em R$ 505 mil pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em decorrência do vazamento aproximado de 10 mil litros de óleo no mar. O incidente ocorreu durante o desmonte da draga Copacabana, que estava inoperante no Porto de Santos, no litoral de São Paulo.

O derramamento ocorreu no Canal do Estuário em julho de 2018, durante os trabalhos de corte da sucata da embarcação, que tinha 18 metros de largura (boca) e 114 metros de comprimento. O navio, que já foi utilizado durante os trabalhos de retirada de sedimentos do canal de navegação do porto, estava inoperante desde meados de 2016.

A retirada de partes da embarcação ocorria para a comercialização por meio da empresa Serena, especializada nesse tipo de serviço. Os restos da estrutura do navio estavam encalhados na margem esquerda do cais, no Distrito de Vicente de Carvalho, quando operários romperam dutos e derramaram óleo diesel, que se espalhou pelo estuário.

O Ibama acompanhou o trabalho de contenção após o acidente, que resultou no auto de infração aplicado neste mês pela autoridade ambiental federal. Dois dias após o ocorrido, a Prefeitura de Guarujá já havia multado a mesma empresa em R$ 150 mil pela contaminação da água do estuário de acordo com o Código de Posturas do município.

A empresa está no prazo para apresentar defesa e, também, recurso no Ibama. Não há informações se o acidente ambiental ocasionou a mortandade de peixes. O G1 tentou contato com os representantes da companhia, que tem sede em Niterói, no Rio de Janeiro, mas até a última atualização dessa reportagem não obteve retorno.
Resultado de imagem para Governo deve reduzir à metade tarifas de importação para países de fora do Mercosul

Em sua primeira entrevista exclusiva, o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Lucas Ferraz, publicou o jornal Globo que o governo trabalha, hoje, com três frentes em sua estratégia de abertura comercial: a redução à metade, a partir do início do ano que vem, das alíquotas da Tarifa Externa Comum (TEC), usada no comércio com países que não fazem parte do Mercosul; a intensificação da agenda de acordos comerciais com parceiros como a União Europeia, Coreia do Sul, Cingapura, Estados Unidos, entre outros; e atacar de frente as barreiras não tarifárias que oneram as operações de comércio exterior.

Atualmente, a tarifa média do Mercosul é de 13%. Ferraz explicou que haverá um cronograma de diminuição da ordem de 50%, mas não de forma linear. Os parceiros do Mercosul poderão apresentar setores sensíveis que teriam um tratamento diferenciado, com quedas menores e prazos maiores de adequação. Ele acrescentou que esse percentual de redução foi calculado com base nas alíquotas médias de outros países em desenvolvimento com características similares às economias do bloco sul-americano.

— Isso não significa que vamos cortar 50% de todas as tarifas. Não vamos reduzir linearmente. Tudo será feito de forma gradual, até o fim do mandato desse governo, e em coordenação com outras políticas voltadas para a redução do custo Brasil — enfatizou o secretário de Comércio Exterior.

Segundo ele, nas três últimas décadas, houve intensificação do comércio dentro do bloco, em detrimento do intercâmbio com outros parceiros internacionais. Por exemplo, o Brasil vendeu mais manufaturados para a Argentina, mas perdeu mercado para os Estados Unidos e a União Europeia. Com isso, a participação do Brasil no comércio internacional, que era de 1,2% a 1,3% do total, continua estagnada.

Ao mesmo tempo, completou Ferraz, o Mercosul tem uma série de imperfeições que o impedem de funcionar como uma união aduaneira. Há uma série de barreiras internas. Automóveis e açúcar, por exemplo, estão fora da liberalização de tarifas no bloco.

— Há um quadro de estagnação em termos de inserção internacional. A TEC se manteve muito alta e muito acima da média para países com as mesmas características que as do Mercosul, que por sua vez acabou se tornando uma grande fortaleza, protegendo os parceiros das importações do resto mundo e gerando um grande mercado intra-bloco, o que não foi positivo, no fim das contas, para nenhum dos sócios. Vamos reformar a Tarifa Externa Comum — disse.

Perguntado se o governo teria um plano B, caso um dos sócios do Mercosul não concorde com esse processo de abertura, ele disse que a saída é abandonar o projeto de união aduaneira e passar a considerar o bloco como uma área de livre comércio. Nesse caso, não seria mais usada a TEC e o Brasil passaria a negociar acordos em separado.

— Isso é apenas uma possibilidade. Não estamos trabalhando com isso. Mas, se não der certo, será um divórcio amigável.

Negociações Comerciais


A segunda frente é a das negociações comerciais. De acordo com o secretário, o Mercosul fechará um acordo com a União Europeia em julho deste ano, após duas décadas de idas e vindas. Também estão na pauta acordos com Canadá, Coreia do Sul, Efta (bloco formado por Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça), Cingapura e Estados Unidos. A novidade é que o acordo que já começou a ser discutido informalmente com os americanos não deverá, em princípio, ser só com o Brasil, mas com o Mercosul como um todo.

— Nos últimos 30 anos, mais de 400 notificações de acordos comerciais chegaram à Organização Mundial do Comércio (OMC). O Brasil ficou praticamente alheio a esse processo. Ficamos para trás com as negociações de cunho ideológico Sul-Sul e abandonamos a agenda Norte-Sul, que fazer comércio com os países desenvolvidos. Estamos correndo atrás do prejuízo — afirmou Ferraz.

Atrasos nos portos

Já a terceira frente engloba barreiras não tarifárias, motivadas por razões técnicas e fitossanitárias. Esse projeto prevê desde a redução dos atrasos portuários em exportações e importações até a desoneração do comércio exterior para facilitar a importação de serviços e reduzir os custos industriais. O Brasil poderia exportar 14% a mais, se não fossem essas barreiras internas.

De acordo com o secretário, a cada dia de atraso no porto, o custo para o empresário é de até 2% do valor da carga. Ressaltou que, com o portal único de comércio exterior, no caso das exportações, o atraso portuário caiu,nos últimos anos, de 13 para sete dias. A meta é, até 2021, a média de atrasos nas importações diminuir de 17 dias para algo como 10 a nove dias.

— O portal único é uma ferramente que vai centralizar todas as informações, reduzindo a burocracia. Teremos uma economia da ordem de US$ 25 bilhões só com a redução de atraso portuário no Brasil, a partir da inclusão das importações.

Programa Sem Barreiras


Outro ponto é o comércio de serviços, onde o Brasil também é fechado para importações. Segundo ele 70% do Produto Interno Bruto (PIB) correspondem a serviços de baixa produtividade. De cada um dólar exportado de determinado bem manufaturado no país, 32 centavos correspondem ao pagamento de serviços domésticos, que são caros e ineficientes, como transporte, procedimentos bancários,  consultoria e tecnologia da informação. Por outro lado, a carga tributária sobre as importações são, de maneira geral, 47% do total comprado no exterior.

Disse, ainda, que governo e setor privado darão continuidade ao programa Sem Barreiras. A ideia é mapear onde estão as restrições às exportações brasileiras. Ao mesmo tempo será feito um levantamento para que o Brasil também reduza suas barreiras às importações.

— Vamos aumentar a inserção da economia brasileira no comércio internacional. Foi um erro dos governos anteriores pensar que é preciso exportar muito e importar o mínimo possível, em uma ideologia do 'made in Brazil'. Sempre buscamos saldos comerciais, como se isso fosse um indicador de que a economia é saudável. O indicador correto é a corrente de comércio em relação ao PIB. Nossa meta é a expansão da produtividade da economia brasileira — disse Ferraz.

 Estaleiro é parceiro do consórcio vencedor, que tem Thyssenkrupp e Embraer. Primeira entrega está prevista para 2024

O consórcio Águas Azuis venceu a concorrência para construção das quatro corvetas classe Tamandaré para Marinha do Brasil.

O grupo é formado pela thyssenkrupp Marine Systems, Embraer Defesa & Segurança e Atech, contando com as subcontratadas: Atlas Elektronik, L3 MAPPs e Estaleiro Aliança S.A (grupo CBO).

O Águas Azuis ofereceu, na fase de seleção, os índices de conteúdo local de 31,6%, para o primeiro navio, e média de 41% para as demais unidades da série. A proposta vencedora apresenta projeto de um navio de propriedade intelectual da empresa alemã TKMS, baseado nos navios da classe MEKO A100.

A construção das unidades será no Estaleiro Oceana (SC) e irá gerar milhares de empregos na industria naval.
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Com o crescimento da demanda, operadoras com primeiro óleo para os próximos anos temem que fabricantes não entreguem os FPSOs

A injeção de ânimo na indústria offshore com o crescimento da demanda mundial por FPSOs, veio acompanhado da preocupação daqueles operadores que tem prazo mais apertado de produção.

A preocupação e se os afretadores irão atender ao número estimado de oito novos FPSOs por ano, pois estão sendo questionados a capacidade de produção, aliados a outros fatores, como os custos de financiamento e até mesmo o pouco número de fabricantes hoje no mercado, principalmente de unidades para águas profundas e ultraprofundas.

Outro motivo de preocupação das operadoras, é que como as empresas “encolheram” com a crise, muitos acham que a dificuldade em se reestruturarem para atender o reaquecimento do mercado.
Para se ter uma ideia da crise, no ano de 2016 nenhum contrato de afretamento de FPSO foi assinado e isso não acontecia desde os anos oitenta.

Mercado de FPSO no Brasil

No Brasil as líderes do mercado de FPSOs de grande porte são as gigantes Modec e SBM, que estão construindo cinco unidades e estão prestes a assinar contrato com a Petrobras para mais duas novas, cada uma.

A Modec está construindo duas unidades para o Brasil, uma para o campo de Sépia, que vai de chamar Carioca e outra para o campo de Mero 1, que terá o nome de Guanabara e outra para a italiana Eni, que será instalada no México.

A empresa já venceu um contrato de afretamento com a Petrobras para Búzios V e participa da licitação de afretamento dos dois FPSOs de Marlim.

Em relação a SBM, a empresa está construindo na Guiana, duas unidades da ExxonMobil para o projeto de Liza, as unidades serão entregues no final de 2019 e o segundo, ao fim de 2020, com início de operação previsto para 2021.

No Brasil a empresa tenta se recuperar após ter assinado acordo de leniência com o governo brasileiro devido aos escândalos de corrupção apurados pela operação lava jato e apresentou a melhor oferta para construir o FPSO de Mero 2.

Nos tempos aureos do offshore brasileiro, a MOdec a SBM chegaram a ter, cada uma, 8 FPSOs em construção, hoje as unidades das empresas estão com a construção concentrada na China.

A Modec tem em operação 11 unidades, sendo dez FPSOs (Campos dos Goytacazes, Caraguatatuba, Itaguaí, Mangaratiba, São Paulo, Angra dos Reis, Santos, Niterói, Fluminense e Rio de Janeiro) e um FSO (Macaé), além de dois FPSOs em construção na China, para Mero 1 e Sépia .

Já a SBM possui sete contratos no país, dos quais seis são com a Petrobras – Anchieta, Capixaba, Paraty, Maricá, Saquarema e Ilhabela, e um com a Shell (Espírito Santo).
Entre as empresas de médio porte temos a Teekay, Ocyan, Bluewater, Bumi Armada, Saipem, BW Offshore, Misc e a Exmar que está tentando ingressar neste mercado.

Segundo especialistas, as grandes empresa teriam a capacidade de construir de oito a onze unidades simultaneamente e as empresas de porte médio de duas a três.

A Petrobras hoje, tem quatro concorrências para o afretamento de cinco FPSOs e deve liberar outros editais de novos lotes.

As encomendas da Petrobras tem sido de unidades de grande porte, a última encomenda de médio porte foi há quase cinco anos atrás, ao consórcio Ocyan/Teekay de capacidade de produção de 50 mil barris/dia.

Um fato importante não pode ser ignorado, depois de anos priorizando conversão de cascos, a tendência é que os novos projetos sejam em cascos novos.

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou nesta segunda-feira (15) que a decisão de suspender o reajuste do óleo diesel foi empresarial, e não uma determinação do governo. O dirigente da petroleira passou a tarde reunido, no Palácio do Planalto, com ministros do governo, para discutir a política de preços de combustíveis e o tabelamento do frete para caminhoneiros. Segundo ele, o presidente da República apenas alertou que o aumento poderia desencadear insatisfação dos caminhoneiros.

“A decisão foi tomada pela diretoria da Petrobras. Ninguém ordenou a Petrobras que [não] reajustasse. O presidente [Bolsonaro] alertou para os riscos”, afirmou. O presidente da Petrobras disse ainda que Jair Bolsonaro quer abordar a questão dos caminhoneiros, mas que a Petrobras é “livre” e “tem vida própria” em relação ao governo.

Na semana passada, a Petrobras havia anunciado um reajuste de 5,7% no preço do óleo diesel nas refinarias, mas a medida foi suspensa em poucas horas por recomendação do presidente da República. O governo informou que quer entender aspectos técnicos da decisão da Petrobras para pensar medidas que possam minimizar o impacto dos aumentos para os caminhoneiros, mas negou que haja interferência na política de preços da estatal.

No dia que o reajuste foi suspenso, Bolsonaro manifestou preocupação de que alta no preço do combustível possa impactar o setor de transporte de cargas, afetando diretamente os motoristas de carga. Em maio do ano passado, a alta no preço do diesel levou à paralisação da categoria, e que afetou a distribuição de alimentos e outros insumos, causando prejuízos a diversos setores produtivos.

Após a decisão de suspender o reajuste do diesel na sexta-feira (12), as ações da empresa na Bolsa de Valores registraram desvalorização de 8,54%.

Hoje (16), outra reunião está agendada para tratar do assunto, dessa vez com a presença do presidente Jair Bolsonaro.
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Grande parte dos acidentes que aconteceram na indústria brasileira de portos e terminais foi decorrente da falta de uma matriz de risco estruturada e programas de seguros adequados ao perfil de cada empresa do setor. Em 2018, segundo levantamento da consultoria de risco e corretora de seguros e resseguros Marsh, os prejuízos com acidentes em portos e terminais foram da ordem de R$ 30,3 milhões. Os altos valores chamam atenção para a necessidade de um gerenciamento de risco mais estratégico, para empresas e investidores em portos e terminais.

A indústria de portos e terminais está enfrentando um momento de perspectiva de um grande volume de investimentos. A Secretaria Nacional de Portos do Ministério da Infraestrutura prevê realizar o arrendamento de dez áreas portuárias apenas no primeiro semestre deste ano, que atrairá mais investimentos por meio do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Mas, é necessário que os investimentos dos participantes dos leilões sejam protegidos por um amplo e estratégico gerenciamento de risco e programa de seguros.

A necessidade do gerenciamento de risco e das coberturas de seguros são necessárias porque cada empresa tem suas particularidades de riscos e perfis diferentes de ameaças imprevisíveis aos negócios. A operação portuária está inserida em uma cadeia que envolve um grande número empresas como as de terminais portuários, operadores portuários, armadores, retroporto, porto seco, além de armazéns, transportadores e operadores logísticos.

As regulamentações ambientais são exemplos de variáveis de mudanças que impactam profundamente os negócios das empresas. Essas mudanças estão forçando os portos a se tornarem ecológicos por meio de alternativas de combustível, água de lastro e construção de portos. Os novos desenvolvimentos tecnológicos, as mudanças geopolíticas, juntamente com o tamanho crescente dos navios e os riscos ambientais, têm ao mesmo tempo o potencial de gerar maiores ganhos, mas também causar grandes prejuízos.

A indústria brasileira de portos e terminais também já experimenta problemas emergentes como terrorismo, inexistência de fronteiras em blocos econômicos e segurança cibernética. A tecnologia em evolução, incluindo soluções via blockchain e a capacidade de veículos autônomos, também está mudando a base da indústria e devem ser gerenciadas. Lembro também que navios cada vez maiores precisam redesenhar a infraestrutura e os bancos de terra, e mudanças nos padrões globais de comércio devem ser atendidas com estratégias e investimentos inteligentes.

Na Marsh, também mapeamos os 11 riscos que podem gerar prejuízos e até mesmo paralisar as operações das empresas de portos e terminais. Entre os riscos estão:

1. Carga e Descarga, incêndio, explosão, vendaval;
2. Armazenagem de mercadorias;
3. Contaminação de mercadoria, pragas (ratos e pombos), poeira proveniente dos grãos, operação do shiploader;
4. Contaminação do solo, canal da galheta tem passado por problemas de assoreamento;
5. Vias de acesso, rodoviárias e ferroviárias, aos terminais portuários;
6. Cláusulas contratuais;
7. Segurança da navegação e movimentação;
8. Prover e qualificar recursos humanos capacitados;
9. Proteção de dados e controles digitais;
10. Falta de demanda, seja por razões econômicas ou mercadológicas;
11. Condições meteorológicas adversas;

Deste modo, a estratégia mais eficiente de mitigação dos riscos físicos é a transferência dos mesmos, ou seja, implantar programas de seguros para se proteger das ameaças imprevisíveis.

Os seguros podem ser contratados para proteção contra riscos de danos sofridos pelo patrimônio, danos causados à carga de terceiros, ambientais e perdas materiais.

Também trazem coberturas para perdas de receita e lucros cessantes, contra riscos de variações de demanda decorrente de quebra de safra, danos sofridos e causados em decorrência de ataques de hackers e impactos de condições climáticas adversas.


Por Sérgio Caron -Líder de prática de transportes, cascos marítimos, portos e terminais, aeronáutico da Marsh Brasil.
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A descoberta do pré-sal e a operação Lava Jato modificaram irreversivelmente a indústria de petróleo no Brasil. Na Bahia, a Petrobras estuda a venda da Refinaria Landulpho Alves (Rlam), em São Francisco do Conde, e o arrendamento da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen), em Camaçari, onde outra mudança significativa está em curso.

Com a iminência das vendas, o controle de ativos, que respondem por aproximadamente 25% do Produto Interno Bruto (PIB) da Bahia, pode mudar de mãos nos próximos anos. Sozinha, a Rlam responde por aproximadamente 20% do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) arrecadado. Com a necessidade de fazer caixa para explorar o petróleo na região do pré-sal, a Petrobras deu início ao que chama de plano de desinvestimentos – nada mais nada menos que a venda de alguns de seus ativos no país.

Além da preocupação quanto ao controle acionário das unidades, o cenário de incerteza aumenta em relação ao futuro operacional das plantas, principalmente no que diz respeito à Fafen, que segue em funcionamento atualmente por força de uma medida liminar.

Nos últimos quatro anos, o volume de produção na Rlam, nas margens do Rio Mataripe, caiu seguidamente, segundo levantamento com base em dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP). No ano passado, a unidade processou 12,6 milhões de metros cúbicos (m³) de petróleo, o que representou uma queda de 28% em relação aos 17,5 milhões de m³ e o maior volume registrado nos últimos 20 anos. Em 2018, a produção retrocedeu ao mesmo patamar registrado em 2009, quando a economia mundial passava pelos momentos mais agudos da crise internacional.

Com capacidade de carga instalada para processar 381,2 mil barris de petróleo, a refinaria é a segunda maior do país, atrás apenas da Replan, em Paulínia. Entre os principais produtos fabricados no local estão diesel, gasolina, QAV, asfalto, nafta petroquímica, gases petroquímicos (propano, propeno e butano), parafinas, lubrificantes, GLP, óleos combustíveis (industriais, térmicas e bunker) e enxofre.


Antes da Petrobras


Toda a estrutura de Mataripe começou a ser construída em 1949, quatro anos antes da criação da Petrobras. A sua implantação tem relação direta com a descoberta dos primeiros reservatórios de petróleo no Recôncavo Baiano. A capacidade inicial de produção no local era de 2,5 mil barris de petróleo por dia. A construção formou uma classe operária egressa do trabalho com a pesca e a agricultura, e inaugurou um novo ciclo econômico, com a atividade industrial do refino virando a página da até então reinante agroindústria da cana-de-açúcar, segundo a Petrobras.

Com a criação da Petrobras, a refinaria foi incorporada ao patrimônio da companhia. A Rlam e a refinaria de Cubatão (SP) foram os dois primeiros patrimônios da Petrobras no Brasil.

No ano passado, a Petrobras anunciou o plano de vender 60% de sua participação na Rlam, a pernambucana Refinaria Abreu e Lima (RNEST), uma das grandes vedetes da Operação Lava Jato, além de duas unidades no Sul, a Repar, no Paraná,  e a Refap, no Rio Grande do Sul.

Junto com as estruturas de refino seriam vendidos também os canais de distribuição, o que aqui na Bahia incluiria o Terminal Madre de Deus (Temadre), que no ano passado movimentou 19,2 milhões de toneladas de combustíveis, mais do que a soma das cargas de todos os outros portos baianos.

Questionada sobre os planos de vendas da Rlam, a Petrobras informou que “o pacote de desinvestimentos das refinarias ainda está em estudo”. Em um documento publicado em 8 de março, chamado de Plano de Resiliência, a empresa fala sobre a ampliação de seu plano de desinvestimentos.

Com a mudança de governo voltou-se à discussão sobre quais seriam os ativos a ser vendidos e qual seria o percentual. Ou seja, neste momento não haveria definição sobre a venda da Rlam. Tampouco se, em caso de negócio, a oferta seria mesmo por 60%, ou a totalidade da estrutura.

Definição


O presidente da Associação Comercial da Bahia (ACB), Adary Oliveira, pesquisador na área de petróleo e gás,  acredita que o mais importante para a Bahia é que a Rlam siga funcionando a plena carga. “Se a refinaria não é interessante para a Petrobras, o que eu tenho dito é que a empresa tem mais é que cair fora e deixar outra no lugar”.

Para Oliveira, além dos ganhos com uma possível modernização da Rlam, bancada por novos investidores, a possibilidade do uso do Temadre por outras empresas resolveria os problemas portuários do estado.

O economista Rodrigo Pimentel, diretor do Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), acredita que as possibilidades da venda de ativos nas áreas de petróleo precisam ser analisadas à luz de seus impactos nas cadeias produtivas em que estão inseridas. “Há um equívoco na maneira de olhar o setor de óleo e gás. Os investimentos necessários são altos, então é preciso que se encontrem interessados que tenham escala suficiente para substituir”, aponta.

A Petrobras foi questionada a respeito de possíveis interessados na Rlam, mas a empresa respondeu que a situação ainda está sendo analisada. Representantes dos trabalhadores dizem que há conversas adiantadas com a francesa Total.

Situação da Fafen depende do gás


A fase de pré-qualificação para o arrendamento das Fábricas de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) na Bahia e em Sergipe foi concluída no último dia 1º, informou, em nota, a Petrobras. Três empresas, a Acron, Formitex e a Proquigel, atenderam aos requisitos exigidos para participar do processo de arrendamento das unidades. Questionada sobre um prazo para a conclusão do processo, a companhia informou que o processo licitatório vai acontecer de acordo com os ritos e atos previstos  na Lei das Estatais.

Há pouco mais de um ano, a Petrobras anunciou os planos de encerrar as atividades das Fafen, alegando um prejuízo anual de R$ 200 milhões na Bahia e de R$ 600 milhões em Sergipe. A empresa alegou as sucessivas altas no preço do gás natural para explicar o prejuízo e
a decisão de deixar o negócio, mas sem uma solução quanto ao preço do gás, dificilmente a operação vai se tornar viável para um investidor privado, avalia o superintendente de Desenvolvimento Econômico da Bahia, Paulo Guimarães.

“A dificuldade para viabilizar a atração de um interessado em assumir a fábrica é a mesma que levou a Petrobras a querer sair do negócio: o preço do gás natural”, destaca Guimarães. Para ele, a situação é criada por um equívoco da companhia. “Como é que uma empresa que produz uma matéria-prima utilizada por ela mesma considera o valor de mercado e não o custo de produção, se está vendendo aquilo para ela mesma?”, questiona.

Segundo Paulo Guimarães, além da insistência em fornecer o gás pelo preço de mercado, a Petrobras ainda teria se recusado a liberar o terminal de regaseificação, instalado na Baía de Todos-os-Santos, para permitir que as empresas interessadas importem a um custo menor. “O terminal está lá parado, fizemos a proposta, porque a Fafen é importante para outras empresas, mas eles não aceitaram”, diz o secretário.

Segundo a SDE, cinco fábricas baianas seriam fechadas sem os insumos fornecidos pela unidade.

Trabalhadores da Rlam estão apreensivos


Entre idas e vindas, já se passaram 19 anos desde que o operador industrial Claudio Bonfim, 39 anos, esteve pela primeira vez na Refinaria Landulpho Alves (Rlam). O que não mudou em nenhuma de suas passagens foi a qualidade do trabalho, segundo ele, acima da média para o setor. A oferta de serviços, por outro lado, caiu de maneira drástica.

“Já participei de paradas de manutenção com trabalhadores de todos os lugares da Bahia. Infelizmente, não tem sido mais assim atualmente”, lembra. Claudio diz que, mesmo como terceirizado, é melhor estar dentro de uma empresa da Petrobras. “Temos os 30% de periculosidade, que muitas empresas não pagam, há maior preocupação com a segurança e os salários são melhores”, enumera.

De acordo com dados do Sindicato dos Petroleiros da Bahia (Sindipetro-BA), há cinco anos, havia mais de mil trabalhadores próprios da Petrobras na unidade e outros cinco mil terceirizados. Atualmente, são 851 próprios e 1,2 mil terceirizados.

“ A redução na atividade da refinaria é ruim para a economia baiana como um todo”, acredita o diretor do Sindipetro-BA, Attila Barbosa, 42, que é funcionário da Rlam há 12 anos. Segundo ele, a queda na produção da Rlam não teria qualquer relação com problemas na unidade ou a necessidade de investimentos.

“Isso é decorrência de uma decisão corporativa. Ano passado, houve momentos de a refinaria operar com 53% da carga, porque a empresa alegava não ter onde estocar combustíveis, mas isso aconteceu por uma decisão dela de importar o que poderia ser fabricado aqui”, lembra.

Funcionária da Petrobras, Christiane Barroso, 47, trabalha no laboratório da Rlam e demonstra preocupação com a possibilidade de venda da unidade. “Uma empresa privada não terá a preocupação que a Petrobras tem com o desenvolvimento do trabalhador e com a pesquisa”, acredita.
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A PetroRio com processe seletivo com diversas de vagas de emprego deu inicio nesta última segunda-feira (15). De acordo com as informações divulgadas pela empresa, há vagas para diferentes áreas e funções e os interessados que atendem aos perfis podem se candidatar hoje mesmo.

Abaixo as vagas que estão sendo disponibilizadas, para se candidatar clique na função desejada e cadastre-se diretamente no site da empresa. Analista Contábil Pleno Analista de aplicações de TI Sr Analista Fiscal Junior/ Pleno Banco de Talentos: Futuras Oportunidades Coordenador de Artificial Lift e Flow Assurance (Elevação e Garantia de Fluxo) Engenheiro Naval Especialista Regulatório Offshore Company Representative (Fiscal) Recepcionista Bilíngue Superintendente de Marinha (FPSO)

Informações sobre requisitos e descrição da vaga estão disponíveis na página do site, abaixo do campo para cadastro do currículo. A empresa não divulgou previamente as informações sobre escala de trabalho, valores dos salários ou sobre os benefícios que serão oferecidos para cada uma das funções citadas acima. Essas e outras informações deverão ser encontradas no momento do cadastro ou no momento da entrevista pessoal com o recrutador (a). Para ficar informado sobre oportunidades, estágios e vagas de emprego acesse o site da empresa AQUI:

A PetroRio informa ainda que oferece um ambiente de trabalho dinâmico e com muitas oportunidades de participação em diferentes projetos, favorecendo o desenvolvimento profissional e o crescimento do time. Trabalha em um escritório open space, o que permite a integração entre todas as equipes e a Diretoria, onde todos podem participar da tomada de decisões.

Sua cultura busca o alto desempenho e a participação efetiva de todas as pessoas e ressalta que os que sonham em se desenvolver junto com uma empresa em constante crescimento, têm essa chance de fazer parte desse time.

Sobre a empresa


A PetroRio é uma empresa de capital aberto brasileira, dedicada à produção, exploração, refino, comercialização e transporte de petróleo, gás natural e seus derivados, com sede na cidade do Rio de Janeiro. A PetroRio, tem adotado como estratégia de crescimento, o incremento da produção através da aquisição de ativos em produção, implementação de gestão eficiente de reservatórios, re-exploração, gestão da performance operacional, redução dos custos de produção e das despesas corporativas.

No início de 2013, a Companhia comprou da BP 60% do Campo de Polvo, localizado na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, que produz 9 mil barris por dia.O Campo de Polvo foi o primeiro ativo em produção da Companhia. Em julho de 2014, adquiriu os 40% restantes da dinamarquesa Maersk, operação aprovada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em dezembro de 2015. A Companhia deu início a grande reestruturação no começo de 2014, com a eleição de um novo Conselho de Administração e mudanças na Diretoria.
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Entre as principais alterações com relação ao edital da 5ª Rodada de Partilha, encontram-se:

- Alterações decorrentes do início da utilização do Sistema Eletrônico de Informações (SEI) nas rodadas de licitações da ANP, com a inclusão de novos procedimentos e orientações para as licitantes apresentarem documentos para participarem do certame;

- Dispensa parcial de apresentação de certidões anteriormente requeridas para fins de comprovação da regularidade fiscal e trabalhista das licitantes, que serão obtidas pela ANP mediante acesso às bases de dados dos órgãos da Administração Pública responsáveis por sua emissão;

- Inclusão de cláusula prevendo a atualização monetária dos valores utilizados como base de cálculo para a aplicação de multa - bônus de assinatura ofertado e o valor monetário correspondente ao programa exploratório mínimo (PEM).

A 6ª Rodada de Licitações de Partilha de Produção ofertará cinco blocos em duas bacias sedimentares (Campos e Santos), com área total de cerca de 8.640 quilômetros quadrados. A assinatura dos contratos de concessão resultantes da rodada está prevista para ocorrer até março de 2020.

Nas rodadas no regime de partilha, os bônus de assinatura são fixos e as empresas ou consórcios vencedores são os que oferecem maior percentual de excedente em óleo à União, a partir do mínimo definido em edital. Na 6ª Rodada, os bônus de assinatura variam entre R$ 500 milhões e R$ 5,05 bilhões e o percentual mínimo de excedente em óleo, entre 22,87% e 36,98%.


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O representante de minoritários no Conselho de Administração da Petrobras Marcelo Mesquita afirmou à Reuters acreditar que o governo passa por um processo de aprendizado sobre a política de preços da estatal, após a companhia recuar na véspera de um reajuste no diesel.

O CEO da Petrobras, Roberto Castello Branco, admitiu em nota na sexta-feira que suspendeu a elevação do combustível após pedido do presidente Jair Bolsonaro, mas defendeu que a decisão foi técnica e que a companhia tem autonomia.

A empresa havia programado para esta sexta-feira uma alta de 5,7 por cento no diesel, após ter mantido o preço estável desde 22 de março. No entanto, o movimento foi suspenso após o governo apontar preocupação com o impacto do aumento sobre os caminhoneiros, que vinham ameaçando uma greve.

O movimento causou uma queda das ações da petroleira de 8,5 por cento, com perda de 32 bilhões de reais em valor de mercado.

“Minha visão otimista é de que isso seja uma gota de sangue no oceano, não é um evento recorrente, isso é um aprendizado do governo atual, do presidente (Jair Bolsonaro), que está ganhando experiência”, afirmou Mesquita, em uma conversa por telefone.

Eleito pelos acionistas minoritários detentores de ações ordinárias, o conselheiro frisou acreditar que a época do controle de preços pelo governo ficou para trás.

“A gente viveu nesse mundo durante os últimos 15, 20 anos e deu no que deu no país e foi... por isso que o Bolsonaro foi eleito, porque queriam mudanças. Então eu acho difícil que esse seja um sinal de retrocesso”, afirmou.

“A gente viveu assim (com intervenções) por anos, e isso pareceu que era normal. E o país foi para o abismo que foi. Então, é o momento de mostrar se vai para o abismo ou não”, acrescentou.

Em meio à forte repercussão da suspensão do reajuste, o Planalto convocou uma reunião com representantes da Petrobras na terça-feira, com Bolsonaro afirmando que pretende entender melhor a política de preços da companhia.

Questionado, Mesquita disse que a intenção do presidente de conhecer a política da companhia é positiva, reiterando ainda que o atual estatuto da Petrobras prevê que o governo teria que ressarcir a empresa em um cenário em que alguma medida federal provoque prejuízos na estatal, como no caso de controle de preços.

“A empresa não opera para perder dinheiro, está no estatuto dela que, se o governo quer algum serviço, ele tem que pagar”, afirmou.

Ele disse ainda que eventual mudança nesse ponto do estatuto teria impactos profundos no mercado, embora ele veja esse cenário como pouco provável.
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A Petrobras informou nesta última segunda-feira (15) que, em consonância com sua estratégia para os reajustes dos preços do diesel divulgada em 25/3/2019, revisitou sua posição de hedge e avaliou ao longo do dia, com o fechamento do mercado, que há margem para espaçar mais alguns dias o reajuste no diesel. A empresa reafirma a manutenção do alinhamento com o Preço de Paridade Internacional (PPI).

A incrível sina da indústria que encolheu

Onde foi parar a indústria brasileira? Reflexo de uma débâcle assombrosa, a atividade acaba de registrar um revés de proporções históricas: alcançou a menor participação no PIB em 70 anos. Desde a década de 40 não se via nada igual. É surpreendente, para dizer o mínimo, que um parque fabril tão diversificado e pulsante, que inclui siderúrgicas, montadoras, fabricantes têxteis, de calçados, moveleiro e por aí afora represente atualmente uma fatia de apenas 11,3% do cômputo geral da riqueza nacional. O parque produtivo ficou miúdo e não há no horizonte qualquer sinal de reversão dessa tendência. Ao contrário.

Diversas são as multinacionais com linhas de montagem aqui que estão cerrando as portas. E não é para menos. Já no primeiro bimestre deste ano 54% das companhias, ou mais da metade das unidades manufatureiras, experimentaram queda de produção. Por um motivo elementar: não há demanda. A capacidade instalada segue com folga e a prolongada estagnação pode levar, em breve, a mais desemprego e congelamento de investimentos na área, em um ciclo perverso. Se não há resultados, nem necessidade de expansão, a busca por sobrevivência leva ao encolhimento, com consequente perda de competitividade frente aos concorrentes externos, que seguem apostando em inovação e crescimento.

Há, decerto, alguns motivos adicionais que contribuem para o péssimo desempenho de recuo.
A radiografia feita pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) revela que o perfil das empresas locais está defasado em relação à tendência global de concentração em indústrias mais sofisticadas. Desde os anos 80, esse descompasso vem se verificando e se ampliando. O problema é mais grave no setor de transformação e bens intermediários. Por outro lado, o avanço acelerado de segmentos como o de serviços e varejo demonstra cabalmente uma virada de perfil do Produto Interno Bruto, com a prevalência de bons resultados em áreas mais suscetíveis a renovações. A avassaladora onda digital, de consultorias, fornecedoras de programas, geradoras de negócios via internet está tomando o topo da cadeia de lucros.

As indústrias ainda perdem com a burocracia tributária que tira, em média, todos os anos, cerca de R$ 37 bilhões de sua receita. Estudo da Fiesp mostra que as empresas da área gastam perto de 1,2% de tudo que faturam para manter complexas estruturas de atendimento às exigências do fisco e para acompanhar o infindável número de impostos em cascata. Nesse contexto, parece de fato um milagre a sobrevivência de uma atividade que despende na burocracia, segundo a pesquisa, 9,3 vezes mais que os seus concorrentes diretos mundo afora. Até que as autoridades percebam a urgência de uma virada completa da carga tributária e a necessidade de incentivos estruturais para o fortalecimento industrial não será possível mudar esse quadro.

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Projetos inovadores que envolvam uso de inteligência artificial, robotização e digitalização na indústria de óleo e gás terão apoio da Repsol Sinopec Brasil e do Edital de Inovação para a Indústria para serem desenvolvidos. Estão abertas as inscrições para a seleção de até cinco propostas ao custo individual de até R$ 866,6 mil. No total, serão investidos até R$ 4,3 milhões na chamada, que busca soluções disruptivas com ferramentas da chamada Indústria 4.0 – a integração entre os mundos físico e virtual para aumento de produtividade.

A área de óleo & gás enfrenta desafios como coletar e integrar múltiplas fontes de dados em um ambiente complexo e com baixa padronização. O objetivo é encontrar soluções que agreguem inteligência aos processos, permitam a correlação de dados e a análise de resultados. “O Desafio Repsol Sinopec Brasil de Digitalização visa impulsionar o desenvolvimento de soluções que integrem sensoriamento, processamento, inteligência artificial, robotização, modelagem computacional direcionada para redução de custos, economia de tempo, aumento da segurança e redução do impacto ambiental no setor”, explica o regulamento.

A chamada, que faz parte da categoria Empreendorismo Industrial do Edital, tem dois grandes temas: aumento da eficiência operacional, saúde, segurança e meio ambiente; e engenharia de reservatórios. A Repsol deseja, por exemplo, sistemas para dar suporte à tomada de decisão em tempo real durante a perfuração de poços; que utilizem robótica a fim de diminuir as atividades de mergulho, a exposição de pessoas em ambientes com riscos e a utilização de andaimes nas atividades de manutenção. A intenção também é financiar propostas que utilizem algoritmos de inteligência artificial e supercomputação para auxiliar a identificação dos melhores locais de perfuração, entre outras possibilidades.

“Para a companhia, a cooperação é o caminho mais efetivo para a inovação. O objetivo é o desenvolvimento de tecnologias que possibilitam um processo de tomada de decisão mais seguro e preciso, viabilizam o desenvolvimento de campos e maximizam os resultados dos ativos, sempre priorizando a segurança das pessoas e a preservação do meio ambiente”, destaca Tamara Garcia, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Repsol Sinopec Brasil.

“A atuação do Sebrae nessa chamada visa promover de inserção das micro e pequenas empresas (MPE), incluindo startups, no processo de Encadeamento Tecnológico junto a Médias e Grandes Empresas (MGE) - processo em que o desenvolvimento tecnológico e inovação acontece de forma colaborativa entre as empresas e os Institutos Senai de Tecnologia e Inovação. A parceria entre o Sebrae e o Senai nos projetos viabiliza o desenvolvimento de novas soluções, que tem na tecnologia seu maior diferencial de mercado, aumentando a competitividade dos pequenos negócios envolvidos no desenvolvimento dessas soluções inovadoras. Enfim, um verdadeiro ganha-ganha entre todas as partes envolvidas”, analisa o gerente de Inovação do Sebrae, Célio Cabral.

APOIO 


As propostas selecionadas receberão apoio para desenvolvimento de uma prova de conceito, passando por processos de validação, de protótipo e de teste na rede de 26 Institutos SENAI de Inovação e 58 Institutos SENAI de Tecnologia. Cada projeto aprovado deverá ter duração máxima de 12 meses.

O objetivo é que o protótipo resultante do projeto inscrito no Edital seja o instrumento para construir confiança entre grandes indústrias e startups de base tecnológica. A avaliação é que projetos de P&D de pequenas empresas que sejam desenvolvidos buscando atender a uma sinalização de médias e grandes empresas têm mais chances de chegar ao mercado e trazer resultados financeiros.

“O SENAI está pronto para ser o principal parceiro da indústria brasileira nesta nova revolução digital. Os Institutos de Inovação já entregaram 332 projetos de P&D e inovação à indústria, sendo 36% com pequenas empresas e startups de base tecnológica e 44% com grandes empresas, com destaque para projetos de alta complexidade no segmento de óleo e gás. Mais importante, 91% dos projetos foram entregues no prazo contratado”, explica o gerente-executivo de Inovação e Tecnologia do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Marcelo Prim.

O Edital de Inovação para a Indústria é uma iniciativa do SENAI, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Serviço Social da Indústria (SESI). Desde que foi criado, em 2004, o Edital ajudou mais de 800 empresas a serem competitivas por meio de novos produtos e processos inovadores. Já foram selecionados mais de mil projetos inovadores, nos quais foram investidos mais de R$ 545 milhões.

Além da chamada da Repsol, estão abertas as seguintes chamadas da categoria C do Edital de Inovação para a Indústria:

Fibras sustentáveis para vestuário


Startups que trabalhem no desenvolvimento de fibras para vestuário sustentáveis têm a oportunidade de apresentar suas ideias na chamada lançada pela Reserva e pelo SENAI Cetiqt. O objetivo é mapear empreendedores em todo o Brasil que desenvolvam fibras alongadas, mais resistentes e com toque extra macio. O emprego de materiais alternativos busca substituir os materiais derivados do petróleo devido a seu alto custo e impactos ambientais. Serão selecionadas até três startups, que terão projetos desenvolvidos em até 12 meses. O investimento em cada proposta será de R$ 150 mil.

Cidade conectada


A prefeitura de Salvador, o Correio e o SENAI Cimatec lançaram desafio para tornar a capital baiana referência nacional em conectividade e comunicação. As instituições buscam startups que proponham maneiras de ampliar o acesso à internet ou estimular a relação das pessoas com equipamentos inteligentes. A chamada também busca soluções inovadoras que deem visibilidade a dados públicos e acesso a informações sobre ações realizadas na cidade de forma conectada a veículos de comunicação de grande audiência. Há também interesse por projetos de tecnologia que estimulem o engajamento dos cidadãos com a gestão municipal e permitam o relato de falhas em serviços públicos.

Transformação digital


Por meio do Edital, a Daten Tecnologia, indústria do ramo da informática, lançou o Desafio Transformação Digital, que vai selecionar ideias nos ramos imobiliário e da saúde. No campo imobiliário, a empresa tem interesse em propostas dos seguintes temas: automação e monitoramento residencial; eficiência hídrica e energética para residências; soluções web para busca, comparação e venda; análise de projetos imobiliários e planejamento de obra, assim como soluções em Modelagem da Informação da Construção (BIM). Na área da saúde, o objetivo é apoiar o desenvolvimento de produtos que possuam elementos de software e hardware para tratamento, diagnóstico e monitoramento de pacientes. Serão selecionados até 10 projetos, que contarão com investimento de até R$ 416,6 mil. A startups selecionadas ficarão instaladas no HUB Salvador.


Sustentabilidade 


Um dos principais players de energia do país, a empresa Enel propõe três desafios. Um deles pede soluções para levar água potável a populações sem acesso a serviços de água tratada e esgoto. O outro diz respeito à diminuição de poeira em residências próximas a construções de usinas fotovoltaicas e eólicas. O terceiro pretende resolver a gestão de resíduos sólidos e promoção do melhor aproveitamento do lixo no Nordeste brasileiro.

Plataformas digitais


A Engie Energia quer selecionar até até seis startups que apresentem soluções aplicáveis e funcionais. Dos três desafios propostos, dois estão centrados no desenvolvimento de plataformas digitais (como formato de nuvem e big data) que permitam otimizar o consumo de energia por meio de análise de perfil de consumo, inteligência operacional e diminuição de desperdícios. O objetivo também é financiar o desenvolvimento de um sistema para gestão da saúde e segurança do trabalho para reduzir a incidência de acidentes.


Produtos de aço


A chamada da Ternium, empresa especializada na produção e processamento de produtos em aço, vai selecionar até 10 startups que apresentem soluções para três temas. O primeiro propõe que a startup desenvolva monitoramento online para garantias físico químicas das matérias-primas e solução automatizada para determinação de peso de materiais baseado no volume versus densidade. O outro diz respeito à mobilidade com segurança e pede à startup que crie tecnologia para carros industriais autônomos de transporte de metal líquido nos processos siderúrgicos. E, por fim, uma solução para rastreamento e monitoramento online dos resíduos e coprodutos gerados no processo siderúrgico.

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O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, assinou, na última semana oito contratos de adesão de Terminais de Uso Privado (TUPs) para ampliar a movimentação de cargas no Brasil. A iniciativa vai garantir investimentos de mais de R$ 234 milhões para as regiões Norte, Sul e Nordeste. Para o ministro, os contratos demonstram o acerto do governo na busca por parcerias com o investidor privado. "Vamos garantir um melhor abastecimento, ampliando a logística de diversas cargas em três regiões do país", disse.

NORTE - Serão aproximadamente R$ 223 milhões de investimentos em seis contratos na região Norte, sendo três da empresa Ipiranga Produtos de Petróleo S.A.

Em Santarém, no Pará, o contrato tem como objetivo a ampliação de capacidade de movimentação ou armazenagem da carga de granel líquido, como gasolina, diesel e etanol hidratado. Em Almerim, no Terminal de Munguba (PA), e no Terminal de Santana (AP - foto), os contratos preveem a ampliação de área destinada a movimentação e armazenagem de granéis líquidos. O prazo das autorizações é de 25 anos.

Em Manaus, no Amazonas, foram firmados contratos com a Petrobrás Distribuidora S.A para movimentação e armazenagem de granel líquido, que tem como objetivo ampliar a capacidade de movimentação para 125 mil m³. O prazo da autorização é de 25 anos. Ainda no estado, outro contrato, com a empresa Moss Serviços Portuário e Transporte LTDA, prevê a ampliação de área para movimentação de carga geral em 1.088m².

Por fim, a Companhia Norte de Navegação e Portos S.A (Cianport) assinou o contrato de adesão no Porto de Santana (AP) para a prorrogação de prazo do início de operação e alteração do cronograma físico do projeto. O perfil de cargas é de granéis sólidos e líquidos.

SUL – Na região Sul, o contrato foi firmado com a empresa Bontur – Bondinhos Aéreos LTDA, no valor de R$ 10 milhões para a movimentação de passageiros nas instalações portuárias de Balneário de Camboriú (SC). O empreendimento vai contar com fingers flutuantes para a atracação de embarcações pequenas, chamadas tenders, em que se realizam transporte de passageiros. O prazo de autorização também é de 25 anos.

NORDESTE – Em Macau, no Rio Grande do Norte, a empresa Salinor Salinas do Nordeste S/A assinou o contrato no valor de R$ 708,854 mil, pelo prazo de 25 anos, para a área de movimentação e armazenagem de graneis sólidos.

ARRENDAMENTOS – Ainda no evento, o ministro assinou o contrato de arrendamento do terminal IQI 18, no Porto de Itaqui, no Maranhão. Em julho de 2018, a empresa Suzano Papel e Celulose foi a vencedora do leilão realizado na B3, Bolsa de Valores de São Paulo, com o valor de outorga de R$ 100 mil.

A área vai receber investimentos de R$ 214,8 milhões e é destinada à movimentação e armazenagem de carga geral, especialmente papel e celulose. A estimativa global do contrato alcança R$ 1,617 bilhão ao longo de 25 anos. A empresa deverá implantar instalações de armazenagem de celulose e desenvolver os acessos ferroviário e rodoviário às suas instalações a partir da malha existente que chega ao porto. Além disso, deverá construir um novo berço de atracação ao sul do atual Berço 100 (Berço 99).

Também foi assinado o contrato com a Empresa Brasileira de Terminais e Armazéns Gerais LTDA (Ageo), que arrematou, em setembro de 2018, também na B3, a área STS 13 (destinada à movimentação de granéis líquidos), localizada no Porto de Santos. A empresa ofereceu um valor de outorga de R$ 210 milhões e vai investir R$ 198,2 milhões na manutenção e modernização da infraestrutura já instalada.

A área arrematada tem 54 mil m² e o valor global estimado do contrato alcança R$ 1,3 bilhão. O prazo de arrendamento é de 25 anos, podendo ser prorrogado sucessivamente até o limite de 70 anos.

Para o Secretário Nacional de Portos e Transportes Aquaviários, Diogo Piloni, as assinaturas confirmam que o trabalho desenvolvido com pelo Governo Federal em prol da infraestrutura está no caminho certo. "Nossa meta é assinar cada vez mais contratos de ativos portuários com a parceria da iniciativa privada. Sempre com o foco no abastecimento e desenvolvimento do país", explicou.
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O braço de engenharia do grupo Odebrecht vai mudar sua marca e passará a ser identificado como OEC. Até então, a sigla era usada em documentos e comunicados. Com a mudança, a atual Odebrecht Engenharia & Construção ganhará nova tipologia e também novas cores: no lugar do vermelho, a logomarca terá o azul e o cinza como predominantes.

A mudança já havia sido aprovada pelo conselho de administração antes do Carnaval, e ontem foi levada ao conhecimento do conselho da holding, última etapa formal necessária para a mudança. A nova marca estreará ainda no primeiro semestre. A empresa mantém o nome Odebrecht na assinatura, logo abaixo da sigla. No mercado, a especulação era que o nome da família seria totalmente excluído.

Não é só isso. A consultoria KeenWork, especialista na construção de marcas, fez parte do projeto de repaginação, que, a contar dos primeiros estudos, levou um ano para ser concluído. Não será a primeira empresa do grupo a fazer um movimento do gênero. No ano passado, a Odebrecht Óleo e Gás foi rebatizada como Ocyan. Antes, no fim de 2017, a Odebrecht Agroindustrial passou a se chamar Atvos.
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Uma montadora chinesa deve anunciar a instalação de uma fábrica em São Paulo nas próximas semanas. Hoje, a única é a Chery, em sociedade com a Caoa.

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Afamar empresa de Recrutamento e Seleção divulgou  a vaga no seu veículo oficial de notícias nesta quarta-feira, 10 de Abril. A empresa está responsável pelo processo seletivo a vaga Técnico de Segurança do Trabalho e informa que a empresa oferece salário compatível com o mercado além de  benefícios. Se você é morador da região e profissional da área continue lendo para saber todos os detalhes, que estarão logo abaixo.

Técnico de Segurança do Trabalho

Requisitos

Formação Nível Técnico em Segurança do Trabalho
Experiência em operação Fabril
Conhecimento em pacote Office
Disponibilidade para trabalhar em Resende – Rio de Janeiro
Benefícios

A empresa oferece salário de R$3.000,00
Assistência médica e odontológica
Seguro de vida
Vale Alimentação
Vale Transporte

Inscrição

Interessados que estejam dentro do perfil, enviar o currículo  para o e-mail lorena@afamar.com.br, colocando no campo assunto do e-mail Técnico em Segurança do Trabalho.
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Em um mundo em constante evolução e com crescente demanda de energia, a Repsol Sinopec Brasil vem somando talentos para superar os desafios do setor, encontrando soluções que tornem possível reduzir custos, economizar tempo, ampliar a segurança e reduzir impactos ambientais. Com esse espírito, a empresa está lançando o Desafio de Digitalização, em parceria com a Acelera Cimatec e o suporte do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). As inscrições para participar do programa vão até o dia 16 de maio e podem ser realizadas pelo site https://www.desafiorepsolsinopec.com/.

O Desafio de Digitalização Repsol Sinopec vai selecionar cinco projetos com soluções inovadoras e disruptivas para o setor de óleo e gás utilizando técnicas de Inteligência Artificial, equipamentos robóticos, modelagem computacional ou digitalização. Os temas prioritários são o “Aumento da eficiência operacional e HSSE” e “G&G e engenharia de reservatórios”.

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“Para a companhia, a cooperação é o caminho mais efetivo para a inovação. O objetivo é o desenvolvimento de tecnologias que possibilitam um processo de tomada de decisão mais seguro e preciso, viabilizam o desenvolvimento de campos e maximizam os resultados dos ativos, sempre priorizando a segurança das pessoas e a preservação do meio ambiente”, destaca Tamara Garcia, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Repsol Sinopec Brasil.

Poderão participar do programa startups de base tecnológica, micro ou pequena empresa, incluindo também o Micro Empreendedor Individual (MEI), com CNPJ ativo, de qualquer atividade econômica, desde que apresente competência tecnológica para solucionar o desafio.

​Serão selecionados cinco projetos. Cada um vai receber até R$ 866,6 mil dos quais R$ 266,6 mil serão aportados no projeto por meio de bolsas e R$ 600 mil serão disponibilizados em formato de horas técnicas de especialistas e uso de infraestrutura do Senai Cimatec, entre outros.

O Desafio da Digitalização faz parte do Edital de Inovação para a Indústria, uma iniciativa do Senai, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Serviço Social da Indústria (Sesi). Desde que foi criado, em 2004, o Edital ajudou mais de 800 empresas a serem competitivas por meio de novos produtos e processos inovadores. Já foram selecionados mais de mil projetos inovadores, nos quais foram investidos mais de R$ 545 milhões.

“O Senai está pronto para ser o principal parceiro da indústria brasileira nesta nova revolução digital. Os Institutos de Inovação já entregaram 332 projetos de P&D e inovação à indústria, sendo 36% com pequenas empresas e startups de base tecnológica e 44% com grandes empresas, com destaque para projetos de alta complexidade no segmento de óleo e gás. Mais importante, 91% dos projetos foram entregues no prazo contratado”, explica o gerente-executivo de Inovação e Tecnologia do Senai, Marcelo Prim.

Os projetos em questão serão desenvolvidos em até 12 meses, com início previsto para julho de 2019. Ao longo da execução do projeto será realizado o acompanhamento e avaliação do desempenho das equipes. Poderão ser eliminados do processo aqueles que não atenderem às expectativas ou não realizarem os entregáveis conforme plano de trabalho aprovado. Os projetos selecionados terão o apoio da equipe da Repsol Sinopec e do Senai Cimatec.

Nos últimos três anos, a Repsol Sinopec Brasil investiu cerca de R$ 80 milhões em Pesquisa & Desenvolvimento no Brasil, para desenvolver tecnologias inovadoras em parceria com universidades federais, startups e empresas de pequeno e grande porte.