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Em reunião que foi realizada na sede do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta última terça-feira (19), o Sistema dos Tribunais de Contas, representado pelos presidentes do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro José Múcio, da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), conselheiro Fábio Nogueira, e da Comissão Executiva do Colégio Nacional de Presidentes dos Tribunais de Contas (CNPTC), conselheiro Edilson Silva, participou do debate acerca da definição de uma estratégia para a retomada das obras paralisadas em todo o País. Levantamento conduzido pelos Tribunais de Contas detectou a existência de 2.555 obras (paralisadas ou suspensas), com valores contratados que atingem a cifra de R$ 89.559.633.165,90.

O trabalho foi realizado em parceria com o Conselho Nacional de Justiça que - por intermédio do ministro José Antonio Dias Toffoli, presidente do STF e do CNJ - adotou a iniciativa, e a definição de uma estratégia nacional foi a principal pauta da reunião interinstitucional, que teve ainda a participação do Corregedor Nacional de Justiça, ministro Humberto Martins; do subprocurador-Geral da República, Alcides Martins; do secretário especial de Programas, Pesquisas e Gestão Estratégica do CNJ, Richard Pae Kim; do secretário-Geral do CNJ, Carlos Vieira von Adamek; e do senador Rodrigo Cunha, além de representantes do Ministério da Educação e do FNDE.

A expectativa é de fomentar a continuidade e entregar, o mais rapidamente possível, os serviços públicos à sociedade, além de motivar um incremento na economia e gerar oportunidades de emprego. Para que isso aconteça, será acionada a rede de controle nos estados. Além dos TCs, é prevista a participação no grupo de representantes dos Tribunais de Justiça, do Ministério Público, inclusive o MP de Contas, do governo federal, de gestores estaduais e municipais, dos legislativos e de órgãos ambientais, entre outros.

Essa rede se encarregará de promover uma triagem nos levantamentos executados pelos Tribunais de Contas para identificar a irregularidade que deu causa à paralisação, priorizando as obras de creches. Depois disso, serão realizadas audiências de conciliação com o objetivo de sanear a irregularidade e determinar o prosseguimento da obra. Eventualmente, será adotado o recurso do destrato, seguido de nova licitação, para assegurar que a conclusão dos serviços.

Levantamento

Os Tribunais de Contas foram responsáveis pelo levantamento, produzido a partir de uma pesquisa declaratória com os jurisdicionados, entre 15 de fevereiro e 15 de março de 2019, considerando uma margem de corte nos valores de contrato acima de R$ 1,5 milhão e execução a partir do ano de 2009. Com base nesses critérios de referência, os Tribunais de Contas do Brasil detectaram 2.555 obras (paralisadas ou suspensas), com valores contratados que atingem a cifra de R$ 89.559.633.165,90. Nesse montante, foram identificadas 543 obras de creches e escolas paralisadas em todo o país, com financiamentos públicos que superam, somente nesses casos, a cifra de R$ 3,6 bilhões.

Na reunião, o ministro Dias Toffoli reconheceu a relevante colaboração dos TCs no diagnóstico na identificação das obras e nas causas das paralisações e, a partir de agora, a participação efetiva na Estratégia Nacional para a Retomada de Obras Paralisadas.

O presidente da Atricon, Fábio Nogueira, reafirmou que o Sistema Tribunais de Contas estará sempre a postos para discutir pautas republicanas e colaborar para a solução da crise socioeconômica que o país enfrenta. “Somos guardiões do maior banco de dados da administração pública, possuímos instrumentos técnicos, tecnológicos e pessoal qualificado. Todos esses recursos estão à disposição do Brasil”, assegurou.
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Novo prédio, que ficará pronto no fim de 2021, terá cerca de 20 mil metros quadrados.
Um ano após a inauguração do Banco de Provas de Três Rios, a GE Celma, unidade de aviação da GE no Brasil, anuncia a ampliação da unidade. As obras, previstas para começarem ainda este ano, terão um investimento de cerca de R$ 250 milhões e deverão ficar prontas no fim de 2021.

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“Esse investimento é mais uma prova do compromisso que a GE tem com o desenvolvimento do Brasil, onde está presente desde 1919. Ao longo desses 100 anos participamos de diferentes momentos da história nacional e contribuímos ativamente para o crescimento do país nos diferentes setores em que atuamos. Em aviação, temos muito orgulho da relevância da GE Celma, unidade mais moderna da GE no mundo e a recordista global em tempo de revisão de motores aeronáuticos”, disse a presidente e CEO da GE no Brasil, Viveka Kaitila.

No novo prédio, de cerca de 20 mil metros quadrados, a GE Celma revisará exclusivamente o motor GE/CFMI, o LEAP, o mais vendido no mundo atualmente. A expansão da planta de Três Rios faz parte da estratégia de aumento da capacidade de produção do complexo da GE Celma, que conta com cinco unidades, e deve gerar mais de 300 vagas de emprego para toda a região.

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“Com essa ampliação, vamos expandir a nossa capacidade de revisão de motores aeronáuticos. As novas instalações, assim como a recém-inaugurada no próprio local, contarão com a mais moderna tecnologia para atender a todas as etapas do processo de revisão de uma turbina. Assim, a GE Celma se firma como uma das principais revisoras da aviação mundial”, explica Júlio Talon, diretor-presidente da empresa.

Leap

O novo prédio do Banco de Provas de Três Rios terá uma função exclusiva: abrigar a revisão do motor Leap, que equipa as mais modernas aeronaves da Airbus e da Boeing. “Em pouco tempo, os motores Leap equiparão a maior parte da frota mundial de aviões. Estamos prontos para dar início a esse novo capítulo da nossa história”, diz Talon.

Banco de Provas de Três Rios da GE Celma

Fruto de um investimento de R$ 50 milhões e inaugurado em outubro do ano passado, o Banco de Provas de Três Rios, da GE Celma, unidade de aviação da GE no Brasil, já ultrapassou a previsão de motores revisados para 2019, que era de 73, e terminará o ano em 107. Graças ao bom resultado, a unidade já conta com um número de funcionários, jovens aprendizes e estagiários acima da expectativa. No total, são quase 100 pessoas que trabalham na unidade.

O Banco de Provas de Três Rios também vem gerando bons resultados para os seus clientes, cerca de 12 companhias aéreas somente este ano. A economia de US$ 100 mil em cada teste realizado e a redução de 15 dias no tempo de revisão dos motores são os principais ganhos que a nova unidade trouxe. A previsão é que em 2025 a unidade revise mais de 500 motores de aeronaves como Boeing, Airbus e Embraer.
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O Tribunal de Contas da União terá 120 dias para deliberar sobre estudos de viabilidade e minutas de edital de concessões - principalmente na área de infraestrutura - a serem leiloadas pelo governo federal. Se não houver análise dentro desse prazo, os estudos e editais estarão automaticamente aprovados.

Esse é um dos 231 itens do relatório do deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) para o marco legal das concessões e parcerias público-privadas (PPPs). O texto, obtido pelo Valor, será apresentado hoje à comissão especial da Câmara.

Sua proposta pretende também dar mais conforto para a tomada de decisões por diretores de agências reguladoras. Eles poderão contar com seguro de responsabilidade civil oferecido pelas próprias agências e com a garantia de defesa pela Advocacia-Geral da União. Com isso, pretende-se atacar um ponto criticado pelo setor privado: a demora dos agentes públicos em tomar decisões.
Resultado de imagem para Petrobras à caminho de se tornar a maior produtora de petróleo no mundo; entenda

A Petrobras assumiu o controle quase total de mais de oito bilhões de barris no campo de Búzios.

“A Petrobras pode, em questão de anos, tornar-se a maior produtora mundial de petróleo entre companhias abertas. O significado é enorme e simbólico”, disse no relatório Aditya Ravi, vice-presidente da equipe upstream da Rystad Energy.

A Petrobras se tornou a terceira maior petroleira global em 2019, com produção de cerca de 2,2 milhões de barris por dia no último trimestre, segundo a Rystad. A estatal poderia ultrapassar a PetroChina e subir para o segundo lugar do ranking nos próximos meses e, potencialmente, destronar a Rosneft PJSC, da Rússia, assumindo a liderança na próxima década, disse Ravi.

A produção brasileira pode aumentar de uma média de 2,8 milhões de barris por dia em 2019 para mais de 5,5 milhões de barris por dia até 2030, quando a Petrobras atingiria o pico de produção, de quase 3,8 milhões de barris por dia, segundo a Rystad.
Resultado de imagem para Braskem poderá reajustar estimativa de realocação de pessoas em Maceió, diz presidente

A estimativa da Braskem de realocação de 1.500 pessoas em Maceió para implantação de plano de resguardo de áreas atingidas por fenômeno de afundamento de solo na capital alagoana é preliminar e poderá ser revista nos próximos meses, conforme a empresa discute a situação com autoridades, afirmou o presidente da petroquímica, Fernando Musa, na segunda-feira.

A companhia divulgou no final da quinta-feira que vai encerrar em definitivo atividades de mineração de sal sob o solo da capital alagoana e propôs medidas de criação de áreas de resguardo em torno de “determinados poços”. Estas áreas envolvem cerca de 400 imóveis e 1.500 pessoas, que terão que encontrar outros locais para morar.

“A Braskem vai disponibilizar os recursos necessários para a execução do plano”, disse Musa em teleconferência com jornalistas nesta segunda-feira.

O executivo, porém, evitou comentar quanto a companhia terá de reservar no orçamento para fazer eventuais ressarcimentos de vítimas e reparações de custos incorridos pela cidade. No comunicado enviado ao mercado na quinta-feira sobre o encerramento definitivo de parte dos poços, a companhia afirmou que “em relação ao fenômeno geológico ocorrido em Maceió, a Braskem seguirá colaborando com as autoridades, com apoio de especialistas independentes, na identificação das causas e na implementação das ações necessárias”.

No final de setembro, uma comissão da Câmara Municipal de Maceió apresentou pedido de indiciamento da diretoria da Braskem, acusando a petroquímica de ser responsável direta por problemas causados a milhares de famílias devido ao afundamento de solo e a rachaduras provocados em três bairros da capital alagoana.

Segundo relatório do Serviço Geológico do Brasil apresentado em maio, as causas do fenômeno teriam sido consequência de atividades de mineração de sal-gema pela Braskem sob a superfície de Maceió. A petroquímica contesta o levantamento.

Procurada, a prefeitura de Maceió informou que mais de 40 mil pessoas estão sendo afetadas pelo problema de instabilidade de solo que afeta os bairros do Pinheiro, Mutange, Bebedouro e Bom Parto. Um total de 9.603 imóveis foram afetados, dos quais 4.438 com recomendação de realocação.

“Atualmente, 2.108 famílias recebem ajuda humanitária do governo federal para permanecerem fora da área de risco prevista no Mapa de Setorização de Danos e de Linhas de Ações Prioritárias”, afirmou a prefeitura, acrescentando que a instabilidade do solo continua nos bairros de Pinheiro, Mutange e Bebedouro, com aparecimento de novos casos de fissuras e rachaduras nos imóveis.

A prefeitura informou ainda que uma reunião com representantes da Braskem para apresentação do plano de ação está prevista para esta semana.

“Recebemos os últimos relatórios na semana passada e estamos trabalhando internamente no detalhamento do plano de ação. A estimativa de 400 imóveis e 1.500 pessoas é preliminar e foi calculada antes da discussão com a defesa civil, ANM (Agência Nacional de Mineração) e outras autoridades”, disse o presidente da Braskem nesta segunda-feira. “Hoje não temos condições de fazer estimativas de provisão”, afirmou o executivo.

As ações da Braskem exibiam queda de 1% às 17h17, enquanto o Ibovespa mostrava desvalorização de 0,2%.

Mercado petroquímico 

A Braskem reduziu sua estimativa para a demanda brasileira de resinas de crescimento de 4% a 4,5% em 2019 para 2% diante das seguidas decepções das projeções de expansão da economia do país neste ano. Para 2020, porém, Musa afirmou que o mercado interno deve apresentar performance superior, uma vez que as previsões de retomada são mais robustas.

Ele comentou que o ano de 2020 deve seguir “desafiado” para o mercado internacional de polietileno, em meio à guerra comercial iniciada pelos Estados Unidos contra a China.

Sobre a negociação para renovação de contrato de fornecimento de nafta da Petrobras, que vence no final de 2020, Musa afirmou que o momento ideal para iniciar uma discussão com a estatal “é o segundo semestre” deste ano, mas evitou mencionar se a Braskem já começou as conversas com a petrolífera.

“É um processo complexo e longo que vai levar vários meses para a evolução”, afirmou Musa, acrescentando que no terceiro trimestre a participação de nafta da Petrobras no total consumido pela Braskem foi de 34% ante 50% em 2017. O restante correspondeu à máteria-prima importada.
Resultado de imagem para Governo Bolsonaro vai privatizar a Nuclep

O Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) aprovou nesta última terça-feira (19) a inclusão da privatização da Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep) no programa.A Nuclep é produtora de bens de capital sob encomenda, que atua preferencialmente na área de caldeiraria pesada, fez – por exemplo – parte dos componentes do segundo condensador (MAG-20) da usina de Angra 3.

No começo do ano, a (Nuclep) e a Indústria Nucleares do Brasil (INB) passaram a ser comandadas pelo Ministério de Minas e Energia (MME). O ministro Bento Albuquerque é inclusive presidente do Conselho de Administração das empresas.
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Levantamento divulgado nesta terça-feira (19) pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostra que há no país 48 grandes obras públicas paralisadas em decorrência de decisões judiciais, o que resulta no travamento de R$ 149 bilhões de investimentos em infraestrutura.

O “Diagnóstico sobre Obras Paralisadas” foi elaborado pelo CNJ em parceria com o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon).

De acordo com o relatório regiões com o maior número de obras paradas por causa de decisões judiciais são a Sul, com 16 empreendimentos paralisados, e a Sudeste, com 11, seguidas por Centro-Oeste, Nordeste e Norte, com sete cada.

Entre as 48 obras identificadas, a maioria é relacionada à área de educação – ou seja, a construção de universidades, escolas e creches. As outras áreas mais afetadas são a de mobilidade urbana e a de abastecimento de água.

As obras identificadas pelo CNJ representam 1,2% de um universo de 3,9 mil obras orçadas em ao menos R$ 1 milhão paralisadas pelo país. Tal número foi obtido após o cruzamento de dados feito pelo órgão com levantamentos de tribunais de contas e também da organização não governamental (ONG) Transparência Brasil.

O CNJ destaca no relatório, porém, a dificuldade em se saber o número preciso de obras paradas no Brasil.

“Diversas obras públicas paralisadas no país não puderam ser localizadas pelo presente diagnóstico devido à indisponibilidade de fontes de dados. Somada a isso, verificou-se a grande dificuldade administrativa, dos órgãos de controle, em acompanhar de forma centralizada, a execução de todas as obras públicas do país”, frisa o estudo em suas considerações finais.

Ainda assim, diferentes bases de dados demonstram que as decisões judiciais não estão entre as principais causas de paralisação de obras. Dados preliminares compilados pelo TCU no ano passado já apontava que num universo maior, de 14 mil obras paradas no Brasil em 2018, 3% teriam a judicialização como motivo.

Outros motivos para a paralisação de obras vão desde o abandono pela empresa ou consórcio vencedor da licitação, a deficiência de projeto ou falta de capacidade do ente público responsável em cumprir o orçamento previsto.

O CNJ destacou ainda a dificuldade em localizar processos judiciais relacionados a obras públicas, uma vez que os tribunais do país não realizam esse tipo de filtragem temática.

“A despeito da parcela das paralisações, por razões judiciais, ser relativamente pequena, com a realização desse diagnóstico, ficou revelado que ações urgentes devem ser tomadas, no sentido da criação de indexadores para auxiliar a localização dos processos, como por exemplo, a implementação de movimentações ou assuntos relacionados ao tema das obras paralisadas”, diz o relatório. 
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Aeronave é a primeira de 13 unidades encomendadas e permitirá que a companhia amplie sua oferta em mercados domésticos de alta densidade e reduza o custo por assento.

A Azul, a maior companhia aérea do Brasil em número de cidades atendidas e decolagens diárias, recebeu o primeiro Airbus A321neo do Brasil. Configurado com 214 assentos e equipado com motores Leap-1A da CFM International, a aeronave é a primeira de 13 unidades encomendadas.

Airbus A321neo

A companhia escolheu o A321neo para realizar rotas domésticas de alta densidade e oferecerá aos seus Clientes um produto diferenciado, incluindo compartimentos de bagagem (bins) maiores, iluminação ambiente, poltronas muito confortáveis e um sistema de entretenimento de última geração, com telas individuais touch screen.

"O A321neo é um marco importante para a Azul, pois permitirá que a companhia aumente sua oferta de assentos em mercados importantes, se tornando ainda mais eficiente. Os Clientes encontrarão nesse novo modelo o já consagrado serviço de bordo da Azul, que oferece lanches e bebidas à vontade e sem custo adicional, além do conforto das poltronas e espaço interno e um sistema de entretenimento a bordo com telas touch screen individuais com uma grande variedade de filmes, séries e documentários", diz John Rodgerson, presidente da Azul. O novo Airbus também terá, em breve, TV ao vivo em monitores individuais com diversas opções de canais e internet wi-fi.
Resultado de imagem para Macaé busca consolidação como Cidade do Gás e da Energia

Um passo a frente nas transformações que o mercado offshore brasileiro encara nos últimos anos, Macaé se consolida como a verdadeira “Cidade do Gás e da Energia”, ao financiar projetos e viabilizar experimentos que prometem alavancar a base da economia regional e estadual.

Através de mais um passo importante na consolidação do Terminal Portuário (Tepor), após a publicação da licença prévia aprovada pelo Conselho Estadual de Controle Ambiental (CECA) do Instituto Estadual do Ambiente (INEA), o município se prepara para atender as demandas da Petrobras, da Shell e da ExxMobile, empresas gigantes da cadeia de óleo e gás global, que miram investimentos no desenvolvimento de novas áreas de produção de petróleo, arrematadas nos últimos leilões realizados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Com investimentos avaliados em mais de US$ 10 bilhões, a Petrobras já antecipa projetos que visam aumentar a sua capacidade operacional na região que representa a gêneses do petróleo nacional. Além do óleo novo, a estatal brasileira ainda aposta na revitalização dos campos mais antigos, elevando a capacidade de produção.

Diante desta perspectiva de elevação das atividades offshore na Bacia de Campos, cresce também o volume de produção e de processamento de gás natural, combustível que será responsável por marcar um novo capítulo na história de desenvolvimento da cidade.

Ao viabilizar projetos de geração de energia, Macaé torna-se agora a base para a construção de novas usinas termelétricas. Além das duas já em operação, e do projeto Marlim Azul em fase de construção, o município conta ainda com mais quatro empreendimentos em fase de licenciamento, o que permite projetar a instalação de indústrias de diversos segmentos, em destaque a petroquímica.

Governo também prepara sua contrapartida

Diante da perspectiva de mercado offshore, como força do novo ciclo de desenvolvimento da cidade, o governo municipal também define medidas que visam estabelecer uma nova infraestrutura adequada à logística das atividades de óleo e gás.

Além de dar continuidade das obras de construção da Estrada de Santa Tereza, a prefeitura agiliza os processos de licenciamento da Transportuária, estrada que fará a conexão entre a RJ 106, onde será instalado o Tepor, com a RJ 168, no trecho onde se concentra agora a instalação das novas termelétricas e do Complexo Logístico Industrial de Macaé (CLIMA).

“Vivemos sim uma nova fase diante das perspectivas do mercado de óleo e gás. Com o porto, aeroporto, termelétricas e novos investimentos, Macaé vence a crise. É emprego na veia”, garante o prefeito Dr. Aluízio.
Resultado de imagem para NEOENERGIA parque eólico da América Latina

Novo e grande complexo eólico da Iberdrola no Brasil, com investimento total de 480 milhões de euros

Por meio de sua subsidiária brasileira, Neonergia, a Iberdrola construirá o seu maior parque eólico terrestre na América Latina, o segundo maior parque eólico do mundo.

Complexo Oitis será composto por 12 parques eólicos

O parque, chamado Oitis, será composto por 12 parques com capacidade instalada combinada de 566,5 megawatts (MW).

O investimento da Iberdrola neste projeto chegará a 480 milhões de euros, segundo a Europa Press, de acordo com as informações que possui.

O complexo ficará localizado entre os estados do Piau e da Bahia, no nordeste do Brasil e está programado para comissionamento completo em meados de 2022.

Complexo Eólico terrestre de Oitis

Localização – Estados do Piauí e Bahia (Nordeste do Brasil)
Capacidade total instalada – 566.5 MW
Entrada em operação – Meados de 2022

Dois dos parques, Oitis 1 e Oitis, já garantem a venda de 30% da sua energia limpa que irão gerar. Foi em junho, quando a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) organizou o leilão.

As outras 10 instalações negociarão a venda de sua produção de eletricidade no mercado.
Atualmente, a Neoenergia possui 516 MW de energia eólica em operação. Com o complexo eólico de Oitis, possui 1.038 MW de energia eólica em construção.

Consequentemente, em 2022, ele adicionará 1.600 MW de energia eólica em operação, triplicando o valor atual.

O grupo já está garantido com a venda de 51% da energia por meio de contratos regulados, enquanto 49% serão colocados no mercado livre.

O PROJETO TORNA-SE O SEGUNDO MAIOR PARQUE EÓLICO TERRESTRE IBERDROLA NO MUNDO.

Os seus 566,5 MW, Oitis, ficarão atrás apenas do americano de Peñascal, localizado no Texas (606 MW), e logo à frente do parque eólico escocês Whitelee, localizado ao sul de Glasgow (539 MW).

Com este novo projeto, a empresa continua a fortalecer a sua liderança mundial no setor de energia renovável. No final do primeiro semestre de 2019, a sua capacidade instalada é de cerca de 30.400 MW.

Iberdrola reafirma aposta no Brasil

Por meio da Oitis, a Neoenergia chegará ao Piauí, o que ajudará o desenvolvimento económico e social do estado, bem como o do vizinho da Bahia.

Além disso, com o novo projeto, a Iberdrola reafirma o seu compromisso com o Brasil. Prevê um investimento, através da Neonergia, entre 25.000 e 30.000 milhões de reais (6.500 milhões de euros) nos próximos cinco anos.

Aos investimentos planeados, outros projetos derivados dos leilões de linhas e capacidade de geração que o Ministério de Minas e Energia do Brasil planeia convocar nos próximos anos poderão ser adicionados.

Os valores citados serão utilizados principalmente para expandir e melhorar as redes de distribuição dos diferentes estados do Brasil. Entre eles, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Da mesma forma, o desenvolvimento de novas linhas de transporte e a construção de mais parques eólicos.

A Iberdrola, através da Neoenergia, está presente em 18 estados do país. Lá, é dedicado à geração, transporte, distribuição e comercialização de eletricidade numa área de 840.000 quilómetros quadrados.

A subsidiária Neoenergia está listada na bolsa de valores de São Paulo desde abril. Com uma capitalização de cerca de 19.000 milhões de reais, a Neoenergia tornou-se a principal empresa privada de energia elétrica, com presença na atividade de rede listada no Novo Mercado.
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O sistema começou a funcionar nesta última segunda-feira (18), com a capacidade para detectar barcos, pessoas e veículos.

A Segurança Empresarial de Itaipu adquiriu novos equipamentos de detecção para evitar que sejam transpassados os limites do reservatório e do rio Paraná, a montante e a jusante da barragem.

Os novos equipamentos possuem capacidade para detectar barcos, pessoas e veículos, de acordo com os limites estabelecidos pelas boias flutuantes de sinalização e placas.

O sistema não oferece riscos, mas permitirá uma fiscalização mais intensa de todas as áreas em que é proibida a circulação de pessoas e embarcações. Sendo assim, recomenda-se a todos que respeitem a sinalização existente e não se aproximem da barragem. A invasão é ilegal e pode resultar em detenções, multas, outras penalidades e acidentes.
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O Centro de Operações da ZP-12, responsável por coordenar as manobras de Praticagem realizadas pelos 37 Práticos da Bahia, incorporou mais uma ferramenta tecnológica que proporcionará um incremento na segurança das operações portuárias na Baía de Todos os Santos (BTS). Trata-se da adoção do Balizamento Virtual.
Esta  ferramenta  permitirá a demarcação virtual de parte do canal de aproximação e da bacia de evolução do Porto de Salvador, contribuindo  para ampliar a consciência situacional dos Práticos em momento crítico da manobra, além de proporcionar melhor condição de navegação ao elevar a menor profundidade dos atuais 14,3 m para 14,8 m, sem a realização de dragagem.


O Balizamento Virtual também será empregado para sinalizar uma rota  segura aos navios de grande calado (>20m) que demandarem a região do  interior da BTS para  a  realização  de  operações  Ship to Ship (STS) assim que estas manobras estejam devidamente autorizadas.


Pontualmente o Balizamnto Virtual também contribuirá  para a manutenção  da Segurança da Navegação na BTS ao sinalizar virtualmente eventuais Sinais Náuticos físicos desaparecidos até o seu restabelecimento.


A adoção deste recurso tecnológicopela Praticagem da Bahia, atendendo    aos padrões internacionais estabelecidos pela Associação Internacional  de Autoridades em Auxílios à Navegação Marítima e Faróis (AISM/IALA) e devidamente ratificados pela Autoridade Marítima Brasileira, além de colaborar para a manutenção da segurança das operações portuárias, contribui para a projeção da Baía de Todos os Santos no cenário nacional como região ideal para o desenvolvimento de novos negócios em face das    extraordinárias condições naturais e tecnológicas encontradas e desenvolvidas.


Fonte: Bahia Pilots