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Pernambuco não foge à regra nacional quando se fala dos gargalos no setor portuário. As deficiências aqui são compartilhadas por outros portos brasileiros, na visão do presidente da Federação Nacional dos Operadores Portuários (Fenop), Sérgio Aquino. Para ele, contudo, os desafios impostos aos atracadouros se tornam ainda maiores diante das dificuldades do cenário político-econômico do Brasil.

Durante visita a Pernambuco, Aquino falou sobre essas questões, na quarta-feira (24), no auditório do Porto do Recife. Entre os principais gargalos, ele citou as deficiências na infraestrutura portuária, como a falta de dragagens de aprofundamento e manutenção. Atualmente, a realização das dragagens é competência Federal, mas muitas obras estão pendentes. “É uma questão básica de sobrevivência de todo porto: se não há a dragagem os navios não podem carregar totalmente. Isso implica em perdas na operação”, explica.

No caso do Porto do Recife, por exemplo, essa questão é prioridade absoluta. O assoreamento causado pela vazão dos rios Capibaribe e Beberibe prejudica diretamente o desempenho, uma vez que a última dragagem foi realizada em 2012. Assim, navios que poderiam sair do atracadouro carregados de 50 mil toneladas de açúcar “levam apenas 30 mil toneladas e seguem para completar o carregamento em outros portos nordestinos”, como já explicou o presidente do porto recifense, Carlos Vilar.

A falta de autonomia do Estado para a realização dos investimentos nos portos de Suape e do Recife também foi apontada por Aquino como um entrave. Essa independência foi perdida por todos os atracadouros nacionais a partir da edição da Lei dos Portos, em 2013. O Governo Federal prometeu iniciar o processo de devolução da autonomia por Suape, o que deveria ter acontecido neste mês, porém a crise do Governo Michel Temer atrapalhou os planos do Estado.

Aquino comentou que, mesmo após a edição de um decreto beneficiando Suape, pode levar um tempo até que as dificuldades enfrentadas pelo atracadouro sejam totalmente sanadas. Isso porque, além de descentralizar o sistema portuário, para ele também será preciso mexer em outros aspectos legais e recuperar o poder deliberativo dos Conselhos de Administração Portuária (CAP).

O presidente da Fenop ainda defendeu um forte programa de treinamento no setor. A entidade propõe a reestruturação do Sistema S portuário para um modelo semelhante ao adotado na indústria e no comércio. “Hoje as empresas portuárias arrecadam para o Sistema S, mas o gerenciamento é feito pela União”, criticou.
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A varredura a um dos endereços de Aécio Neves em Minas não mirou só no tucano. A Lava-Jato procurava informações sobre Gilmar Mendes.  Os agentes tinham ordens explícitas com o nome do ministro.

Pois cabe a Gilmar Mendes, mais do que nunca, o destino a curto prazo de Michel Temer. Nada acontecerá no TSE, no dia 6 de junho, que não seja o desejo do ministro do STF.
SÃO PAULO, SP - 08.05.2017: PRESIDENTE DO BNDES PALESTRA NO LIDE - A presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Maria Silvia Bastos, é convidada nesta segunda-feira (08), para o Almoço-Debate do LIDE (Líderes Empresariais), abordando o tema "Desenvolto ento como fator de geração de negócios e empregos". (Foto: Aloisio Mauricio /Fotoarena/Folhapress) ORG XMIT: 1316789 *** PARCEIRO FOLHAPRESS - FOTO COM CUSTO EXTRA E CRÉDITOS OBRIGATÓRIOS ***

Menos de um ano após assumir a presidência do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques pediu demissão na última sexta-feira. Alegando decisões pessoais, ela surpreendeu o Palácio do Planalto, ao anunciar diretamente ao presidente Michel Temer que deixaria o cargo numa reunião marcada de última hora. Segundo fontes, ela teria se antecipado a uma decisão do governo de exonerá-la porque avaliou que isso poderia ser anunciado em pouco tempo.

Horas depois, o governo anunciou que o atual presidente do IBGE, Paulo Rabello de Castro, amigo do presidente Michel Temer e um nome mais próximo do empresariado, assumirá o comando do BNDES nesta semana.

Maria Silvia estava sob forte críticas dos empresários, que reclamavam de dificuldades para obter financiamentos em plena recessão. Com o ajuste fiscal, o governo reduziu a atuação do BNDES na economia e restringiu a oferta de crédito no mercado. Mesmo com sobra em caixa, o banco terminou o ano de 2016 com desembolso de R$ 88,3 bilhões, o menor patamar desde 2007. Os números deram munição ao PIB industrial, acostumado a receber crédito subsidiado, para criticar a gestão de Maria Silvia, que tomou posse em 1º de junho do ano passado. Críticas que sempre respondeu dizendo que a indústria estava ociosa e que a queda nos desembolsos se devia à menor disposição dos empresários para investir.

‘Não correspondeu à expectativa’

Na sexta mesmo, a avaliação da área econômica foi que Maria Silvia saiu por uma combinação de desapontamento por não estar fazendo diferença em meio à crise política e irritação com as críticas. Ela também, segundo interlocutores da Fazenda, teria querido deixar o cargo “antes de o barco afundar”. Ministros de Temer admitiram que as queixas dos empresários pesaram na sua saída. O governo estava satisfeito com os números do banco, mas não com os indicadores da economia, com o desemprego:

— Neste caso especificamente, ela não correspondeu às expectativas de pujança, do empreendedorismo do banco para gerar empregos — disse um ministro.

A gota d’água para a insatisfação dos empresários foi o anúncio do fim da TJLP, taxa de juro de longo prazo a que está atrelada boa parte dos financiamentos do banco e que, na prática, torna esses créditos subsidiados. A TJLP é fixada abaixo da Selic, taxa básica de juros. No fim de março, o BNDES anunciou que ela seria substituída pela Taxa de Longo Prazo (TLP), que ficará mais próxima ao juro de mercado. A transição será feita em cinco anos, contados a partir de 2018.

— Foi um ponto que irritou muito o empresariado. Ela bateu de frente com empresários que estão acostumados ao paternalismo estatal, que, na verdade, é uma das facetas da corrupção — disse uma fonte próxima à ex-presidente do BNDES.

Outros interlocutores do presidente Michel Temer também afirmaram que a pressão de setores do empresariado e até de parlamentares ligados à área econômica aumentou nos últimos 15 dias, embora já durasse meses. As insatisfações eram levadas a ministros e até ao próprio presidente, e a resposta era sempre que Maria Silvia era a responsável por administrar as questões.

À frente do BNDES, Maria Silvia revisou a política operacional do banco, criando metas para avaliação dos projetos que recebiam financiamento e condicionando o apoio financeiro a projetos e não a setores como fazia o banco na gestão anterior. Com Luciano Coutinho à frente, o BNDES adotou a política dos chamados “campões nacionais”, que recebiam crédito barato para se tornarem multinacionais de bandeira verde e amarela e competirem no mercado global. A JBS foi uma das beneficiadas dessa política.

Maria Silvia também recolocou o banco no protagonismo do programa de privatizações do governo, lançando a iniciativa em novas áreas como saneamento, iluminação pública, gás natural e distribuição de energia.

Horas depois do anúncio da saída da executiva, o Palácio do Planalto divulgou uma nota elogiosa dizendo que seu trabalho no banco “moralizou” o setor, “despolitizando” o relacionamento com o empresariado, que fazia críticas constantes à gestão da executiva. Ele disse que o trabalho da ex-presidente do BNDES foi feito de forma “honesta, competente e séria”.

Outro ministro da cúpula do governo disse ao GLOBO que a saída foi “quase natural”. Segundo ele, Maria Silvia vinha sendo alvo de fortes pressões do mercado e também do Tribunal de Contas da União (TCU), que decidiu, dias antes de divulgada a delação do empresário Joesley Batista, abrir uma tomada de contas especial para investigar suposto favorecimento ao grupo JBS por parte do BNDES, em operações aprovadas nos governos Lula e Dilma, ou seja, antes de a executiva assumir o banco.

— Muita pressão sobre ela: mercado, TCU, investigações.... — afirmou esse ministro.

Além disso, o Palácio do Planalto passou a demonstrar insatisfação com a posição de Maria Silvia após a Operação Bullish da Polícia Federal, que investiga suspeita de fraudes em operações do BNDES com a JBS. Maria Silvia teria saído em defesa do corpo técnico do banco em vez de “trazer à tona” todas as transações, segundo um interlocutor de Temer.

Pressão dos funcionários

A ex-presidente do BNDES, por sua vez, era pressionada pelos funcionários, que cobravam uma defesa mais enfática dos critérios técnicos usados para validar as operações questionadas pela PF e pelo TCU. Na Operação Bullish, mais de 30 funcionários do banco foram levados coercitivamente a depor. Houve várias manifestações na sede da instituição e cartas abertas foram publicadas na internet pedindo que a diretoria do BNDES defendesse seu corpo técnico.

Pessoas próximas a Maria Silvia disseram que sua saída, ontem, foi uma surpresa. Ela estava empenhada e tinha expediente normal na sexta-feira, com vários encontros, contou uma fonte. Só no fim da manhã, a agenda foi alterada com a inclusão da audiência com Temer. Após o encontro, Maria Silvia voltou para o Rio no voo 3029 da Latam, que aterrissou no Santos Dumont às 19h57m. Perguntada sobre as razões de sua saída na área de desembarque do aeroporto, ela preferiu ficar em silêncio.

Considerada uma gestora eficiente pelo mercado, Maria Silvia presidiu a CSN e a Icatu Seguros. Também foi secretária municipal de Fazenda do Rio de Janeiro, entre 1993 e 1996, e, mais recentemente, entre 2011 e 2014, comandou a Empresa Olímpica Municipal.


Resultado de imagem para PF confirma diminuição da equipe na Lava-Jato

O coordenador da Operação Lava-Jato na Polícia Federal, delegado Igor Romário de Paula, atribuiu na última sexta-feira (26) a uma “dificuldade operacional” a redução no número de agentes na operação.

Segundo o diário, a PF reduziu a equipe da força-tarefa em Curitiba e contingenciou 44% do orçamento de custeio previsto para 2017. “Estamos desde segunda-feira com seis delegados na Lava-Jato”, disse De Paula – até então, eram nove. “Temos enfrentado um problema de que grande parte do nosso efetivo de fora que trabalhava aqui é de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, locais que estão recebendo maior número de procedimentos [derivados] das delações da Odebrecht.”

“Não vejo tentativa de frear a Lava-Jato, do ponto de vista administrativo e interno. É uma dificuldade operacional, mesmo. Se há alguma articulação externa, não sei dizer”, afirmou.

Apesar disso, ele admitiu que a redução terá impactos no desempenho da operação. “Com o número [de delegados] que temos hoje, é difícil dar continuidade ao trabalho da forma satisfatória que sempre foi.”

Incompreensível

O procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, do Ministério Público Federal (MPF), foi mais enfático. “É incompreensível para nós essa redução”, falou. “A operação em Curitiba não está diminuindo; ao contrário, vamos ter muito serviço pela frente, não só de novos fatos como também de acusações que temos que proceder.”

“É preciso que a direção-geral da Polícia Federal compreenda que precisamos manter uma equipe que realmente seja operacional na Lava-Jato, que dê suporte às investigações que vão se desenvolver. Temos notícias de colaborações e leniências novas, inclusive essa da JBS, de que possivelmente uma parte virá a Curitiba. Não entendo que estejamos diminuindo a necessidade de pessoal”, disse Carlos Fernando.

Mudança na regra

Carlos Fernando dos Santos Lima disse que “não é admissível” que o Supremo Tribunal Federal (STF) reveja decisão de fevereiro do ano passado que permitiu o cumprimento da sentença após decisão na segunda instância.

Até então, ela só era possível após o trânsito em julgado do processo, ou seja, após todos os recursos serem esgotados, o que habitualmente leva anos.

“Não é admissível que circunstâncias fáticas, interpretativas, dos últimos acontecimentos, levem o tribunal a mudar uma jurisprudência que vem ao encontro aos desejos da população de uma Justiça penal mais eficiente”, disse o promotor.
A Petrobras aprovou termo de compromisso com a Carioca Engenharia fixando obrigações para que consiga voltar a participar de licitações da estatal. A empreiteira está na lista de 23 empresas que foram bloqueadas em dezembro de 2014, por pertencerem a grupos econômicos citados como participantes de cartel pela operação “lava jato”.

A Carioca Engenharia prometeu, por exemplo, adotar um programa de integridade efetivo, seguindo a legislação anticorrupção e condições estabelecidas periodicamente pela Petrobras. A assinatura do termo foi costurada depois que a empreiteira fechou acordo de leniência com o Ministério Público Federal e afirmou ter adotado medidas com o objetivo de corrigir irregularidades praticadas por seus representantes.

Entre as mudanças anunciadas, foram criados códigos de ética e de conduta, canais independentes de denúncia e uma estrutura interna de conformidade. A Petrobras afirma que a aplicação das medidas foi constatada em auditoria da área de Conformidade da petrolífera.

A estatal diz ainda que, ao assinar o termo de compromisso e estabelecer a assinatura de acordo de leniência com o MPF como pré-requisito para retirar da lista de empresas bloqueadas, reitera a importância de tais acordos e segue colaborando com as investigações.

“A Petrobras valoriza sua parceria com o Ministério Público e considera que outras empresas sujeitas ao bloqueio cautelar que sigam os mesmos passos podem ser alvo de análise para poderem voltar a ter negócios com a companhia”, declarou o diretor de Governança e Conformidade, João Elek.

Procedimento padrão

A maioria das companhias suspensas em 2014 continua impedida de ser contratada e de participar de licitações da estatal. Outras empresas que já firmaram acordo de leniência com o MPF estão passando pela análise de integridade da Petrobras e poderão firmar termos de compromisso para deixar a lista.
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Resultado de imagem para BW Expo e Sobratema Summit 2017O crescimento exponencial da produção de resíduos no Brasil nos últimos anos tem gerado um grande desafio para as políticas públicas e empresariais, em especial, com a promulgação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (lei 12.305/2010), que institui diversas ações e metas, incluindo a extinção de lixões nos municípios brasileiros entre 2018 e 2021. Isso significa que todos os resíduos que não podem ser reaproveitados ou reciclados deverão ser destinados para aterros sanitários.

Resultado de imagem para BW Expo e Sobratema Summit 2017Para contribuir com as instituições públicas e privadas, as empresas que atuam nesse segmento vêm desenvolvendo tecnologias inovadoras, que estarão em exposição na BW Expo 2017, feira que faz parte da Semana das Tecnologias Integradas para Construção, Meio Ambiente e equipamentos e que ocorrerá de 7 a 9 de junho.

Dentre as tecnologias destaca-se a linha BOMAG de Compactadores de Resíduos, que serão apresentadas durante o evento e em palestras durante o Sobratema Summit 2017. Para mais informações sobre a feira e o Summit, entre em contato com BOMAG MARINI.
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O Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP) da Petrobras decidiu na última semana reduzir o preço médio da gasolina nas refinarias em 5,4 por cento e em 3,5 por cento os valores do diesel.

“A decisão foi guiada predominantemente por um aumento significativo nas importações no último mês, o que obrigou ajustes de competitividade da Petrobras no mercado interno”, disse a Petrobras em nota.

Conforme princípio da política da empresa em vigor, a participação de mercado da companhia é um dos componentes de análise considerado pelo GEMP.

A importação de gasolina por terceiros para o mercado interno aumentou de 240 mil metros cúbicos em fevereiro para 419 mil em abril, com previsão de manutenção em torno deste nível em maio.

No diesel, a importação saiu de 564 mil metros cúbicos em fevereiro para 811 mil em abril, e há previsão de mais de 1 milhão de metros cúbicos em maio, disse a estatal.

“Com isso, as refinarias da Petrobras podem chegar a um fator de utilização abaixo do último dado divulgado pela companhia em seus resultados trimestrais, que foi de 77 por cento.”

Neste cenário, os fatores relacionados ao preço dos derivados no mercado internacional e a oscilação da moeda nacional também foram avaliados pelo GEMP, disse a Petrobras, acrescentando que os novos preços continuam com uma margem positiva em relação à paridade internacional, conforme princípio da política da empresa.

Se o ajuste feito nesta quinta-feira for integralmente repassado e não houver alterações nas demais parcelas que compõem o valor ao consumidor final, o diesel pode cair na bomba 2,2 por cento, ou cerca de 0,07 real por litro, em média, e a gasolina, 2,4 por cento, ou 0,09 real por litro, em média.

A refinaria de petróleo Manguinhos no Rio de Janeiro

Os ventos não andam propícios para a Refinaria de Manguinhos. Além de ter o seu pedido de parcelamento da dívida de R$ 2,5 bilhões com o fisco carioca negado pelo Tribunal de Justiça, a empresa terá que lidar com o parecer de auditores independentes.

Em demonstrativo financeiro entregue à BMF, os auditores questionam a capacidade da Refinaria continuar operando em razão do déficit elevado, passivo circulante maior que o ativo circulante, patrimônio líquido negativo, recuperação judicial e inadimplência fiscal.

Como se não bastasse, a empresa está atrasada com as obrigações trabalhistas, de acordo com os auditores.
Resultado de imagem para CNT e SEST SENAT assinam acordo internacional de eficiência energética

Foi assinado na última terça-feira (23), em Ottawa, no Canadá, um Acordo Internacional de Cooperação Técnica entre a CNT (Confederação Nacional do Transporte), o SEST SENAT, o Natural Resources Canada – NRCan (Ministério dos Recursos Naturais do Canadá) e o International Council on Clean Transportation – ICCT (Conselho Internacional de Transporte Limpo).

O objetivo do acordo é ofertar, nas Unidades Operacionais do SEST SENAT, cursos com certificação internacional voltados à promoção e à qualificação para eficiência energética no setor de transporte rodoviário de cargas e passageiros do país.

As novas qualificações terão como foco três frentes estratégicas: condução econômica, gestão de frotas e gestão de combustível.

“É um acordo de grande importância. Sem dúvida, ele mudará o patamar dos nossos cursos”, ressalta o presidente da CNT e dos Conselhos Nacionais do SEST e do SENAT, Clésio Andrade.

Dados da Sondagem CNT de Eficiência Energética no Transporte Rodoviário de Cargas mostram, por exemplo, que somente o treinamento de motoristas de caminhão pode gerar 12% ou mais de economia de diesel. O gasto com combustível representa cerca de 30% a 40% do custo operacional do transporte rodoviário de cargas. “A proposta da Confederação Nacional do Transporte é trabalhar para a construção de um Programa Nacional de Eficiência Energética no Transporte Rodoviário, que estimule as empresas a adotar medidas para reduzir o consumo de diesel, principal insumo do setor”, destaca o diretor-executo da CNT, Bruno Batista.

Tanto o SEST SENAT quanto a CNT realizam, por meio do Despoluir – Programa Ambiental do Transporte, diversos trabalhos para incentivar os transportadores a promover ações de gestão ambiental. O treinamento de motoristas para a condução econômica é fundamental para estimular a eficiência energética dos veículos. “Nós queremos capacitar os trabalhadores do setor para que possamos atingir os melhores níveis de eficiência energética no transporte de carga e de passageiros”, salientou a diretora-executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart.

De acordo com Goulart, até o final de 2017, o NRCan capacitará instrutores do SEST SENAT. “Até dezembro deste ano já queremos ofertar turmas-piloto dos novos cursos. Os materiais didáticos serão adaptados para a realidade brasileira e personalizados para sua aplicação em cursos a serem ministrados pelo SEST SENAT”, explicou a diretora-executiva nacional.

Resultado de imagem para Petrobras reduz preço da gasolina

A Petrobras reduziu em 5,4% o preço médio da gasolina nas refinarias e em 3,5%, o do diesel. Segundo a companhia, a decisão é resultado da avaliação feita pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP), acompanhando a política de preços anunciada em outubro do ano passado.

A estatal destacou que, como a legislação brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas para as refinarias podem, ou não, se refletir no preço final ao consumidor. “Isso depende de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis, especialmente distribuidoras e postos revendedores.”

Pelos cálculos da Petrobras, caso o ajuste seja repassado integralmente e não haja alterações nas demais parcelas que compõem o preço ao consumidor final, o custo do diesel para o consumidor final pode cair 2,2%, ou cerca de R$ 0,07 por litro, em média; e o da gasolina, 2,4%, ou R$ 0,09 por litro, em média.

Influências

Conforme a empresa, o aumento significativo nas importações no último mês, contribuiu, predominantemente, para a redução, porque obrigou ajustes de competitividade da Petrobras no mercado interno. A empresa acrescentou que a política seguida tem como princípio a sua participação de mercado, que é também um dos componentes de análise considerado pelo GEMP.

A Petrobras informou que a importação de gasolina por terceiros para o mercado interno passou de 240 mil metros cúbicos (m3), em fevereiro, para 419 mil, em abril, e a previsão é que se mantenha em torno deste nível em maio. Já com relação ao diesel, a importação subiu de 564 mil m3, em fevereiro, para 811 mil, em abril. A expectativa é superar 1 milhão de metros cúbicos em maio. “Com isso, as refinarias da Petrobras podem chegar a um fator de utilização abaixo do último dado divulgado pela companhia em seus resultados trimestrais, que foi de 77%”, acrescentou a estatal.

O GEMP avaliou ainda os fatores relacionados ao preço dos derivados no mercado internacional e a oscilação da moeda nacional. A conclusão foi que os novos preços continuam com uma margem positiva em relação à paridade internacional. Assim, de acordo com a companhia, permanece o alinhamento à política anunciada e aos objetivos do plano de negócios 2017/2021.

Outra avaliação feita foi com relação à política de preços com correções, pelo menos, mensais. Conforme o comitê executivo, embora seja um avanço significativo em relação ao sistema anterior, essa política não tem refletido “tempestivamente as volatilidades de preços internacionais de derivados e câmbio entre as datas dos reajustes, fato agravado pelo acréscimo recente na volatilidade da taxa de câmbio”. Segundo a Petrobras, essa constatação tem sido, crescentemente, parte das discussões do GEMP e pode fundamentar ajustes de preços mais frequentes.

Após enfrentar forte recessão no setor, mercado marítimo e offshore nacional busca alternativas para superar adversidades e para manter competitividade.

Em 2017, o principal evento da América do Sul dedicado aos setores de construção naval, manutenção e plataformas offshore, a Marintec South America - Navalshore, chega à sua 14ª edição. Consolidado como uma das mais importantes plataformas de negócios para alavancar inovações e conectar-se com a comunidade marítima do continente, o evento reúne mais de 350 marcas, de 25 países, em 11 mil m² de exposição, no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro (RJ), de 15 a 17 de agosto.

Resultado de imagem para marintec navalshore 2017Castigada por uma importante recessão que comprometeu os investimentos em novas embarcações, a indústria naval transformou-se, aumentou e diversificou seu escopo de serviços, incorporando expertise também em outros segmentos: como a vertente da manutenção, dos reparos, do apoio portuário, balsas, transporte de passageiros e comboios para transporte fluvial e granéis, modalidades que têm demanda estável.

Da mesma forma, a Marintec traduz esta diversificação, trazendo na edição de 2017 um grupo de empresas expositoras ainda mais seleto, que deve atrair a presença de armadores, estaleiros, fabricantes e fornecedores, nacionais e internacionais, dos mais diversos segmentos de atuação (Cabotagem, Construção Naval, Dragagem, Lazer, Logística, Manutenção e Reparo, Pesca, Petróleo e Gás, Portos e etc.). Ao total, mais de dez mil visitantes devem comparecer ao evento neste ano.

“A indústria naval é estratégica para o país, com participação significativa no desenvolvimento econômico nacional, e a Marintec South America é parte disso. Já são 14 anos como um dos mais relevantes pontos de encontro da indústria naval e offshore sul-americana e um dos principais eventos voltados para o segmento no mundo. Por essas e outras razões que a Marintec está consolidada entre as empresas e players do setor como uma das feiras que oferecem as melhores oportunidades ao mercado”, afirma o diretor do portfólio de infraestrutura da UBM Brazil, organizadora do evento, Renan Joel.

Inovação 

Sistemas mecânicos e auxiliares, sistemas de movimentação de cargas, sistemas de manobra e curso, equipamentos de propulsão, eletrônicos, dispositivos de segurança, instrumentos de comunicação, equipamentos especiais, plataformas, mecanismos de construção naval, retrofit e manutenção, tecnologias marítimas e offshore, são algumas das novidades reservadas para esta edição.

“A reunião das últimas tendências em produtos, serviços e soluções em um único espaço já é uma característica reconhecida da Marintec frente ao setor. Acreditamos que são essas novidades que movem o mercado, o fortalecem, o renovam e o mantém em constante evolução”, finaliza Joel.
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A Petrobras iniciou a produção de petróleo e gás natural na área de Lula Sul, no pré-sal da Bacia de Santos, a partir do navio plataforma P-66 (unidade submersível que produz, estoca e transfere petróleo e gás natural). A unidade é a primeira FPSO próprio do consórcio BM-S-11, responsável pelo projeto, e a sétima unidade a produzir no campo de Lula.

Segundo informações da estatal, o Sistema de Lula Sul é o primeiro a iniciar produção neste ano e está em linha com o Plano de Negócios e Gestão 2017-2021 da companhia. Localizada a aproximadamente 290 km da costa do estado do Rio de Janeiro, em profundidade de água de 2.150 metros, a P-66 tem capacidade para processar diariamente 150 mil barris de petróleo, comprimir 6 milhões de metros cúbicos  de gás natural e foi, inicialmente, interligada ao campo de Lula por meio do poço produtor 7-LL-60D.

Segundo a nota divulgada, o Sistema de Lula se soma a 11 outros já em operação no pré-sal das Bacias de Santos e Campos. São eles: Piloto de Lula (FPSO Cidade de Angra dos Reis), Piloto de Sapinhoá (FPSO Cidade de São Paulo), Piloto de Lula Nordeste (FPSO Cidade de Paraty), Iracema Sul (FPSO Cidade de Mangaratiba), Sapinhoá Norte (FPSO Cidade de Ilhabela), Iracema Norte (FPSO Cidade de Itaguaí), Lula Alto (FPSO Cidade de Maricá), Lula Central (FPSO Cidade de Saquarema), Lapa (FPSO Cidade de Caraguatatuba), e o FPSO Cidade de Anchieta e a P-58, ambos no Parque das Baleias.

O Campo de Lula está localizado na concessão BM-S-11 operada pela Petrobras (65%), em parceria com a BG E&P Brasil – companhia subsidiária da Royal Dutch Shell plc (25%) e a Petrogal (10%).

Resultado de imagem para Petrobras quita US$ 500 milhões com Citibank e faz novo financiamento com prazo mais longo

A Petrobras informou que efetuou uma operação de pré-pagamento de dívida com o Citibank, no valor de 500 milhões de dólares e vencimentos previstos para 2017 e 2018, e que simultaneamente realizou a contratação de novo financiamento com a instituição, no mesmo valor, com prazo de vencimento em 2022 e sem garantias reais.

"A Petrobras continuará avaliando novas oportunidades de financiamento de acordo com a sua estratégia de gerenciamento de passivos, que visa a melhora do perfil de amortização e a redução do custo da dívida, levando em consideração as metas de desalavancagem previstas em seu Plano de Negócios e Gestão 2017-2021", disse a empresa em comunicado.
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Segurança jurídica e governança no licenciamento ambiental estão entre os maiores desafios para o Brasil alavancar novos investimentos no setor de Óleo e Gás. De acordo com os participantes da oitava edição do Seminário de O&G da corretora de seguros e resseguros JLT Brasil, realizado no Rio de Janeiro, o país avançou bastante ao melhorar as condições de competitividade para players do setor privado nas atividades de exploração e produção e ao anunciar novos leilões para licitação de áreas, mas precisa lidar com as questões de licenciamento.

O sócio do escritório Schmidt Valois, Márcio Pereira, afirmou que vivemos um período de transição entre uma legislação que vem dos anos 70, com grande grau de intervencionismo, para um debate na direção de sua modernização, sobretudo em prol da redução da insegurança jurídica. O debate fica sempre muito associado à forma de prevenir grandes acidentes, o que limita a possibilidade de uma legislação mais flexível. "A reinvindicação por uma renovação no modelo da legislação ambiental é uma demanda dos agentes econômicos, não apenas na área de Óleo e Gás, mas também em várias outras atividades econômicas que demandam licenciamento ambiental", disse.

No painel "Incerteza política, ciclos econômicos e transição energética", o consultor Luís Eduardo Duque Dutra, ex-assessor da Agencia Nacional do Petróleo (ANP), colocou o Brasil entre os países com maior potencial para atrair investimentos, ao lado de México e Irã. Segundo ele, crises políticas como a que vive o Brasil não assustam os investidores. "O que assusta são revoluções e não é esse o caso", afirmou.

Duque prevê um século 21 movido a gás, com térmicas a gás ainda em crescimento, protagonizando a produção de energia. As energias renováveis devem ganhar destaque na segunda metade desse século, colocando o Brasil diante de uma janela de oportunidade, aproveitando a última onda de expansão do mercado mundial de óleo e gás.

Para ele, a retomada das rodadas de licitação é muito importante, mas é fundamental criar condições de governança, de revisão de contratos, de imposições de exigências, e isso inclui licenciamento ambiental. "É fundamental que o Brasil se reposicione para ter possibilidade de expandir a indústria nessa última onda de investimentos do setor de O&G", completou. Iniciativas para atração de investimentos em O&G têm que continuar.

Novos investimentos

As próximas rodadas de licitação de áreas para exploração de Petróleo e Gás podem atrair uma "avalanche de investimentos", principalmente das Chinesas, e impactar positivamente, no curto prazo, toda a cadeia de fornecedores. Essa é a avaliação do vice-presidente da corretora de resseguros JLT Re Brasil, Adriano Oka, a maior do País no setor de infraestrutura, que defende a manutenção da agenda de retomada do setor. Em entrevista realizada durante a oitava edição do Seminário JLT de O&G, Adriano Oka, disse que as conversas para contratação de garantias para os leilões já começaram e que o cenário político não pode comprometer iniciativas pela retomada econômica. Leia abaixo as principais impressões do executivo sobre o atual momento do setor:

Qual a perspectiva para o setor de O&G no Brasil?

Adriano Oka: A perspectiva é excelente. As ações que precisavam ser tomadas para atrair investimentos estrangeiros foram tomadas. Não podemos parar agora. Teremos novas ofertas do pré-sal no segundo semestre, além da 14ª rodada. Então, a expectativa é que o Brasil volte a ser uma potência nesse setor e tenha seu crescimento alavancado nesse segundo semestre.

E qual deve ser o impacto para os fornecedores nas várias partes da cadeia?

Adriano Oka: Para fornecedores diretamente ligados à indústria do petróleo, o impacto será imediato. As empresas, assim que saírem dos leilões, necessitarão de unidades de apoio, equipamento, mão de obra que havia sido dispensada nos últimos meses. A indústria secundária também vai sentir imediatamente. Trazendo para a indústria de seguros, alguns segmentos sentem de forma imediata, como a de seguro garantia. Outros como o de exploração e operação, devem levar de 12 a 24 meses para sentir.

A JLT já está percebendo o interesse de novos players?

Adriano Oka: Sim. A JLT vem conversando com várias empresas que voltaram a alocar investimentos para o Brasil. Nós temos grandes concorrentes, como o México, Costa da África e EUA, mas com essas novas regras e o anúncio (dos novos leilões) pela ANP (Agência Nacional de Petróleo), essas empresas já estão reavaliando os seus investimentos no Brasil.

E quais os segmentos interessam mais a essas empresas?

Adriano Oka: Basicamente, hoje, estamos conversando sobre seguro garantia, que terá que ser apresentado nos leilões, e sobre seguros de exploração.

E qual a origem dessas empresas que estão conversando com a JLT Brasil?

Adriano Oka: Esperamos uma avalanche de chineses.

OPEP 

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) deve concordar em estender os cortes na produção por mais nove meses. Os representantes da Opep decidem o tema nesta semana. A ideia inicial era manter os cortes por mais seis meses, mas a necessidade de evitar que o preço de barril recue abaixo dos US$ 50 por barril pode estender o prazo.

A Opep se reúne em Viena na quinta-feira para avaliar se deve prolongar o acordo alcançado em dezembro, no qual a Opep e outros 11 países, incluindo a Rússia, concordaram em reduzir a produção em cerca de 1,8 milhão de barris por dia (bpd) na primeira metade de 2017. A decisão empurrou os preços para acima de US$ 50 por barril. Contudo, estimulou o crescimento da indústria de xisto dos Estados Unidos, que não participa do acordo de cortes, retardando assim o reequilíbrio do mercado.
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O juiz Sergio Moro condenou Jorge Luiz Zelada, ex-diretor da área internacional da Petrobras, por corrupção passiva. O juiz fixou uma pena de quatro anos e seis meses de reclusão.

“A prática do crime corrupção envolveu o pagamento de cerca de um milhão e quinhentos mil dólares, o que é um valor bastante expressivo, atualmente de cerca de R$ 4.800.000,00”, explica Moro na sentença.

“Além disso foi direcionada a um parlamentar federal, comprometendo a integridade da função legislativa. Consequências também devem ser valoradas negativamente, pois os vícios procedimentais na aquisição do Bloco 4 em Benin geraram um prejuízo estimado à Petrobrás de cerca de 77,5 milhões de dólares, conforme cálculo realizado pela Comissão Interna de Apuração da Petrobrás”, disse.

“A corrupção com pagamento de propina de um milhão e quinhentos mil dólares e tendo por consequência prejuízo ainda superior aos cofres públicos merece reprovação especial”, completa.
Resultado de imagem para Maria Silvia renuncia à presidência do BNDES

Maria Silvia Bastos Marques renunciou à presidência do BNDES. Ela já comunicou sua decisão ao presidente da República. Na conversa com o presidente, que ocorreu às 15h, Maria Silvia alegou questões pessoais.

Sua gestão vinha sendo criticada por muitos empresários, mas Michel Temer a prestigiava sempre que podia. No primeiro pronunciamento que fez após a delação da JBS, Temer a citou como uma das peças que estava funcionando no governo.

O secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTIC, Alvaro Prata, destacou trabalho em andamento com a Noruega em pesquisas nas áreas de petróleo e gás e de energias renováveis e projeta integração ainda maior entre o Brasil e a nação europeia. "Há um grande campo para ampliarmos a cooperação", afirmou.

Uma delegação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), chefiada pelo secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, Alvaro Prata, participou na última semana de uma visita oficial à Noruega para estreitar a parceria do Brasil com o país europeu, especialmente nas áreas de petróleo e gás e de energias renováveis. Lá, ocorreu a primeira reunião do Grupo de Trabalho (GT) para Cooperação em Ciência, Tecnologia e Inovação Brasil-Noruega.

A parceria bilateral já está em andamento por meio de uma chamada conjunta entre a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) – entidade vinculada ao MCTIC – e o Conselho de Pesquisas da Noruega (CRN, na sigla em inglês). Como resultado, foram aprovados cinco projetos envolvendo pequenas e médias empresas brasileiras e norueguesas, com foco na elaboração de soluções tecnológicas em recuperação de petróleo e na elaboração de tecnologias ambientais e suboceânicas.

“Brasil e Noruega partilham muitos interesses. Além de possuir grandes reservas de petróleo, os dois países utilizam hidrelétricas em larga escala para a geração de energia elétrica e estão investindo cada vez mais em fontes alternativas de energias renováveis, tais como solar e eólica. Há, portanto, um grande campo para ampliarmos a cooperação”, destacou o secretário Alvaro Prata.

Mas a parceria pode ser ampliada para outros campos do conhecimento. Via teleconferência, o coordenador-geral de Oceanos, Antártica e Geociências do MCTIC, Andrei Polejack, apresentou propostas de cooperação em aquicultura e em pesquisas no Atlântico e na Antártica.

A reunião do GT foi acordada em setembro do ano passado, em visita do ministro da Educação e Pesquisa da Noruega, Thor Björn Isaksen, ao titular do MCTIC, Gilberto Kassab, em Brasília (DF). Na ocasião, eles assinaram uma declaração conjunta expressando interesse no aumento da cooperação em ciência e tecnologia e na definição de áreas de interesse comum.

Em novembro, acontece a Semana da Inovação da Noruega no Brasil

O evento, ainda sem data e locais definidos, vai promover seminários sobre energias renováveis e outros temas de interesse entre ambas as nações.

Além do secretário Alvaro Prata, a equipe brasileira foi composta pela coordenadora de Cooperação Internacional Bilateral do MCTIC, Ana Lúcia Stival, e pelo gerente substituto de Petróleo, Mineração e Siderurgia da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Henrique Vasquez.

 O embaixador brasileiro na Noruega, George Prata, e o futuro embaixador norueguês no Brasil, Nils Gunneng, participaram das reuniões. Do lado norueguês, estiveram presentes mais de 20 representantes dos ministérios da Educação e Pesquisa; Petróleo e Energia; e do Comércio, da Indústria e da Pesca; além do Conselho de Pesquisas da Noruega (RCN) e da agência Innovation Norway.
Resultado de imagem para Petrobras anuncia onde vai exercer preferência no pré-sal

A Petrobras informou nesta última quinta-feira (25)  que decidiu exercer o direito de preferência sobre três das oito áreas do pré-sal que serão leiloadas pelo governo em 2017, comunicando ao Conselho Nacional de Política Energética, independentemente de qual  consórcio seja  vencedor das disputas, a empresa terá o direito de escolher se quer ser operadora, com uma participação mínima de 30% nos projetos.

A companhia também já escolheu as áreas: Sapinhoá, da segunda rodada de licitações do pré-sal e duas áreas da terceira rodada: Peroba e Alto de Cabo Frio Central. A Petrobras investirá R$ 810 milhões nos leilões, marcados para o fim de outubro, se permanecer com 30%.

O Campo de Sapinhoá é uma área já em produção, operada pela própria Petrobras. O governo está leiloando um pedaço da reserva que se estende para fora da concessão original. Peroba está perto do campo de Lula, o maior produtor do país, também operado pela Petrobras. Já Alto de Cabo Frio Central fica em uma região ainda com pouca exploração no pré-sal.

A empresa diz que  o exercício de direito de preferência previsto em lei está alinhado com os fundamentos de seu plano estratégico da companhia.

No primeiro leilão do pré-sal, que ofereceu a área de Libra, por exemplo, a empresa pegou uma fatia adicional de 10%, ficando com 40% do consórcio.
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A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) retomou suas atividades de exportação de minério de ferro a partir de seu próprio porto, em Itaguaí, no Rio de Janeiro, informou a empresa nesta quarta-feira.

As atividades no Porto de Itaguaí foram retomadas há cerca de duas semanas, e assim a CSN deixou de usar o Porto do Sudeste como alternativa, de acordo com uma fonte com conhecimento do assunto.

"O nosso porto foi retomado 100%. Agora temos zero de embarque no porto do Sudeste", disse a fonte à Reuters, na condição de anonimato.

"As atividades foram retomadas há 15 dias e agora atingimos a normalidade", acrescentou.

No mês passado, as atividades no porto de Itaguaí tiveram de ser paralisadas devido a um problema em um equipamento conhecido como "reclaimer", usado no transporte do minério dentro do terminal.

A CSN Mineração é a segunda maior exportadora de minério de ferro do Brasil, atrás da gigante Vale.

Enquanto o problema era reparado, a CSN utilizou o porto do Sudeste, que fica próximo ao terminal de Itaguaí, e é controlado pelo fundo Mubadala.

A fonte não informou os custos envolvidos na reparação do problema que impediu o uso do porto desde o mês passado.

"É claro que isso envolve valores, mas o seguro cobre tanto a solução do dano como o embarque de outro porto", disse.

Segundo a fonte, o equipamento precisou ser trocado, mas não houve atrasos ou prejuízo para os clientes.
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Depois de fechar uma captação de US$ 4 bilhões no exterior na semana passada, a Petrobras iniciou o procedimento para realizar o resgate antecipado de Global Notes com vencimento em 2018. O valor total do resgate, segundo a estatal, é de US$ 1,8 bilhão, excluindo juros capitalizados e não pagos. A taxa de câmbio considerada é de US$ 1,1181 por euro.

Serão objeto de resgate os títulos com taxa de 2,750% ao ano e vencimento em 15 de janeiro, com valor a ser liquidado de 539,664 milhões de euros. Também serão resgatados os Global Notes com taxa de 4,875% ao ano, com vencimento em 07 de março, no valor de 573,777 milhões de euros. Também farão parte da operação os títulos com taxas de 5,875% ao ano e vencimento em 1º de março, no valor de US$ 545,028 milhões.

A liquidação financeira será realizada até o dia 22 de junho.

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A decisão do ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, de ficar no governo garante a permanência da atual equipe e a continuidade de ações de curto prazo em prol de reformas regulatórias em curso, afirmou o secretário de Petróleo e Gás do ministério, Márcio Félix.

Coelho Filho declarou que permanecerá na pasta mesmo com oposição de seu partido, o PSB, que pediu na semana passada que todos os filiados entreguem os cargos no governo federal após denúncias de corrupção contra o presidente Michel Temer.

Para o secretário, a posição do ministro traz “uma certa tranquilidade” para que a pasta entregue promessas amplamente aguardadas pelo mercado como forma de tornar o setor mais atrativo para investimentos.

Como exemplo, Félix destacou que há uma reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) prevista para 8 de junho, quando estão previstas aprovações relacionadas ao programa RenovaBio, cujo objetivo é revitalizar o setor de biocombustíveis do país.

Outro tema que passará por aprovações na reunião do CNPE é o programa chamado “Combustível Brasil”, que tem como objetivo preparar o setor de refino e distribuição de combustíveis para uma retomada da economia brasileira, com o estimulo à livre concorrência e à atração de investimentos.

“A presença dele (Coelho Filho) garante que a equipe fique e tem muitas entregas, muitas coisas para resolver no curtíssimo prazo… tudo que foi sinalizado já foi feito ou está em vias de ser feito, mas faltam algumas coisas”, afirmou Félix, por telefone, de Nova York.

Leilões de petróleo

O secretário esteve na cidade norte-americana para conversar com investidores sobre as oportunidades no Brasil e, nos últimos dias, acompanhou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em seu “road show” sobre os três leilões de áreas petrolíferas do Brasil, previstos para o segundo semestre.

“Os atores que a gente conversou, muitos investidores do mercado financeiro, a preocupação deles é com médio e longo prazos, com a continuidade das ações (para reformas regulatórias)”, afirmou Félix, que frisou que há tempo hábil para uma melhora do cenário político brasileiro para a realização dos leilões..

“É claro que, se os leilões fossem nesses dias, agora, seria preocupante, mas tem tempo… essa a posição do ministro hoje já dá uma acalmada nessa especulação de curto prazo”, completou.

Resultado de imagem para Auditores fiscais da Receita Federal retomam greve

Auditores fiscais da Receita Federal entraram em nova greve na segunda-feira (22). A categoria promete manter os braços cruzados até que a Medida Provisória 765/2016 volte à pauta do Congresso Nacional. O texto deve ser votado até o próximo dia 1º ou perderá a validade.

Durante os dias de greve, os auditores fiscais permanecem do lado de fora das repartições sem assinar a folha de ponto. Na prática, as atividades são paralisadas, com exceção da liberação de cargas vivas ou perigosas, medicamentos, perecíveis, urnas funerárias e do fornecimento de bordo.

Segundo o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais (Sindifisco), a cada dia de paralisação, mil contêineres deixam de ser liberados na data em que seu despacho é apresentado. Cargas que normalmente são desembaraçadas em 24 horas poderão ter de esperar até cinco dias pela autorização.

A paralisação dos auditores fiscais afeta as importações e as exportações. No primeiro caso, além do represamento dos contêineres, há a incidência de custos de armazenagem e sobre-estadia do equipamento, com despesas adicionais aos importadores.

Além disso, a retenção das caixas metálicas pode provocar limitações de espaços nos terminais e a falta de contêineres em outros complexos portuários.

“Nossa preocupação é que, sendo uma paralisação total, ela afetará diretamente o desembaraço das cargas de importação e a liberação das cargas em trânsito, fazendo com que vários navios percam a conexão para portos no exterior”, destacou o diretor-executivo do Sindicato das Agências de Navegação Marítima do Estado de São Paulo (Sindamar), José Roque.

Segundo o representante do Sindamar, ontem, no primeiro dia de paralisação na semana, na importação a maior parte das cargas foi classificada no canal verde, sendo desembaraçadas automaticamente. E na exportação, por enquanto, não foram registrados problemas.
A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) abre inscrições para o Prêmio Antaq 2017 de Sustentabilidade Aquaviária. A premiação objetiva reconhecer iniciativas que contribuam para melhorar o serviço prestado pelas empresas de navegação e pelas instalações portuárias reguladas pela Agência, fomentar a produção técnico-científica e disseminar as boas práticas relacionadas à operação e gestão no setor aquaviário.

O Prêmio ANTAQ 2017 contemplará quatro categorias:

- Desempenho Ambiental, nas modalidades Melhor IDA e Maior Evolução Anual;

- Iniciativas Inovadoras;

- Artigo Técnico e Científico; e

- Qualidade de Atendimento ao Usuário.

Para as categorias Iniciativas Inovadoras e Artigo Técnico e Científico, as inscrições são gratuitas e os trabalhos devem ser enviados em versão impressa e em mídia digital por remessa postal registrada até o dia 4 de agosto.

Para análise e classificação dos trabalhos inscritos, serão constituídas duas Comissões Julgadoras presididas por servidores da Antaq, cada uma composta por seis membros externos à Agência, possuidores de notório saber na área de transportes aquaviários.

Para a categoria Iniciativas Inovadoras, os trabalhos serão avaliados e classificados conforme critérios de: efetividade; potencial de difusão; originalidade; e abrangência. Não há restrições de áreas de atuação em relação às iniciativas. Ou seja, uma inovação tecnológica em operação portuária ou melhorias na propulsão de uma embarcação, uma solução administrativa na gestão de um porto ou um equipamento desenvolvido para melhorar o manuseio de cargas, uma campanha junto à comunidade portuária ou substituição de processos com redução de impactos ambientais – tudo que mereça ser visto e valorizado pode participar do Prêmio Antaq.

Na categoria Artigo Técnico e Científico, serão premiados trabalhos nas áreas de Direito, Economia, Regulação, Meio Ambiente, Gestão, Ciências Sociais, Geografia, Políticas Públicas e Infraestrutura e Logística que apresentem relevância técnico-científica e institucional em conformidade com as áreas de atuação de competência da Antaq. A avaliação dos trabalhos levará em conta os aspectos de: relevância do tema; originalidade; organização do texto e correção gramatical; clareza e densidade na apresentação das ideias; desenvolvimento do tema, coerência e coesão; e consistência nos procedimentos metodológicos.

As Comissões Julgadoras poderão estabelecer, com autonomia, outros critérios de avaliação e selecionarão os vencedores do Prêmio Antaq 2017 dentre os cinco melhores trabalhos por elas analisados. Os melhores artigos serão publicados e amplamente divulgados.

Os vencedores das categorias Desempenho Ambiental e Qualidade de Atendimento ao Usuário serão selecionados diretamente pela Comissão Organizadora do Prêmio Antaq 2017, com base nos sistemas de acompanhamento e fiscalização da Antaq.

A solenidade de premiação será realizada em Brasília, no dia 9 de novembro. As inscrições serão aceitas até 4 de agosto. Mais informações pelo e-mail premioantaq@antaq.gov.br
Resultado de imagem para Porto de Paranaguá  cadastro biométrico

Um procedimento, que dura em média 20 segundos, precisa ser feito por todos os motoristas que acessam o cais do Porto de Paranaguá. Trata-se do cadastramento biométrico, que está sendo executado pela Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa). A medida visa acompanhar a modernização e a necessidade de aperfeiçoamento dos procedimentos de segurança.

O diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino, reforçou a importância da medida. “Esse trabalho faz parte de uma série de mudanças que estamos implementando, com os objetivos de modernizar o Porto e gerar mais segurança, conforme instruções nacionais e internacionais. O acesso ao cais já é totalmente automatizado, o que possibilita mais agilidade ao trabalho”, comentou.

Resultado de imagem para Porto de Paranaguá  cadastro biométricoPara que os novos cadastros sejam realizados e o acesso ao cais não seja bloqueado, os motoristas precisam se dirigir ao Palácio Dom Pedro II, de segunda a sábado, das 7h às 19h. De acordo com informações do setor responsável, mais de 5 mil motoristas que acessam a área para importação e exportação devem ser recadastrados, passando a entrar na área com o reconhecimento das digitais.

Ainda segundo o diretor-presidente, toda a equipe foi preparada para que o processo de recadastramento seja feito de forma rápida e eficiente. “A maior parte das pessoas que precisam acessar a área de importação e exportação é de caminhoneiros. Nos preparamos para que essa exigência não comprometa suas atividades e o processo seja feito de forma rápida. O resultado disso é de extrema importância, porque, além de acelerar o acesso ao cais, garantirá mais segurança a todos”, explicou Dividino.

Serviço aprovado

O caminhoneiro Márcio César C. dos Santos já está com o novo cadastro feito e disse que o procedimento foi mais ágil do que imaginava. "O processo foi bem tranquilo e rápido. É uma medida que vai trazer mais agilidade. Agora, para entrar [no cais], não vamos precisar mais depender dos outros, basta passar a digital e, se estiver registrada, entrar", enfatizou. Ele lembrou ainda que a biometria contribui para que o local seja ainda mais seguro. "Mais segurança para o Porto e para a gente”, completou Márcio.

O motorista Rodrigo Ferreira Costa também aprovou o serviço. Ele disse que o procedimento está sendo feito com muita eficiência pela equipe da Appa. "O atendimento foi super rápido, foi ótimo. E com certeza isso melhora a segurança, porque esse sistema vai impedir que uma pessoa que não tenha cadastro entre aqui”, comentou.

Agilidade e segurança

Atualmente, veículos e pessoas que acessam o cais já precisam passar por credenciamento antecipado. O controle e a autorização para o acesso dos trabalhadores ocorrem por meio de crachá. Já os veículos são controlados por um sistema de reconhecimento das placas, cancelas por radiofrequência e circuito fechado de TV. Com a mudança, o acesso será exclusivamente biométrico, ou seja, com o reconhecimento das digitais.
Resultado de imagem para Nova Fase da Lava Jato investiga fraudes financeiras na Petrobras

A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje (26) a 41ª fase da Operação Lava Jato, chamada de Poço Seco, que tem como alvo operações financeiras feitas a partir da aquisição pela Petrobras de direitos de exploração de petróleo no Benin, no oeste África.

De acordo com as investigações, as operações financeiras tinham como objetivo de disponibilizar recursos para o pagamento de vantagens indevidas ao ex-gerente da área de negócios internacionais da empresa.

A PF informou ainda que está cumprido oito mandados de busca e apreensão, um de prisão preventiva, um mandado de prisão temporária e três de condução coercitiva nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal. Os investigados responderão pela prática dos crimes de corrupção, fraude em licitações, evasão de divisas, lavagem de dinheiro dentre outros.

O nome da operação, Poço Seco, é uma referência aos resultados negativos do investimento realizado pela Petrobras na aquisição de direitos de exploração de poços de petróleo no Benin.
Resultado de imagem para Ações da JBS disparam e fecham em alta de mais de 22%

As ações da JBS, que registraram na semana passada a queda histórica de 31%, dispararam no pregão desta última quinta-feira (25) e fecharam em alta de 22,54%, a R$ 8,21, na máxima.

Mais cedo, fontes ouvidas afirmaram que o grupo J&F, controlador da dona das marcas Friboi e Seara, estaria buscando bancos para vender as empresas Alpargatas, Eldorado e Vigor. O banco Bradesco BBI já teria sido consultado sobre as operações. A empresa nega. Em nota, a companhia afirma que a contratação não aconteceu. “A J&F Investimentos informa que não é verdadeiro o relato de que contratou o Bradesco BBI ou qualquer outro banco para a venda de ativos.”

A possibilidade de venda levou a um rally nas ações, que apresentavam forte oscilação na abertura dos negócios e chegaram a entrar em leilão – quando a Bolsa continua recebendo ofertas pelo papel, mas há um descasamento entre os preços de compra e de venda. À tarde, porém, o preço disparou e o papel ON (ação com direito a voto) da processadora de carnes fechou os negócios na máxima.

A expectativa dos investidores é de que com a venda de outros ativos, a companhia possa centrar forças na operação da JBS que deve passar por forte turbulência com os acordos de delação, já fechado, e o de leniência que está em negociação com o Ministério Público Federal (MPF).

A situação financeira no grupo, entretanto, tende a ficar apertada na medida em que os bancos tiverem que renovar as linhas de crédito para a empresa ou até mesmo com o acordo a ser firmado com o MPF. Segundo fontes, a empresa está otimista de que o acordo seja fechado em cerca de R$ 6 bilhões ou R$ 7 bilhões, mas os procuradores estão bastante rígidos em função da péssima imagem que está sendo transmitida ao mercado com o acordo firmado com os irmãos Batista, em que eles saíram imunes dos crimes que admitiram ter cometido. A oferta original do MPF era um acordo de R$ 11 bilhões a ser pago em dez anos.
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A Odebrecht Óleo e Gás (OOG) protocolou no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro pedido de recuperação extrajudicial, como parte do acordo fechado com um grupo de credores para reestruturação de sua dívida financeira, informou a empresa em comunicado.

Conforme o documento, "os termos da reestruturação foram definidos de forma negociada e consensual com um grupo que representa mais de 60 por cento do valor total das dívidas".

O acordo prevê a troca dos títulos com vencimento em 2021 e 2022 por novos papéis, com amortizações em duas tranches.

Em 12 de maio, a Reuters noticiou que as negociações da Odebrecht Óleo e Gás com os credores estava em fase final e a empresa estaria perto de formalizar a recuperação extrajudicial.
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Em mensagem enviada aos empregados da Petrobras nesta semana, o presidente da companhia, Pedro Parente, afirmou que tem a intenção de cumprir seu mandato à frente da estatal, que termina em abril de 2019.

Sem citar o presidente Michel Temer, ele fala em sua carta sobre o “momento de instabilidade política no país” e sobre como a empresa a empresa deve reagir a este cenário.

“Com relação ao meu caso específico, meu compromisso é com a Petrobras. Tenho mandato aprovado pelo nosso conselho de administração até abril de 2019″, escreve Parente.

“Essa é a definição da governança da nossa empresa que observarei enquanto mantidos os princípios que atualmente guiam a gestão da empresa, de autonomia e profissionalismo e com responsabilidade financeira e econômica.”

Parente escreve semanalmente mensagens aos empregados da companhia. Já usou o espaço para defender o plano de venda de ativos da estatal e tentar desmobilizar greves organizadas por sindicatos.

“Especulações sobre minha saída para qualquer outro cargo não são por mim autorizadas, não foram por mim estimuladas e não representam a minha vontade”, reforça o executivo, na carta desta segunda.

No texto, ele enumera os resultados positivos apresentados pela Petrobras recentemente, como o lucro de R$ 4,45 bilhões no primeiro trimestre, a produção de 2,72 milhões de barris de óleo equivalente em abril e a emissão de US$ 4 bilhões em títulos no mercado internacional na última semana.

“Diante desses bons números, nosso papel é seguir em frente no rumo traçado. Continuar executando com responsabilidade e disciplina o nosso planejamento e trabalhando para que a nossa empresa alcance resultados cada vez melhores”, diz ele.


A unidade brasileira da Archer Daniels Midland informou que havia completado uma expansão de 33 por cento na capacidade de exportação de seu terminal no porto de Santos, para 8 milhões de toneladas de grãos por ano.

A companhia investiu 280 milhões de reais no projeto (85,19 milhões de dólares), que ocorre dois anos após o Brasil estender a licença da ADM para operar grãos, incluindo soja e milho, no terminal por 20 anos até 2037.

O investimento reforça o compromisso da companhia em manter uma posição de liderança no Brasil, cujo setor agrícola é visto como fundamental para abastecer os crescentes mercados globais de alimentos.

As mudanças recentes na legislação portuária brasileira, que prolongaram a duração das licenças de operação em uma tentativa de atrair mais investimento privado, são positivas para os planos logísticos da ADM, disse Eduardo Rodrigues, diretor de portos, em entrevista coletiva.

A ADM está atualmente analisando um projeto para melhorar a infraestrutura ferroviária em torno da área portuária em parceria com outros operadores.

Mas qualquer decisão dependerá de como o governo aplica as novas regras, disse ele, referindo-se a um decreto publicado em 11 de maio.

O Brasil prorrogou a vigência das licenças de operadores portuários para 35 anos, ante 25 anos, em um período renovável por mais 35 anos, para contratos assinados após 1993, caso da ADM.

Teoricamente, segundo Rodrigues, isso poderia dar à ADM mais 30 anos, até 2067, para operar seu terminal de grãos de Santos, dependendo de como as autoridades aplicam a nova regulamentação.

“Para nós, faria sentido aumentar os investimentos se nossa licença durar mais”, disse Rodrigues.

Os montantes envolvidos para modernizar a infraestrutura ferroviária em torno do terminal portuário seriam “consideráveis”, disse ele, evitando dar detalhes.

Como o Brasil a caminho de obter safras recordes na atual temporada, ele também disse que a ADM está perto de concluir as obras de expansão da capacidade de seu terminal Barcarena, no Pará, que é operado como uma joint venture de 50-50 com a Glencore.

A capacidade da Barcarena no Estado do Pará está sendo elevada para 6 milhões de toneladas, um aumento de quatro vezes. As obras serão concluídas em junho, mas Rodrigues se recusou a comentar sobre o tamanho dos investimentos.

A ADM iniciou sua atividade em Santos em 1997, coincidindo com sua chegada no Brasil, país que a companhia diz ser fundamental para sua estratégia global. A ADM iniciou as operações no porto de Santos após comprar várias unidades de processamento e silos.
Resultado de imagem para Novo gasoduto no sul

Mais um projeto importante o de um novo gasoduto a ser instalado no meio da Região Sul. Viria do Paraná, passaria em SC na altura do município de Caçador e iria até Santa Maria, no RS. Assim seria possível reforçar a economia no interior, diz Cósme Polêse.

Atualmente, em SC, usam gás natural 230 indústrias, 300 empresas comerciais, 12 mil residências e 90 mil veículos. Por ser um energético pouco poluente, a projeção é de crescimento do consumo no mundo, informaram os especialistas no evento.

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O senador Roberto Rocha (PSB-MA) protocolou há pouco requerimento para abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o BNDES. A comissão teve 37 assinaturas.

A CPI pretende investigar os empréstimos concedidos pelo banco no programa de internacionalização de companhias brasileiras.

A Petrobras lançou uma grande licitação para contratar serviços de construção e montagem para 13 plataformas na Bacia de Campos, todas atendidas pela Unidade de Negócios do Rio de Janeiro (UO-Rio).

A estatal dividiu a concorrência em quatro lotes distintos

Cada empresa pode vencer no máximo dois lotes. Alguns do lotes são excludentes em relação a outros. As empresas interessadas na licitação tem um mês para entregar proposta.

O primeiro lote conta com as plataformas P-52, P-54, P-55 e P-62. O segundo com as unidades PRA-1 e P-53. As plataformas P-38, P-51 e P-56 estão no lote três. E, fechando a concorrência, o lote 4 engloba as plataformas P-43, P-48 e P-50.

A Petrobras tentou contratar parte deste serviço ano passado, quando a OOG chegou a entrar na Justiça para suspender a licitação que previa serviços de manutenção para as plataformas P-55 e P-62. A empresa conseguiu uma liminar na Justiça que permitia, mesmo estando no bloqueio cautelar, que participasse da concorrência.

A Petrobras conseguiu derrubar a liminar e acabou recebendo propostas. A Orteng apresentou o menor preço naquele bid, cotando o serviço para as duas plataformas em R$ 187, 2 milhões. Também participaram do bid as empresas Método Potencial, Aker, Imetame, Estrutural, Enesa, MIP e Manserv. A concorrência acabou não indo pra frente e o contrato está novamente sendo licitado.


Por Felipe Maciel