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Os portos públicos e os terminais privados brasileiros movimentaram 491 milhões de toneladas no primeiro semestre de 2016. A quantidade de carga física que passou pelos portos cresceu 2,06% em relação ao primeiro semestre do ano passado.

As informações constam de levantamento Estatístico Aquaviário da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

O Porto de Santos teve a maior participação individual na carga administrada pelos portos brasileiros: cerca de 67,96 milhões de toneladas de carga foram transportadas por ali no primeiro semestre deste ano.

Entre as mercadorias transportadas, o embarque do chamado complexo soja — composto por grãos e farelo — liderou o ranking das cargas mais movimentadas no porto paulista, alcançando 17,14 milhões de toneladas, com alta de 11,4% em relação ao ano anterior.

A seguir, vêm as exportações de açúcar, registrando 10,46 milhões de toneladas e crescimento de 16,4% no período e a expressiva marca de 20,1% de incremento no mês de julho. O milho também se destacou com alta de quase 40% e 3,18 milhões de toneladas exportadas.

Navegação por rios

Houve crescimento também na navegação feita pelas hidrovias do interior do País. Segundo a Antaq, 17,5 milhões de toneladas foram transportados utilizando essa navegação no período entre janeiro e junho deste ano, representando crescimento de 27,95% em comparação ao primeiro semestre de 2015.



Fonte: Portal Brasil
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A defesa de Marcelo Odebrecht sonha com um presentão para o empreiteiro: que ele esteja em prisão domiciliar até o dia 19 de dezembro, um ano e meio depois de sua prisão.
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O delator da Lava Jato Zwi Skornicki afirmou, em depoimento, que o ex-diretor da Petrobras Renato Duque abandonou R$ 39,3 milhões, em valores atualizados, recebidos de propina em uma conta na Suíça. A informação foi divulgada pela Folha de S. Paulo.

O delator é representante no Brasil da empresa de Cingapura Keppel Fels e afirmou que realizou o pagamento da propina a Duque entre 2008 e 2011, intervalo entre a Petrobras contratar a Keppel Fels para construir uma plataforma de exploração de petróleo na bacia de Campos, e entregá-la.

A plataforma custou R$ 5 bilhões. A propina, de acordo com o delator, foi de 1% sobre o valor do contrato e teve três destinações: Duque, o ex-gerente da estatal Pedro Barusco e o PT.

Skornicki disse que descobriu que o dinheiro não havia sido tocado por Duque porque ele o depositou em uma conta em seu próprio nome e colocou um filho do ex-diretor como procurador.

A manobra foi necessária pois o banco não aceitou que fosse aberta uma conta no nome de um diretor de estatal.

Aí, quando autorizou seus advogados a buscar na Suíça documentos para fechar seu acordo de delação, o próprio banco informou que o montante continuava lá, segundo o delator.

O dinheiro que Duque não mexeu deve retornar à Petrobras. Os advogados de Duque e de Skornicki não quiseram se pronunciar. O PT diz que só recebe doações legais, todas declaradas à Justiça.


O consórcio Rio Galeão, que tem entre seus sócios a Odebrecht Transport, deixou de pagar uma parcela de 936 milhões de reais pela licitação do aeroporto do Rio na semana passada.

Esta é a segunda vez que a empreiteira não honra um pagamento da concessão – e o sócio de Singapura, Changi, já avisou que não vai cobrir o rombo.

O deslizamento da barragem da Samarco, em Mariana (MG), no final do ano passado foi causado por um erro de projeto da barragem. É o que afirma o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.

Segundo a nota publicada pelo jornal carioca, a tragédia se deu por um erro de projeto e foi agravado por novos erros em alterações feitas na estrutura quando ela já estava em uso.

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Jardim afirma ainda estes dados serão apresentados amanhã (29), em Belo Horizonte, pela Samarco por um grupo de especialistas estrangeiros contratados pela mineradora. “São geólogos e sismólogos responsáveis por perscrutar os maiores acidentes com barreiras ocorridos no planeta nos últimos dez anos”, completa.

O desmoronamento da barragem da Samarco em Mariana, em 5 de novembro de 2015, deixou 18 mortos e um desaparecido e provocou uma enxurrada de rejeitos até o Espírito Santo.
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A Casa Civil descobriu que a Eletrobras tem 15 000 funcionários a mais do que o necessário para funcionar.

O programa de demissão voluntária, lançado pela empresa na semana passada, tenta corrigir essa distorção.

O projeto que muda as regras de exploração de petróleo no pré-sal deve começar a ser votado na Câmara na próxima semana. E promete ser o símbolo da guinada do governo nesse setor. Com o iminente afastamento definitivo da presidente Dilma Rousseff, o governo do presidente em exercício Michel Temer vai abandonar duas das principais premissas defendidas pelas gestões petistas: a presença obrigatória da Petrobras na exploração de todas as áreas do pré-sal e a exigência de conteúdo local na fabricação dos equipamentos.

De autoria do atual ministro de Relações Exteriores, José Serra (PSDB), o texto elimina a exigência da Petrobras de atuar em todos os consórcios do pré-sal com participação mínima de 30%. A empresa também não será mais obrigada a ser a operadora única em todas as áreas. A ideia é que seja aprovado sem mudanças, para ser sancionado o mais rápido possível e não precise voltar ao Senado. "Toda a base do governo é favorável. Isso é suficiente. Só o PT é contra", diz o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Enquanto a oposição argumenta que o projeto é o primeiro passo para o enfraquecimento da Petrobras e posterior privatização da estatal, o governo considera a mudança fundamental para destravar investimentos e aliviar a União e a companhia, que tem uma dívida de R$ 450 bilhões. "A lei vai ajudar o brasileiro a não pagar mais impostos. Com ela, o País vai receber expressivos valores de outorga", disse o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha.

O sonho de tornar o País um dos maiores produtores de petróleo e aplicar os recursos provenientes da exploração do pré-sal em saúde e educação não foi abandonado, segundo o secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Márcio Félix. Mas o governo Temer acredita que esses objetivos serão mais facilmente atingidos se mais empresas participarem desses investimentos, disse.

"Vamos ter uma pequena diversidade de grandes atores no offshore brasileiro e, com isso, podemos obter o resultado sonhado de uma forma muito mais sustentável, com menos regulação, menor custo para o contribuinte e mais benefício para a sociedade", disse.

Em seu discurso de posse, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, defendeu a mudança na legislação. Para o secretário executivo do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), Antônio Guimarães, a aprovação do projeto será fundamental para a retomada das licitações. "Vamos ter um ambiente de competição, os agentes voltarão a investir. É possível gerar de 300 mil a 400 mil empregos nos próximos anos."

Críticas

Mas o projeto não recebe apenas elogios. O ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli é contra a retirada da liderança obrigatória da estatal nos consórcios de todas as áreas do pré-sal. "Essa crise financeira será superada", afirmou. Para ele, o ideal seria adiar os leilões do pré-sal por mais dois ou três anos, até que a Petrobras possa voltar a participar. Segundo o presidente da Federação Única dos Petroleiros (FUP), José Maria Rangel, a legislação atual nem sequer foi testada e não deveria ser modificada. "O que está por trás das ações do Congresso é o compromisso com interesses de multinacionais."
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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nova linha de 5 bilhões de reais para fomentar a compra por empresas saudáveis de ativos de companhias em recuperação judicial, extrajudicial, falência ou crise.

Em coletiva de imprensa, a presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques, afirmou que a linha entrará onde o mercado privado não está atuando, sendo que não envolverá subsídios do Tesouro e será constituída por recursos que o BNDES já tem.

O BNDES também anunciou a ampliação da linha voltada a capital de giro por meio da extensão do prazo e reforço orçamentário ao Programa de Apoio ao Fortalecimento da Capacidade de Geração de Emprego e Renda (BNDES Progeren), cujo orçamento total passa a ser de 10 bilhões de reais. Deste total, 6 bilhões de reais já foram empenhados.

O Desembargador Kassio Nunes do Tribunal Regional Federal da 1ª Região decidiu no último dia (23) restabelecer, em todos os seus efeitos, a validade da venda de 49% da Gaspetro, realizada pela Petrobras, à Mitsui Gás e Energia do Brasil. A decisão atendeu a recurso da Petrobras. Ela suspendeu integralmente liminar do Juízo da Subseção Judiciária de Paulo Afonso, na Bahia, que suspendia a venda. O Estatuto Social e o Acordo de Acionistas da Gaspetro volta a valer.

“A manutenção da suspensão da venda da Gaspetro sinaliza em desfavor da credibilidade do programa de desinvestimento da Petrobras, bem como da segurança jurídica de nosso ambiente de negócios como um todo, concorrendo, a toda evidência, para desestimular novos investimentos no país – fato que se reveste de especial gravidade em razão do momento crítico vivido pela economia nacional”, escreveu o desembargador.

Para o desembargador, há um conjunto de circunstâncias, como o fato de o Plano de Desinvestimentos 2015/2019 ser público, que indicam que sequer seria necessária licitação. E mesmo assim, “é incontroverso” que a operação de venda foi regularmente precedida de Procedimento Licitatório Simplificado, com o envio, pela Petrobras, de cartas-convite a cerca de 20 empresas. A Mitsui apresentou a melhor oferta entre as 13 que responderam positivamente com base em critérios objetivos de capacidade financeira, histórico de aquisições relevantes nos últimos quatro anos, expertise e presença no segmento de distribuição de gás na América Latina.

O magistrado não viu fundamento na alegação do autor da ação popular que originou a liminar, José Gama Neves, de que o procedimento foi realizado sem a necessária licitação. O desembargador também escreveu que Neves não incluiu um único documento em favor de sua tese sobre o preço.

De acordo com Nunes, também não se sustenta a tese de que a Mitsui não poderia explorar o serviço público estadual de gás por já ter a concessão de 20% da Hidrelétrica de Jirau e que é o interesse público que autoriza a suspensão da liminar.
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A mineradora Vale tem a expectativa de que sua joint venture com a anglo-australiana BHP Billiton, a Samarco, consiga as licenças ambientais em fevereiro de 2017 para voltar a operar em meados do ano.

A afirmação foi feita pelo gerente-executivo de Relações com Investidores da Vale, André Figueiredo, em um evento em São Paulo, segundo a assessoria de imprensa da mineradora.

O executivo, no entanto, não detalhou como a empresa obteria as autorizações necessárias para concretizar a expectativa.

A Samarco previa voltar a operar no fim deste ano, mas em junho um executivo admitiu não ter mais essa expectativa.

Atualmente, além de suas licenças estarem embargadas por órgãos ambientais, a Samarco também teve suas as autorizações para operar suspensas pela Justiça.

A empresa deu entrada neste ano em um novo licenciamento para depositar rejeitos de sua atividade minerária, mas o órgão ambiental estadual responsável pela análise ainda não deu garantias públicas de prazo para a conclusão do processo.

A Samarco interrompeu suas atividades de mineração em novembro do ano passado, quando uma barragem da companhia se rompeu em Mariana (MG), deixando 19 mortos, centenas de desabrigados e poluindo o importante rio Doce.
Resultado de imagem para John Deere é eleita "Marca do Ano" por concessionários do Brasil

Em cerimônia realizada semana passada durante o 26º Congresso & ExpoFenabrave, a John Deere venceu o prêmio de “Marca do Ano” – antigo “Marca Mais Desejada” - na categoria “Tratores e Máquinas Agrícolas”.

O evento, promovido pela Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), foi realizado no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).

Ainda na premiação, a Associação Brasileira dos Distribuidores John Deere (Assodeere), foi eleita como a “Associação de Marca do Ano” da categoria.


Resultado de imagem para John Deere é eleita "Marca do Ano" por concessionários do BrasilA escolha da marca mais importante do ano é feita com concessionários de marcas de segmentos diversos, desenvolvida entre abril e maio, em votação online. Esta é a terceira vez consecutiva que a premiação contemplou a John Deere, em oito edições do prêmio.

Paulo Herrmann, presidente da John Deere Brasil, esteve na cerimônia para receber a premiação. “Ser considerada uma vez mais a marca do ano, admirada e lembrada por concessionários de todas as marcas do universo agrícola, é uma honra e nos motiva intensamente a seguir trabalhando para oferecer tecnologias e serviços que realmente façam a diferença no campo e nos negócios dos clientes”, disse.

A eleição das marcas mais desejadas teve, como critério principal, a participação mínima de 20% dos concessionários de cada marca. A pesquisa da Fenabrave respondida por eles era composta por 25 questões, e consagrou como vencedora a marca com a melhor média das notas da categoria em que concorria.

A Fenabrave é a entidade que representa a distribuição de veículos no Brasil, reunindo 51 associações de marcas, entre elas automóveis, caminhões, ônibus, tratores e máquinas agrícolas, entre outras. Ao todo são 7,9 mil distribuidores e com 380 mil colaboradores representados.

A distribuidora alagoana de gás natural, a Algás, deu mais um passo importante para a concretização da construção do gasoduto Penedo – Arapiraca. No início desta semana, a Prefeitura de Arapiraca assinou um termo de cessão de terreno que servirá para armazenar o material utilizado durante as obras do empreendimento.

Segundo informações da Companhia, a área de mais de 28 mil m² será utilizada para armazenar 33 mil metros de dutos de polietileno (Pead), que irão constituir a rede de distribuição de gás natural de Penedo – Arapiraca.

Outro avanço foi uma negociação entre a Algás e a Prefeitura de Arapiraca, que determinou uma área estratégica de 225 m² para a construção da principal Estação de Regulagem e Pressão (ERP) do gasoduto.

 “As ERPs são o nosso principal mecanismo utilizado para regular a pressão do gás natural canalizado. A definição desse ponto comprova o status de adiantamento do cronograma da construção do gasoduto”, pontua o diretor técnico e comercial da Algás, Flávio Barros, acrescentando que as etapas 1 e 2 devem ser finalizadas até o início de 2017, enquanto as etapas 3 e 4 têm conclusão programada para 2018.


A experiência da Intech Engenharia inclui uma lista de projetos complexos e desafiadores em infraestrutura. O sistema de transmissão de energia que atende o complexo olímpico no Rio de Janeiro, por exemplo, tem a participação da empresa.

O mesmo acontece com o maior mineroduto mundial para transporte de minério de ferro, de Minas Gerais para o Espírito Santo. A empresa detém ainda o know how para interligar os dutos de óleo e gás que chegam do alto mar aos dutos terrestres, metodologia conhecida como shore approach ou aproximação de praia.

“Temos o DNA de engenharia e ele pode ser aplicado em qualquer segmento, inclusive no de saneamento”, resume Carlos Pimenta diretor da empresa.

Segundo ele, a experiência da Intech pode ser imediatamente usada no setor, incluindo as obras de reabilitação de emissários submarinos e de outros tipos de dutos.

No caso de tubulações instaladas ao longo de pontes e sujeitas à corrosão, a Intech avalia que os projetos de reabilitação e substituição de tubulações de gás podem ser replicados com sucesso. Nesse último exemplo, a solução indicada seria o enterramento do duto, feito com método não-destrutivo de perfuração horizontal direcional (HDD).

“O enterramento garante maior integridade da tubulação e pode ser realizada rapidamente. Dependendo do tipo de solo, um duto com extensão entre 300 e 350 metros pode ser instalado entre 30 e 40 dias”, explica Pimenta. Para não interromper o fornecimento de água, o projeto envolve a execução de by-passes, ou seja, uma infraestrutura provisória que substitui o trecho reparado até a finalização da obra.

Além da capacidade do desenvolvimento de projetos e execução das obras, a Intech, explica o executivo, detém o conhecimento de soluções para proteção de ativos de saneamento.

A empresa é representante exclusiva da Seal for Life Industries no Brasil. Detentora das mais respeitadas tecnologias de fabricação de mantas para isolamento de projetos em várias áreas, a Seal for Life é o resultado da fusão de várias companhias, agora sinergicamente operando em conjunto.

Os produtos da Seal for Life podem ser aplicados para proteção de dutos – e outros ativos – reduzindo ou eliminando o impacto de ambientes agressivos, incluindo desde pântanos salgados até complexas operações polares. E, com a parceria com a Intech, um histórico nacional, inclusive da instalação de dutos para óleo e gás e mineração.

“Nós apostamos na retomada dos investimentos em infraestrutura e o mercado de saneamento pode se beneficiar diretamente da alta tecnologia de execução de materiais já aplicados em outras indústrias”, avalia Pimenta.



 Empresas do norte de São Paulo, de Mato Grosso e de Mato Grosso do Sul serão notificadas nos próximos dias sobre a possibilidade de interrupção da circulação de trens da Rumo ALL - Malha Paulista e Malha Oeste.

A partir de 5 de setembro, mais de 900 ferroviários prometem cruzar os braços, deixando de transportar diariamente mais de 100 mil toneladas de produtos ao Porto de Santos.

Segundo o Sindicato dos Ferroviários da Zona Sorocabana, o transporte de açúcar, grãos e industrializados deve ser prejudicado. Os trabalhadores pedem reajuste salarial e outros benefícios.

Os sindicalistas alegam que a paralisação vai ocorrer porque a Rumo ALL teria suspendido as negociações com a categoria.

"Companhias exportadoras de pelo menos três Estados serão prejudicadas", diz o presidente do sindicato, Izac de Almeida, que culpa a "intransigência" da empresa.

Segundo ele, as regiões de Campinas, Bauru, Sorocaba, Mairinque e Santos serão as mais afetadas pela greve. Os empregados reclamam das condições de trabalho e pedem 9,84% de reajuste.

O sindicalista diz que a categoria também reclama de "problemas com escalas, segurança, alimentação, alojamentos e transporte".

A Rumo ALL é responsável por 12,9 mil quilômetros de malha ferroviária e tem mais de 9 mil funcionários.

Em nota, a companhia argumentou que já concluiu a negociação com 12 entidades que representam seus trabalhadores. E que, neste momento, mantém conversas com este último sindicato que ainda não aceitou o que foi oferecido.

A empresa alega que sua proposta "traz uma série de vantagens para seus colaboradores, como reajuste salarial de 8% e diversos adicionais de até 36%".
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“O cenário da indústria automotiva apresenta capacidade de produção ociosa e o grande desafio para suportar esta posição é por meio da exportação. No entanto, para alavancar o desenvolvimento do setor é preciso competitividade”, disse Edson Orikassa, presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), durante abertura do Seminário de Manufatura Automotiva, promovido na última semana na Universidade UNIP, em São Paulo/SP e coordenado por Carlos Sakuramoto, diretor de Manufatura da entidade.

Edson Orikassa

A primeira edição do evento exibiu um painel exclusivo sobre a competitividade das nações, do País e ainda como base de comparação apresentou tecnologias implementadas em plantas já existentes em território nacional, além de conteúdos mais técnicos como tendência de compósitos. O evento foi destinado a engenheiros e profissionais do setor automotivo com interesse na atualização e discussão dos temas atuais da indústria.

O presidente da Anfavea, Antonio Megale, abriu as apresentações com o tema “Competitividade da Manufatura Automotiva (Desafios Brasil)” e alavancou seis questões a serem resolvidas no cenário econômico brasileiro, já que atualmente a capacidade disponível da produção está acima de 52% para automóveis e de 75% no caso dos caminhões: protecionismo, o custo do Brasil, carga tributária, burocracia, corrupção, investimentos, educação e produção de riquezas.

E para isso, o setor automotivo nacional precisa se enquadrar ao modelo de indústria 4.0, um ambiente de manufatura totalmente conectado com a cadeia de fornecedores para gerar mais autonomia com sistema de auto-gerenciamento integrado, mais rápido, preciso e mais fiel ao desejo do clientes. “Se avançarmos nesta direção, teremos benefícios com a produtividade, qualidade e flexibilidade para trabalharmos com conceitos de redução de prazo, custo e infraestrutura, além da otimização dos recursos como água e energia elétrica, ajustes dinâmicos do fluxo de produção e integração com os fornecedores” , disse Megale.

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços marcou presença no evento da entidade. Em apresentação “Competitividade da Indústria Automotiva”, Rodrigo Bolina comentou sobre o Programa Brasil Mais Produtivo, lançado em abril de 2016, fruto de uma parceria entre MDIC, CNI/SENAI, Apex-Brasil e ABDI, com apoio do BNDES e SEBRAE.

A proposta inicial do Programa é atender 3 mil empresas em todo o país, sendo que até o momento temos 1.840 empresas inscritas em todos os Estados da Federação. O programa consiste na consultoria a empresas com o uso da metodologia de manufatura enxuta, focada na redução de desperdícios no processo produtivo, sendo que a meta é atingir um ganho médio de, pelo menos, 20% de produtividade.

“O cenário macroeconômico é desafiador e deve nos impulsionar para uma agenda positiva, na qual consigamos soluções conjuntas e com impacto positivo para todo o País. Precisamos inserir a agenda da indústria como parte dessa estratégia nacional de desenvolvimento e o crescimento consistente está associado à retomada do dinamismo da indústria e a geração de empregos”, afirmou Bolina.

Painel Competitividade – O professor Luiz Carlos Di Serio, da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, em palestra “Competitividade das Nações e o Brasil”, mostrou um panorama geral sobre conceitos e indicadores de competitividade, além de fatores positivos a melhorar no País, com base na comparação de outras indústrias globais, alavancando algumas deficiências que dificultam o crescimento do setor, como regulamentação fiscal, legislação trabalhista restrita, infraestrutura deficiente, excesso de burocracia, regulação de importação complexa, falta de qualificação para os trabalhadores, entre outros.

A contribuição no que diz respeito à inovação e à tecnologia dedicada pelo Senai foi apontada por Joselito Rodrigues Henriques, do Instituto Senai de Inovação, em palestra “Competitividade da Indústria Nacional”, com contribuição dos Institutos SENAI de Inovação, o Programa SENAI de Apoio à Competitividade Industrial Brasileira e os Serviços e Áreas de Atuação Estratégica dos ISIs. O Painel Competitividade foi encarrado após debate mediado pelo jornalista e diretor da agência de notícias Auto Informe, Joel Leite.

Painel Inovação das Plantas Fabris no Brasil - Os desafios para projetar uma fábrica que hoje é modelo de produção automotiva foram apontados por Adauto Duarte , da FCA, em apresentação “Inovação nas Plantas da FCA – Jeep”. “Trata-se de um planta inovativa projetada a partir do processo no layout, na otimização dos recursos, na tecnologia e no processo de produção hoje com capacidade de 250 mil veículos por ano”.

Localizada em Goiana (PE), a fábrica do grupo Fiat Chrysler, recebeu um área denominada Comunication Center ou Centro de Comunicação, estrategicamente organizada para trabalhar de forma eficiente. Além dos escritórios, abriga o Centro de Processos, ou seja o espaço da montagem para treinamento prático de novos colaboradores e o Centro de Veículos, projetado de acordo com as Práticas globais para a realização de teste que asseguram o amplo controle de qualidade e faz a interface com as concessionárias.

A “Inovação nas Plantas da Volkswagen – UP!”, por Alexander Korb, gerente de Engenharia Avançada de Manufatura da VW, é referência em termos desempenho, consumo e segurança. O modelo Volkswagen UP! é sucesso no mercado brasileiro e em exportações, com mais de 170 mil unidades já fabricadas no País. Para produzi-lo, a fábrica da Volkswagen em Taubaté recebeu investimentos da ordem de R$ 1,2 bilhão, aplicados em tecnologias inovadoras, alinhadas às mais modernas do Grupo Volkswagen no mundo, que incluíram novas ferramentas de estampagem, uma nova linha de soldagem de carrocerias, com robôs de última geração e uma linha de pintura totalmente nova, à base d’água, além de uma completa renovação da linha de montagem final.

“Enquanto em 30 anos, a produtividade da indústria nacional caiu 15% , nos últimos 30 anos, na China houve aumento de 808%”, informou Jefferson Ramos Melo, da Fundação CERTI, em palestra “Automação de plantas e processos industriais”. O engenheiro provocou uma reflexão sobre as transformações no setor industrial decorrentes da evolução cibernética, da introdução de tecnologias com alto grau de conectividade em todos os seus níveis e da internet das coisas nos processos. “Essa interatividade provocará maior integração da cadeia de suprimentos, da produção e distribuição assim como a interdependência de processos e a otimização dos recursos resultará em redução de custos e na elevação da competitividade dos negócios. Nesse cenário, a forma de projetar e produzir altera-se de maneira drástica”, informou Melo.

Painel Desafios e Oportunidades em Manufatura – “Advances in Composites – Application for Aircrafts” ou Os Avanços dos Compósitos Aplicados nas Aeronaves, por José Maria Fernandes Marlet , da Embraer, apresentou uma visão do presente e do futuro na evolução dos materiais compósitos em estrutura primárias de aeronaves, com a evolução de novas fibras de carbono e respectivos processos de manufatura. O palestrante ainda fez considerações sobre sustentabilidade, nanotecnologia, estrutura multifuncionais e os próximos passos desta indústria.

“Nas últimas décadas, o crescente aumento da quantidade de peças em alumínio embarcadas nos veículos nacionais gerou uma demanda para desenvolvimento dos fornecedores locais, principalmente devido a motivos econômicos. Este cenário gerou desafios tecnológicos bem como alguns aspectos peculiares que foram e estão sendo superados por meio de parcerias entre OEM´s e fornecedores. Entretanto, existem problemas que dificultam atingir seu pleno potencial de demanda ao se comparar com mercados em países desenvolvidos”, apontou Edison Marcelo Serbino, da Volkswagen do Brasil, em palestra “O desafio da fabricação de autopeças em alumínio no Brasil”.

Os mais recentes produtos de aço desenvolvidos para a indústria automotiva foram exibidos por João Francisco Batista Pereira , da Usiminas e, “Aços de última geração em Carroceria Automotiva”. “O uso intensivo de aços de elevada resistência foi adotado pela indústria automotiva por conta da necessidade de produzir carros cada mais seguros”, disse Pereira.


O Brasil perdeu 94.724 vagas formais de emprego em julho deste ano, informou nesta quinta-feira, 25, o Ministério do Trabalho. O resultado do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) é fruto de 1.168.011 contratações e 1.262.735 demissões no período.

O saldo divulgado nesta quinta ficou dentro das estimativas de analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast, que esperavam em julho fechamento de 147,2 mil a 81,4 mil vagas. Com isso, a mediana ficou negativa em 90,2 mil postos.

O número de postos fechados em julho deste ano foi menos intenso do que em igual mês do ano passado, quando foram extintas 157.905 vagas. Porém, superou o fechamento de 91.032 vagas formais de emprego em junho de 2016.

No acumulado do ano, o saldo de postos fechados é de 623.520 pela série com ajuste, ou seja, incluindo informações passadas pelas empresas fora do prazo. Este é o pior resultado para o período desde o início da série, em 2002.

No acumulado dos últimos 12 meses, o País encerrou julho com 1.706.459 vagas formais a menos, também considerando dados com ajuste.

Serviços

O setor de serviços foi o maior responsável pelo fechamento de vagas formais no mês de julho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Ao todo, foram extintos 40.140 postos na atividade só no mês passado, informou o Ministério do Trabalho.

Na sequência figurou a construção civil, com o encerramento de 27.718 vagas com carteira assinada em julho. Também foram responsáveis pelas demissões líquidas o comércio (-16.286 postos), a indústria de transformação (-13.298 vagas), a indústria extrativa mineral (-1.181 postos) e os serviços industriais de utilidade pública (-591 postos).

O resultado do Caged em julho só não foi pior porque a agricultura abriu 4.253 vagas, enquanto a administração pública criou 237 novos postos.

Ao todo, o mês de julho foi caracterizado pela extinção de 94.724 vagas. Em nota à imprensa, o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, afirmou que a desaceleração no ritmo de fechamento de postos reflete uma "recuperação gradual da economia". Em julho do ano passado, o Caged apontou demissão líquida de 157.905.

"Estamos perdendo menos vagas e a tendência para os próximos meses é que essa desaceleração continue e possamos gerar vagas no segundo semestre", avaliou o ministro.
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Os diretores financeiros das empresas estão aguardando o término do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff para investir e tomar decisões estratégicas.

Essa é análise de 48% dos executivos da área, ouvidos pela Câmara Americana de Comércio (Amcham), durante o evento CFO Fórum, na última terça-feira (23), em São Paulo.

Foram entrevistados 155 profissionais. Uma parcela de 35% deles disse que a indefinição do cenário político não impacta os investimentos das companhias em que atuam e outros 17% preferiram opinar.

Para 67% dos que participaram da enquete, a onda de otimismo vista recentemente em alguns setores ainda é pontual e representa um voto de confiança do mercado no governo de transição.

Na opinião deles não há bases concretas que indiquem uma melhora da economia, que ainda depende de reformas.

Uma fatia de 24% deles, porém, enxerga uma retomada concreta do cenário macroeconômico e acredita na nova agenda de ajustes de Temer. Outros 6% disseram que não veem otimismo.

Já quando questionados sobre um possível cenário para 2017, a grande maioria dos diretores financeiros acredita que haverá uma retomada do crescimento e que os indicadores de produção e consumo devem melhorar.

Um grupo menor, de 22% acha que a incerteza vai persistir e que a crise vai se agravar no próximo ano.

De quem é a culpa?

A maior parte (83%) dos executivos considera que o ajuste nas contas públicas deve ser uma grande prioridade para a agenda macroeconômica. A reforma trabalhista, o maior diálogo entre os setores público e privado e a reforma da previdência aparecem na sequência, com 6%, 5% e 2% das citações, respectivamente.

Enquanto 65% atribuem a causa da crise à incerteza política decorrente dos escândalos de corrupção e dos conflitos no governo, 32% acham que a culpa é do fator econômico, principalmente a situação fiscal do governo.

Só 2% dos ouvidos consideram a influência externa e a desaceleração de grandes economias globais como responsáveis pela recessão no país.

Preocupações

Entre os fatores macroeconômicos que mais preocupam os diretores financeiros, foram citados principalmente a queda do consumo (39%), a possibilidade de aumento dos impostos (17%), a inadimplência alta (14%), a volatilidade do câmbio (13%) e o crédito escasso (5%).

Internamente, o que mais tira o sono dos executivos é a busca por eficiência e otimização de processos, citada por 56%, o corte de gastos (24%), a gestão do risco financeiro (9%) e a busca por crédito (6%).

Meteorologistas estão monitorando uma tempestade tropical que poderá ganhar mais força durante o final de semana, quando deve se aproximar do Golfo do México. Há expectativa de que ocorra a evacuação de navios e plataformas em decorrência do fenômeno natural.

Atualmente, existem cerca de 38 embarcações ligadas a atividades de óleo e gás em operação no Golfo do México. Elas pertencem às empresas Diamond Offshore, Maersk Drilling, Transocean, entre outras.

O National Hurricane Center, na Flórida, ainda está coletando mais informações para obter melhores leituras sobre a velocidade do vento, pressão barométrica e precipitação. Os dados poderão ser cruciais para que as empresas do setor petrolífero tomem decisões sobre a operação de ativos na região durante a tormenta.
Resultado de imagem para Porto do Pecém é uma grande realidade na transformação econômica do Estado do Ceará

O Estado do Ceará entra em uma nova fase de desenvolvimento econômico com os grandes investimentos públicos e privados no Complexo Industrial e Portuário do Pecém. Localizado nos municípios de São Gonçalo do Amarante e Caucaia, o Porto do Pecém não é promessa, mas sim uma grande realidade na transformação econômica do Estado do Ceará.

O governador Camilo Santana, ao inaugurar, nessa segunda-feira, equipamentos que permitem a modernização e a atração de novos empreendimentos para o Pecém, deu a real dimensão do porto: somente com o funcionamento da CSP, o crescimento da nossa economia é de 12%, enquanto, do PIB industrial – toda a riqueza produzida pela indústria, é superior a 50%. A CSP ( Companhia Siderúrgica do Pecém) – construída pela iniciativa privada com investimentos superiores a 17 bilhões de reais é um sonho antigo dos cearenses e, segundo o Governador Camilo Santana, muda os caminhos do desenvolvimento do Ceará.

Os números no complexo portuário do pecém são grandes, mas nada se compara à grandeza que pode ser vista por quem tem a oportunidade de conhecer a infraestrutura construída dentro do mar para transformação da economia cearense. A grandeza do porto e a sua importância para a nossa economia precisam ser melhor conhecidas pelos cearenses.
O ritmo de agravamento da crise econômica está diminuindo. É o que mostra o Termômetro da Indústria, a nova ferramenta interativa que reúne o desempenho de nove indicadores do setor industrial: produção, horas trabalhadas, emprego, faturamento, exportações, intenção de investimento, confiança do empresário, utilização da capacidade instalada e estoques. A combinação desses indicadores revela se a indústria brasileira está indo bem ou mal em determinado período.

Elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Termômetro mostra que, entre os indicadores divulgados em agosto, cinco tiveram desempenho positivo, três foram negativos e um neutro. A predominância de resultados positivos indica que há sinais de que a crise parou de se agravar, embora a atividade industrial ainda não tenha se recuperado, observa a Nota Econômica, que apresenta o Termômetro da Indústria.

TERMÔMETRO DA INDÚSTRIA

"Ainda não é possível dizer que a crise ficou para trás. Mas o comportamento de alguns indicadores é um sinal de que as coisas começam a melhorar e que as medidas adotadas pelo governo até aqui estão na direção correta", afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade. Ele avalia que a recuperação da economia será lenta e dependerá, sobretudo, de ações efetivas para reequilibrar as contas públicas e das reformas estruturais, como a da Previdência e a modernização da legislação trabalhista.

Além do retrato da situação da indústria, obtido pela combinação do desempenho conjunto dos nove indicadores, o internauta pode acompanhar, a evolução de cada um dos dados e a respectiva série histórica. A ferramenta explica o que mede, porque é importante e como interpretar cada um dos indicadores.

Os indicadores com desempenho positivo:

1) Produção industrial:  em junho, o indicador cresceu 1,1% em relação a maio, na série livre de influências sazonais. Foi o quarto aumento consecutivo da produção, o que confirma a reversão da tendência de queda registrada desde 2013. Mesmo assim, a produção industrial está 18,4% menor do que o pico histórico, verificado em junho de 2013. A produção industrial é calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

2) Horas trabalhadas na produção: em junho, o indicador, calculado pela CNI, cresceu 0,2% na comparação com maio na série dessazonalizada. Ainda assim, está 7,8% abaixo do registrado em junho de 2015 e  permanece com tendência de queda.

3) Faturamento: em junho, o faturamento da indústria, calculado pela CNI, cresceu 2%, na série livre de influências sazonais. Mas ainda está 8,3% menor do que o de junho de 2015 e mantém a  tendência de queda.

4) ICEI: em agosto, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) alcançou os 51,5 pontos. Foi a primeira vez em 28 meses que o indicador, calculado pela CNI, ultrapassa a linha divisória dos 50 pontos, que separa o otimismo do pessimismo.

5) Exportações:  em julho, a quantidade exportada de produtos manufaturados cresceu 4,7% e está 8,1% acima do registrado em igual mês de 2015. O indicador, elaborado pela Funcex, registra tendência de crescimento e acumula aumento de 26,4% entre fevereiro de 2015 e julho de 2016.

“Para nós hoje é um dia de festa”, afirmou Rute Carvalhal, na solenidade de comemoração de 30 anos da Associação Brasileira dos Engenheiros Civis da Bahia (ABENC- Ba), realizada no dia 18 de agosto.

Foram homenageados todos os ex-presidentes da Abenc-Ba e o presidente vitalício Raimundo Pereira Borges. Na mesa de abertura, diversas personalidades da engenharia estiveram presentes, como o presidente do Crea-DF, Flavio Correia, o presidente do IFBA, Caiuby Alves da Costa, e o presidente do Senge Bahia, Ubiratan Félix.

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“Não vamos descansar, enquanto não colocarmos a engenharia em posição de destaque”, afirmou Rute em seu emocionante discurso. A atual presidente da Abenc-Ba agradeceu a todos os presentes, familiares, amigos e colegas de profissão, principalmente seu pai e fundador da associação, Raimundo Pereira Borges.


O presidente do Crea-Df, que também foi representando a Abenc-DF, afirmou que a associação tem se mostrado forte e que é necessário reconhecer e valorizar o passado, para que o futuro seja bem sucedido, “ A associação tem se mostrado desde sua formação até o momento atual forte” parabenizou Flavio à todos os ex-presidentes pela a excepcional atuação na Abenc-Ba.

Resultado de imagem para AbencFinalizando as falas, Raimundo Pereira Borges falou sobre a importância da união dos engenheiros civis para o fortalecimento da profissão e comemorou os 30 anos de Abenc-Ba. “Estamos aqui para congratularmos essa convivência. A Abenc, para ser criada há 30 anos atrás, contou com a ajuda de muitos engenheiros. Estamos comemorando por todos eles hoje também. Estamos juntos para dar um viva Brasil! Viva Abenc!”, enfatizou Raimundo.



Rute Carvalhal abriu a cessão das homenagens aos 8 ex-presidentes com a entrega do Diploma e da placa. Para o ex-presidente Airton Sá de Faria, o evento é importante para valorização dos profissionais e para a união da categoria. “O engenheiro civil precisava se movimentar. Precisamos ser fortes, nos unir para ter uma profissão coesa”. Após a entrega das homenagens, foi inaugurada a galeria dos presidentes da Abenc Bahia.

A Petrobras contabilizou até o momento cerca de 6.100 adesões ao seu plano de demissão voluntário lançado em abril e tem a expectativa de que o número aumente ainda mais até o fim deste mês, quando termina o prazo de inscrições, afirmou à agência de notícias Reuters nesta quinta-feira (25) uma fonte da companhia.

O programa de cortes de pessoal abrange o universo de empregados com condições de se aposentar, ou um total de 12 mil funcionários. O número é equivalente a cerca de 21% do quadro de 57 mil empregados da Petrobras controladora.

Quando lançou o plano, a petroleira explicou em uma nota que, em um cenário em que todos os 12 mil empregados se inscrevessem, a empresa teria um custo de R$ 4,4 bilhões com demissões e uma economia de R$ 33 bilhões até 2020.

Entretanto, a fonte da empresa, que pediu para não ser identificada, explicou que a Petrobras nunca considerou possível que todos os elegíveis ao plano se inscrevessem, mas que ainda são aguardadas novas adesões, principalmente dos empregados que estavam indecisos.

A empresa busca com o plano reduzir custos em meio aos baixos preços de petróleo e um alto endividamento.

Segundo a Petrobras informou no início do ano, o plano "foi desenvolvido tendo como base as premissas de preservação do efetivo necessário à continuidade operacional da companhia, com ajuste de pessoal em todas as áreas".
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A GE anuncia que assinou no Rio de Janeiro a extensão de um acordo plurianual de serviços de manutenção com a Central Puerto para apoiar a sua usina térmica de ciclo combinado de 760 megawatts (MW) em Buenos Aires por mais nove anos. O contrato de mais de US$ 70 milhões inclui o primeiro pedido na Argentina para soluções digitais avançadas para usinas de energia da GE e estende uma colaboração de quase duas décadas entre a Central Puerto e a GE para levar energia confiável e eficiente para o povo da Argentina.

Central Puerto comprou recentemente a turbina a gás 9HA.01 da GE, com instalação prevista para os próximos anoos, marcando o primeiro pedido da turbina a gás HA da GE nas regiões da América Latina e Caribe.

“Estamos satisfeitos que este projeto incorpora a mais recente tecnologia digital ao nosso acordo com a GE, para nos ajudar a garantir que a nossa usina de Central Puerto opere nos mais altos níveis de confiabilidade e disponibilidade”, disse José Luis Morea, diretor de estratégia da Central Puerto. “Esta usina é crucial para a confiabilidade da rede elétrica em Buenos Aires, exigindo que ela opere nos melhores níveis de desempenho possíveis e gerando o equivalente da energia necessária para abastecer mais de 500.000 domicílios no país”, ressalta Morea.

Este acordo fornece à Central Puerto uma variedade de tecnologias de geração de energia da GE, incluindo uma atualização completa do sistema de controle distribuído da usina, um sistema de filtragem de combustível líquido, maior equilíbrio dos equipamentos da planta, bem como serviços completos para fazer a manutenção de caldeiras, condensador e turbina a vapor da usina. O novo acordo também marca a primeira vez que a GE irá levar as suas soluções industriais digitais avançadas para o setor de geração de energia da Argentina.

“Com o aumento da demanda de energia na Argentina, as usinas como a Central Puerto estão procurando maneiras inovadoras para melhorar a confiabilidade e o desempenho de suas operações para atender às necessidades do país”, disse Ramon Paramio, gerente geral do negócio de Power Services da GE para América Latina. “As soluções completas para usinas de geração de energia da GE nos permitem aprimorar nossas ofertas para fornecer as mais recentes tecnologias digitais, o que ajudará a Central Puerto estar mais bem posicionada para competir em um mercado de geração de energia em rápido crescimento”, destaca Ramon.

Com o suporte do Predix, o sistema operacional avançado da GE criado exclusivamente para a indústria é baseado em nuvem. O aplicativo Asset Performance Management (APM – gestão de desempenho de ativos) da GE vai coletar dados para monitorar, analisar, melhorar e prever a saúde dos equipamentos da usina Central Puerto. A capacidade do sistema de manutenção preditiva APM de detectar anomalias vai ajudar a Central Puerto a prever falhas antes que elas aconteçam, o que por fim irá melhor a confiabilidade da usina, permitir a otimização da manutenção no momento certo e reduzir o tempo de inatividade da usina.

Usando uma rede de milhares de sensores colocados em toda a extensão da usina térmica de ciclo combinado de 760 MW, o sistema de manutenção preditiva APM pode ajudar a aumentar a confiabilidade e a disponibilidade da estação ao mesmo tempo em que reduz os custos desnecessários de manutenção. O APM oferece alertas precoces de mecanismos de falha, detectando quais componentes da usina estão sujeitos a possíveis falhasfalha, permitindo que a equipe da Central Puerto gerencie interrupções de forma mais eficiente.

A 9HA é a maior turbina a gás da GE e detém o título Guinness World RecordsTM por alimentar a usina de energia de ciclo combinado mais eficiente do mundo, com uma eficiência total de até 62,22% na usina EDF em Bouchain, na França.

Central Puerto é uma empresa líder em geração de energia na Argentina, responsável pelo fornecimento de 17% da produção de energia do país e tem uma longa relação com a GE. Recentemente, a Central Puerto comprou a tecnologia de turbinas a gás 9HA.01 da GE, que será instalada nos próximos anos. Este é o primeiro pedido da GE para sua tecnologia “HA” de eficiência avançada nas regiões da América Latina e do Caribe.

Além da usina de Central Puerto, a concessionária possui várias outras usinas de geração de energia no país, duas delas com unidades de turbinas a gás da GE em Mendoza e Ensenada. A GE faz a manutenção da estação da Central Puerto em Buenos Aires desde 2000.

A Liquiport é a nova apoiadora do Projeto Social Dom Mauro, em Vila Velha, no Espírito Santo, que beneficia crianças e adolescentes de 7 a 17 anos em situação de risco e vulnerabilidade social. Neste ano, cerca de 60 alunos participarão do programa que insere atividades socioeducativas no cotidiano como instrumentos de formação.

São oferecidas oficinas de ética, cidadania e empreendedorismo, aulas de dança, música, esporte, informática e reforço. O atendimento psicológico e social é destinado aos jovens e também a seus familiares.

As crianças recebem acompanhamento durante todo o ano letivo para que mantenham o êxito escolar e os adolescentes são preparados para o mercado de trabalho. Desde seu início, o projeto apoiou 100 estudantes da comunidade do entorno, que vivem em ambiente propenso a situações de violência, alta criminalidade e facilidade de envolvimento com drogas.

A Liquiport destina recursos financeiros que garantirão uma equipe multidisciplinar de qualidade formada por professores, educadores sociais e psicólogos.

“Queremos garantir que, com uma formação complementar embasada em valores éticos, estes jovens possam se desenvolver e se tornarem participativos na comunidade, além de conhecerem seus direitos e diminuírem o risco de vulnerabilidade social”, afirma Carlos Lamas, presidente da Liquiport.

 A Liquiport é um terminal de armazenagem e descarregamento de granéis líquidos, no porto de Vila Velha, no Espírito Santo, administrada pela Odebrecht TransPort. Saiba mais.
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O governo brasileiro quer deixar a China com a promessa de que eles vão injetar dinheiro na economia local para projetos de infraestrutura e que vão selar a compra de 170 aviões de Embraer.

Tendo como pano de fundo a tentativa do governo Michel Temer de lançar novas concessões de infraestrutura, a imprensa diz que esse é um investimento que gera a chamada "externalidade". Significa que quem usa infraestrutura adequada aumenta sua produtividade. E diz que o momento é bom para investir no setor, por isso a China está vindo.

"É mais barato fazer infraestrutura hoje do que quando os países asiáticos fizeram, porque as taxas de juros [no mercado internacional] estão mais baixas." Mas reconhece que é preciso criar um arcabouço regulatório que atraia capitais. "Os capitais virão desde que tenham segurança de que as regras serão estáveis", afirma.

O bom desempenho de empresas das quais Bill Gates é acionista levaram o homem mais rico do mundo a ficar ainda mais rico. A sua fortuna bateu o recorde de US$ 90 bilhões após a subida de ações da Canadian National Railway Company, ferroviária canadense, e da Ecolab, que atua no setor de energia e saneamento. O levantamento foi feito pela Bloomberg. Esta é a primeira vez que a fortuna do cofundador da Microsoft atinge este patamar.

Tanto no ranking em tempo real da Bloomberg quanto da Forbes, Gates é atualmente o homem mais rico do mundo - com uma fortuna que vem de participações acionárias em diversas empresas. Desde que deixou a Microsoft, em 2008, ele vem diversificando seu portfólio de investimentos. Em 2012, sua fortuna já somava US$ 60 bilhões. Mas a Bloomberg ressalta que o patrimônio do bilionário cresceu substacialmente em 2016 - na ordem de US$ 15 bilhões.

Com Gates, nem tudo é sobre dinheiro. Ele também é conhecido como um dos maiores bilionários filantrópicos, investindo pesado em diversos projetos sociais, ambientais e de saúde por meio da Fundação Bill e Melinda Gates. Também patrocina causas humanitárias, como a erradicação da malária na África.
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A Vale disponibilizou para a Samarco uma linha de crédito de até US$ 100 milhões de curto prazo para apoiar suas operações.

O diretor executivo de Relações com Investidores da Vale, André Figueiredo, disse que a expectativa neste momento é de que a licença ambiental para a Samarco seja obtida em fevereiro, o que permitirá que a empresa volte a operar em junho do ano que vem.

Segundo Figueiredo, havia uma expectativa de que a Samarco voltasse a operar ainda neste ano e que por isso o provisionamento foi feito apenas no segundo trimestre deste ano.

O executivo destacou que sua estimativa é de que sua contribuição para a Fundação no segundo semestre deste ano seja de US$ 150 milhões, o que será reduzido de seu provisionamento já realizado de R$ 3,7 bilhões.

O acordo assinado entre Samarco, Vale e BHP Billiton e os governos Federal e estaduais de Minas Gerais e do Espírito Santo define a criação de uma Fundação de direito privado que será responsável pela criação e gestão de programas de recuperação social, ambiental e econômica das regiões atingidas pelo rompimento da barragem de Fundão.

Em ato com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, convocou os trabalhadores para manifestação em Brasília, na próxima segunda-feira, 29, quando a presidente afastada, Dilma Rousseff, será ouvida no Senado, no julgamento do processo de impeachment.

“Vamos tomar Brasília de vermelho. Rumo à greve geral”, afirmou Freitas, que participa de ato em frente ao estaleiro Eisa PetroUm, antigo Mauá, onde estão paradas as obras de construção de três navios contratados pela Transpetro, subsidiária da Petrobras.

Assim como a maioria dos sindicalistas que discursaram, o presidente da CUT acusou a Operação Lava Jato, que investiga a corrupção na estatal petrolífera, de promover o desemprego no País. “A Lava Jato, a única coisa que lavou, foi o emprego do trabalhador. Porque os corruptos não estão sendo punidos, mas os trabalhadores perderam o seu emprego. Tem que punir as pessoas e não as empresas”, disse o presidente da CUT.

Lula

O ato, marcado para as 8h, começou por volta das 10h. O ex-presidente Lula chegou por volta das 11h e não falou com a imprensa. O Congresso inicia nesta quinta-feira, 25, o julgamento do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff.

Ao se aproximar do carro de som, o ex-presidente foi rodeado por dezenas de manifestantes, que tentavam tirar foto e manifestar apoio à liderança do PT.

Participam do ato deputados federais petistas, como Benedita da Silva, Luiz Sérgio Nóbrega de Oliveira e Edson Santos, candidato a vice-prefeito do município do Rio ao lado de Jandira Feghali (PCdoB-RJ).

Também presente, o líder do Movimento Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, discursou, antecipando o retorno de Lula à Presidência da República nas próximas eleições. “Vamos enfrentar um processo difícil nos próximos dois anos. Mas não esmoreceremos. A luta contra o golpe está só começando, para que, em 2018, a gente possa reconstruir esse projeto e colocar esse metalúrgico no Planalto”, disse Stédile.

O Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói e de Itaboraí (Simmmerj) estimou o público em 4,5 mil pessoas, mas o número de manifestantes não é suficiente para ocupar toda a praça à frente do estaleiro. A Federação Única dos Petroleiros (FUP) não quis estimar o número de participantes. “Os que vieram aqui, vieram no sufoco. Muitos não conseguiram porque não têm dinheiro da passagem”, disse o presidente do sindicato, Edson Rocha.
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Suspenso, por tempo indeterminado, o leilão de arrencamento do Terminal Marítimo de Passageiros (TMP), área e infraestrutura públicas para a movimentação de passageiros, localizado dentro da área do Porto do Recife. O Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil apontou como justificativa, um ajuste no edital com o objetivo de atender melhor à demanda atual.

A medida foi anunciada por meio de uma nota oficial. Segundo o documento, técnicos do ministério teriam diagnosticado a necessidade de aperfeiçoamento dos estudos e obras de dragagem dos canais de acesso ao porto e, essas mudanças deverão agregar valor ao empreendimento e fomentar a concorrência entre os agentes do mercado.

Confira o documento na íntegra:

O Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil informa que o leilão de arrendamento de área e infraestrutura públicas para a movimentação de passageiros, localizada dentro da área do Porto Organizado do Recife (PE), marcado para 31/08/2016, está suspenso por prazo indeterminado.

A modelagem do edital deverá ser ajustada com o objetivo de melhor atender à demanda atual. Técnicos do MT diagnosticaram a necessidade de aperfeiçoamento dos estudos e obras de dragagem dos canais de acesso ao porto.

Essas mudanças vão agregar valor ao empreendimento e fomentará a concorrência entre os agentes do mercado.

Em maio deste ano, a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) publicou o aviso de licitação no Diário Oficial da União. De acordo com o cronograma apresentado, o leilão deveria acontecer no próximo dia 31 de agosto. O arrendatário deverá obter suas receitas da movimentação de passageiros (embarque/desembarque e trânsito) e também do aluguel de espaço de curto e longo período, além da cobrança do estacionamento.

Pelos estudos apresentados, ao longo do contrato o empreendedor poderá conseguir uma receita total de R$ 105 milhões. Mas o futuro arrendatário deverá investir cerca de R$ 4,4 milhões em equipamentos para garantir a operacionalidade do terminal.

Segundo o edital, o projeto foi planejado para um prazo de arrendamento de 25 anos, prorrogável por, no máximo, mais 25 anos. Durante as duas décadas e meia de arrendamento, a previsão é que utilizem o terminal um total de 963.318 passageiros entre embarque, desembarque e trânsito. No local, são desenvolvidas as atividades de trânsito de turistas, despacho e recebimento de bagagens, controle de migração, operações alfandegárias. A ideia é que o espaço conte ainda com restaurantes e lojas de conveniência.

Antes da assinatura de contrato com o arrendatário há uma série de etapas que ainda precisam ser cumpridas como, por exemplo, apresentação de projetos e a realização de audiência pública. Todo o cronograma e o edital estão disponíveis nos sites da Secretaria de Portos (www.portosdobrasil.gov.br) e da Antaq (www.antaq.gov.br) ou na sede da Agência em Brasília/DF.

O empreendimento foi idealizado para atender as demandas turísticas da Copa do Mundo de 2014. As obras foram iniciadas em janeiro de 2012 e o projeto foi entregue ao público em outubro de 2013. No local foram investidos R$ 28,1 milhões, dentro do programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O prédio possui três pavimentos e possui área construída de 7.678,92 metros quadrados.

Como o processo de licitação do arrendamento estava travado no governo federal, o Porto do Recife estava atuando como operador responsável pela administração do terminal. O receptivo dos turistas e o transporte da área portuária ao terminal é realizada em parceria com a Empetur e a Secretaria de Turismo do Recife.




Fonte: Diario de Pernambuco

Uma das empresas mais cobiçadas acaba de abrir suas portas para os jovens. O Facebook Brasil está com inscrições abertas para a terceira edição do programa de estágio e deve selecionar entre 10 e 15 jovens para trabalhar em seu escritório de São Paulo (SP).

“Queremos ter esta flexibilidade de oportunidades para podermos trabalhar de acordo com o que encontrarmos no mercado”, diz Carolina Verdelho, gerente de recrutamento do Facebook para América Latina, que conversou com Exame.com.

O processo seletivo, feita em parceria com a Cia. de Talentos, recebe candidaturas até o dia 26 de setembro. Podem participar estudantes dos cursos de administração, ciências econômicas, publicidade e propaganda, engenharias e marketing de qualquer instituição de ensino superior.

“O Facebook valoriza a diversidade e por isso não filtramos candidatos por universidade. São todos bem-vindos. Estamos em busca de pessoas e não de instituições de ensino”, afirma Carolina.

Mas, ela faz um alerta: o Facebook não é um lugar fácil de trabalhar. “A cada seis meses, a barra está mais alta e a pessoa precisa se superar”, diz.

Como será o processo seletivo

Serão pelo menos três etapas de seleção. Na primeira fase, os candidatos farão testes online e Carolina faz questão de explicar por que os testes são parte fundamental da seleção. “Quando eu me candidatava em processos de estágio e trainee sempre senti frustração por não entender os motivos daquelas provas que eram aplicadas”, conta.

Inglês, um dos temas dos testes, é uma ferramenta de trabalho desde o primeiro dia de um estagiário no Facebook. Conhecimentos de raciocínio-lógico, outro assunto das provas online, é essencial em todas áreas da empresa, segundo ela. “O Facebook vive de métricas e por isso a questão analítica é muito importante independentemente da área em que o estagiário vai trabalhar”, diz ela.

O alinhamento cultural também é medido durante a fase de provas online. O chamado teste de “fit” (encaixe, na tradução livre) é feito com base nos valores da empresa e vai selecionar os candidatos que mais se adaptam à cultura.São cinco os valores principais na empresa de Mark Zuckerberg: seja ousado, foque no impacto, movimente-se rapidamente, seja aberto, construa valor social.

“Para mim, esse é o teste mais importante já que nossos valores não são só "de parede". Usamos em tudo que fazemos, da tomada de decisão ao desenvolvimento e contratação de pessoas”, diz a gerente de recrutamento do Facebook.

De estagiário a VP, a adaptação ao jeito de se trabalhar na empresa é crucial para se dar bem por lá. Por isso, mais do que salário, benefícios ou mimos - como geladeira aberta ou sala de descompressão no escritório - Carolina diz que é a cultura da empresa o principal atrativo para as pessoas.

“Depois de quatro anos trabalhando aqui, tenho uma visão mais cética em relação a isso e vejo que os valores são mais importantes do que qualquer benefício”, diz. A sala de videogame, por exemplo, não é nem tida como um benefício, segundo ela. “Se o Facebook espera que seus funcionários sejam criativos e inovadores, precisa dar condições para isso. Por isso, o local de descompressão nada mais é do que uma ferramenta de trabalho”, diz.

Os jovens que tiverem os melhores resultados nos testes serão convidados para a segunda etapa do processo seletivo em que ocorrem as entrevistas em grupo no escritório de São Paulo. “Queremos levar um número grande de pessoas para a etapa presencial porque gostamos de ver o que os números não mostram”, diz.

Os finalistas seguem para a fase de entrevistas individuais já com executivos da área para que se candidataram ao estágio. Carolina diz que espera divulgar quem são os aprovados para a última etapa até o começo de novembro. O estágio começa no ano que vem.

As áreas do Facebook que mais querem estagiários

O maior número de oportunidades para os jovens estagiários dentro do Facebook é no setor de pequenos negócios (small business). “É a área que mais aposta no estágio, são nove vagas, o que proporcionalmente é muito para gente ”, diz. No Brasil, a multinacional emprega 250 pessoas.

Outra área que vai recrutar estagiários é de solutions engineer. “É um setor que demanda um perfil difícil de encontrar que é o de engenheiro com formação em desenvolvimento e codificação e com interface com clientes”, diz Carolina. Para essa área se destacam profissionais excelentes tecnicamente e com boa comunicação. “Acreditamos que é melhor trazer como estagiário, desenvolver e formar aqui”, diz.

Todos os contratados têm chances reais de efetivação já que é filosofia da empresa (globalmente) só abrir vagas de estágio se houver a oportunidade de absorver os jovens profissionais após o término do programa. “ É claro que depende das oportunidades de negócio, mas  depende mais é do desempenho do estagiário”, diz Carolina.

SERVIÇO

Programa de Estágio 2017

Inscrições: até 26 de setembro pelo site Nex Job
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Um projeto de lei em gestação no governo vai limitar a atuação das agências reguladoras. O Palácio do Planalto entende que as autarquias ampliaram demasiadamente o seu leque de atuação nos últimos anos, o que acabou prejudicando o que seria o papel principal desses órgãos, a fiscalização da prestação de serviços públicos pela iniciativa privada.

O secretário-executivo do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Moreira Franco, busca amparo técnico e jurídico para um novo modelo de regulação. Ele tem conversado inclusive com ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) para combinar a melhor forma de "empacotar" o projeto.

A ideia central é que as agências deixem de exercer algumas tarefas, como a organização de leilões e a preparação de editais de licitação, por exemplo, e se concentrem mais na fiscalização dos contratos. Há o entendimento de que, ao assumir outras funções, as autarquias perderam a capacidade de fiscalizar com a qualidade desejada.

Se o projeto vingar, ações como preparação de editais e realização de leilões passariam a ser tocadas pelo Executivo, por meio dos respectivos ministérios. Além do TCU, Moreira Franco tem conversado com os próprios diretores das agências reguladoras, que não têm demonstrado grande entusiasmo com as mudanças propostas.

"O secretário Moreira tem discutido diretamente conosco e já foi alertado que o caminho não é bem esse", disse ao Valor o diretor-geral de uma agência. O Brasil conta atualmente com dez agências reguladoras. Esses órgãos começaram a ser criados no fim da década de 1990, na esteira das privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso.

Há, no entorno de Moreira Franco, o entendimento de que o governo petista fez uma releitura do papel das autarquias, que acabaram assumindo funções de defesa do consumidor. O próprio Moreira Franco já disse publicamente que as agências não podem funcionar como "uma espécie de Procon". O projeto de lei em elaboração não estará pronto para ser apreciado na primeira reunião do conselho do PPI, remarcada para o dia 12 de setembro.
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No ano passado, apenas metade dos recursos do FGTS e do orçamento geral da União previstos para a área, um total de R$ 6,5 bilhões, foram de fato utilizados pelo setor, candidato a inaugurar os projetos de concessão capitaneados pelo Programa de Parceria de Investimentos (PPI).

Nesta semana, a diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) propôs um modelo para a companhia do Rio de Janeiro, a Cedae, e afirmou que a instituição vai oferecer financiamento em condições "excepcionais", com taxas de juros menores e prazos maiores, para projetos de saneamento. O banco tem participação expressiva no custeio do setor ¬ no ano passado, os desembolsos com a rubrica de água, lixo e esgoto chegaram a R$ 1,2 bilhão ¬ mas o FGTS continua sendo a principal fonte.

O fundo repassou R$ 5,1 bilhões aos agentes financeiros, à Caixa, principalmente, dos quais apenas R$ 2,65 bilhões foram emprestados. Em 2014, 84,2% dos R$ 7,5 bilhões previstos foram realizados; em 2013, o percentual chegou a 89,3% dos R$ 5,2 bilhões. Tanto o setor público quanto privado reduziram os investimentos. Em 2014, 96,8% das verbas do FGTS programadas para as empresas privadas foram tomadas, 71,7% entre as públicas ¬ percentuais que caíram para 50,6% e 49,6%, nessa ordem, em 2015.

Desde 2012, o prazo para contratação das operações de crédito do fundo de garantia para obras inseridas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) vale até o mês de junho do ano orçamentário seguinte, conforme o Ministério das Cidades, que supervisiona os recursos. Assim, o balanço de 2015 leva em conta a movimentação até junho deste ano. O cenário já havia sido mostrado pelo Valor em reportagem de janeiro, com os números preliminares. Os relatórios do programa mostram ainda que, entre janeiro e dezembro do ano passado, R$ 675,1 milhões do orçamento da União ¬ recursos concedidos a fundo perdido, sem necessidade de ressarcimento ¬ foram empenhados para despesas com saneamento, 50,8% da dotação da rubrica para o ano, R$ 1,32 bilhão.

O desempenho é reflexo direto do contingenciamento de gastos do governo federal em 2015, avalia Ilana Ferreira, especialista em políticas e indústria da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O percentual, contudo, é menor que os 63,5% observados em toda a área de "cidades", que inclui, além do saneamento, o programa Minha Casa, Minha Vida e investimentos na área de mobilidade urbana. "Isso é resultado das escolhas que o ajuste fiscal obriga a fazer", observa Ilana.

Tavares, presidente da Compesa, propõe criação de fundo garantidor para facilitar acesso a recursos privados O desequilíbrio nas contas dos Estados e as dificuldades financeiras das empresas públicas prestadoras de serviço explicam, em parte, porque metade dos recursos do FGTS ficaram parados. Entre as 27 empresas estaduais de saneamento responsáveis por 75% da população atendida no país, apenas 10 têm hoje condições financeiras e operacionais de tomar empréstimos do fundo, de acordo com dados da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB).

Em nota ao Valor, a pasta das Cidades ressaltou, nesse sentido, que a "efetivação da contratação não depende apenas da disponibilidade de recursos, mas também da capacidade das empresas públicas e privadas prestadoras de serviços de saneamento e dos entes subnacionais para acessarem os recursos". "A crise fiscal muda as prioridades. Muitos projetos acabam sendo interrompidos, não avançam para as fases seguintes e o desembolso não acontece", acrescenta Gesner Oliveira, presidente da Sabesp entre 2007 e 2010, hoje à frente da GO Associados.

Ao componente conjuntural, o presidente da ABDIB, Venilton Tadini, acrescenta os problemas crônicos de gestão das empresas públicas, especialmente nas cidades menores. "Os municípios precisam de apoio estadual e federal para fazer bons projetos e atrair capital privado", ele avalia. O "Panorama do Saneamento Básico no Brasil", de 2011, que serviu como base para a elaboração do Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab), já diagnosticava a "enorme fragilidade na gestão dos serviços" providos pelos órgãos municipais, lembra o coordenador do estudo, o pesquisador da Fiocruz Minas Léo Heller. Os entes têm baixa capacidade para solicitar recursos, para fazer bons projetos e para se articular com municípios vizinhos. "O problema é muito mais sistêmico do que pontual".

O diagnóstico feito por Heller, que é também relator da ONU sobre água e saneamento, previa a necessidade, além de medidas estruturais, para as quais os recursos públicos têm se voltado, ações estruturantes ¬ melhoria da qualificação de técnicos e gestores, revisão da cobrança tarifária, muitas vezes regressiva, redução de perdas do sistema ¬, que acabaram negligenciadas pelas políticas que sucederam a aprovação do Plansab.

A gestão ineficiente e a falta de bons projetos, exemplifica, culminam em distorções como a construção de estações de tratamento que nunca receberam esgoto. "Quando se começou a discutir, em 2007 [ano da sanção da lei que previa o Plansab], muita gente achava que o saneamento não caminhava porque não havia recursos", comenta o presidente¬-executivo do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos. Além dos problemas estruturais, ele acrescenta, desafios de ordem mais prática também dificultam a concretização dos investimentos.

O tempo médio para a liberação dos recursos do FGTS, por exemplo, é de 22 meses. Também falta celeridade na liberação das licenças ambientais e apoio de muitas prefeituras para realizar tarefas como interromper temporariamente o trânsito ou remover famílias de áreas de risco. Universalizar o saneamento exigiria R$ 304 bilhões em investimentos, segundo cálculo do Trata Brasil Ilana, da CNI, acrescenta que muitas companhias, com dificuldade para manter um fluxo de caixa saudável, dificilmente conseguem cumprir os requisitos para tomar empréstimos do FGTS, que acabam sendo acessados sempre pelas mesmas companhias. "Há, sim, recursos. Mas eles são acessíveis ao setor?", questiona.

Para contornar essas dificuldades, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) vem lançando mão de outros instrumentos há cerca de três anos, como as debêntures de infraestrutura incentivadas pelo BNDES e a estruturação de Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios (FDICs). No ano passado, a companhia emitiu R$ 100 milhões em debêntures, desta vez não incentivadas. Os recursos começaram a entrar no caixa neste ano. "Nós sabemos que não são todas as empresas que conseguem acessar esse tipo de alternativa", reconhece Roberto Tavares, presidente da Compesa e da Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe).

Tavares critica a burocracia exigida pelo FGTS, que considera excessiva, e propõe a criação de um fundo garantidor para o setor, para que as companhias hoje menos estruturadas também tenham condições de acessar recursos privados para realizar investimentos. O Trata Brasil calcula que são necessários R$ 304 bilhões em investimentos para promover a universalização do saneamento. "Os avanços hoje são pequenos e bastante concentrados onde o serviço já é bom", ressalta Carlos. No ritmo atual, serão necessários 40 anos para que os serviços cheguem a todas as famílias do país.