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Resultado de imagem para Instituto de Pesquisas Tecnológicas sistema de ensaios de elementos de ancoragem

O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) inaugurou em 1 de dezembro um sistema de ensaios de elementos de ancoragem de equipamentos usados na produção de petróleo e gás em unidades flutuantes, a exemplo de navios e plataformas offshore. O sistema será utilizado no desenvolvimento de amarras de alta capacidade de carga, de materiais metálicos e poliméricos.

Resultado de imagem para Instituto de Pesquisas Tecnológicas sistema de ensaios de elementos de ancoragemUmbilicais e risers para a exploração em águas profundas, além de cabos de aço e cintas de manuseio e levantamento de grandes cargas, poderão ser também desenvolvidos e qualificados com testes no sistema.

O sistema do Laboratório de Equipamentos Mecânicos e Estruturas do IPT tem capacidade para até 2,6 mil tf (tonelada força) de carga estática, o maior do gênero no Brasil — para se ter uma uma força como essa, seria preciso empilhar 2,6 mil carros populares — e 1,3 mil tf de carga dinâmica.

Do total de R$ 15,7 milhões para a concepção, o desenvolvimento e a instalação do sistema, a Petrobras participou com R$ 10,7 milhões para o projeto e a compra de equipamentos e o governo do estado de São Paulo, com R$ 5 milhões para a concepção e o gerenciamento da implantação do sistema, além da construção do prédio no campus do Instituto.

O Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM) aprovou R$ 9,15 bilhões para o financiamento de projetos da indústria naval. O valor foi definido na 33ª reunião ordinária do conselho, realizada na última quinta-feira (1º), no Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, em Brasília (DF). Desse total, R$ 7,72 bilhões são para novos projetos e o restante para suplementações de recursos de projetos em andamento e reapresentações daqueles não contratados no prazo de validade.

O montante inclui R$ 3,18 bilhões relacionados à construção de cinco navios-tanque do tipo Suezmax e sete milhões para construção de navio de transportes de derivados de petróleo. Outros R$ 2,45 bilhões em prioridades foram concedidos para construção de dois estaleiros de reparos, sendo um na Paraíba e outro no Rio de Janeiro. Para o segmento de apoio marítimo, foram deliberadas prioridades que somam R$ 1 bilhão para construção de seis PSVs 4.500. O conselho também aprovou R$ 27,17 milhões para construção de três barcaças graneleiras.

Um total de 41,1 milhões foi aprovado para docagem e reparo de 12 rebocadores azimutais e de três barcos de apoio marítimo. Na mesma reunião, foram destinados R$ 6,46 milhões para embarcações de transportes de passageiros. No ocasião, também foi referendada a prioridade publicada Ad referendum para construção de oito navios de produtos claros, que totalizam 2,28 bilhões.

Com a publicação das prioridades concedidas pelo CDFMM no Diário Oficial da União nos próximos dias, as empresas postulantes estarão habilitadas a contratar os financiamentos junto aos agentes financeiros conveniados (BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica, Banco do Nordeste e Banco da Amazônia). O FMM pode financiar até 90% do valor dos projetos, sendo que a definição do percentual do crédito depende do conteúdo nacional de cada projeto e do tipo de embarcação.

A próxima reunião ordinária do CDFMM está prevista para o dia 27 de abril de 2017. O prazo para os postulantes apresentarem projetos para obtenção de prioridade para financiamento com recursos do FMM nessa reunião é até 27 de fevereiro de 2017.

Confira abaixo a tabela completa com prioridades concedidas na 33ª reunião ordinária.

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Resultado de imagem para Temer assina MP para tentar destravar concessões

A Secretaria Executiva do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) confirmou que o presidente Michel Temer já assinou o texto da Medida Provisória das Concessões. O texto foi publicado no Diário Oficial do dia 25 novembro.

A MP busca destravar os investimentos em concessões em infraestrutura em duas frentes. Na primeira, permite que concessões problemáticas - sobretudo aquelas arrematadas, durante o governo de Dilma Rousseff, por construtoras que agora estão envolvidas na Lava Jato - sejam devolvidas "amigavelmente" ao governo. Elas seriam, então, relicitadas, e o novo concessionário ressarciria o antigo pelos investimentos já realizados e não amortizados. O cálculo dessa compensação foi um dos pontos que atrasou a conclusão da MP.

Na segunda frente, a MP permite que concessões rodoviárias já em andamento possam ter seus contratos renovados antecipadamente, em troca de investimentos adicionais. Esse ponto foi alvo de muita negociação do governo com o Tribunal de Contas da União (TCU), cuja ala técnica é contrária a essa possibilidade.

A MP traz ainda como novidade o uso das câmaras de arbitragem para promover o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão. Até agora, essa possibilidade não existe. Essa é uma fórmula que, supostamente, vai evitar que os contratos sejam envolvidos em longas batalhas judiciais. A judicialização tem sido a via encontrada pelos concessionários para buscar, por exemplo, reajustes tarifários para reequilíbrio de contrato não autorizados pelas agências reguladoras.

A arbitragem tem sido apontada, nos bastidores do governo, como a solução mais viável para o caso da concessionária Rio Galeão, que quer modificar o plano de pagamento da taxa de outorga de R$ 19 bilhões prometida no leilão. Atualmente, ela paga perto de R$ 900 milhões ao ano. Mas, para viabilizar financeiramente o negócio, pede que esse plano seja modificado, reduzindo os recolhimentos nos anos iniciais do contrato e concentrando-os no fim.

Em algumas de suas versões, a MP das Concessões chegou a ter um artigo permitindo explicitamente essa reprogramação de pagamento. Mas, nas versões mais recentes, o dispositivo havia sido excluído.
Resultado de imagem para  bandalheira na Petrobras

Em entrevista ao jornal Estado de Minas no último domingo (4), Pedro Parente afirma categoricamente e com todas as letras que a bandalheira acabou na Petrobras, sinalizando nova fase da empresa, com mais profissionalismo e visão de negócios e menos política atrapalhando o desempenho da empresa.

Vamos à entrevista:

À frente da estatal brasileira de petróleo há seis meses, o engenheiro eletricista formado pela Universidade de Brasília Pedro Parente terá de desempenhar uma das tarefas mais sensíveis do atual governo: pôr a empresa no caminho do equilíbrio de contas e do retorno de investimentos. Nesta entrevista ao Estado de Minas, ele afirna esperar que dentro de quatro anos a estatal esteja como uma dívida tão leve quanto a que existia em 2009, equivalente à lucratividade anual da empresa. Depois disso, revelou que a intenção é voltar a atingir o ápice da rentabilidade do negócio em 2014: ganhos de 5,3 vezes. Para isso, Parente precisa ter liberdade de estabelecer os preços dos combustíveis de acordo com parâmetros econômicos, com a anuência do presidente Michel Temer. Não há chance, diz Parente, de uma ordem contrária.

Acabou a corrupção na Petrobras?

Faz seis meses hoje que eu estou na empresa (o período foi completado na sexta-feira). A gente complementou uma série de procedimentos e rotinas. Só para dar uma ideia desse trabalho, todos os fornecedores passam por uma avaliação de integridade. Se eles não têm uma avaliação positiva, nem entram no processo de compras. Outro exemplo: você não tem mais nenhuma decisão individual na empresa. O que podia ocorrer antes, que eram contratos de valores muito expressivos com decisão por uma única assinatura, de um único diretor, não pode mais ocorrer. Várias questões foram mudadas. Aspectos que estão no estatuto da empresa e estão nessa nova lei de governança das estatais. Isso realmente cria um sistema de controle interno e tem vários mecanismos de prevenção.

Esse processo de recuperação e reorganização da empresa vai demorar quanto tempo?

No processo de reorganização, a gente fez mudanças no que nós chamamos de três ondas. E a terceira onda já foi implementada. A gente está com a nova estrutura da empresa completamente em funcionamento. Sob o ponto de vista de metodologia de processos de gestão, nós estamos implementando processos de gestão e tudo mais para terem início a partir de 1º de janeiro de 2017. Exatamente para ajudar a cumprir as metas dos nossos planos.

Qual é o hoje o maior desafio da Petrobras?

Nosso principal desafio é realmente a gente cumprir nosso plano estratégico e reduzir nosso endividamento, que é a síntese dos problemas que ocorreram no passado. O cumprimento do plano de cinco anos tem duas metas. Uma delas é a redução das dívidas e a outra, que tem a mesma hierarquia, é a meta de segurança. Não vamos perseguir o alcance da meta financeira prejudicando a segurança para as pessoas, para meio ambiente e para o patrimônio. Isso é sagrado para nós. Na verdade, queremos melhorar nossos indicadores relacionados à segurança.

O Pré-sal é caro para explorar. Ele continua sendo um bom negócio para a Petrobras?

O Pré-sal, se não é a melhor, é uma das melhores províncias petrolíferas do mundo em águas profundas. É caro, mas é cada vez menos. Por causa dos ganhos de produtividade, o preço que torna economicamente viável explorar um campo é cada vez menor. Hoje, é abaixo dos US$ 40. O custo de extração — que é o custo uma vez perfurado o poço — é abaixo de U$ 8. Isso é uma vantagem importante.

E quanto à política de preços da companhia?

Nós definimos uma política muito simples, baseada na paridade internacional do preço de petróleo, mais uma margem que vai dar conta, entre outras coisas, do risco de operar em um mercado de volatilidade como é o do petróleo. Lembrando que, para nós, duas variáveis consideradas são o preço do petróleo e a taxa de câmbio. E impostos, naturalmente. Então, isso define o preço que a Petrobras cobra na saída das refinarias. Tão importante quanto existir essa política é a periodicidade do ajuste. Nós vamos reavaliar as condições de mercado pelo menos uma vez por mês.

Há possibilidade de o presidente da República ligar e dizer “não aumentem o preço da gasolina agora”?

Não há essa possibilidade. Não vai ocorrer. Quando o presidente Temer me convidou, nós conversamos longamente sobre como eu penso que deveria ser gerida a Petrobras e como ele pensa. Houve uma convergência muito grande sobre a necessidade de a empresa ter liberdade de lidar com uma variável que é fundamental para reduzir a dívida e fazer a virada.

O desafio de assumir uma empresa numa situação como a da Petrobras foi maior do que o que enfrentou à época do apagão, no governo FHC?

Têm naturezas diferentes. Quando lidamos com o apagão, estávamos entrando na casa de todas as famílias, de todas as regiões envolvidas. Talvez 80% das famílias brasileiras. Isso era uma grande responsabilidade, extremamente complexa, porque havia a necessidade de mobilizar a sociedade para que ela desse sua contribuição. Não tenho a menor dúvida de que esse aspecto ajudou muito. As famílias e as empresas brasileiras se engajaram no processo. Estudos de universidades americanas mostram que foi o mais amplo programa de redução voluntária no consumo de energia com sucesso continuado e prolongamento da economia. Na Petrobras, embora a abrangência seja menor, naturalmente, tem sua complexidade, que é a situação de encontrar uma empresa vitimada por um esquema, que todos nós conhecemos. Temos a responsabilidade de recuperar a autoestima dos colaboradores. Porque, em determinado momento, houve uma confusão entre o esquema produzido por uma minúscula minoria de funcionários e todos os colaboradores e a própria empresa. Outra questão importante é ser uma entidade sujeita a regras de controle da administração pública. Normalmente, já existe por parte do gestor, no serviço público, uma preocupação muito grande com o processo de tomada de decisões e com o risco pessoal que corre no seu próprio CPF. Na Petrobras, essa é uma situação que se agrava. O temor é maior. Lidar com isso, lembrando que a empresa está lá para produzir e ainda em um processo de redução de endividamento, é um desafio bastante relevante. Difícil colocar na balança e dizer o que pesa mais. Uma coisa é certa: acabou a bandalheira na Petrobras.



A Petrobras descarta investir em ampliação da capacidade de refino, a não ser por equipamento que será instalado na Refinaria Abreu e Lima, também conhecida como RNEST em Pernambuco, que poderá aumentar o processamento da unidade de 100 mil para 130 mil barris/dia, disse o presidente da estatal, Pedro Parente, durante evento em São Paulo.
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O Ministério russo da Energia anunciou nesta última segunda (5) que os principais países produtores de petróleo, membros ou não da Opep, se reunirão no sábado (10) em Viena após um acordo concluído pelo cartel para reduzir a produção de petróleo.

O encontro, com a presença do Ministro russo da Energia Alexander Novak, acontecerá em 10 de dezembro em Viena, informou um porta-voz do Ministério.

No dia 30 de novembro, os membros da Organização de Países Exportadores de Petróleo (Opep), liderados pela Arábia Saudita, anunciaram um acordo para uma redução de sua produção de 1,2 milhão de barris por dia (mbd) a partir de janeiro de 2017, o que provocou uma alta dos preços.

A Rússia, que não é integrante do cartel, mas é o terceiro maior produtor mundial de petróleo, atrás apenas da Arábia Saudita e Estados Unidos, se mostrou disposta a reduzir sua oferta em 300.000 barris por dia, ou seja, metade do esforço que a Opep solicitou aos países não membros.










Fonte: AFP
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O I Simpósio Segurança, Operação e Manutenção de Túneis – SSOM 2016, realizado pelo CBT – Comitê Brasileiro de Túneis  trará  temas de suma importância tanto para o meio técnico e acadêmico quanto para a sociedade, apresentando, ainda as mais atuais tecnologias para aplicação  em túneis rodoviários, ferroviários e metroviários.

Entre os assuntos abordados por palestrantes renomados do Brasil e do exterior estão: Procedimentos Operacionais em Caso de Emergência em Túneis; Segurança nas Estações de Metrô; Estado da Arte na Segurança de Túneis, Automação Integrada, Sistemas de controle de iluminação inteligente, entre outros.

“O Simpósio, inédito em nosso país, será um  marco na área de Engenharia de Túneis brasileira, diz Eloi Angelo Palma Filho coordenador do evento e Secretário Executivo do CBT. “É o primeiro evento  em que será abordado exclusivamente a questão da Segurança Operacional e a Manutenção dos Sistemas de Segurança de Túneis em seus diversos aspectos. O aperfeiçoamento das técnicas e tecnologias acarretará, sempre, em maior segurança aos usuários das vias subterrâneas”.
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A Petrobras informou que a Assembleia Geral Extraordinária de Acionistas (AGE) aprovou a venda de 90% da participação acionária detida pela companhia na Nova Transportadora do Sudeste (NTS) pelo valor de US$ 5,194 bilhões, para o fundo Nova Infraestrutura Fundo de Investimento em Participações, gerido pela Brookfield Brasil Asset Management Investimentos Ltda.

A transação faz parte do plano de desinvestimentos da companhia, de US$ 15,1 bilhões no biênio 2015-2016, e ainda está sujeita ao cumprimento das condições precedentes previstas no contrato.

Também foi aprovada na AGE o nome do Sr. Marcelo Mesquita de Siqueira Filho como membro do Conselho de Administração, eleito pelos acionistas minoritários detentores de ações ordinárias.

Por fim, a AGE aprovou as propostas de mudanças no Estatuto Social visando o aprimoramento das práticas e estruturas de governança corporativa das empresas controladas pela administração pública, em linha com as novas exigências da Lei 13.303, que dispõe sobre o estatuto jurídico das empresas públicas e sociedades de economia mista, sancionada em 30 de junho de 2016, bem como visando ao seu enquadramento nas exigências do Programa Destaque em Governança de Estatais da BM&FBovespa.

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A instituição tem planos de destinar R$ 6,3 bilhões a concessões de aeroportos, saneamento e tratamento de água, além de geradores de energia eólica, diz Francisco José Bezerra, superintendente de políticas de desenvolvimento.

"Até 2012, trabalhávamos muito com energia. Naquele momento, o BNDES não atuava nesse mercado. Foi quando o governo disse que o banco deveria se reposicionar e priorizar as pequenas empresas", afirma Bezerra.

Nos últimos anos, o BNB atuou em infraestrutura de maneira marginal, segundo o executivo, mas agora "há sinalização positiva, e vamos voltar com força no setor."

Parte dos aportes está comprometida: R$ 2,2 bilhões vão para projetos de energia que já venceram leilões.

"As concessionárias vão demandar R$ 7 bilhões de investimento. Nós capturamos R$ 2,2 bilhões, e outros atores, como o próprio BNDES, financiam outras partes."

O dinheiro do Banco do Nordeste vem do FNE, um fundo de financiamento para a região, que foi estabelecido pela Constituição e é composto por parte do Imposto de Renda e do IPI.

As regiões Norte e Centro-Oeste também recebem verbas para desenvolvimento, mas a fatia que vai para o Nordeste é o triplo das demais –eles ficam com 1,8%, contra 0,6% das outras regiões.

A Petrobras Distribuidora está oferecendo uma nova oportunidade de inscrição em seu Programa de Estágio. A partir de (1º/12) e até o dia 30/12, estudantes de níveis superior e médio (cursos técnicos) de diversas localidades do país podem se inscrever, exclusivamente pelo portal da Companhia, em www.br.com.br.

É preciso estar cursando os dois últimos anos ou os quatro últimos semestres da universidade. Alunos de nível médio que já concluíram o curso podem ingressar no Programa, desde que a instituição de ensino informe, por meio de declaração, que o estágio é condição indispensável para a obtenção de certificado ou diploma.

Experiência – O objetivo do Programa de Estágio BR é proporcionar aos estudantes uma bem-sucedida experiência de aprendizagem profissional. Além de capacitação técnica, a prática durante o estágio possibilita o desenvolvimento sociocultural e das relações de trabalho, fundamental para a atuação dos futuros profissionais.

Todas as informações sobre o programa, incluindo a lista de cursos, horários, duração, requisitos, processo seletivo e benefícios, estão disponíveis no site. Os interessados também poderão entrar em contato pelo SAC 0800 728 9001.

Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça

A Petrobras Distribuidora cumpre um plano corporativo com ações que visam a promover a igualdade étnico-racial e de gênero. Assim, assumiu a meta de 50% de participação de estudantes negros (as) no Programa de Estágio. A companhia pretende atingir um quadro de estagiários semelhante à realidade nacional, na qual 50,74% se declaram negros, conforme demonstra o censo do IBGE de 2010.

Os candidatos têm a responsabilidade por todas as informações que fizerem constar no cadastro, assim como pela atualização dos dados.

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As concessões de infraestrutura prometidas pelo governo federal devem proporcionar até o dobro de crescimento para seguros específicos ao setor ao longo de 2017. Entraves políticos e falta de produtos no setor, no entanto, ainda são desafios a serem superados.

Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) apontam que produtos relacionados a grandes riscos aumentaram 27,7% em setembro deste ano na comparação com igual mês do ano passado de (R$ 192,6 milhões para R$ 150,8 milhões).

Os especialistas ouvidos pelo DCI, no entanto, apenas 30% desse total correspondiam aos prêmios do setor de infraestrutura. No total do mercado (que arrecadou R$ 257 bilhões em 2015), apenas R$ 1,6 bilhão correspondia a seguros do segmento.

"O mercado está esperançoso. Desde o início da recessão o segmento parou, e só sobreviveu à custa da emissão de garantias das apólices já contratadas, que seguem o ritmo das obras públicas", identifica Bruna Timbó, diretora executiva da LTSeg.

Ela ressalta que, como os projetos foram paralisados por falta de verba do Estado, o setor também foi atingido. "Sem pagamento, muitas vezes há o abandono das obras, causando prejuízo às partes envolvidas", completa a executiva.

Dentre os produtos que podem se destacar, estão seguros de garantia, de riscos de engenharia, de responsabilidade civil, de riscos operacionais, de equipamentos e de pessoas.

Além disso, de acordo com André Dabus, membro da comissão de crédito e garantia do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo (Sincor-SP), há uma expectativa em relação à ampliação dos modelos de produtos de risco.

"Todo esse mecanismo gera uma oportunidade forte para seguradoras e resseguradoras até 2019, onde essas companhias serão fundamentais para fazer as obras se concretizarem", avalia o especialista.

Entraves políticos

Ainda segundo Dabus, apesar dos R$ 1,6 bilhão do seguro de infraestrutura mostrarem tendência de crescimento superior a 50% até metade de 2017, o mercado enfrenta desafios.

"Esse movimento tem atravessado obstáculos relativos aos entraves políticos do atual governo, motivos pelos quais os anúncios das concessões já foram adiados", comenta o membro do Sincor. Ele afirma, porém, que assim que o governo dar o aval às construtoras, as seguradoras e resseguradoras estarão preparadas.

"O número não aumentará de um dia para o outro, mas a expectativa é que chegue a patamares superiores a 50% no meio do ano e até dobre ao final de 2017 e começo de 2018", ressalta Dabus.

O diretor de riscos de engenharia da Zurich, Fábio Silva, ainda destaca que outro processo pelo qual o mercado está passando é o preparo de suas estruturas e produtos para as concessões de forma a "aumentar a densidade dos produtos da carteira para oferecer todos os produtos exigidos".

"O mercado trabalha com a demanda e está monitorando o que está acontecendo. Ainda existem questões em discussão, mas o grande desafio é conseguir ter um pacote de produtos preparados para ganhar o cliente", disse Silva.

De acordo com ele, nesse cenário, a expectativa é que os sinistros do setor também aumentem no período.

Estagnado, os sinistros ocorridos, conforme dados da Susep, recuaram 80,1% em setembro deste ano em relação a igual mês de 2015 (de R$ 119,1 milhões para R$ 23,6 milhões).

"Quanto mais riscos, maior é a chance de os sinistros aumentarem. Isso, porém, é algo trabalhado dentro da equipe, formada para mitigar essa exposição. Há riscos no projeto, mas é pra isso que o seguro serve", completa.

De outro lado, porém, apesar do preparo, os especialistas destacam que ainda há poucas seguradoras no setor. "É preciso um preparo maior, porque a infraestrutura só aliviará a crise se estruturada nos produtos certos", comenta Leandro Poretti, diretor geral da Sancor.

Para Timbó, porém, o mercado segurador ainda precisa de discussões macroeconômicas junto ao Estado. "A escassez de projetos, a paralisação de tantos outros e a insegurança jurídica trouxeram desânimo ao setor, e esses prontos precisam de uma análise conjunta para que não culminem em um novo abalo para o segmento", identifica Timbó.
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A Braskem informou que espera celebrar acordo de leniência com autoridades no Brasil e Estados Unidos compreendendo todos os fatos que envolveram a petroquímica no âmbito da operação Lava Jato.

De acordo com o fato relevante, a companhia se encontra em estágio avançado de negociação com as autoridades competentes nos dois países.

Na véspera, o grupo Odebrecht, que controla da Braskem, assinou acordo de leniência com os procuradores da operação Lava Jato e aceitou pagar multa de 6,7 bilhões de reais.
Resultado de imagem para Justiça determina que Petrobras e ANP suspendam venda da BR Distribuidora

A 3ª Vara da Justiça Federal em Sergipe determinou à Petrobras e à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) que suspendam a venda de participação acionária na Petrobras Distribuidora. A decisão, em caráter liminar, ainda comporta recurso ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5).

A ação foi movida pelos petroleiros José Hunaldo Nunes Santos e Fernando Borges da Silva. Os dois acusam a estatal petrolífera de infringir a legislação ao planejar se desfazer do controle acionário da BR Distribuidora vendendo 51% das ações sem realizar uma licitação.

A denúncia acatada pelo juiz Edmilson da Silva Pimenta nessa sexta-feira (2) é semelhante àquela que, há duas semanas, motivou a juíza federal Telma Maria Santos Machado, da 1ª Vara Federal de Sergipe, a determinar a suspensão da venda dos direitos de concessão dos campos de Baúna e Tartaruga Verde. A primeira ação popular também foi ajuizada por José Hunaldo Nunes Santos, que demonstrou que a própria Petrobras estava anunciando a venda de 100% da participação dos dois campos sem licitá-los.

Ao se queixarem da possibilidade da estatal se desfazer do controle da BR Distribuidora, Santos e Silva sustentaram que o negócio, se consumado, “causaria interferência direta na vida de todos os cidadãos do país, porquanto é o controlador acionário quem determina a estratégia e a gestão da companhia, como por exemplo em relação às condições e aos prazos de pagamento da distribuição dos combustíveis, com a garantia do suprimento para continuidade dos serviços públicos”. Os autores da ação também acusam a Petrobras de não ter dado a devida publicidade à decisão de vender os ativos da empresa.

Procuradas pela Agência Brasil, a ANP  e a Petrobras informaram que não comentariam a decisão.

À Justiça, a Petrobras alegou que, como sociedade de economia mista (pessoa jurídica que conta com capital público e privado), é livre para atuar em regime de livre competição e que as operações de “desinvestimento” estão diretamente associadas à estratégia empresarial.

“Obrigar a Petrobrás a licitar atividades estratégicas e essenciais ao desempenho de seu objeto social significa impedi-la de atuar no mercado em condições de paridade com as demais empresas petrolíferas, desvirtuando-se o princípio da livre competição constitucionalmente previsto”, argumentou a empresa em sua defesa, acrescentando que, mundialmente, a alienação de bens prevê a consulta ao mercado e o convite às interessadas. “A adoção de tal procedimento está expressamente autorizada no Regulamento do Procedimento Simplificado da Petrobrás”.

Já a ANP, nos autos, alegou apenas que não faz parte de suas atribuições legais regular ou fiscalizar assuntos relativos à participação acionária de empresa subsidiária da Petrobrás. Argumento refutado pelo juiz federal, que entende que, legalmente, qualquer assunto envolvendo atividades econômicas da indústria do petróleo, do gás natural e dos biocombustíveis deve ser devidamente acompanhado pela ANP.

“Soa insustentável para este juízo defender que a venda de ações da BR-Distribuidora, uma das principais subsidiárias da Petrobrás, não interessa à ANP como órgão regulador da indústria petrolífera, uma vez que esse procedimento envolve, de forma direta, várias das suas atribuições legais”, aponta o magistrado.

Alegando ser dever das partes cumprir as decisões judiciais, o magistrado optou por não estabelecer nenhuma multa para o caso da agência e da empresa descumprirem sua decisão. “Posteriormente, em caso de descumprimento deste ato decisório, este Juízo adotará todas as medidas cabíveis contra as partes eventualmente recalcitrantes”.

Resultado de imagem para soluções de impermeabilização para obras  Edificações habitacionais

A aplicação de sistemas de impermeabilização em obras de infraestrutura e de edificações influencia o ciclo de vida útil do projeto, ao proteger as estruturas contra a ação nociva de líquidos e vapores indesejáveis, que podem comprometer a durabilidade da construção. Seu uso adequado previne a propagação da umidade e impede a ocorrência de infiltrações e a corrosão de armaduras, uma vez que a água infiltrada nas superfícies e nas estruturas afeta o concreto, sua armadura, as alvenarias e os revestimentos.

“Em obras de infraestrutura, a impermeabilização é de vital importância para garantir a estanqueidade absoluta do sistema. Como é uma impermeabilização definitiva, ou seja, muitas das vezes executada antes de se iniciar a construção da parte de infraestrutura, é importante um projeto de impermeabilização adequado com todos os detalhes genéricos e específicos, com determinação da VUP – Vida Útil de Projeto, segundo a ABNT NBR 15575 – Edificações habitacionais – Desempenho”, afirma José Miguel Morgado, diretor executivo do Instituto Brasileiro de Impermeabilização (IBI), que já confirmou sua participação na Construction Expo 2017 – Feira de Edificações e Obras de Infraestrutura – Serviços, Materiais e Equipamentos, com uma área de aproximadamente 200 m², para levar seus associados e suas tecnologias para serem exibidas na feira. “Vemos com bons olhos a realização da Construction Expo 2017, ainda mais porque ela está na Semana das Tecnologias Integradas para Construção, Meio Ambiente e Equipamentos, um empreendimento extremamente salutar, onde será possível reunir todas as tecnologias em um único evento”.

O mercado de impermeabilização fornece soluções diferentes para atender as necessidades das obras e, também, de acordo com a aplicabilidade: fundações, lajes, paredes de contenção, estruturas subterrâneas, áreas molhadas, entre outros. “Para obras de infraestrutura, dependendo das áreas, o ideal é trabalhar com produtos impermeabilizantes pré-fabricados, como mantas de PEAD (polietileno de alta densidade), mantas de PVC, mantas de EPDM, mantas asfálticas que são produtos normalizados pela ABNT”, explica Morgado. Essas mantas garantem a estanqueidade das estruturas e se adaptam às movimentações a que elas estão sujeitas, por serem mais elásticas.

Há também no mercado os impermeabilizantes rígidos, cuja aplicação é recomendada para partes mais estáveis de uma edificação, como por exemplo, pisos internos em contato com o solo, contenções, fundações. Para especificar qual o sistema adequado, há muitas variáveis que precisam ser observadas, como a exposição aos fenômenos do clima. No entanto, o mais importante é ter um projeto de impermeabilização que contém os detalhes dos produtos e a forma de execução das técnicas de aplicação dos sistemas ideais de impermeabilização para cada obra e onde foram estudadas as demais interferências, como instalações elétricas, projeto de hidráulica, arquitetura, paisagismo, ar condicionado, entre outros.

A Construction 2017 ocorrerá entre os dias 7 e 9 de junho de 2017, durante a Semana das Tecnologias Integradas para Construção, Meio Ambiente e Equipamentos, que contará também com a BW Expo 2017 – Feira de Serviços e Tecnologias para Gestão Sustentável de Água, Resíduos, Ar e Energia, a M&T Peças e Serviços 2017 – Feira e Congresso de Tecnologia e Gestão de Equipamentos para Construção e Mineração, e o Summit 2017, maior evento de conteúdo dos mercados da construção e do meio ambiente no Brasil.

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A fusão entre a FMC e a Technip,que aguardava aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o CADE, finalmente foi liberada, mas ainda há um período de espera de 15 dias para possíveis contestações.

A operação que fora anunciada em maio deste ano promove a combinação de expertise entre a FMC Technologies e a Technip, que já eram líderes globais e acaba criando um colosso global que vai definitivamente promover uma mudança de forma a redefinir o mercado global de produção de petróleo e gás.

A aprovação do CADE aqui no Brasil era a última ainda pendente antes do fechamento e concretização do negócio, que já havia sido aprovado pelos estados Unidos, União Européia, Índia, Turquia, México e Rússia.

Apesar da aprovação pelas autoridades brasileiras, ainda há algumas aprovações pendentes, referentes ao negócio e os valores envolvidos entre os acionistas da FMC e Technip.,bem como outras aprovações por órgãos regulatórios e aduaneiros.

A previsão é que a fusão seja concluída no início de 2017.






Por Rodrigo Cintra

A Odebrecht Óleo e Gás (OOG) e a Teekay Offshore Partners L.P. (Teekey Offshore) realizaram no último dia (2), em Singapura, a cerimônia de batismo do FPSO Pioneiro de Libra, de propriedade da joint venture 50/50 entre as duas empresas (OOGTK). A embarcação será afretada e operada pela joint-venture e realizará Testes de Longa Duração no Bloco de Libra, para o Consórcio formado pelas empresas Petrobras (Operadora, com 40%), Total (20%), Shell (20%), CNPC (10%) e CNOOC (10%) por um período de 12 anos. O primeiro óleo está previsto para o final do primeiro semestre de 2017.

O Bloco de Libra se estende por mais 1.500 quilômetros quadrados na Bacia de Santos, com reservas estimadas entre 8 e 12 bilhões de barris de óleo recuperável, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustível (ANP).

A construção do FPSO Pioneiro de Libra começou no final de 2014 no estaleiro Jurong, em Singapura, e recebeu investimentos de aproximadamente US$ 1 bilhão. A unidade poderá atuar em lâmina d'água de até 2.400 metros de profundidade e terá capacidade de produção de 50 mil barris de óleo por dia e de compressão de quatro milhões de metros cúbicos de gás/ dia.

Ao longo de dois anos, mais de quatro mil pessoas estiveram envolvidas no projeto, incluindo as atividades no estaleiro, com mais de 16 milhões de homens/horas trabalhadas, sem registro de nenhum acidente de trabalho com afastamento.

“O FPSO Pioneiro de Libra é um marco para a produção de petróleo no Brasil e temos orgulho de contribuir para esse projeto com nossa capacidade técnica e financeira. Será o primeiro FPSO a atuar no Bloco de Libra, considerada a maior reserva de petróleo do pré-sal do mundo. A entrada em operação é um evento de grande importância para o nosso negócio e, como consequência, de grande relevância para a OOG”, afirma Jorge Mitidieri, Diretor Superintendente de Serviços Integrados da Odebrecht Óleo e Gás.

“A colaboração neste projeto tem sido de classe mundial e é um exemplo de como temos que trabalhar juntos na nossa indústria para administrar com sucesso projetos inovadores como o FPSO Pioneiro de Libra. Nossa forte parceria na joint venture com a OOG e a forma com que trabalhamos conjuntamente com o Jurong, a Petrobras e outros parceiros evidencia um grande esforço de equipe, que é um dos principais valores da Teekay”, afirma Chris Brett, presidente da Teekay Offshore Production.

“É uma grande conquista atingirmos esse marco do batismo do FPSO Pioneiro de Libra, principalmente considerando o ambiente adverso na indústria de óleo e gás nos últimos dois anos e todas as dificuldades vividas pela OOG diante do cenário político e econômico do Brasil. Isto mostra a força e resiliência de nossas equipes e principalmente da parceria entre OOG e Teekay”, afirma Roberto Simões, CEO da Odebrecht Óleo e Gás.

“O trabalho realizado pelo Jurong, por seus subcontratados e pela equipe administrativa da OOGTK tem sido de primeira classe. Estamos muito orgulhosos dos padrões e da performance de segurança do projeto. Também estamos muito honrados que nosso FPSO será o primeiro a produzir óleo no gigantesco campo de Libra e irá contribuir significativamente para nosso fluxo de caixa no futuro” relata Kenneth Hvid, eleito CEO da Teekay Corporation e atual presidente e CEO da Teekay Offshore Group.

Os contratos de afretamento e operação do FPSO Pioneiro de Libra foram celebrados em outubro de 2014. No ano seguinte, a joint-venture formalizou o contrato de financiamento com bancos internacionais para a construção do navio, O empréstimo de longo prazo, na modalidade Limited Recourse Project Finance, tem valor total de aproximadamente US$ 800 milhões.

O FPSO (Floating Production Storage and Offloading) é um tipo de navio utilizado pela indústria petrolífera para a produção, armazenamento de petróleo e/ou gás natural e escoamento da produção por navios cisterna (petroleiros). São utilizados em locais de produção distantes da costa com inviabilidade de ligação por oleodutos ou gasodutos.

A cerimônia de batismo acontece com a presença de representantes da joint-venture, das empresas do Consórcio, da Jurong, de fornecedores, dos agentes financiadores e do embaixador do Brasil em Singapura.

Sobre a Teekay Offshore Partners L.P.

A Teekay Offshore Partners L.P. é uma fornecedora internacional de serviços de transporte marítimo, produção e armazenamento de petróleo, reboque de longas distâncias, instalação e manutenção offshore e serviços de segurança para a indústria petrolífera, focada principalmente nas atividades relacionadas à produção de petróleo dos seus clientes, operando nas regiões offshore do Mar do Norte, Brasil e Costa Leste do Canadá. A Teekay Offshore é estruturada como uma companhia aberta de responsabilidade limitada com ativos consolidados de aproximadamente US$ 5,7 bilhões, compostos por 64 ativos offshore, incluindo unidades FPSO, navios-petroleiros, unidades FSO, unidades de manutenção e segurança (UMS), reboques de longa distância, navios de instalação offshore e navios-tanque convencionais. A maior parte da frota da Teekay Offshore possui contratos estáveis de prazo médio. As ações da Teekay Offshore são negociadas na Bolsa de Valores de Nova York sob o símbolo “TOO”.

Sobre a Odebrecht Óleo e Gás

A Organização Odebrecht atua como prestadora de serviços para a indústria de petróleo brasileira desde 1953. Em 1979, começou a atuar em perfuração offshore, sendo a primeira empresa privada nacional a prestar este tipo de serviço no Brasil. Na década de 90, expandiu sua atuação para o exterior, incluindo o Mar do Norte, com foco na prestação de serviços e operação de FPSO. Em 2006, concentrou seus investimentos em petróleo e gás em uma nova empresa, a Odebrecht Óleo e Gás. De origem brasileira e com atuação no Brasil e no exterior, a Odebrecht Óleo e Gás é capaz de prover soluções integradas para a indústria de óleo e gás upstream tanto na fase de investimentos quanto nas operações, nos segmentos de Perfuração Offshore, Construção Submarina, Produção Offshore e Manutenção e Serviços Offshore. Tem na segurança de seus integrantes e de suas operações seu principal valor, além do uso de inovações tecnológicas, do compromisso com a preservação do meio ambiente e com sua excelência operacional. Mais informações no site: www.odebrechtoilgas.com.

Ficha técnica FPSO Pioneiro de Libra

Operação 12 anos para Testes de Longa Duração no Bloco de Libra

Investimentos U$ 1 bilhão aproximadamente

Local de operação Bacia de Santos

Capacidade de produção 50 mil bpd e compressão de 4 milhões m³/dia de gás associado

Lâmina d´água de até 2.400 metros
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 Os dias de geração de energia a partir do carvão estão cada vez mais próximos do fim. Pelo menos em países desenvolvidos, como Reino Unido, Canadá, França e Dinamarca, que têm trabalhado para eliminar progressivamente o uso dessa fonte de origem fóssil e poluente.

Mas um país pretende ir mais longe — a Finlândia propôs recentemente tornar ilegal, antes de 2030, o uso de carvão para geração de energia. A proposta faz parte da nova política de clima e energia do país.

Segundo o governo finlandês, banir o carvão e optar por fontes de energia mais limpas é a única maneira de atingir as metas internacionais sobre o clima. Para passar a valer, porém, a proibição total ainda precisa ser aprovada pelo parlamento finlandês.

Atualmente, a queima de carvão supre cerca de 8% da demanda energética daquele país, que importa energia a partir dessa fonte principalmente da Rússia. Seu uso é mais intenso durante o inverno, quando os níveis de consumo de energia disparam.

“Não somos especialmente dependentes do carvão”, disse Markku Ollikainen, professor de economia ambiental e de recursos na Universidade de Helsinque, em entrevista ao site FastCoExist.

Na transição energética da Finlândia, o carvão seria substituído por duas fontes primárias: energia nuclear adicional e bioenergia à base de madeira proveniente de florestas de reflorestamento, que é usada especialmente para aquecimento. A expansão da energia eólica é outra opção à vista.

É verdade que o uso de bioenergia da madeira também gera emissões, ainda que inferiores à queima de carvão, e que a nuclear pode não ser das fontes de energia mais desejáveis. De fato, muito ainda pode ser melhorado na matriz energética da Finlândia, com introdução de fontes menos poluentes e de mais energias renováveis.

Mas se o carvão for realmente banido por lá, a investida poderia servir de exemplo para inspirar outros países a fazerem o mesmo. O momento está cada vez mais propício, as energias renováveis estão crescendo e se tornando mais competitivas, a demanda de eletricidade está caindo devido aos ganhos de eficiência, e as antigas usinas de carvão estão chegando ao fim de suas vidas úteis.

O Porto de Paranaguá bateu o recorde de embarque de açúcar no berço 204, operado pela Pasa, em um único navio. Foram carregadas 54,5 mil toneladas no navio de bandeira grega Union Mariner, que tem como destino o porto de Cingapura. O volume é 6% superior ao patamar carregado com açúcar anteriormente no berço.

O carregamento também bateu um recorde de produtividade do berço ao embarcar 40 mil toneladas do produto em um intervalo de 24 horas, operando a mais de 1,5 mil toneladas por hora. No total, o navio demorou 35 horas para ser carregado.

Além disso, o Union Mariner é o maior navio que já atracou no berço 204 para embarcar açúcar, com 229 metros. Para se ter uma ideia, a última vez que esta embarcação passou por Paranaguá carregou grãos de soja no Corredor de Exportação, em um tipo de operação em que os volumes movimentados são maiores do que no carregamento de açúcar.

A operação, com este volume e nesta velocidade, só é viável atualmente por causa do pacote de investimentos realizados no Porto de Paranaguá visando ganhos em eficiência. “Só conseguimos isso por conta da reforma do cais e das dragagens de manutenção, que dão segurança para que navios cada vez maiores atraquem em Paranaguá”, afirma o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Dividino.

Foram investidos R$ 156,9 milhões na última campanha de dragagem de manutenção e a reforma do cais e dos seus berços foi realizada com um aporte de R$ 90 milhões.

Crescimento 

 Neste ano, o Porto de Paranaguá registra um crescimento na movimentação de açúcar. São 15% de aumento em relação ao ano passado. De janeiro a outubro deste ano, foram exportados 3,56 milhões de toneladas, 475 mil toneladas a mais do que o registrado no mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 3,09 milhões de toneladas.

O Porto de Paranaguá é o segundo no Brasil no ranking de movimentação de açúcar, com média de 4,5 milhões de toneladas embarcadas por ano.
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A última semana foi marcada por protestos de funcionários da Hamburg Süd em Hamburgo contra a venda da empresa para a Maersk. Segundo funcionários, mil postos de trabalho estariam em sério risco em função desta compra da empresa.

Os funcionários partiram em passeata às 11:30 da sexta feira (2), após se encontrarem em frente à sede da empresa, em Hamburgo / Alemanha.

Um dos organizadores do protesto que teve sua identidade preservada declarou: “Tememos por nossos trabalhos! Nós não queremos a destruição da Hamburg Süd! Estamos falando de 1000 empregos em risco e por isso pedimos que nossos colegas mostrassem solidariedade e nos acompanhassem nesta passeata. Somos cerca de 500 pessoas somente aqui, juntando Hamburg Süd e as afiliadas CSG, HST e RAO; e que fique claro que isso não é uma passeata anti Maersk. Não temos nada contra a Maersk, apenas tememos por nossos empregos, pois a Maersk demitiu cerca de 4 mil pessoas nos últimos meses. Nossa CEO Sabine Fischbach garantiu que nossos empregos não estariam em risco, mas queremos alguma da garantia do Grupo Oetker e que conste nos termos de fechamento do negócio”.

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O passeata seguiu num clima tranquilo, sem confusões, mas de visível comoção e até alguma revolta. Alguns funcionários estavam profundamente abalados.

“Essa operação e a agora ameaça a nossos empregos mexeu com o nosso orgulho de pertencer a esta empresa. Passamos por diversas conquistas sempre juntos, enfrentamos muitas crises e essa venda da empresa simplesmente acaba com tudo isso. A empresa tem toda uma história de superação e todos participamos da continuidade disso. Diante deste cenário nosso sentimento é de derrota”, declarou ao Portal Marítimo por telefone um dos principais Cargo Planners da empresa.

A Hamburg Süd realmente tem uma história marcada por superação de crises que quebraram diversas organizações pelo mundo. Nas duas grandes guerras a Hamburg Süd perdeu toda a sua frota e foi reerguida.

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A empresa tem 140 anos de história, é a sétima maior transportadora de cargas conteinerizadas no mundo e não possui ações no Mercado Financeiro, pertencendo 100% ao Grupo Oetker.

A empresa tem cerca de 6 mil funcionários, dos quais cerca de mil estão localizados em Hamburgo.

Diante da crise o Grupo Oetker tomou a decisão de retirar-se do transporte marítimo e focar nos outros negócios.

Certamente o Grupo Maersk, empresa baseada em sólidos valores e princípios e que sempre faz questão de reforçá-los interna e externamente, saberá conduzir a transição juntamente com o Grupo Oetker e a Hamburg Süd da melhor maneira possível, minimizando qualquer efeito negativo em seus funcionários.

Agradecemos a nossos leitores na Alemanha pela colaboração com nosso portal.


Por Rodrigo Cintra
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A New Holland Agriculture está com um novo diretor de Marketing para a América Latina. Eduardo Kerbauy de Freitas Luís assume no lugar de Carlos d’Arce.

Kerbauy é engenheiro mecânico, tem MBA em Administração e 17 anos de experiência dentro da CNH Industrial.  Também atuou na Iveco, trabalhou na Itália, Inglaterra e França e está há 12 anos na NewHolland Agriculture. Nos últimos cinco anos esteve à frente da Diretoria de Negócios dos Importadores da América Latina da New Holland Agriculture.


“A expectativa é dar continuidade ao crescimento da marca na América Latina e especialmente no mercado brasileiro, trabalhando sobretudo no desenvolvimento de novos produtos e serviços que respondam às necessidades de todos os segmentos de clientes”, afirma Kerbauy.

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Embaixadas e representações brasileiras no exterior irão divulgar o regime de Zonas de Processamento de Exportação (ZPE) do País, por meio dos Setores de Promoção Comercial (Secoms). O

 objetivo é prestar assistência a empresas estrangeiras que desejam investir no Brasil ou importar produtos e serviços brasileiros.

As Zonas de Processamento de Exportações são áreas de livre comércio com o exterior destinadas à instalação de empresas com produção voltada à exportação. Para efeito de controle aduaneiro, as ZPE são consideradas Zonas Primárias.

Como instrumento de política industrial, as Zonas buscam fortalecer a balança de pagamentos, atrair investimentos estrangeiros, aumentar a competitividade das exportações brasileiras, gerar emprego e difundir novas tecnologias no País.

As empresas que se instalam em ZPE têm acesso a tratamento tributário, cambial e administrativo específicos. Para a aquisição de bens e serviços no mercado interno, há suspensão da cobrança do IPI, Cofins e PIS/Pasep. Nas exportações, também são suspensos o Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) e o Imposto de Importação (II).

Os Secoms também reúnem e divulgam para o empresariado nacional informações sobre negócios e oportunidades de investimento em sua área de atuação. A iniciativa faz parte de uma parceria dos ministérios da Indústria, Comércio Exterior e Serviço (Mdic) e de Relações Exteriores (MRE).

Para maiores informações sobre o regime brasileiro de Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs),
Resultado de imagem para Superávit comercial recorde de US$ 43,28 bilhões no acumulado do ano

A balança comercial brasileira acumula superávit de US$ 43,282 bilhões de janeiro a novembro deste ano. O valor é recorde para o período desde o início da série histórica, em 1989. No mês, houve superávit de US$ 4,758 bilhões, valor também recorde para novembro.

Os dados foram divulgados dia 1 de dezembro pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. O governo estima que 2016 terminará com saldo positivo da balança entre US$ 45 bilhões e US$ 50 bilhões. O resultado pode ser recorde histórico anual, caso supere o superávit de US$ 46,4 bilhões registrado em 2006. Para isso, o saldo positivo em dezembro teria de ficar acima de US$ 3,1 bilhões.

A balança comercial tem superávit quando as exportações, vendas do Brasil para parceiros de negócios no exterior, superam as importações, que são as compras do país também no exterior.

Exportações e importações

O saldo positivo de novembro resultou de US$ 16,220 bilhões em exportações e US$ 11,463 bilhões em importações. O valor exportado subiu 17,5% em relação a novembro de 2015, segundo o critério da média diária, que leva em conta o valor negociado por dia útil. Na comparação com outubro deste ano, as exportações aumentaram 18,2%.

Em relação às compras do Brasil no exterior, houve queda de 9,1% em relação com novembro de 2015. Comparado com outubro deste ano, as importações subiram 0,8% segundo a média diária.

A tão esperada retomada dos investimentos no segundo semestre não ocorreu. Pelo contrário, a crise se aprofundou como mostra o balanço do setor de máquinas e equipamentos de outubro, divulgado pela Abimaq na semana passada, e que registra quedas tanto do faturamento (-14,8%), quanto do consumo aparente (-6,2%) na comparação com o mês de setembro.

Com isso, a Abimaq já dá como certa a retração de 25% no volume de negócios em 2016, o que coloca o atual exercício como um dos piores resultados já registrados pela indústria de máquinas e equipamentos no Brasil. De 2012 a 2016, os negócios do setor encolheram 50%. “O mais grave é que os resultados de outubro, que é um segundo mergulho da crise, acaba com a esperança de recuperação este ano e indica um começo de 2017 pior do que se imaginava”, observa Mário Bernardini, diretor de Competitividade da Abimaq.

Para Bernardini, essa mudança no quadro reduz as previsões de crescimento para o próximo ano para números bem próximos de 0%. “A esperança é que o câmbio melhore - não por causa do BC, mas do efeito Trump - e aí, somado com a redução dos juros e as PPIs (com as concessões de todas as obras de infraestrutura e não só aeroportos), possamos ter algum crescimento. Sem isso é 0% ou queda”, considera. A entidade considera, no entanto, que se forem realizadas as reformas da previdência e trabalhista e aprovada a PEC dos gastos é possível se pensar em retomada no próximo ano.

Outros números do balanço da Abimaq ajudam a entender o quadro atual: as exportações, após um bom início do ano, com câmbio mais favorável, estão apenas 1,3% acima do apurado em 2015 (jan-out); no mesmo período, as importações caíram 18,9%, apesar do aumento de 11,3% em outubro na comparação com setembro; o Nuci - Nível de Utilização da Capacidade Instalada caiu para 63,4%, o menor valor da série iniciada em janeiro de 1999; a carteira de pedidos está em 2,5 meses; e o número de empregado é 5,4% menor que o registrado há um ano.
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A Aro chegou ao Brasil em 2014. Agora, quer avançar mais no mercado de bombas. A empresa conta com o prestígio do grupo norte-americano Ingersoll Rand para alcançar seu objetivo.

A companhia especializada em bombas diafragma e de pistão é uma das empresas da Ingersoll Rand, grupo com faturamento acima de US$ 13 bilhões anuais e que mantém outras marcas, como a Thermo King, especializada em refrigeração em transportes de produtos.

“O mercado hoje de bombas diafragma no Brasil é de US$ 20 milhões, e o de bomba de pistão chega a US$ 25 milhões. É um negócio em crescimento”, avalia Cristian Drewes, diretor comercial da Aro para a América Latina. A sede da Aro fica em Barueri, na Grande São Paulo, onde encontram-se o estoque de produtos
e peças e área de serviços.

As aplicações das bombas incluem transferência e circulação de materiais, distribuição, enchimento, acabamento, formulação, limpeza de alta pressão, lubrificação e acondisetorescionamento. Há segmentos com forte potencial da Aro, como as industrias de mineração, química, produtos acabados e
bebidas. “As características de nossas bombas são a mobilidade e a versatilidade”, afirma Cristian. As bombas de diafragma pneumáticas operam fluidos limpos de baixa viscosidade a fluidos corrosivos, abrasivos e de grandes partículas. A capacidade de variação de saída de fluxo e pressão de descarga vai desde 1 l/ mim até 1.040 l/min.

As bombas diafragma podem ter sua estrutura em metal, como alumínio, ferro fundido, aço inox e Hastelloy (liga metálica), ou não metal a base de polipropileno, acetal e PVDF. Os tipos de bomba vão desde compactas até sob medida de grandes dimensões.

Já as bombas de pistão, também em vários formatos, trabalham tanto em fluidos de baixa viscosidade como de alta viscosidade, a longas distâncias.


Po Augusto Diniz
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A decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo de cortar a produção em 1,2 milhão de barris diários, da oferta atual de 33,6 milhões de barris, vai dar um fôlego para a indústria petroleira, avaliam companhias do setor. Na avaliação delas, porém, mesmo com esse efeito positivo para o preço do petróleo, as empresas devem manter os esforços para reduzir custos e aumentar a eficiência na produção petrolífera.

“Não posso dizer que vejo isso de forma negativa. Pensando no Brasil, é uma coisa positiva, tende a sustentar o preço do petróleo. Um apoio da Opep, que melhore o preço, ajuda qualquer esforço que estamos fazendo aqui”, afirmou ontem o presidente da Total Exploração e Produção (E&P) Brasil, Maxime Rabilloud, durante evento sobre energia, promovido pela FGV, no Rio.

“O fundamental é não ficarmos acomodados. Temos muito pedidos para nossos fornecedores para serem eficientes, pedidos para o governo [brasileiro] e nós temos que nos esforçar para não nos acomodar”, completou o executivo.

Presente ao evento, o vice-presidente da Statoil no Brasil, André Leite, concordou com a avaliação do executivo da petroleira francesa. “Esse corte de produção da Opep dá um fôlego, dá uma folga.”

Segundo o presidente do Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP), Jorge Camargo, um corte da produção determinado pela Opep não necessariamente pode se refletir em aumento sustentável de preços da commodity. Isso porque, um preço mais alto do petróleo permite a retomada da produção de óleo não convencional pelos Estados Unidos, o que aumentará a oferta provocando pressão por nova queda dos preços.

“O quanto isso [corte de produção da Opep] vai se refletir [no preço do petróleo] e provocar um aumento de produção [de óleo não convencional nos Estados Unidos] é o que vamos assistir agora”, disse Camargo, do IBP. “Hoje, o grande debate que se faz na indústria é o quão efetivo isso [o corte da Opep] é”, completou.

O secretário adjunto de petróleo, gás natural e biocombustíveis do ministério de Minas e Energia, João José de Nora Souto, destacou que o Brasil não deve aderir aos cortes de produção na Opep, já que o país é adepto do livre mercado. Ele destacou que cabe às empresas, dentro de suas respectivas estratégias, definirem seus níveis de produção.

“O Brasil não faz esse tipo de corte. As áreas são concedidas e as empresas produzem de acordo com o plano delas. Não tem como interferir na produção de uma empresa que recebeu aquelas áreas para fazer a exploração e produção. Não existe a menor possibilidade [de o governo interferir na produção da Petrobras]”, disse o secretário adjunto.








Fonte: Valor Econômico
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A norte-americana JLG, de fabricação de plataformas de trabalhos aéreos e manipuladores telescópicos de materiais, anunciou Mike Brown como novo vice-presidente de Vendas e Desenvolvimento de Mercado para a América Latina. Sua tarefa inclui supervisão de vendas e suporte de serviços a clientes na região. “Nossos atuais esforços são para maximizar nossos recursos e atender às mudanças na dinâmica do mercado, visto que queremos dar o melhor suporte. A JLG continua empenhada em apoiar e fornecer aos nossos clientes o melhor em produtos, serviços e treinamento, mesmo durante momentos desafiadores”, afirma Mike.

Resultado de imagem para JLG  Mike BrownSobre o Brasil, ele afirma que a marca pretende trabalhar mais próximos aos revendedores e distribuidores, fornecendo-lhes serviços e treinamentos. “Como os clientes estão buscando expandir a vita útil de seus equipamentos atuais, é essencial focar nossos esforços em lhes dar suporte com os recursos necessários, para a manutenção e serviços de seus equipamentos”, conta.

Com relação a outros mercados na América Latina, Mike aponta potencial de crescimento de longo prazo, variando de acordo com cada País. “No Peru e no Chile, o mercado de mineração é um dos principais pilares das economias. No México, a indústria automotiva mostra sinais de crescimento, visto que alguns fabricantes pretendem abrir unidades de fabricação. Os acondisetores da construção e infraestrutura no Chile, Peru e Colômbia irão crescer de forma constante, uma vez que estes países estão construindo e expandindo aeroportos e rodovias”, exemplifica.

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Outro setor de crescimento é o de energia. “Os países mais atraentes para este segmento são México, Brasil, Chile, Panamá, Nicarágua e Peru”, diz ele. “O setor industrial está se tornando uma oportunidade em muitos mercados e o agrícola mostra um potencial de crescimento a longo prazo”, complementa.

Mike Brown está na JLG desde 2011. Algumas de suas realizações na empresa incluem o aumento da equipe de trabalho para suporte de vendas, serviços e peças na América Central, Caribe, México, Colômbia e Panamá. O executivo é membro da Associação dos Fabricantes de Equipamentos (AEM) e do Comitê de Gerenciamento Regional de Equipamentos de Construção na América Latina (CELARMC), e foi o último presidente do conselho da Associação Mexicana dos Distribuidores de Máquinas (AMDM).

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As companhias Odebrecht Óleo e Gás e Teekay Offshore Partners L.P realizaram na última sexta-feira (2), em Cingapura, a cerimônia de batismo do navio Pioneiro de Libra, informou neste sábado a companhia brasileira em comunicado.

A embarcação, uma Unidade Flutuante de Produção Armazenamento e Transferência (FPSO, na sigla em inglês), começou a ser construído no estaleiro de Jurong, em Cingapura, no final de 2014, e é resultado de uma joint venture entre as duas companhias.

O novo petroleiro será fretado para um consórcio formado pelas empresas Petrobras, Shell, Total, CNPC e CNOOC, com o objetivo de explorar nos próximos 12 anos a gigante jazida de Libra, no Oceano Atlântico, que tem entre 8 e 12 bilhões de barris de petróleo.

Resultado de imagem para Odebrecht  Teekay Offshore Pioneiro de Libra

Com um investimento próximo aos US$ 1 bilhão, o Pioneiro de Libra poderá atuar em superfícies marinhas de até 2.400 metros de profundidade e terá capacidade para produzir diariamente 50 mil barris de petróleo e 4 milhões de metros cúbicos de gás.

"Temos o orgulho de ter contribuído para esse projeto com nossa capacidade financeira. Será o primeiro FPSO a operar na jazida de Libra", afirmou o diretor-superintendente de Serviços Integrados da Odebrecht Óleo e Gás, Jorge Mitidieri, em comunicado.

A primeira operação da embarcação deve ocorrer ao longo do primeiro semestre do próximo ano, segundo as previsões.






Fonte: UOL
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A construtora OAS emitiu nota pública sobre o andamento da obra de construção da segunda ponte Centro-Pontal, em Ilhéus, que será a primeira ponte estaiada da Bahia. A empresa, contratada pelo Governo da Bahia, está atuando através do canteiro de obras instalado na Praia do Cristo, no centro da cidade. Atualmente, está em execução um aterro provisório no local para dar suporte ao processo de construção do mastro central que sustentará os estais – cabos de aço de alta resistência.

A ponte ligará a orla central à orla sul, entre a Praia do Cristo e o Morro de Pernambuco, com extensão de 533 metros e largura de 25,30 metros. O equipamento terá quatro faixas de rolamento para veículos, uma ciclovia e uma faixa exclusiva para pedestre, de forma a contribuir para a melhoria da mobilidade urbana na cidade.

De acordo com a construtora, após a conclusão do aterro provisório no lado norte, os equipamentos serão enviados para o lado sul, no Pontal, onde será feito outro aterro provisório, em menor dimensão, mas seguindo a mesa metodologia de trabalho. Alerta que esses aterros não serão conectados, o que garante a permanência do canal de navegação para as embarcações.

A empresa explica que nesses aterros provisórios serão executadas as etapas civis da construção da ponte, como estacas, blocos de fundação, pilares, vigas, montagem de pré-moldados, colocação de estais, concretagem da laje, entre outros. O acesso ao canteiro de obras se dá pela Praia do Cristo. A OAS garante que o estacionamento e o movimento turístico no local serão mantidos, devendo-se observar a sinalização para o trânsito.
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A Votorantim Cimentos, em parceria com a Sociedade Brasileira de Espeleologia e Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, lançou o Guia de Boas Práticas Ambientais na Mineração de Calcário em Áreas Cársticas e o Plano de Gestão Territorial Sustentável (PGTS). A primeira publicação busca contribuir para a preservação de cavernas, e a segunda é voltada a auxiliar no manejo sustentável do patrimônio ambiental.

O projeto começou a ser criado em 2011, em Ribeirão Grande (SP). De acordo com Patrícia Montenegro, gerente global de Relações Ambientais da Votorantim Cimentos, foi feito a partir dessa época um levantamento na área onde se localiza a unidade industrial do grupo com ativos minerais, e se identificou importantes remanescentes de Mata Atlântica, além de nascentes e cavernas.

“A empresa decidiu então criar uma área de proteção ao invés de simplesmente explorar esses ativos”, conta ela. A região de Ribeirão Grande, onde a Votorantim possui lavra de calcário, ficano sul do Estado de São Paulo, com extensos parques estaduais reconhecidos pelas suas cavernas. Patrícia explica que cerca de 70% de locais com cavernas possui predominância calcária.

Atualmente, em oito áreas de unidades industriais da companhia no Brasil já se detectaram cavernas. “Trata-se de uma oportunidade reputacional à empresa”, avalia a executiva pela opção da Votorantim em preservar áreas próprias. “As cavernas têm espécies da fauna e da flora que só se desenvolvem nelas”, complementa.

Outro projeto que estimulou a empresa ao lançamento das publicações de boas práticas ambientais e do PGTS ocorre em Laranjeiras (SE), onde a Votorantim possui também planta industrial. Lá, será feita uma trilha de 5 km em sua área, que passará por um mangue, chegando a um antigo engenho e igreja – ambos prédios históricos serão restaurados para visitação.

Recentemente, a Votorantim Cimentos adquiriu, por meio do sistema internacional Environmental Product Declarations (EPD), declarações ambientais para cinco produtos de seu portfólio. As declarações avaliam os impactos ambientais dos produtos ao longo de todo seu ciclo de vida, desde a extração da matéria-prima, fabricação, transporte, distribuição e uso até o destino final.

A empresa passou a ser a primeira do setor no Brasil a obter esse tipo de certificação. (Augusto Diniz)
Resultado de imagem para frete marítimo o Chile

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) espera que a decisão unânime da Câmara de Comércio Exterior (Camex) em acabar com o acordo marítimo com o Chile se mantenha na reunião da Camex nesta terça-feira (6). Para o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, a denúncia do acordo é urgente e necessária para reduzir o preço do frete marítimo e permitir a competição na rota Brasil-Chile-Brasil.

O convênio marítimo bilateral é perverso para a competição, mantém apenas oito navios para atender 5 mil empresas e deu poder de monopólio para os transportadores no Brasil e no Chile.

Estudo inédito do Centro do Comércio Global e Investimento da Escola de Economia de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostra que o frete marítimo entre o Brasil e o Chile é, em média, 47,1% mais caro do que deveria por causa do acordo. Do Chile para o Brasil, a ausência do livre comércio criou um frete 37% maior.

No entanto, quando se olha setorialmente, o sobrepreço pago pela indústria extrativa que exporta para o Chile é de 51,4%, as manufaturas pagam 46,4% a mais, a agropecuária 45,1% e o agronegócio 41,5%. Atualmente, o Chile é o sétimo principal mercado para os produtos de alto valor agregado do Brasil.

Aumento das exportações

 O estudo da FGV mostra que as exportações de manufaturas do Brasil para o Chile aumentariam 13,45% e o agronegócio subiriam 13,45%. Os principais benefícios para as exportações chilenas seriam na agropecuária, com incremento de 21,68% e na indústria extrativa, 19,4%.

A CNI avalia que o aumento da importação não é negativa, pois o Brasil importa insumos essenciais para a indústria, como o cobre. Com a abertura de mercado, os ganhos na corrente de comércio é de US$ 636 milhões.

“O estudo da FGV reforça a posição da CNI de que não existem razões que justifiquem, em pleno século 21, a manutenção de um acordo que cria uma reserva de mercado. No Brasil, são quase 5.000 empresas negativamente afetadas por esse instrumento ultrapassado. Sabemos que o objetivo do governo brasileiro é destravar a economia e impulsionar o comércio exterior. Mas, para isso, a CAMEX precisa confirmar sua decisão", diz o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.


A linha de caminhões e ônibus Volkswagen, desenvolvida no Brasil e distribuída a mais de 30 países da América Latina, África e Oriente Médio, terá um novo ciclo de investimentos no valor de R$ 1,5 bilhão, o maior em sua história. O anúncio foi feito em 1º de dezembro, em Brasília, por Andreas Renschler, CEO da holding Volkswagen Truck & Bus, e por Roberto Cortes, presidente da MAN Latin America.

De acordo com a montadora, os recursos serão investidos na renovação da linha de produtos, na busca de novos nichos de mercado, na atualização das linhas de montagem da fábrica de Resende (RJ), em inovações e ampliações nos serviços de digitalização e conectividade e na expansão da marca VWCO no mercado internacional. Será o quinto ciclo consecutivo de investimentos no país e também o de maior valor. Os recursos virão prioritariamente dos resultados da própria operação, que confia na recuperação dos mercados latino-americanos.

“Mais uma vez, acreditamos na força da economia brasileira e na importância dos mercados emergentes em nossa estratégia de nos tornarmos líderes globais em caminhões e ônibus. Por isso ontem estive na fábrica de Resende conversando com nossos colaboradores, e hoje me juntei a Roberto Cortes numa visita a autoridades brasileiras na capital do país”, disse Andreas Renschler, em sua terceira visita ao Brasil como CEO da Volkswagen Truck & Bus.

”Só foi possível confirmar mais esse ciclo virtuoso graças às medidas de economia tomadas em conjunto com nossos colaboradores, sindicato, fornecedores e concessionários. Assim podemos enfrentar a crise e trabalhar pela recuperação do mercado", informou Roberto Cortes.

35 anos - Da chegada dos primeiros modelos de caminhões VW 11.130 e VW 13.130 ao anúncio de seu quinto ciclo de investimentos, a MAN Latin America soma 35 anos de uma história de sucesso. Ao longo desse tempo, mais de 870 mil caminhões e ônibus foram produzidos nas fábricas de São Bernardo do Campo (SP), São Paulo (SP) e Resende (RJ). E a linha de produção de motores MAN D08, instalada na MWM em São Paulo, se aproxima das 100 mil unidades.

A linha de produtos mais longeva e com maior volume é a dos caminhões Worker, com quase 430 mil unidades desde suas primeiras versões. Os produtos Constellation, lançados em 2006, já ultrapassam 200 mil veículos. A família de ônibus Volksbus acumula 137 mil chassis, e os caminhões leves Delivery se aproximam das 100 mil unidades.

O mais recente lançamento de uma linha completa de produtos da MAN Latin America ocorreu em 2012, com a apresentação da linha de cavalos mecânicos MAN TGX: mais de 4 mil cavalos mecânicos da marca já passaram pela linha de montagem de Resende. Ao todo, mais de 50 diferentes produtos Volkswagen e MAN estão disponíveis a frotistas e transportadores autônomos.

Além da fábrica de Resende, desde 2004 a montadora mantém uma linha de montagem no México, atualmente sediada na cidade de Querétaro e responsável pela produção dos caminhões e ônibus das marcas Volkswagen e MAN. Na África do Sul, um acordo comercial permite que a MAN Truck & Bus monte em sistema SKD os caminhões e ônibus Volkswagen com direção do lado direito - a marca está naquele país desde 2005, tendo iniciado operações em parceria com a Volkswagen Group South Africa.

Ciclos de investimento da MAN Latin America

1994-1999: construção da fábrica de Resende, lançamento de novos produtos

2000-2005: desenvolvimento dos caminhões Delivery e Constellation

2006-2011: lançamento dos caminhões MAN e tecnologia de emissões Euro 5

2012-2016: desenvolvimento de novos produtos, investimentos em manufatura

2017-2021: novos produtos e serviços, expansão internacional da marca VWCO

A empresa em números

35 anos de operações mundiais

20 anos da planta de Resende

13 anos consecutivos de liderança no mercado brasileiro de caminhões

12 anos de operações no México

11 anos de operações e sinergias na África do Sul

Resende em números

1 milhão de m² de área total

148 mil m² de área construída

100 mil m² no parque de fornecedores

50 mil m² no centro logístico
Resultado de imagem para Ex-diretor da Petrobras Renato Duque

Ex-diretor da Petrobras, Renato Duque está próximo de fechar a sua delação, o que pode acontecer ainda neste ano. Tomara que os procuradores perguntem sobre a sua monumental coleção de arte. Tem até desenhos de Monet.