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Segundo a Petrobras, o programa permitirá o pagamento de um valor monetário adicional anualmente

Ao mesmo tempo em que avança na sua reestruturação interna, a Petrobras informou na segunda-feira, 15/10, aos seus funcionários que vai detalhar ainda esta semana um novo modelo de remuneração, o Programa de Remuneração Variável dos Empregados (PRVE), condicionado a três pilares: metas de desempenho pré-acordadas, desempenho da gerência a qual o empregado está vinculado e ao desempenho da companhia. Segundo a Petrobras, o programa permitirá o pagamento de um valor monetário adicional anualmente.

"Além de prosseguirmos com um pacote remuneratório e de benefícios mais atrativo que a média do mercado, o PRVE está em linha com outras iniciativas que temos desenvolvido para aproveitar e estimular o potencial das pessoas, buscando direcioná-lo para a obtenção de melhores resultados para a companhia e para conquistas adicionais para os profissionais", informou a estatal internamente em uma carta à qual o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, teve acesso.


Em gestação desde 2015, conforme noticiou o Broadcast em 2016, o novo plano tinha na época a previsão de que as metas financeiras passassem a definir 65% do bônus pago anualmente e distribuição dos cargos, enquanto a relevância da produção vai despencar de 80% para 10%.

Os principais indicadores de eficiência cobrados dos funcionários seriam os de ganhos de geração de caixa (margem Ebitda), fluxo de caixa livre, gerenciamento dos gastos operacionais e desinvestimento, considerado essencial para ajustar o endividamento da companhia. Outras métricas seriam consideradas, mas teriam um peso mais tímido na formação do bônus. A sustentabilidade - práticas de segurança, meio ambiente e saúde - iria pesar 20%, mais do que os avanços técnicos de produção de petróleo, que teriam peso de 10%. E as políticas públicas, 5%.

Na nota, a empresa destacou ainda as mudanças recentes feitas para os funcionários, como o lançamento do Plano de Carreiras e Remuneração (PCR), com mais de 40 mil adesões voluntárias (86,3% do total de empregados da companhia) e o novo processo de Avanço de Nível e Promoção (ANPR), que tem o mérito como a base do reconhecimento.

"Nosso compromisso é dar as ferramentas necessárias para que cada empregado e cada gestor possa aprimorar sua atuação. Por isso, estamos estabelecendo novas parcerias estratégicas com universidades e instituições nacionais e internacionais para a concessão de treinamentos e outras opções para o desenvolvimento de programas de capacitação, como plataformas online", informou

Procurada, a Petrobras confirmou o envio da carta, mas não deu mais detalhes sobre o programa.
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A ALPHATEC S.A está anunciando vagas de trabalho para atividades em plataformas e na base da empresa. As vagas disponíveis são para profissionais com experiência nas funções em aberto e que possam comprovar através da CTPS.

O setor offshore está aos poucos se erguendo e proporcionando oportunidades de trabalho para contratações imediata. Os profissionais de inspeção com experiência em soldagem e pintura, executarão as atividades offshore e com certeza terão que apresentar cursos que os habilitem para o trabalho.

As vagas em aberto para contratações
Inspetor de Pintura ( Offshore)
Inspetor de Solda US LP e PM Escalador (Offshore)
Auxiliar ( Logística de Talentos PCD)
Ajudante (Movimentação de Cargas)

Embora a empresa não tenha colocado no anuncio os requisitos com os certificados e SNQCs para os profissionais de inspeção de pintura e solda, é de extrema importância que todos estejam com as anuidades e certificações em dia, para estarem habilitados a participarem dos processos seletivos. Para as outras vagas os profissionais precisam apenas da experiencia em carteira, mas tendo cursos na área será um diferencial para concorrer as vagas.

Como se candidatarem as vagas
Interessados enviar o currículo para avt@alphatec.ind.br . assunto: Nome – Função.
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Spectrum informou na terça-feira que a empresa uniu forças com a TGS e expandiu o programa 3D de Santos para 15.000 quilômetros quadrados em relação ao prospectivo sul da Bacia de Santos. De acordo com a empresa, a TGS e a Spectrum serão parceiras iguais com processamento de dados e imagens a serem realizadas pela TGS.

A pesquisa cobre uma área ao sul das descobertas de alto perfil da Bacia de Santos e os recentes blocos mais procurados oferecidos nas rodadas 2, 3, 4, 5 e 15.
Rune Eng, CEO da Spectrum, disse: “A Spectrum está animada em cooperar com a TGS nesta pesquisa sobre uma área altamente prospectiva. As duas empresas trabalharão juntas para desbloquear a Bacia do Sul de Santos para exploração. A Bacia de Santos é uma das bacias de exploração mais quentes do mundo, com alto potencial para novas descobertas em águas profundas. ”

Kristian Johansen, CEO da TGS, acrescentou: “A TGS está extremamente satisfeita com esta colaboração com a Spectrum. Este será o nosso segundo grande investimento no Brasil este ano, expandindo o compromisso da TGS com este importante jogo de exploração ”.
A Spectrum começou o projeto sísmico multi-cliente 3D inicial de 10.000 quilômetros quadrados em julho deste ano. Na época, o projeto não incluiu os blocos oferecidos na Rodada 5.

De acordo com informações de julho, os dados de ritmo acelerado estariam disponíveis para uma rodada prevista para o segundo semestre de 2019.

Antes deste projeto de pesquisa ter começado, a Spectrum já adquiriu 200.000 quilômetros de longa distância de dados 2D de alta qualidade, cobrindo quase todo o litoral do Brasil.

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A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta última terça-feira (16) um projeto de lei que proíbe a venda de veículos novos com motor a combustão a partir do ano de 2060. De autoria do senador Telmário Mota (PTB-RR), o projeto segue agora para análise da Comissão de Meio Ambiente (CMA), para decisão terminativa.

A proposta foi aprovada com relatório favorável do relator, Cristovam Buarque (PPS-DF), que não alterou o texto original. O senador prevê uma mudança gradual: a partir de 2030, 90% dos veículos vendidos poderão ter tração automotora por motor a combustão. O percentual passará para 70% em 2040 e para apenas 10% em 2050. Dez anos depois, a proibição será total. A vedação não se aplica a veículos movidos exclusivamente por biocombustíveis.

O objetivo é diminuir o consumo de combustíveis fósseis (como gasolina e óleo diesel) e, consequentemente, a emissão de poluentes atmosféricos.

Ao justificar o projeto, Telmário afirma que a frota nacional de veículos passou de 32 milhões em 2001 para 93 milhões em 2016. É preciso, na opinião dele, reduzir o emprego do combustível fóssil e estimular o uso de veículos elétricos ou que usam biocombustíveis.

Segundo o autor, países como França, Reino Unido, Áustria, Noruega e Holanda já estão planejando proibir a venda de carros novos a diesel ou gasolina em um futuro muito próximo.

Depois da aprovação do projeto na CAE, o relator comparou o prazo para a substituição da gasolina e do diesel com o da Europa, que é mais curto — França e no Reino Unido, por exemplo, anunciaram o fim da venda de carros a diesel e gasolina a partir de 2040; na Noruega, a previsão é 2025.
— Eu teria colocado prazo mais curto, para 2030 — destacou Cristovam.

Impacto

Para Telmário, restringir a venda de veículos movidos a combustíveis fósseis é uma das medidas necessárias para reduzir o aquecimento global causado pelas diversas atividades humanas.

Além disso, a medida deve reduzir doenças causadas pela poluição atmosférica, especialmente em crianças e idosos, nos grandes centros urbanos. “Devemos lembrar que o Brasil possui uma produção de eletricidade relativamente limpa e a troca dos veículos movidos a combustíveis fósseis por veículos elétricos, nesse contexto, será ambientalmente vantajosa”, afirma Telmário.

Em seu relatório favorável, Cristovam informa que dados da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostram que o setor de transportes é responsável por 15% das emissões de gases do efeito estufa no mundo. Para o relator, o Brasil precisa acelerar a produção dos carros elétricos “não só para induzir um maior desenvolvimento da indústria brasileira, como também para apoiar a sustentabilidade do meio ambiente”.
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A ANP publicou hoje (15) no Diário Oficial da União os nomes de mais três empresas aprovadas pela Comissão Especial de Licitação (CEL) para a Oferta Permanente: DEA Deutsche Erdoel AG, Petrol Serviços de Sondagem  e Ubuntu Engenharia e Serviços. Conforme as regras do edital da Oferta Permanente, a partir da aprovação da solicitação de inscrição pela CEL, as licitantes poderão apresentar a qualquer tempo a declaração dos setores de interesse, acompanhada de garantia de oferta, iniciando um ciclo da Oferta Permanente.

Até o momento, 22 empresas procuraram a ANP buscando informações sobre a Oferta Permanente, que consiste na oferta contínua de campos devolvidos (ou em processo de devolução) e de blocos exploratórios ofertados em licitações anteriores e não arrematados ou devolvidos à agência.

Foram selecionados para a primeira etapa 884 blocos em 14 bacias sedimentare e 14 áreas com acumulações marginais, sendo cerca de 80% em bacias terrestres e 20% em bacias marítimas.  Dos 884 blocos, 158 já estão disponíveis, com a publicação do edital, para declaração de interesse pelas empresas inscritas na Oferta Permanente. 

Esses 158 blocos atendem ao disposto na Resolução da  CNPE que determina que as áreas ofertadas nas rodadas de licitações promovidas pela ANP devem ser previamente analisadas quanto à viabilidade ambiental pelos órgãos ambientais estaduais e pelo Grupo de Trabalho Interinstitucional de Atividades de Exploração e Produção de Óleo e Gás (GTPEG) e já ter sido objeto de autorizações de parte do CNPE em licitações anteriores. Os blocos e áreas previstos para a primeira etapa da Oferta Permanente serão incluídos no edital à medida que os demais pareceres ambientais forem emitidos e após a realização de audiência pública específica sobre a inclusão das áreas. No total, dez empresas já estão inscritas, tendo as quatro primeiras sido aprovadas em 28/8 e as outras três em 17/09.
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O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que as autoridades ligadas ao setor portuário adotem medidas para melhorar a eficiência, reduzindo tempo e custos nas operações dos complexos marítimos do País.

A decisão foi tomada em audiência no início do mês, que tomou como base uma auditoria realizada por técnicos do órgão entre agosto e dezembro do ano passado. Nesse período, eles avaliaram a atuação das companhias docas no provimento de infraestrutura dos portos organizados, o processo de emissão da Licença de Importação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a regulação da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) sobre terminais portuários na importação e exportação de contêineres.

Um dos principais gargalos apontados pelos técnicos foi a diminuição da profundidade dos acessos aquaviários, que seriam resultado de falhas na dragagem de manutenção. Em Santos, os auditores verificaram que 22 de 54 berços de atracação estavam com profundidade inferior à prevista em projeto, o que poderia limitar a atracação dos navios de maior calado.

Pelo acórdão, a Codesp deve, em conjunto com o MTPAC, avaliar a possibilidade de adotar a dragagem de manutenção em conjunto com outros portos, além de reavaliar a profundidade dos berços. À Anvisa, eles pediram o aprimoramento da emissão de Licenciamento de Importação. Já a Antaq tem 30 dias para apresentar um plano de ação que regulamente processo para a obtenção sistemática dos custos de movimentação de contêineres e, ainda, estabelecer medidas de acompanhamento dos preços e tarifas praticados no segmento de contêiner. Os dois projetos devem ser implantados no prazo de 180 dias.

Por nota, a Codesp diz que 85% dos berços de atracação do Porto Organizado estão com profundidades adequadas. O trecho do cais entre os armazéns 12A ao 23, que teve concluído o reforço do cais, aguarda o licenciamento ambiental para realizar a dragagem de aprofundamento destes berços. O MTPAC informa que "vem estudando maneiras de se minimizar as externalidades nos processos de contratação das campanhas de dragagens, visando a diminuição dos riscos tendo como consequência processos mais ágeis e com menores preços".

A Antaq afirma que as providências solicitadas pela corte se encontram "em pleno curso com base em medidas previstas na Agenda Regulatória e no Planejamento Estratégico". A Anvisa informou que não foi notificada da decisão do TCU.

Reflexo positivo

Para o presidente da Comissão de Usuários de Portos e Aeroportos de São Paulo (Comus), da Associação Comercial de São Paulo  (ACSP), José Cândido Senna, cabe uma regulação ao setor tarifário semelhante ao controle dos pedágios do Sistema Anchieta-Imigrantes, da concessionária Ecovias. "Assim como um pedágio abusivo pode inviabilizar uma atividade que depende de rodovias, as tarifas abusivas nos portos podem tirar do mercado importadores e exportadores. Cabe aí uma regulamentação e controle por parte do Governo, que traga uma segurança para o setor, com periodicidade", avalia.
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Quando um novo governante assumir o controle do Brasil no dia 1º de janeiro de 2019 e voltar as suas atenções para a necessidade de tocar projetos que melhorem a infraestrutura do país, vai encontrar coisas boas na Codeba. Tratativas da empresa que é responsável pela gestão dos portos públicos baianos – Salvador, Aratu-Candeias e Ilhéus – abriram a perspectiva de um conjunto de investimento superior a R$ 1 bilhão  em Aratu.

O diretor-presidente da Codeba Rondon Brandão do Vale diz que há perspectiva de melhorias em todas as áreas do principal porto que atende a indústria baiana, tanto no escoamento de produtos ou na entrada de insumos para a produção. Os recursos previstos são destinados para os terminais de Graneis Sólido I e II, com investimentos em pátio de estocagem e armazenagem; ampliação da capacidade de tancagem dos Terminais de Graneis Líquidos e Gasosos, com a construção do pátio de minério com acesso ferroviário; construção de um ramal entre o município de Sento Sé até o Porto, para escoar a produção do minério; além de um novo terminal exclusivo para minério.

Rondon Brandão do Vale, que assumiu a Codeba no início deste ano projeta um aumento no aproveitamento das áreas disponíveis para uso nos três portos públicos do estado. E acredite, tem bastante área livre. Em média, os três portos tem mais de 80% de área disponíveis para utilização. Ilheus e Aratu tem a maior parte da disponibilidade, mas mesmo Salvador, onde há menos disponibilidade está nos planos da Codeba.

Além da ampliação da área do Terminal de Contêineres (Tecon), operado pela Wilson Sons, em direção à Polícia Federal, o presidente da Codeba lembra que os planos para a expansão do Porto de Salvador permitem sonhar com uma ampliação da área no outro sentido, em direção ao Terminal de Passageiros. Neste caso, a coisa ainda é preliminar, mas mostra que a turma pensa grande.
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O Plenário do Senado rejeitou nesta última terça-feira (16) o projeto que permitiria a privatização de seis distribuidoras de energia controladas pela Eletrobra. De autoria dos governo federal, o texto tinha o objetivo de resolver pendências jurídicas para despertar o interesse de investidores pelas empresas, principalmente as instaladas na região Norte.

Aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e pela Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) no início de setembro, a matéria foi enviada ao Plenário em regime de urgência. Depois de muito debate, o projeto foi colocado em votação. A oposição pediu a verificação do quórum, fazendo com que a votação passasse de simbólica para nominal — quando cada senador precisa votar por meio do sistema eletrônico. O painel, então, mostrou 34 senadores contrários à matéria e apenas 18 favoráveis.
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O plantio de soja 2018/19 no Brasil está no ritmo mais acelerado da história, atingindo um quinto da área total prevista e puxado por Mato Grosso e Paraná, justamente os principais produtores da oleaginosa, informou nesta segunda-feira a AgRural.

Conforme a consultoria, o total de 20 por cento da área semeada até quinta-feira no país, o maior exportador mundial da commodity, superava tanto os 12 por cento de um ano atrás quanto os 10 por cento de média nos últimos cinco anos.

Com o bom início do plantio, algumas regiões devem ter colheita já no final de dezembro, trazendo algum alívio para o mercado após exportações recordes do país que reduziram os estoques a volumes mínimos neste ano.
Até então, o plantio mais rápido para esta época do ano havia se dado no ciclo 2016/17, quando os trabalhos alcançavam 18 por da área.

“A aceleração dos trabalhos em Mato Grosso e o bom ritmo mantido no Paraná garantiram que o plantio da safra 2018/19 de soja saltasse dez pontos percentuais em uma semana”, frisou a AgRural em boletim semanal.

Segundo a consultoria, pancadas esparsas de chuva têm garantido umidade adequada para o plantio em Mato Grosso, onde 34 por cento da área já estava semeada até quinta-feira, contra 14 por cento na semana anterior, 18 por cento há um ano e 14 na média.

Com efeito, nos últimos sete dias as precipitações ficaram acima do normal em todas as regiões mato-grossenses, segundo o Agriculture Weather Dashboard, do Refinitiv Eikon. Os dados mostram ainda que a parte sul do Estado terá chuvas acima ou na média histórica até o final do mês, enquanto o norte receberá menos chuva do que o normal.

Mais cedo nesta segunda-feira, o Imea já havia destacado um plantio acelerado em Mato Grosso.

No Paraná, o bom avanço do plantio no norte compensou parcialmente a lentidão causada pelas chuvas frequentes no oeste, disse a AgRural. Até quinta-feira, 40 por cento da área de soja do Estado da região Sul estava semeada, ante 30 por cento há um ano e 29 por cento na média de cinco anos.

A consultoria relatou ainda avanço no plantio em Mato Grosso do Sul (26 por cento), Goiás (13 por cento), São Paulo (30 por cento) e Rio Grande do Sul (0,8 por cento).

MILHO

O plantio de milho de primeira safra no centro-sul do Brasil avançou seis pontos em uma semana e foi a 44 por cento da área até quinta-feira, frente 37 por cento há um ano e 38 por cento na média.

“Santa Catarina continua na liderança, com 91 por cento de sua área já plantada. Em seguida vêm Rio Grande do Sul e Paraná, com 84 por cento cada, e São Paulo, com 21 por cento”, afirmou a AgRural, acrescentando que em Minas Gerais e Goiás o plantio só começa no fim de outubro ou início de novembro, dependendo da região.
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A Vale quebrou a emblemática barreira de produção de finos de minério de ferro de 100 Mt em um trimestre, alcançando o novo recorde de 104,9 Mt no 3T18, contra 96,8 Mt no 2T18, e atingindo um ritmo de produção de 400 Mtpa. Isto refletiu num novo recorde de vendas de minério de ferro e pelotas no total de 98,2 Mt no 3T18, ficando 4,7 Mt acima do recorde anterior obtido no 4T17.

Os produtos premiums representaram 79% das vendas totais no 3T18 (contra 77% no 2T18) e, juntamente com a consolidação da estratégia de diferenciação do portfólio de produtos da Vale, resultaram em contribuições de qualidade e prêmio médio para o preço realizado de finos de minério de ferro de US$ 8,6/t no 3T18 contra US$ 7,1/t no 2T18 e US$ 5,6/t no 3T17.

O portfólio superior de produtos da Vale, com alto teor de Fe e baixos contaminantes, continuou a se aprimorar. Em média, o teor de Fe alcançou 64,0% no 3T18 contra 63,8% no 2T18; a alumina, 1,2% no 3T18 contra 1,3% no 2T18; e a sílica, 3,9% no 3T18 contra 4,2% no 2T18.

O S11D teve papel importante na melhora da participação de vendas de produtos premium, que passou de 77% no 2T18 para 79% no 3T18, alcançando um novo recorde de produção trimestral de 16,1 Mt no 3T18 contra 14,3 Mt no 2T18, e atingindo um ritmo de produção de aproximadamente 70% de sua capacidade nominal no 3T18.

A tecnologia inovadora do sistema truckless está provando ser eficaz e aderente ao planejamento físico. A produção anual em 2018 ficará em linha com o limite superior do guidance de 50-55 Mt.

A Vale reafirma seu guidance de produção de minério de ferro de cerca de 390 Mt e aproximadamente 400 Mt para 2018 e 2019 em diante, respectivamente, conforme previamente anunciado no Vale Day.

A Vale alcançou um recorde trimestral de produção de pelotas de 13,9 Mt, ficando 1,1 Mt acima do 2T18, principalmente devido ao sucesso do ramp-up das plantas de pelotização I e II de Tubarão. O desempenho acumulado no ano, juntamente com o reinício da planta de pelotização de São Luís no 3T18, levará a Vale a atingir suas metas de produção de 55 Mt em 2018 e de 60 Mt em 2019.

Conforme anunciado anteriormente, as operações de níquel no 3T18 refletiram os efeitos pontuais e planejados derivados da parada de manutenção programada em Sudbury. Esta foi a primeira manutenção anual de Sudbury desde que a operação fez a transição para um único forno, e isso ocorreu ao mesmo tempo que Thompson completou sua transição para uma operação de mine-mill.

Tendo em vista que o feed de Thompson agora é enviado para tratamento em Sudbury, os efeitos temporários das duas operações resultaram na produção de níquel de 55.700 t no 3T18. Estes dois efeitos pontuais afetaram apenas o 3T18. Agora, com um fluxo operacional melhorado entre Thompson e Sudbury, espera-se que, a partir do 4T18, a produção volte aos níveis do guidance de produção anterior. Adicionalmente, podem-se esperar melhorias sequenciais em 2019, dado que o negócio de níquel está sendo restruturado, com o novo time de gestores trabalhando para ajustar os planos de lavra, otimizar a estrutura de custos e atingir maior eficiência.

A produção de cobre alcançou 94.500 t no 3T18, ficando 3.400 t abaixo do 2T18 e refletindo a parada de manutenção programada anual em Sudbury bem como a decisão estratégica de reduzir a produção em Voisey's Bay para estender a vida útil da mina em conformidade com o cronograma de avanço do projeto da expansão da mina subterrânea de Voisey's Bay (VBME).

Conforme reportado anteriormente, o negócio de Carvão está revisando seus planos de lavra e padrões operacionais para garantir um crescimento sustentável a partir de 2019. As mudanças estruturais começaram a dar frutos no 3T18, com produção de 3,2 Mt, ficando 11,3% superior ao 2T18.
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Após um feriado prolongado sem muitas novidades, a terça-feira (16) teve uma notícia importante para o setor de óleo e gás. A Petrobrás assinou hoje um Acordo Integrado de Modelo de Negócios com a China National Oil and Gas Exploration and Development Company, subsidiária da CNPC. A parceria prevê formar uma joint venture, que será responsável pela conclusão da Comperj e sua operação.

A estatal brasileira terá uma fatia de 80% de participação na nova empresa, enquanto que os chineses ficarão com a parcela restante. A partir de agora, serão desenvolvidos estudos de viabilidade para avaliação técnica do estado atual do Comperj, planejamento do escopo e dos investimentos necessários à conclusão da refinaria e sua avaliação econômica.

“Com a assinatura do Acordo Integrado, avançamos significativamente na parceria estratégica com a CNPC para concluir a refinaria do Comperj e implementar um projeto consistente para revitalização do campo de Marlim”, comentou o presidente da Petrobrás, Ivan Monteiro.

A parceria entre Petrobrás e chineses também prevê investimentos em exploração e produção. Será criada uma joint venture, com a mesma divisão de participação do projeto do Comperj, visando investimentos no cluster de Marlim, na Bacia de Campos. “Este é um passo importante no desenvolvimento da Parceria Estratégica entre as companhias. Sua efetiva implementação dependerá da conclusão dos estudos de viabilidade e, consequentemente, da decisão de investimento pelas partes no Comperj, bem como do sucesso das negociações dos acordos finais”, detalhou a Petrobrás, em comunicado.
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O etanol hidratado registrou alta no período de 8 a 11 de outubro, pelos índices do Cepea/Esalq, da USP, em São Paulo. Na última semana, o litro do biocombustível foi cotado em R$ 1,8211, alta de 1,77% quando comparado aos preços praticados na semana de 1 a 5 do mesmo mês (R$ 1,7894/litro).

O anidro, usado na mistura com a gasolina, fechou em alta no mesmo período. O litro foi comercializado a R$ 1,9619, alta de 2,22% em relação à semana anterior, quando o mesmo litro foi vendido a R$ 1,9193, também pelo índice Cepea/Esalq, da USP, em São Paulo.

Etanol diário

Pelo índice Esalq/BM&F o etanol hidratado fechou em baixa na quinta-feira (11). O metro cúbico do biocombustível foi vendido a R$ 1.895,50, queda de 0,26% no comparativo com o dia anterior. Na sexta-feira (12) não houve variação devido ao feriado nacional.
A GE Power foi selecionada pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), uma das maiores produtoras de aço da América Latina, para substituir seu conversor na planta siderúrgica de Volta Redonda, no Brasil.

A Usina Presidente Vargas, localizada em Volta Redonda, tem capacidade anual de produção de 5,8 milhões de toneladas de aço. Inaugurada nos anos 40, é também uma das mais antigas usinas de grande porte do Brasil.
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Buscando melhorar a confiabilidade e eficiência da usina, a CSN escolheu a GE para fornecer à usina um novo sistema de acionamento, incluindo o motor síncrono de 12 megawatts (MW), um gerador de 12 MW e um conversor para substituir o equipamento antigo. O novo conversor, operando a uma frequência de 50 hertz, será usado para fornecer energia para o equipamento já existente, uma vez que as bombas usarão a água de um rio próximo para o processo de aço.

“Nossa fábrica foi construída nos anos 40 e alguns equipamentos precisam de uma reforma. Confiamos na tecnologia e na capacidade da GE de fornecer um serviço de atualização que ajudará a manter a fábrica como uma das mais produtivas da região”, diz Douglas Gualberto, engenheiro sênior de desenvolvimento da Companhia Siderúrgica Nacional.

“O aço é usado em tudo, desde prédios, carros e eletrodomésticos”, explica Gagan Sood, CEO da Industry, Power e Wind, o negócio de Power Conversion da GE. “Nosso maquinário elétrico que economiza energia pode ajudar a melhorar a eficiência operacional e a confiabilidade do processo de fabricação de aço - como é o caso da siderúrgica da CSN - e ajudá-los a obter mais produtividade nas próximas décadas.”

“A GE tem uma vasta experiência e know-how no fornecimento de equipamentos elétricos que abastecem as siderúrgicas de todo o mundo. Continuamos a atender o setor com uma tecnologia mais eficiente em termos de energia e confiável que ajudará nossos clientes a oferecer excelência operacional”, disse Azeez Mohammed, presidente e CEO da divisão de negócio de Power Conversion da GE.

Ford será a primeira montadora a usar grafeno em seus veículos

A Ford será a primeira na indústria automotiva a usar o grafeno em seus veículos. O novo material, leve e incrivelmente resistente (200 vezes mais forte que o aço), começará a ser aplicado no final do ano em peças do Mustang e da F-150, podendo equipar também outros carros da marca.

Já utilizado em telefones celulares e alguns artigos esportivos, o grafeno é extremamente fino e flexível e já considerado um dos melhores condutores do mundo e também um ótimo isolante de som.

Embora não seja economicamente viável para todas as aplicações, a Ford desenvolveu junto com a Eagle Industries e a XG Sciences uma maneira de usar esse nanomaterial bidimensional em pequenas quantidades. Ele será aplicado na cobertura de linhas de combustível, bombas e motores, como um isolante acústico superpotente para tornar a cabine mais silenciosa.

“A inovação aqui não está no material, mas na forma como ele é usado”, diz Debbie Mielewski, líder técnica de sustentabilidade e novos materiais da Ford. “Com uma quantidade muito pequena, de menos de 0,5%, conseguimos obter melhorias significativas em durabilidade, isolação acústica e redução de peso – aplicações que não têm sido focadas por outros estudos.”

Prêmio Nobel - O grafeno foi isolado pela primeira vez em 2004, mas os avanços na sua aplicação são relativamente novos. O primeiro experimento para isolar o grafeno foi feito usando grafite de lápis e um pedaço de fita adesiva. Com a fita, foram retiradas camadas de grafite para criar o material. Esse experimento rendeu o prêmio Nobel em 2010 aos seus criadores, Andre Geim e Konstantin Novoselov.

Em 2014, a Ford começou a estudar com fornecedores o uso do material em peças automotivas. Geralmente, reduzir o ruído na cabine dos veículos significa adicionar mais material e peso, mas com o grafeno é o oposto.

“Uma pequena quantidade de grafeno tem um efeito significativo na qualidade de absorção sonora”, diz John Bull, presidente da Eagle Industries.

Em testes feitos pela Ford e fornecedores, a espuma misturada com grafeno trouxe uma redução de 17% no ruído, uma melhoria de 20% nas propriedades mecânicas e de 30% na resistência ao calor comparado ao material sem grafeno.

“Estamos entusiasmados com os ganhos de desempenho que nossos produtos podem oferecer à Ford e à Eagle Industries, mostrando o potencial do grafeno em múltiplas aplicações”, diz Philip Rose, CEO da XG Sciences.
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A Abimaq reagiu com satisfação diante da decisão do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) de adotar, a partir de 3 de dezembro, uma nova metodologia para calcular o conteúdo nacional dos equipamentos que podem ser comprados com financiamento da instituição, o que vinha reivindicando faz pelo menos três anos.

Pela nova metodologia, a exigência de conteúdo local nos produtos cairá dos atuais 60% para 30%, mas a participação dos componentes importados não será mais medida pelo preço de venda das máquinas, como atualmente. E, sim, pelo custo real dos componentes tanto nacionais como estrangeiros, a ser aferido pelo chamado Índice de Estrutura de Produto (IEP), que inclui mão de obra direta e serviços.

“A antiga metodologia era muito vulnerável à manipulação”, afirma Hiroyuki Sato, diretor de Financiamento da Abimaq. “Como é o próprio fabricante que fixa o preço final da máquina, acontecia de alguns aumentarem esse preço apenas para poder inserir maior quantidade de componentes importados em seus produtos. Isto vinha prejudicando a isonomia entre as empresas”.

Sato também elogia a substituição do Índice de Nacionalização (IN), criado em 1973, pelo novo Índice de Credenciamento (IC), que exigirá uma participação local de 50%, apesar da redução da exigência no produto em si.

O novo indicador é formado pela soma do IEP com cinco fatores qualitativos, que entrarão no pacote com participação de 20%: conteúdo tecnológico do produto, esforço de inovação, nível de exportação, nível de qualificação técnica da mão de obra (envolvendo todos os funcionários da empresa) e o valor adicionado.

A ideia do BNDES é de mensurar o esforço das empresas em inovação, que hoje não é calculado. E também oferecer às companhias maior flexibilidade, permitindo a elas optar por caminhos de credenciamento vinculados à sua estratégia.

O BNDES pretende implantar essa nova metodologia sem forçar muito o mercado, para evitar problemas durante a transição. Os mais de 38 mil produtos credenciados atualmente, por aproximadamente 4,8 mil empresas, manterão, assim, seu status conforme as regras ainda vigentes.

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Em recuperação judicial, a OAS está com extrema dificuldade até para pagar os salários de seus funcionários.
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A projeção de receita do Estado do Rio para 2019 com royalties e participações especiais do petróleo é a maior da história. De acordo com o projeto de Lei Orçamentária Anual para o próximo ano, que será analisado pela Assembleia Legislativa (Alerj), o governo prevê arrecadação de R$ 14,13 bilhões. A previsão aponta para uma receita 62% maior na comparação com o melhor ano em arrecadação para o produto, em 2014, quando R$ 8,70 bilhões entraram no caixa, segundo o Rioprevidência.

Além da receita recorde, outro detalhe chama atenção. A área técnica do governo diz se tratar de um cálculo “conservador” em função das variações do valor do petróleo e da cotação do dólar. Apesar da cautela, a previsão reduz consideravelmente o déficit previsto para a Previdência. Quase R$ 12 bilhões serão repassados ao fundo para o pagamento de aposentadorias e pensões. Do total previsto para a Previdência, de R$ 22 bilhões, o Tesouro teria que completar a receita com “apenas” R$ 4 bilhões.

— A diferença maior é que, no passado, o barril tinha um valor mais alto e a produção era menor. Com o passar do tempo, essa lógica se inverteu. A projeção atual, porém, é de um valor do barril com uma produção recorde — Thiago Valejo, coordenador de conteúdo estratégico da gerência de Petróleo, Gás e Naval da Firjan.

Especialistas projetam valor ainda maior

Ao analisar a indicação passada pelo governo do Rio, a Firjan reconheceu se tratar de uma projeção cautelosa. Para o especialista de petróleo e gás naval Fernando Montera, o estado pode praticamente dobrar o que entrou no Tesouro em 2014.

— Com o nosso modelo de projeção, utilizando a premissa do Banco Central e a projeção do valor do barril em 73 dólares para 2019, chegaremos a uma arrecadação de R$ 16 bilhões. Isso é uma realidade, até pelo fato de termos muitas operações novas no próximo ano — disse Fernando.

Para Ivan Tauil, sócio do Tauil & Chequer Advogados e especialista no setor, o cenário é promissor para 2019:

— Cenário positivo, e há razões para que o futuro seja melhor do que o presente. A maioria dos analistas e dos agentes da economia do petróleo tem um sólido entendimento de que vamos manter os patamares de preço do ponto em que eles estão.

O preço do barril do petróleo deve encerrar 2018 em um patamar superior a US$ 80.

Apesar da evolução, orçamento não indica austeridade

Segundo André Luiz Marques, especialista na área de gestão e políticas públicas do Insper, a previsão orçamentária não demonstra uma política de redução do déficit. Marques citou o acréscimo de R$ 5 bilhões em despesas sobre o previsto no Plano de Recuperação Fiscal: “Mesmo que este crescimento (de receita) ocorra, ele deveria ser revertido para a redução do déficit, sem ser direcionado para crescimentos de despesas ou para outros poderes”.
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A indústria de veículos do Brasil deve desacelerar o ritmo de crescimento das vendas e produção em 2019, previu nesta segunda-feira o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.
Segundo Antonio Megale, o crescimento das vendas internas em 2019 deverá ser “de dois dígitos baixos, um pouco abaixo deste ano”. A Anfavea espera para 2018 crescimento de 13,7 por cento nas vendas internas neste ano, para 2,546 milhões de veículos.

Sem dar detalhes sobre a previsão, Megale também afirmou, durante evento promovido pela AutoData, que a produção deve crescer “um pouco abaixo de 2 dígitos” em 2019. A previsão da Anfavea para este ano é de crescimento de 11 por cento na produção, para 3 milhões de unidades.

Por Alberto Alerigi Jr.