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Resultado de imagem para Raízen negocia consórcio para comprar refinarias da Petrobras, dizem fontes

A gestora de fundos Global Infrastructure Partners (GIP) planeja apresentar uma oferta conjunta com a Raízen pelas refinarias colocadas à venda pela Petrobras, disseram duas pessoas com conhecimento do assunto.

A Raízen, uma joint venture entre a Royal Dutch Shell PLC e a produtora de etanol Cosan SA, apresentou ofertas não vinculantes pelas maiores refinarias colocadas à venda pela Petrobras, conforme publicado pela Reuters no final de novembro.

A GIP, baseada em Nova York, administra 50 bilhões de dólares em ativos em seus fundos de infraestrutura e investe em setores como energia, transporte, água e gerenciamento de resíduos.

A Raízen recusou-se a comentar. A GIP não respondeu de imediato a pedidos de comentário.

Se a oferta for bem sucedida, marcará o primeiro investimento da GIP no Brasil. No ano passado, a gestora começou a captar um novo fundo para investir em mercados emergentes na América Latina e Ásia.

A Raízen controla 7 mil postos de gasolina no Brasil e na Argentina, e tem cerca de 3 mil clientes. Apesar de controlar uma refinaria na Argentina, ainda não tem presença em refino no Brasil, onde a Petrobras exerce o monopólio no setor.

As ofertas vinculantes pelas quatro maiores refinarias são esperadas para o início de março, e precisam ser entregues já com a composição final dos grupos, segundo as fontes, que pediram anonimato porque as discussões não são públicas.

Desde novembro, quando a Petrobras selecionou quatro grupos que passaram à fase de ofertas vinculantes por suas quatro refinarias, as empresas estão negociando a formação de consórcios.

Os grupos selecionados para a segunda fase são Ultrapar Participações SA, Raízen, o fundo estatal dos Emirados Árabes Unidos Mubadala Investment Company e a petroleira chinesa Sinopec, disseram fontes para agência Reuters no final do ano passado.

Ultrapar e Mubadala estão em negociações com potenciais parceiros, mas não chegaram a acordos, segundo pessoas com conhecimento do assunto. A Sinopec pretende apresentar uma oferta individualmente, acrescentaram as fontes.
Resultado de imagem para Petrobras fará leilão para vender 10 milhões de m³/dia de gás boliviano na fronteira com Brasil

A Petrobras vai licitar, na fronteira com a Bolívia, o volume de 10 milhões de m³/dia de gás natural que a importa do país vizinho.

A informação foi dada nesta quinta-feira (16) pelo diretor da Agência Nacional do Petróleo (ANP), José Cesário Cecchi, durante reunião colegiada do órgão regulador, quando foi aprovado a assinatura de Termo de Compromisso entre a estatal, a agência e a Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG), que realiza a chamada pública para contratação de capacidade de transporte de gás boliviano. A empresa venderá o gás pelo preço de compra na Bolívia acrescido de 2,4% de margem de comercialização.

Segundo a Epbr, a Petrobras acabou contratando 18 milhões de m³/dia de capacidade de transporte no Gasoduto Bolívia-Brasi (Gasbol) na licitação, quando o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) havia determinado que a capacidade firme a ser contratada pela empresa deveria ficar em 8 milhões de m³/dia , com outros 10 milhões de capacidade precária. A ideia é que o leilão aconteça junto com a chamada pública para contratação de capacidade incremental para transporte no Gasbol.

Cesário Cecchi explicou que a estatal vai repassar os contratos de compra de gás com a YPFB e também de compra de capacidade de transporte de gás acertada com a TBG.”Vai se tornar uma comercializadora de gás para terceiros. É o Gas Release. É a essência do Gás Release”, comentou o diretor da ANP.

Os interessados em comprar o gás que a Petrobras importa da Bolívia terão que pagar a nova tarifa da TBG, já que a empresa também passaria os contratos para o transporte de gás natural.
Apesar da chamada pública para contratação de 18 milhões de m³/dia capacidade do Gasbol, encerrada no fim do ano passado, a Petrobras continuou como a única importadora. A própria crise boliviana atrapalhou as negociações de outras empresas com a YPFB.

Ficou acordado com a ANP que a Petrobras deveria renunciar de parte da sua capacidade exclusiva no gasoduto em 2020 e uma nova chamada pública será aberta em “momento oportuno”, sem a participação da estatal.

Por que isso é importante? A chamada pública para capacidade do Gasbol é fundamental para que o projeto do Novo Mercado de Gás funcione e uma tentativa de entrada de terceiros na importação de gás boliviano e comercialização no Brasil, sem controle da Petrobras. Pode ampliar a competição.

Quem será afetado?

Além da Petrobras, que vai vender o gás, a ampliação dos ofertantes abre mercado para grandes consumidores e é uma opção de negócio diferenciado pelas distribuidoras de gás natural nos estados, que atualmente compram gás natural exclusivamente com a Petrobras.

Em abril do ano passado, quando a ANP realizou audiência pública para discutir a chamada pública de capacidade no Gasbol, diversas empresas manifestaram interesse em comprar gás boliviano. A agência recebeu ao todo 41 contribuições de agentes de mercado. A audiência lotou auditório na sede da ANP, que teve dificuldade para instalar todos os presentes. Ao todo 16 apresentações foram inscritas na audiência e 15 realizadas.

A ExxonMobil manifestou interesse em ligar o Gasoduto Brasil-Bolívia (Gasbol) ao terminal de regaseificação Gás Sul, na cidade de São Francisco do Sul, em Santa Catarina, que está sendo desenvolvido pela Golar Power. Para fazer a interligação, a empresa solicitou à ANP a inclusão do ponto de entrada “Garuva” no edital da chamada pública para contratação de capacidade de transporte da TBG.

A Total também pediu a inclusão de ponte de entrada na região Sul do país, mas não especificou o projeto. “Adequada a inclusão, desde já, de novo ponto de entrada no sul do país, através de uma interconexão com gasoduto conectado a um terminal de GNL”, disse na época a empresa francesa.
Resultado de imagem para Agência Nacional do Petróleo (ANP), Décio Oddone

O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Décio Oddone, renunciou ao cargo por meio de carta enviada na semana passada ao presidente Jair Bolsonaro e ao ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. a divulgação da renúncia ocorreu no mesmo dia em que o chefe de governo reiterou sua posição favorável à venda direta, pelos produtores, de combustíveis aos postos.

Oddone tinha uma posição contraditória em relação à venda direta. diante de produtores de álcool, ele se manifestava favoravelmente, mas diante de outros interlocutores dizia que sua implementação seria “complicada”. Alegava que a decisão seria “colegiada” para não atuar em defesa da proposta.

o diretor-geral disse considerar, na carta, que o ciclo na agência foi encerrado e a missão recebida em 2016 foi cumprida com a conclusão de “transformações no setor brasileiro de petróleo e gás”. O texto afirma que houve acerto para que Oddone permaneça no cargo até a escolha de um novo diretor-geral.

“Agora, a agência entra em uma fase regulatória e não mais de transformação”, afirmou Décio Oddone à epbr.

Confira a íntegra da carta endereçada ao presidente Bolsonaro.


Brasília, 6 de janeiro de 2020

Excelentíssimo Senhor Presidente da República Jair Messias Bolsonaro,

Excelentíssimo Senhor Ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque,

A indústria do petróleo, gás e biocombustíveis no Brasil vive um momento único. Em 2016, quando assumi a diretoria-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o setor atravessava sua maior crise. A atividade de exploração e produção demandava novas regras. Os segmentos de abastecimento e gás natural, vinte anos após o fim do monopólio, seguiam concentrados. A área de biocombustíveis vinha de momentos difíceis. Os desafios eram imensos. Mais de três anos depois podemos celebrar o êxito das medidas adotadas sob a orientação do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

O conjunto de leilões representou um marco para a retomada da indústria de petróleo e gás no Brasil, que agora muda definitivamente de patamar. Com medidas como as rodadas, a oferta permanente, o estímulo à venda dos campos maduros e os estudos para o aproveitamento dos recursos além das 200 milhas, o Brasil voltou ao cenário internacional do petróleo. E retornou em grande estilo. Em menos de dez anos deverá estar entre os cinco maiores produtores e exportadores do mundo.

Ao mesmo tempo foram dados os principais passos para a criação de um mercado aberto, dinâmico e competitivo nos setores de abastecimento e de gás natural. O monopólio de fato no refino e a concentração no mercado de gás estão finalmente chegando ao fim. O uso do biometano foi regulamentado. O setor de biocombustíveis começa a se recuperar. Os preços dos combustíveis passaram a ser divulgados de forma transparente e agora os da gasolina e do diesel seguem com maior aderência os vigentes no mercado internacional. A qualidade da gasolina está sendo equiparada aos padrões internacionais.

As ações adotadas permitiram que o setor passasse pela sua maior transformação. O País está finalmente substituindo um monopólio por uma indústria. Os benefícios para a sociedade sob a forma de investimentos, acesso a combustíveis mais limpos, empregos, renda, arrecadação e preços justos e transparentes serão imensos.

A gestão da ANP está em processo de modernização, simplificação, agilização e aumento da transparência. As reuniões da diretoria passaram a ser realizadas de forma pública e aberta. As questões da competitividade, da transparência nos preços e da regularidade fiscal passaram a fazer parte da agenda. O orçamento está sendo descentralizado. A necessária desvinculação das áreas técnicas está sob avaliação.

Nunca pertenci a qualquer grupo ou contei com padrinho político. E sempre acreditei que um cargo público só deve ser exercido enquanto a missão a ele associada esteja por ser cumprida.

O processo de grandes mudanças no setor, do qual participei com afinco, encerrou-se com os últimos leilões e a identificação das ações necessárias para eliminar as restrições regulatórias e estimular a competição nos setores de abastecimento, de distribuição e revenda de combustíveis automotivos e de aviação, de gás de cozinha e de gás natural.

Com isso, cumpri a missão assumida em 2016: contribuir com honestidade, transparência e espírito público para o desenvolvimento da maior transformação já produzida no setor de petróleo e gás no Brasil.

Uma nova fase se inicia. Agora é momento de ajustar a regulação a esse novo modelo. Como o tempo dos mandatos nem sempre casa com os ciclos de mudança, acredito que seja hora de iniciar o processo de composição da diretoria colegiada que deverá aprovar as alterações regulatórias que vão sustentar as transformações que começamos a construir. Diferentes desafios demandam profissionais com características distintas. Não houve alterações na composição da diretoria colegiada da ANP em 2019. No entanto, três novos diretores deverão ser nomeados em 2020. Assim, decidi antecipar o fim do meu mandato, que iria até dezembro, permanecendo ainda no cargo o tempo suficiente para a aprovação do meu substituto. Dessa forma a primeira posição a ser indicada passa a ser a de diretor-geral.

Com o encaminhamento das grandes transformações no setor, derivadas de decisões de política energética, e a mudança do foco das ações para o ambiente regulatório, creio que essa é forma pela qual melhor posso contribuir para a consolidação do processo por que passamos, projeto no qual acredito e ao qual dediquei esses últimos anos.
Resultado de imagem para As vendas de cimento cresceram, mas...

A indústria de cimento terminou 2019 registrando um aumento de vendas de 3,5% sobre o ano anterior. Um total de 54,5 milhões toneladas vendidas, segundo o Sindicato Nacional das Indústrias de Cimento. Beleza. Mas esse resultado esconde dois pontos que o setor ainda tem que superar. A eles:

* O setor ainda opera com capacidade ociosa de aproximadamente 45%.

* O total vendido em 2019 é 8% menor do que o observado em 2010.

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O diretor-geral da ANP, a agência nacional do Petróleo, Décio Oddone, anunciou que vai deixar o cargo mais cedo. A antecipação do fim de seu mandato foi comunicada através de carta enviada ao presidente Jair Bolsonaro e ao ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. Nomeado em 2016 para o principal cargo da agência, o mandato dele iria até o final de 2020 conforme lembrou a revista Veja.

Na carta, Oddone explica que um novo ciclo do setor de petróleo vai começar, e que é preciso que a direção esteja alinhada com esta nova fase. ele também afirma que ficará até que o nome do novo diretor-geral seja aprovado.

“Como o tempo dos mandatos nem sempre casa com os ciclos de mudança, acredito que seja hora de iniciar o processo de composição da diretoria colegiada que deverá aprovar as alterações regulatórias que vão sustentar as transformações que começamos a construir”, escreveu.

Oddone diz acreditar que sua saída antecipada é “a melhor forma de contribuir para a consolidação” do trabalho que vem sendo feito pela agência. Como exemplo, ele cita os megaleilões do petróleo realizados em 2019. Este ano, já havia a previsão de que outros três diretores da ANP fossem nomeados. Agora, a indicação do diretor-geral será a primeira da fila.
Foto: Ascom/SDE

A área onde será construída a ponte Salvador – Ilha de Itaparica foi visitada nesta quarta-feira (15) por executivos da empresa China Railway Construction Corporation Limited (CRCC). A visita a uma fábrica de pré-moldados e ao Porto de Salvador tiveram a companhia do vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado.

O grupo chinês é dono de uma das empresas que compõe o consórcio vencedor da licitação, a CR20.

Segundo João Leão, o objetivo da visita é estudar a melhor visibilidade de infraestrutura viária na região. “Conhecemos as áreas e os dois túneis da Via Expressa, onde será o início da ponte. Mostramos onde será o marco dessa importante obra. Ou seja, o processo está iniciado e espero, daqui a 4 anos, anunciar a inauguração da nossa ‘Bonitona'”, disse Leão.

O vice-governador se reuniu também com a comitiva da China, composta por Tian Yiaoyu, executivo responsável pela CRCC na América Latina, e Liu Zhiyuan, gerente Sênior da CRCC para América Latina. O grupo chinês criou a empresa CRCC Investimentos, no ano passado, para participar de todos os investimentos da China na América do Sul.

A obra vai gerar, conforme apurou o Notícias do Trecho, cerca de 7 mil empregos diretos e mais de 3 mil indiretos.
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 A Petrobras aprovou o encerramento das atividades da fábrica de fertilizantes localizada em Araucária, no Paraná. A companhia diz que tentou vender a subsidiária Araucária Nitrogenados (Ansa), mas não conseguiu se desfazer do ativo, que dava prejuízos desde que foi adquirida, em 2013.

Em nota, a Petrobras diz que os resultados da Ansa demonstram a falta de sustentabilidade do negócio: somente de janeiro a setembro do ano passado, o prejuízo foi de quase R$ 250 milhões. Para o fim deste ano, as previsões eram de resultado negativo superior a R$ 400 milhões.

De acordo com a nota, no contexto atual de mercado, a matéria-prima usada na fábrica – resíduo asfáltico – está mais cara do que seus produtos finais (amônia e ureia), e as projeções para o negócio continuam negativas. A Ansa é a única fábrica de fertilizantes do país que opera com esse tipo de matéria-prima.

A Ansa é uma subsidiária da Petrobras, com autonomia estatutária e personalidade jurídica distinta, patrimônio e gestão próprios, adquirida da Vale Fertilizantes S.A. Com a decisão de encerrar as atividades da fábrica, a Petrobras dá continuidade à estratégia de sair do segmento de fertilizantes e focar em ativos que gerem mais retorno financeiro e estejam mais ligados à sua área de atuação.

Segundo a nota, a Petrobras empenhou-se para vender a subsidiária, cujo processo de desinvestimento iniciou-se há mais de dois anos. As negociações avançaram com a companhia russa Acron Group, mas, conforme comunicado ao mercado em 26 de novembro passado, não se efetivou a venda.

A fábrica permanecerá paralisada em condições que garantam total segurança operacional e ambiental e a integridade dos equipamentos, informou a Petrobras.

Desligamento de pessoal

Como a fábrica de fertilizantes é o único ativo da Ansa, todos os 396 empregados serão desligados. Além das verbas rescisórias legais, eles receberão um pacote adicional composto de valores entre R$ 50 mil e R$ 200 mil, proporcional à remuneração e ao tempo trabalhado. Além disso, os planos médico e odontológico, o benefício farmácia e o auxílio educacional serão mantidos por até 24 meses. Eles terão também assessoria especializada de recolocação profissional.

Quando adquirida pela Petrobras, a Ansa já contava com o atual quadro de empregados. Na manhã desta última terça-feira (14), o assunto foi discutido com representantes sindicais da categoria.

Petroleiros

Segundo a Federação Única dos Petroleiros (FUP), o fechamento da Ansa fará a agroindústria brasileira depender mais da importação de fertilizantes. Junto com duas fábricas de fertilizantes arrendadas pela Petrobras em 2019, na Bahia e em Sergipe, a unidade de Araucária garantia o abastecimento de cerca de 30% do mercado brasileiro de ureia e amônia.

Para o diretor da FUP, Deyvid Bacelar, com o fechamento da Ansa e o arrendamento das fábricas da Bahia e de Sergipe, a agroindústria brasileira vai ficar nas mãos dos importadores de amônia e ureia, base para a produção de fertilizantes. “O país coloca em risco sua segurança e soberania alimentar. As fábricas de fertilizantes serviam como lastro para agroindústria escolher onde comprar”, disse Bacelar.

Segundo ele, a agroindústria agora ficará à mercê das oscilações no mercado internacional, da variação do dólar e do aumento dos preços dos fertilizantes no mercado interno.
Resultado de imagem para secretário-especial de Desestatização e Desinvestimento, Salim Mattar

O Ministério da Economia anunciou nesta última terça-feira (14) que o governo pretende vender cerca de 300 ativos públicos em 2020. A meta inclui empresas controladas pelo governo, como a Eletrobras, além de subsidiárias, coligadas e participações societárias. Com as transações, o governo espera obter R$ 150 bilhões.

O anúncio foi feito pelo secretário-especial de Desestatização e Desinvestimento, Salim Mattar. Segundo ele, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e a Petrobras não serão privatizadas. Os Correios estão na lista de privatizações, mas a venda é prevista para o fim de 2021, de acordo com o G1.

"Em 2020, vamos ter uma meta ousada para atingir em termos de valor e de empresas", disse. Para isso, o governo deve enviar um projeto ao Congresso Nacional em fevereiro propondo um "fast track" (caminho rápido) para a venda dos ativos públicos.

"É uma forma de acelerar esse processo de venda. A meta [para 2020] depende de o 'fast track' passar. O 'fast track' é fundamental para atingirmos essa meta. Seria como se fosse um atalhozinho, é um projeto de lei. Já esta pronto. Esperando o Congresso abrir, e a melhor forma de conseguir apoio", diz Salim.

Segundo o secretário de Desestatização, o projeto colocaria as empresas a serem privatizadas diretamente no Programa Nacional de Desestatização (PND). O texto reduziria, também, o tempo de atuação de escritórios de advocacia e de bancos no processo de modelagem dessas vendas.
Resultado de imagem para Petrobras lança documentários sobre trabalho em lugares extremos

A Petrobras lançou nesta última terça-feira (14) a série de minidocumentários “Limiar: Fronteiras do Conhecimento”.

A ideia dos filmes, que serão apresentados ao longo do ano, é mostrar como é o dia-a-dia de quem trabalha em condições extremas.

O primeiro episódio acompanha o trabalho dos pesquisadores da reinaugurada Estação Antártica Comandante Ferraz, a base do Brasil no continente gelado, onde a temperatura pode chegar a 50°C negativos.

Os capítulos podem ser assistidos no portal “Nossa Energia” (www.petrobras.com.br/nossaenergia).
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O Brasil precisa, e precisa logo, investir pelo menos US$ 2 trilhões para zerar o seu deficit em equipamentos de infraestrutura. Não é uma opção. É uma necessidade objetiva — ou se constrói os portos, as estradas, as ferrovias, os metrôs, as pontes e os viadutos, as obras de saneamento básico que o país precisa utilizar e hoje não tem, ou não adianta fazer apresentações em power point sobre economia, investimento, emprego, aumento de renda e tudo o mais que significa progresso.

Atenção: esses US$ 2 trilhões são apenas para construir o que está faltando hoje. A partir daí, será preciso começar o trabalho para dar ao país infraestrutura realmente capaz de fornecer à economia brasileira condições efetivas de competir com o resto do mundo.

Não há dinheiro para isso, nem no governo nem na economia interna. Com a cordilheira de impostos que o Estado brasileiro extorque da população não se pode contar. Vai tudo para pagar as lagostas do STF e o restante dos gastos absolutamente insanos da máquina pública, em todos os seus aspectos — dos salários e das aposentadorias milionárias das castas superiores do funcionalismo ao pagamento dos juros da dívida pública. Não sobra um tostão; ao contrário, o governo arrecada tudo isso e ainda fica devendo.

A iniciativa privada nacional não tem capital para cobrir os investimentos que precisam ser feitos. A única solução está fora do Brasil, onde existem hoje cerca de US$ 17 trilhões ociosos, recebendo juros negativos, e à procura de oportunidades de aplicação.

Os donos desse dinheiro necessitam, basicamente, de uma coisa só para pensarem em investir no país: a garantia de que não serão roubados. Além, naturalmente, de projetos que façam sentido e prometam retorno do investimento. O Brasil não está conseguindo oferecer nem uma coisa nem outra.

Informações são de J.R. Guzo/Metrópoles

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, formalizou a criação do Grupo de Trabalho determinado pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) para avaliar as regras internacionais para licitação de áreas além das 200 milhas náuticas na 17a rodada de licitações da ANP, prevista para acontecer no segundo semestre do ano.

O grupo tem prazo de 60 dias, podendo ser prorrogado, a partir desta sexta para concluir os trabalhos.

E quem faz parte do GT?

I – Ministério de Minas e Energia:

a) Clayton de Souza Pontes, que o coordenará; e

b) Esdras Godinho Ramos;

II – Casa Civil da Presidência da República:

a) Daniela Ferreira Marques; e

b) Hugo Manoel Marcato Affonso;

III – Autoridade Marítima (Marinha do Brasil – Ministério da Defesa):

a) Antônio Cesar da Rocha Martins; e

b) Marcus Vinícius de Oliveira;

IV – Ministério das Relações Exteriores:

a) Alex Giacomelli da Silva; e

b) Alexandre Mendes Nina;

V – Ministério da Economia:

a) Gustavo Gonçalves Manfrim; e

b) Maurício Marins Machado;

VI – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – ANP:

a) Heloisa Borges Bastos Esteves; e

b) Artur Watt Neto.

— O foco da oferta de áreas atual é a faixa próxima ao pré-sal além das 200 milhas náuticas, em que, no caso de se confirmar descobertas, há expectativas de se aumentar o volume de reservas de petróleo e gás do Brasil em cerca de 50%, as quais hoje são estimadas em 15,9 bilhões de barris.
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Uma rede de estações de pesquisa em energia solar foi criada pela concessionária paranaense e pela UTFPR para analisar, monitorar e gerenciar a geração distribuída a partir de fonte de energia solar.

O projeto envolve a instalação de planta solar e equipamentos de medição em seis campi da universidade. A ideia é comparar tecnologias de geração solar e indicar as mais adequadas para instalação de usinas solares em cada região do estado

As estações solarimétricas instaladas no projeto farão parte da rede Sonda, do INPE, e vão fornecer medições da radiação solar de maior precisão no Paraná. De acordo com a Copel, a infraestrutura de pesquisa vai se somar à rede climatológica existente, o que integra as informações e cria uma mapa diferenciado do potencial paranaense para geração solar.

A primeira fase foi concluída em novembro de 2019, com a construção de uma rede de Estações de Pesquisa em Energia Solar sob a coordenação do Laboratório de Energia Solar – Labens da UTFPR. A rede consiste de estações solarimétricas e módulos de avaliação instalados nos campi da universidade em Curitiba, Ponta Grossa, Pato Branco, Medianeira, Campo Mourão e Cornélio Procópio.

Orçado em aproximadamente R$ 6 milhões, o projeto foi selecionado em chamada pública da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e propõe um arranjo inédito para levantar informações sobre a energia solar e o potencial fotovoltaico no território paranaense. Uma iniciativa pioneira e estratégica que visa fomentar a cadeia produtiva de micro e minigeração a partir de energias renováveis, buscando sua maior inserção na matriz energética paranaense e brasileira.

Cada instalação inclui estações solarimétricas, que medem com grande precisão a radiação solar, e os módulos de avaliação de diferentes tecnologias de painéis fotovoltaicos. Em seu conjunto, as redes permitem analisar a variac?a?o da radiac?a?o solar ao longo do ano nas diferentes regio?es do estado, mapeamento que, em conjunto com outras análises, indicará as tecnologias de módulos fotovoltaicos mais adequadas e vantajosas a cada regia?o, de acordo com seu microclima.
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A construtora Odebrecht desembolsou R$ 1,5 bilhão para convencer 77 executivos a se entregarem à Justiça e prestar delações premiadas, permitindo que a empresa pudesse negociar um acordo de leniência. A informação é do jornal Valor Econômico, publicada nesta segunda-feira (13).

De acordo com a reportagem, o acordo corporativo da Odebrecht ficou em R$ 3,8 bilhões, com um prazo de 23 anos para desembolso. Desta forma, o custo financeiro da Lava Jato para a empresa foi de R$ 5,3 bilhões.

Em média, cada executivo ganhou R$ 19,4 milhões para se tornar delator. A delação da Odebrecht foi usada, por exemplo, para condenar o ex-presidente Lula no caso do sítio de Atibaia (SP).
 

As cinco principais refinarias da Petrobras que estão à venda Rlam (BA), Rnest (PE), Regap (MG), Repar (PR) e Refap (RS), vêm despertando interesse de grupos internacionais, petroleiras, fundos de investimentos e empresas brasileiras do setor de distribuição de combustíveis. Eles têm até dia 5 de março para apresentar as propostas.

No Brasil, o grupo Ultra e a Cosan (sócia da Shell na distribuidora Raízen), que atuam em diversos setores da área energética, disputam algumas das unidades. O grupo Ultra, controlador da rede de postos Ipiranga, está em negociações com potenciais parceiros, inclusive do exterior, para formar um consórcio e disputar uma das quatro refinarias do primeiro bloco à venda. Segundo fontes do setor, a Cosan estaria buscando um sócio estrangeiro operador na área de refino.

Entre as estrangeiras, manifestaram interesse nas refinarias a chinesa Sinopec, o fundo de investimentos Mubadala, de Abu Dabi, e a americana EIG, que controla o Porto do Açu, no Norte do Estado do Rio.
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Em uma área florestal ao norte de Manaus, no Amazonas, seis conjuntos de torres vão monitorar, 24 horas por dia, as condições da atmosfera e do solo na maior floresta tropical do mundo. Cerca de 8 mil quilômetros dali, em uma propriedade próxima de Birmingham, na Inglaterra, torres muito parecidas já efetuam o mesmo tipo de medida. Os experimentos buscam descobrir como as florestas tropical e temperada responderiam a um cenário em que a concentração de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera fosse 50% maior.

Para isso, tanques com 50 toneladas de CO2 foram acoplados às torres que integram o projeto FACE (sigla em inglês para Free-Air CO2 Enrichment). No AmazonFACE, o experimento da Amazônia, o gás será bombeado por 16 torres de 30 metros de altura – que ultrapassam a copa das árvores – em seis trechos de floresta, enquanto uma outra torre no centro, dotada de instrumentação científica, faz as medições. A configuração é a mesma no BIFoR FACE, em Birmingham. Espera-se, com os dados obtidos, subsidiar a tomada de decisões para mitigar ou mesmo evitar os impactos da elevação do CO2 atmosférico.

“A capacidade da floresta amazônica de absorver carbono foi reduzida em 30% desde os anos 1990. O cenário que prevíamos para 2050, portanto, deve acontecer muito mais cedo e a Amazônia vai se tornar neutra em carbono ou mesmo se tornar uma fonte emissora de CO2. Com o AmazonFACE buscamos entender como o aumento de dióxido de carbono afeta o funcionamento e a resiliência da floresta amazônica”, disse David Montenegro Lapola, professor do Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagri) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Lapola apresentou o projeto, apoiado no âmbito do Programa de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais, durante o workshop FAPESP-Birmingham, em dezembro.

“A FAPESP vem colaborando com a Universidade de Birmingham desde 2010. Este é um momento tanto de celebrar o sucesso da parceria como de vislumbrar formas de obter novos resultados e oportunidades”, disse Roberto Marcondes Cesar Júnior, membro da coordenação do Programa Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP, durante a abertura do evento.

“A ideia do encontro é apresentar os projetos em andamento, em diferentes áreas do conhecimento, conduzidos em conjunto por pesquisadores de São Paulo e da Universidade de Birmingham. Nosso objetivo é que novas parcerias possam ser criadas para pesquisas executadas nos dois países”, disse à Agência FAPESP Robin Mason, pró-reitor de internacionalização da Universidade de Birmingham (UoB).

Lapola conduz a pesquisa em colaboração com Rob Mackenzie, diretor do BIFoR FACE. “Estamos interessados na resposta da floresta como um todo, não apenas de uma folha ou de uma árvore em particular, mas no ecossistema: as plantas e as comunidade de microrganismos e de invertebrados”, disse Mackenzie, professor da School of Geography, Earth and Environmental Sciences da UoB.

O britânico explicou que a floresta em que o experimento é realizado no Reino Unido é madura, tem árvores com mais de 150 anos de idade. Ainda assim, elas continuam respondendo ao aumento de dióxido de carbono. Uma das respostas mais evidentes, segundo o pesquisador, é no balanço de nitrogênio e fósforo.

“O dióxido de carbono é transformado em açúcar pelas plantas. À medida que aumenta a disponibilidade de CO2, porém, elas precisam aumentar também o consumo de outros nutrientes para manter o equilíbrio. Por isso, procuram no solo mais fósforo e nitrogênio”, disse.

Na Amazônia, portanto, o solo pobre em fósforo típico da região pode impedir as árvores de se adaptarem ao aumento de CO2 na atmosfera, conforme já mostrou um trabalho coordenado por Lapola (leia mais em: agencia.fapesp.br/31140).

Colaboração diversificada

O potencial tóxico de nanomateriais é tema de outro projeto financiado pela FAPESP e pela Universidade de Birmingham. Segundo os pesquisadores, com a expansão de produtos à base de nanotecnologia no mercado, aumenta a necessidade de conhecer os impactos ambientais que podem acarretar e de estabelecer padrões de segurança para inovações futuras.

“O projeto é sustentado em dois pilares. Entender a toxicidade de nanomateriais e como modificações em sua superfície alteram a toxicidade. Isso gera uma quantidade de dados muito grande. Por isso, estamos aproveitando essa conexão com Birmingham para anotar corretamente esses dados e disponibilizá-los em uma plataforma computacional aberta, que permitirá correlacionar dados de outros experimentos no mundo todo”, disse Diego Stéfani Teodoro Martinez, pesquisador do Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano) do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas, que realiza a pesquisa em Birmingham com bolsa da FAPESP.

Após ter a bolsa aprovada para o período de pesquisas em Birmingham, Martinez foi um dos contemplados na chamada 2018 do acordo FAPESP-University of Birmingham/University of Nottingham. O projeto será desenvolvido em colaboração com Iseult Lynch Yilmaz, da UoB.

Outro projeto aprovado na chamada de 2018 e apresentado durante o evento foi o “MODERN - Modelagem de Demanda para Redes Ferroviárias”, liderado por Cassiano Augusto Isler, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (EP-USP), em colaboração com o professor Clive Roberts e o pesquisador Marcelo Blumenfled, da UoB, também presentes no evento.

Ester Sabino, do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (USP), apresentou projeto realizado com Nicholas Loman, professor da School of Biosciences da University of Birmingham. Contemplado na chamada de 2016, o estudo possibilitou o sequenciamento em tempo real dos vírus da zika, dengue, chikungunya e febre amarela.

Joan Duda, da School of Sport, Exercise and Rehabilitation Sciences da UoB, e Regina Brandão, da Universidade São Judas Tadeu, apresentaram pesquisa focada na motivação de crianças e adolescentes em realizar exercícios. O objetivo do grupo é estimular hábitos de vida mais saudáveis.

Brunno Machado de Campos, do Laboratório de Neuroimagem da Unicamp, e Andy Bagshaw, do Centre for Human Brain Health da UoB, falaram sobre a colaboração em pesquisas que realizam com diferentes metodologias de processamento e interpretação de dados em neurociência. Campos lidera um projeto financiado pela FAPESP.

Claudia Hilsdorf Rocha, do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) da Unicamp, Jorge Vicente Valentim, do Centro de Educação e Ciências Humanas da Universidade Federal de São Carlos (CECH-UFSCar), e Emanuelle Santos, da UoB, apresentaram pesquisas na área de Letras.

Experimentos tentam descobrir como florestas reagem ao aumento de CO2 na atmosfera Equipamentos instalados na Amazônia e em uma floresta temperada na Inglaterra (foto) vão simular uma elevação de 50% na concentração atmosférica de dióxido de carbono para avaliar os efeitos nos ecossistemas (foto: BIFoR FACE / Universidade de Birmingham)


Tomou posse na última semana o diretor-presidente do novo Instituto de Ciência, Tecnologia e Inovação de Maricá (ICTIM), Celso Pansera. O principal desafio, segundo Celso, é preparar Maricá para o pós-sal, quando a cidade deixar de receber capital dos royalties do petróleo. A equipe do ICTIM está sendo estruturada e a autarquia vai trabalhar em conjunto com todo o governo, organizando estrategicamente as ideias.

“A gente fala muito sobre o ciclo de Maricá pós petróleo, apontando para o turismo como uma alternativa, mas também queremos apontar para a tecnologia – um dos setores que mais crescem no mundo. O Instituto vai produzir saber, inventividade, capacidade tecnológica que vão para além de Maricá”, disse o prefeito de Maricá, Fabiano Horta.

“Nosso desafio é construir uma economia diversificada, moderna e que coloque a cidade como referência nacional em algumas áreas, mas que vire particularmente um pólo econômico regional. Vamos pegar o que já existe e dar um sentido estratégico a longo prazo, de modo que transforme o dia a dia do cidadão de Maricá”, explicou o diretor-presidente do ICTIM, Celso Pansera.

O Instituto, que é vinculado à Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão, já tem previsão de início das atividades nesta semana. Ainda de acordo com Celso Pansera, a equipe vai trabalhar em conjunto com as secretarias para definir as estratégias e até março esse projeto estará formatado e pronto para ser executado.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico da cidade, Igor Sardinha, a criação do Instituto é fundamental para o presente e para o futuro do município. “Quando você consegue transformar a cidade em um pólo de ciência e tecnologia, você consegue, inclusive, inserir o local dentro da economia do petróleo, porque hoje nós somos meros recebedores de royalties. Por isso precisamos pensar estratégias, pois sabemos que o ciclo do petróleo é finito”, disse.
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O governo federal está anunciando que vai leiloar o terminal de granéis sólidos do Porto de Aratu/Candeias. O porto se dedica, principalmente, a movimentação de fertilizantes, concentrado de cobre e minérios diversos. O tempo de contrato deve ser de 25 anos, mas a duração ainda está em estudos.

O leilão acontecerá no quarto trimestre do ano de acordo com a Agência Brasil. O porto é um do 40 a 44 ativos de infraestrutura a serem leiloados ainda nesse ano de 2020, incluindo concessões de rodovias, aeroportos, ferrovias e portos.

Inaugurado em 1975, o Porto de Aratu-Candeias cumpre o papel de indutor do processo de desenvolvimento industrial da Bahia, viabilizando os dois principais polos do setor existentes no Estado: o Centro Industrial de Aratu (CIA) e o Polo Industrial de Camaçari. Quatro décadas depois, o porto, “extensão descontinuada” de Salvador, é um dos mais importantes escoadouros da produção química e petroquímica de todo o país.

De acordo com o presidente da Associação de Usuários dos Portos da Bahia (Usuport) Paulo Villa todos são favoráveis à privatização. “Desde a criação da Usuport que estamos pleiteando a licitação dos terminais portuários do estado. Os terminais privados funcionam muito melhor do que os que estão sob a administração pública. Esta proposta agora anunciada deverá prosseguir com o Porto de Salvador. Trata-se de uma política que, há muitos anos, estava sendo discutida, pois está na lei desde 2003. O que não havia era o interesse da União em privatizar esse ativo”, justificou em entrevista a Tribuna da Bahia.

A Agência Brasil revela, ainda, que a União quer leiloar ainda nove terminais incluindo o do estado da Bahia. Estão no pacote das licitações os portos de Ceará, Maranhão, Paraná e São Paulo.
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A Boeing disponibilizou ao Congresso dos Estados Unidos mensagens de texto em que funcionários fazem críticas ao processo de certificação do modelo 737 MAX e ao regulador de aviação norte-americano.

Nas mensagens, consultadas pela agência France-Presse (AFP), os pilotos falam de falhas nos simuladores do aparelho, que poderiam estar na origem de dois trágicos acidentes em 2018 e 2019, na Indonésia e Etiópia, que provocaram 346 mortos.

“Este avião é desenhado por palhaços, que por sua vez são supervisionados por macacos”, lê-se numa mensagem datada de 2017, numa aparente referência à Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla inglesa).

Em outra mensagem, um funcionário admite a um colega que não deixaria a família voar numa aeronave 737 Max.

“Ainda não fui perdoado por Deus pelo que escondi no ano passado”, escreveu outro funcionário, em mensagem datada de 2018.

Essas mensagens, consultadas pela AFP, foram disponibilizadas por congressistas norte-americanos que investigam o processo de certificação do 737 MAX, na origem de dois trágicos acidentes, que deixaram 346 mortos e levaram a Boeing à mais grave crise de sua história.

“Algumas dessas comunicações dizem respeito ao desenvolvimento e à qualificação dos simuladores Boeing 737 MAX, em 2017 e 2018”, esclareceu a empresa.

A Boeing alega ter divulgado as mensagens devido ao seu compromisso com a transparência.
“Essas comunicações não refletem a empresa que somos e que precisamos ser, e são completamente inaceitáveis”, afirmou a companhia em comunicado.

No fim de dezembro, o presidente executivo da Boeing, Dennis Muilenburg, foi afastado do cargo devido a tensões com a reguladora, sendo substituído por David Calhoun.

Peter DeFazio, do Comitê dos Transportes da Câmara dos Representantes – que investiga o 737 MAX – argumenta que as comunicações “mostram um esforço concertado, datado dos primeiros dias do programa do 737 MAX, para esconder informação crítica dos reguladores e do público”.

A FAA, o regulador da aviação nos EUA, disse que “qualquer deficiência potencial identificada nos documentos foi tratada”. No entanto, admite que o tom e o conteúdo das mensagens são decepcionantes.

A Boeing está redesenhando o sistema de controle automático, que pode estar entre as causas dos dois acidentes do ano passado.
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O presidente Jair Bolsonaro defendeu mais uma vez ontem (9) uma mudança na forma de cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre os combustíveis. Segundo ele, o tributo deveria ser calculado sobre o valor vendido nas refinarias e não nos postos de combustíveis. O ICMS é um tributo estadual que varia de 25% a 34%, no caso da gasolina, sobre o valor do litro vendido nos postos. A alíquota de ICMS sobre o diesel varia de 12% a 25%, e sobre o etanol de 12% a 34%, segundo a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis). (Foto ilustração)

"O que eu pretendo é fazer com que o ICMS seja cobrado do preço do combustível na refinaria e não no final, na bomba de gasolina, aqui na frente. Hoje em dia, a média do ICMS é 30% do preço da bomba, vamos arrendondar os números. A gasolina está R$ 2 na refinaria, está R$ 5 lá na bomba. Os governadores, como regra, aplicam o ICMS, que é em 30%, no final da linha", disse durante sua live (transmissão) semanal no Facebook. O governo federal tem estudado formas de compensar a alta no preço dos combustíveis, especialmente depois da eclosão da crise envolvendo Estados Unidos e Irã, que teve reflexos no preço internacional do petróleo.

Uma eventual mudança de cobrança, como a sugerida por Bolsonaro, é complexa e teria que contar com o apoio de governadores e do Congresso Nacional. O ICMS sobre os combustíveis representa uma fatia importante de arrecadação tributária dos estados. Durante a live, o presidente disse que a responsabilidade pela alta dos preços não deve recair apenas sobre o Executivo federal e defendeu o que chama de “divisão de responsabilidade”.

"Continuar cobrando [o ICMS] na bomba, isso é um crime com o consumidor, que vem botando na minha conta esse preço alto do combustível. Vamos dividir a responsabilidade. Um combustível mais barato ajuda a transportar tudo mais barato no Brasil. O frete cai de preço, o diesel cai de preço, ajuda todo mundo. Temos que fazer o contrário, em vez de aumentar imposto, vamos diminuir, porque a economia rodando mais, se ganha mais no final da linha".

Venda direta

O presidente também defendeu a possibilidade de venda direta de etanol, pelas usinas, aos postos de combustível. Segundo ele, isso poderia reduzir em cerca de 20 centavos o valor do litro do combustível. Atualmente, essa venda direta é proibida por uma resolução da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A norma estabelece que todo combustível deve passar por empresa distribuidora antes de chegar às bombas.

"Estou trabalhando para que o etanol produzido nas usinas possa ser vendido diretamente para os postos de combustíveis, tire daí do meio do caminho o monopólio, que são as distribuidoras. Às vezes, um caminhão pega o etanol produzido numa usina, anda 200, 300 quilômetros para levar para essa distribuidora, depois volta 300 quilômetros para entregar o etanol do lado dessa usina. O etanol vai chegar mais barato na ponta da linha, vinte centavos [mais barato], é pouco, mas é alguma coisa, estou fazendo minha parte, é o que eu posso fazer.

Um projeto de lei que libera a venda direta está tramitando na Câmara dos Deputados e já foi aprovado pela Comissão de Minas e Energia da Casa, no final do ano passado.
Resultado de imagem para P-33, na Bacia de Campos

Este já é o segundo funcionário terceirizado a serviço da Petrobras que vem a óbito em menos de 24 horas. Desta vez foi um mergulhador profissional que estava prestando serviços a unidade P-33 da estatal.

Conforme publicou nesta quinta-feira (9) o site Click Petróleo e Gás faleceu o mergulhador Graciano Elvys Silva, com 41 anos na Bacia de Campos.

De acordo com as informações preliminares obtidas pelo portal Clique Diário e endossadas pelo Sindipetro NF, o funcionário que estava em operação próxima unidade da Petrobras havia jantado por cerca das 19 h da quarta-feira (08) e próximo da meia-noite, acabou executando um mergulho.

Logo depois de emergir, ele se queixava que estava passando mal, desmaiando logo em seguida.

Elvys obteve socorro imediato, inclusive usando métodos de massagem cardíaca e um desfibrilador, mas o funcionário não suportou e acabou falecendo no local.

Elvys estava no barco Pardela e fazia serviço na P-33. O Sindipetro NF (Sindicato dos Petroleiros) do Norte Fluminense informou que está prestando solidariedade à família e que participará da Comissão de Investigação do Acidente
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O Lote Piracicaba-Panorama (Pipa), no Estado de São Paulo, a maior concessão de rodovias já feita no Brasil, com 1.273 km, foi conquistado nesta última quarta-feira (8) pelo Consórcio Infraestrutura Brasil (Pátria e o Fundo Soberano de Cingapura) .

A oferta do consórcio vencedor teve ágio de 7.209% sobre a outorga mínima, no valor de R$ 1,1 bilhão. O leilão foi feito pelo Governo do Estado de São Paulo.

A concessão de 30 anos prevê investimentos que somam R$ 14 bilhões para a infraestrutura rodoviária que atravessa São Paulo desde a região de Campinas até o extremo oeste do Estado, na divisa com o Mato Grosso do Sul. Cerca de R$ 1,5 bilhão serão aportados já nos dois primeiros anos da concessão.

A Ecorodovias participou do certame, mas ofereceu metade do valor de outorga em relação ao consórcio vencedor. Arteris e CCR não participaram da disputa.

A assinatura de contrato e início de operação estão previstos ainda para o primeiro semestre de 2020.

O lote Piracicaba-Panorama é composto pela malha de 218 km, atualmente operada pela concessionária Centrovias, do Grupo Arteris, além de 1.055 km operados pelo DER-SP.

Receberão investimentos trechos das rodovias SP-304, SP-308, SP-191, SP-197, SP-310, SP-225, SP-261, SP-293, SP-331, SP-294, SP-284 e SP-425,  sendo 62 municípios cortados por essa malha.

Entre as intervenções previstas estão 600 quilômetros de duplicações e novas pistas (contornos urbanos). Também haverá faixas adicionais e vias marginais, entre outras obras. Serão implantados, ainda, acostamentos, novos acessos e retornos, recuperação de pavimento, passarelas e ciclovias.

O projeto estabelece que a cada quatro anos sejam realizadas revisões que possam adequar novos investimentos nas pistas. Assim, poderão ser antecipados ou feitos novos investimentos, como duplicações e faixas adicionais de acordo com a avaliação de novas demandas.
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Depois de um ano marcado por incertezas, o Comando da Marinha permitiu a contratação de quatro novas fragatas para sua esquadra. A assinatura do contrato com o consórcio Águas Azuis, liderada pela empresa alemã Thyssenkrupp e pela EMBRAER, está sendo finalmente agendada para a segunda quinzena de fevereiro, conforme apurado pelo Valor com fontes militares.

Segundo a DefesaNet, o projeto “Classe Tamandaré”, que deve consumir até USS 2 bilhões de dólares, teve dois avanços cruciais nas últimas semanas, No fim de novembro, o Tribunal de Contas da União (TCU) rejeitou o pedido cautelar e arquivou denúncia apresentada pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânica e de Material Elétrico de Pernambuco. Os ministros do órgão de controle não detectaram irregularidades nos procedimentos de contratação.

Em seguida, no dia 13 de dezembro, o presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que abre um crédito suplementar de RS 4,25 biIhões para aporte da União na Empresa Gerencial de Projetos Navais (EMGEPRON), ligada à Marinha. Esse arranjo contábil permite contornar o teto de gastos e não tem impacto imediato no resultado primário do governo federal.

A capitalização de empresas públicas está fora da regra que impede o crescimento das despesas orçamentárias. Paralelamente, o gasto primário do Tesouro Nacional com um aumento do aporte neste ano, volta como superávit de estatais, porque ainda não há pagamento da EMGEPRON para o consórcio.

Uma capitalização de RS 2.5 bi estava prevista na lei orçamentária de 2019, mas foi suspensa com o decreto de contingenciamento em maio. Sem nenhum argumento, pelo menos inicial, a diretoria da EMGEPRON temia firmar o contrato e depois ser responsabilizada juridicamente em caso de falta de recursos para os pagamentos. O plano de realizar uma cerimônia de assinatura no Dia do Marinheiro, 13 de dezembro, teve que ser abortado.

A elaboração do projeto executivo para as fragatas deve durar cerca de um ano. Elas são construídas no estaleiro Oceana, em Itajaí (SC), com 31,6% do conteúdo local para o primeiro navio e média de 41% para as demais unidades da série.

O cronograma de entrega das embarcações vai de 2024 a 2028. De alta capacidade tecnológica, esses navios tem grande poder de combate. O objetivo é controlar as águas jurisdicionais brasileiras e a zona econômica exclusiva, que totaliza mais de 4, 5 milhões de quilômetros quadrados e conhecida como “Amazônia Azul”, incluindo os campos do pré-sal. As fragatas (?) vão se incumbir de protegê-las contra eventuais ameaças, garantir proteção ao tráfego marítimo e fazer operações de busca e salvamento, além de contribuir em missões de paz e ajuda humanitária.

Nota DefesaNet – O nome original do Progrma era “Corveta Classe Tamandaré” Com a escolha do projeto do Consórcio Águas Azuis com a MEKO 100 com um deslocamento de cerca de 3.500 t a coloca na classe de fragatas. Assim sutilmente a MB deixou de mencionar a classe Corveta e posteriormente nomear pela classe correta que será a de Fragata.

O consórcio Águas Azuis é formado pela Thyssenkrupp Marine Systems, pela EMBRAER Defesa & Sefgurança e pela ATECH, subsidiária do Grupo EMBRAER. Os vencedores da concorrência foram anunciados em maio. Outros dez consórcios havianm manifestado interesse. Há previsão de transferência de conhecimentos técnicos e expertise, com acesso amplo e direito de uso de tecnologias, na forma de licenças gerais.

Os envolvidos no projeto “Classe Tamandare” estimam a geração de mil empregos diretos e quatro mil postos de trabalho indiretos. A ideia é usá-lo como ponta de lança para desenvolvimento de um novo cluster naval dual (militar e civil) em Itajaí, que viveu um período de euforia na virada da última década, com os estaleiros em plena atividade. O próprio comandante da Marinha, AEsq Ilques Barbosa Junior, realizou no dia 20 de dezembro a primeira reunião de governança estratégica do projeto.

Participaram do encontro, no Rio de Janeiro, os presidentes de todas empresas envolvidas: Rolf Wirtz (Thyssenkrupp), Jackson Schneider (EMBRAER Defesa e Segurança), Edson Mallaco (ATECH), e o Vice-Almirante Edésio Teixeira Lima Junior (EMGEPRON).

Atualmente, a Marinha tem 11 navios escolta, sendo oito deles com 40 anos de idade. Além das embarcações ficarem obsoletas, os gastos com itens sobressalentes se tornam mais caros.
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A Eneva adquiriu sete grupos geradores a gás fabricados pela Caterpillar e distribuídos pela Sotreq, totalizando a geração de 3,45MW de energia. Eles irão atuar na exploração de gás do Campo do Azulão, no Amazonas. O gás explorado deve abastecer uma termelétrica com capacidade de gerar 117 megawatts de energia, o equivalente ao consumo de 70% do Estado de Roraima.

O projeto será integrado à UTE Jaguatirica II, em Roraima. Após liquefeito e estocado no Azulão, o gás será transportado em caminhões-tanque criogênicos por mais de mil quilômetros para a UTE Jaguatirica II, perto de Boa Vista. A energia gerada será interligada à rede de transmissão elétrica.

Nesta fase de implementação, os geradores serão a única fonte de energia disponível para a Eneva trabalhar no Campo do Azulão. “Lá é o que chamamos de planta para operação em ilha, ou seja, sem conexão à rede de energia. A confiança depositada na Sotreq para gerir o projeto e na tecnologia Caterpillar é total”, explica Lucas Monteiro, gerente comercial de aplicações a gás da Sotreq. “Os geradores são dedicados ao processo de liquefação do gás. A disponibilidade de nossa planta de geração é preponderante para manter o projeto integrado em pleno funcionamento”, salienta.

Gerador a gás linha alemã

Os geradores a gás fornecidos pela Sotreq virão da fábrica da Caterpillar na Alemanha e serão os primeiros do tipo (linha CG260) na América do Sul. “A gente tem um bom desafio. Confiamos muito na tecnologia. Esta linha de gerador possui centenas de referências em outros continentes e sabemos que pelo alto nível tecnológico, terá um grande espaço em nosso mercado”, diz Lucas.

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O ministro da Energia dos Emirados Árabes Unidos disse que não vê risco imediato à passagem de petróleo pelo vital Estreito de Ormuz, depois que o Irã atacou bases que abrigam forças norte-americanas no Iraque.

Autoridades iranianas disseram que os ataques com mísseis foram uma resposta ao assassinato de sexta-feira do comandante iraniano Qassem Soleimani em Bagdá.

A situação não é uma guerra, e não deve haver exageros sobre o que está acontecendo agora, disse Suhail al-Mazrouei nos bastidores de uma conferência em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, produtora da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

“Não vamos ver uma guerra”, acrescentou. “Esta é definitivamente uma escalada entre os Estados Unidos, que são aliados, e o Irã, que é um vizinho, e a última coisa que queremos é mais tensão no Oriente Médio”.

Os preços do petróleo operavam em leve queda nesta quarta-feira, após uma alta inicial, bem abaixo da máximas atingidas na véspera, um dia frenético para o mercado após os ataques com mísseis elevarem expectativas de um conflito crescente e uma possível interrupção dos fluxos de petróleo.

O ministro do Petróleo do Irã, Bijan Zanganeh, afirmou na quarta-feira, segundo a agência semi-oficial de notícias ISNA, que Teerã estava se beneficiando do aumento dos preços do petróleo. Ele também pediu aos Estados Unidos que deixem a região.

“A tendência dos preços do petróleo é de alta e isso beneficia o Irã. Os americanos devem parar de perturbar a região e deixar o povo da região viver”, disse Zanganeh.

O secretário-geral da Opep, Mohammed Barkindo, disse na conferência em Abu Dhabi que instalações de petróleo no Iraque, o segundo maior produtor da Opep, estão com a segurança garantida e que a produção continua.

Ele disse que há uma capacidade ociosa global da indústria de petróleo em torno de 3 milhões a 3,5 milhões de barris por dia (bpd), a maior parte detida pela Arábia Saudita, principal produtor da Opep.
Resultado de imagem para Brasileiro morre após ingerir etanol em plataforma da Petrobras

De acordo com informações da Veja, um brasileiro morreu durante a travessia da China para o Brasil da plataforma P-70 da Petrobras. Segundo funcionários da estatal, um trabalhador de uma empresa terceirizada, a holandesa Boskalis, morreu a bordo por intoxicação – outros cinco também passaram mal, mas foram socorridos.

“Houve uma comemoração e, aparentemente, algumas pessoas ingeriram álcool, etanol mesmo, e um acabou falecendo”, relatou uma fonte a revista. A Petrobras confirmou oficialmente as informações, dizendo que está “garantindo toda assistência”.

Na hora do incidente, a plataforma navegava em águas internacionais, mas teve de fazer um desvio na altura de Durban, na África do Sul, para que as pessoas intoxicadas fossem atendidas por médicos que chegaram à embarcação de helicóptero. Segundo a Petrobras, o quadro delas é estável.

A P-70 é uma plataforma flutuante de produção, estoque e transferência de petróleo que será instalada no pré-sal da Bacia de Santos. A unidade tem capacidade de produzir 150.000 barris de óleo e 6 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. A P-70 foi construída num estaleiro em Qinqdao, na China.

A estatal contratou uma empresa para realizar o transporte da P-70 da China ao Brasil. O método de transporte contratado foi o dry tow (reboque seco), o que significa que ela foi não conduzida por rebocadores oceânicos, mas por um navio semi-submersível para transporte de carga pesada.

A plataforma pesa 78 mil toneladas, o que corresponde a 220 boeings 747. Segundo a Petrobras, essa modalidade reduz em cerca de 40 dias o tempo de viagem da China ao Brasil.

A estatal informou que o incidente “não impactou” o cronograma de implantação da P-70.