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Símbolo da força do polo naval brasileiro, o estaleiro Rio Grande (RS), da Ecovix, está com objetivos traçados para superar os momentos de dificuldade que viveu no passado recente.

A empresa, como se sabe, está em processo de recuperação judicial. A expectativa é de que o plano – já aprovado pelos credores – seja homologado pela Justiça até o final do ano. Enquanto isso, a prospecção de novos contratos não para. “Estamos buscando, basicamente, dois tipos de negócios: a construção de novas embarcações com armadores que tenham este interesse; e o reparo de grandes embarcações, principalmente FPSOs e semi-submersíveis”, revelou o coordenador de engenharia da Ecovix, Guilherme Dornelles.

Com este foco em mente e procurando por contatos, a companhia está participando da Feira Marintec South America, que se encerra nesta quinta-feira (16), no Rio de Janeiro. “O estaleiro tem capacidade de docar até dois navios, simultaneamente. É também o único dique no Brasil que consegue docar semi-submersíveis”, acrescentou.

 Quanto à plataforma P-71, cuja encomenda foi cancelada pela Petrobrás, a Ecovix ainda busca um parceiro para dar continuidade à obra. “Ele é o nosso principal ativo de comercialização”, concluiu.

Qual está sendo o foco da Ecovix na feira?

Nós já havíamos participado da feira no ano passado e foi muito bom. Conseguimos alguns contatos muito bons, principalmente de armadores interessados em reparos e construção de navios um pouco menores. Não fechamos nada de concreto, mas conseguimos trabalhar bastante em volta disso. Então, como esse ano nós estamos com nosso processo de recuperação judicial aprovado e estamos caminhando para homologação dele. Acreditamos que nesse ano nós teremos mais condições de fazer negócios. Por isso, estamos na feira este ano para, novamente, colocar o nome da Ecovix no mercado e tentar atrair esses clientes de reparo e construção.

Poderia detalhar um pouco o planejamento da empresa para o futuro?

O estaleiro é capaz de produzir qualquer tipo de embarcação. Pelas dimensões do próprio estaleiro, os navios de grande porte são mais atraentes. Por ser grande, o custo associado é relativamente grande também. Perdemos um pouco de competitividade em embarcações menores devido ao tamanho da nossa estrutura.

Estamos buscando, basicamente, dois tipos de negócios: a construção de novas embarcações com armadores que tenham este interesse; e o reparo de grandes embarcações, principalmente FPSOs e semi-submersíveis. Somos o único dique no Brasil livre para fazer este tipo de negócio. O estaleiro tem capacidade de docar até dois navios, simultaneamente. É também o único dique no Brasil que consegue docar semi-submersíveis.

Em relação ao casco da P-71, qual será o próximo passo para dar prosseguimento a este projeto?

Esta é outra oportunidade que temos. O casco da P-71, que foi construído para a Petrobrás, está 100% fabricado e quase 40% edificado no dique. A Ecovix busca algum tipo de parceiro que queira dar continuidade a essa obra. Temos a liberdade para comercializar esse ativo para outro armador.
Nós seguimos buscando um armador que tenha interesse. Ele é o nosso principal ativo de comercialização. A plataforma está com um andamento bem forte.

O senhor mencionou a busca de contratos de reparo de FPSOs, que parece ser um mercado bem promissor. Como anda esta frente de negócio?

Nós acreditamos que é um mercado bastante promissor. Basicamente, este é o tipo de plataforma que está sendo construída e operada no Brasil. Então, acreditamos que é um setor bastante promissor. Dada as dimensões do nosso dique seco e estaleiro, é um mercado onde temos grandes chances de conseguir alguma coisa num futuro bastante próximo.

A empresa olha para outros mercados fora de óleo e gás? Existe algo à vista?

Existe sim. Como mencionei, o estaleiro está capacitado para qualquer tipo de construção. Então, estamos atrás de qualquer tipo de armador, não necessariamente de óleo e gás, para conversar. O estaleiro foi construído para trabalhar com qualquer tipo de construção.
Gostaria que o senhor falasse um pouco também da fase atual do plano de recuperação judicial.

O plano de recuperação judicial foi aprovado pelos credores, no final de junho. Agora, estamos aguardando a homologação da Justiça para que possamos dar continuidade a ele.

Existe alguma previsão de quando isso acontecerá?

Prazo não temos, até porque não existe [prazo] para este tipo de coisa. Mas acreditamos que antes do final do ano teremos a homologação.
A homologação será importante para que o estaleiro ande a passos mais largos?

O processo de recuperação judicial não impede o estaleiro de trabalhar. Muito pelo contrário. Mas, a grande vantagem de termos o plano aprovado e, em breve, homologado, é que passamos mais segurança ao mercado. O estaleiro nunca esteve impedido de trabalhado. Mas, com o plano aprovado, passamos mais credibilidade e força maior para o mercado.



Por Davi Souza
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O litro da gasolina nas refinarias passará a custar R$ 1,9810 a partir desta sexta-feira (17), um aumento de 0,5% em relação ao preço de R$ 1,9711 cobrado hoje.

O reajuste consta da página da Petrobras na internet e indica que o preço do óleo diesel, congelado até 1º de dezembro, como parte do acordo que levou ao término da greve dos caminhoneiros, continuará em R$ 2,0316, embutindo a subvenção concedida pelo governo quando das negociações com os grevistas.

Este é o quarto aumento consecutivo concedido pela estatal para o preço médio da gasolina nas refinarias, antes, portanto, da incidência de impostos e das margens de comercialização dos revendedores. No último dia 10, o preço do litro da gasolina nas refinarias estava em R$ 1,9002.

O anúncio do novo aumento acontece um dia depois de a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) ter divulgado a aprovação da minuta de resolução sobre transparência na formação de preço dos combustíveis, biocombustíveis e gás natural para os órgãos públicos e para o público geral.
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O ano de 2018 deve ser o último de crise para a indústria naval brasileira, na opinião do gerente do departamento de Gás, Petróleo e Cadeia Produtiva do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luiz Marcelo Martins Almeida. Ele acredita que as empresas petroleiras vão retomar os investimentos em embarcações para fazer frente aos projetos adquiridos nos leilões do últimos anos e também porque estão mais fortalecidas financeiramente com a alta da cotação do petróleo.

Almeida conta que há 77 financiamentos ao setor naval ativos atualmente, que somam R$ 19,5 bilhões. Porém, são contratos antigos em sua maioria. Até a crise, a grande dificuldade dos estaleiros para levantar dinheiro com o banco público estava na oferta de garantia. "Não tem encomenda e não vejo no horizonte uma encomenda robusta", disse o gerente do BNDES a uma plateia de executivos do setor, durante o evento Marintec South America, no Rio.

No futuro, com uma possível retomada dos investimentos, "os demandantes podem apresentar garantias" no lugar dos estaleiros, acrescentou Almeida, em sua palestra.
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 Eletrobras vai reabrir o Plano de Demissão Consensual (PDC) neste segundo semestre. O presidente da companhia, Wilson Ferreira Júnior, disse ontem (15) que na primeira etapa houve a adesão de 736 empregados, avaliada por ele como baixa diante da expectativa de alcançar entre 2500 a 3000 profissionais do quadro da empresa.

Segundo o presidente, esse efetivo é para fazer frente a uma saída de pessoas da área administrativa, resultado de programas desenvolvidos para organização interna, incluindo a redução de cargos que tinham funções semelhantes.

“Isso explica um pouco porque foi menos. Um motivador das pessoas sair é não ter o que fazer, hoje elas têm o que fazer, na medida em que se for implantando [os programas] vai ficando mais claro para as pessoas e se faz a opção. Por isso, estamos esperando uma segunda janela neste segundo semestre”, disse.

Segundo o presidente, a data de início da nova etapa será anunciada nos próximos dias e não haverá mudança na lista de benefícios, que ele identifica como um bom incentivo. “É o mesmo plano que será reaberto com as mesmas condições e mesmos benefícios. Não vai melhorar nenhum benefício”, disse.

A empresa propôs no PDC o pagamento da multa do FGTS, somado ao aviso prévio correspondente a três salários do empregado, mais 50% relativos à soma dos valores da multa e do aviso prévio, além de cinco de plano de saúde.

Na visão do presidente, entre as razões da baixa adesão está a avaliação de que o momento da economia e do mercado de trabalho não é propício. Segundo ele, para os que pretendem continuar com uma vaga de emprego fora da empresa, com o panorama atual, seria difícil uma realocação. Apesar disso, Ferreira Júnior acredita que a situação pode alterar com a retomada da economia e se houver uma perspectiva mais efetiva de Reforma da Previdência.

“Estamos esperando ter uns fatos que mobilizam as pessoas, entre elas, a entrada dos sistemas, ativar o Centro, as pessoas que estão em idade de aposentadoria e as reformas ficarem mais evidente que vão acontecer, os debates [da campanha eleitoral] vão levar a isso”, observou.

Pelos cálculos da empresa, a adesão dos 736 empregados representa economia anual para a Eletrobras de R$ 231 milhões. O presidente inseriu a questão de pessoal em uma das evoluções do Plano de Desafios para o período 2021/22.

Leilão de distribuidoras

Sobre a venda das distribuidoras da Eletrobras, Wilson Ferreira Júnior disse que o leilão está mantido para o dia 30 de agosto, ainda que a votação do projeto de lei que trata do assunto não seja concluída no Senado até esta data. O presidente está confiante na aprovação do projeto no Senado, como ocorreu na Câmara. “Estou positivo com relação ao leilão”, pontuou.

Até o momento, a única distribuidora leiloada foi a Companhia Energética do Piauí (Cepisa), cuja venda ocorreu no dia 26 de julho. No próximo dia 30, está previsto o leilão das distribuidoras: Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre), Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron), Boa Vista Energia, e Amazonas Distribuidora de Energia (Amazonas Energia).

Segundo o presidente, a dívida das distribuidoras assumida pela Eletrobras é de R$ 11,2 bilhões. Ele ressaltou que o importante é a empresa não continuar aplicando recursos nas distribuidoras, que não têm bom rendimento, pela falta de capacidade de investimentos da companhia. Já com relação ao PL de privatização da Eletrobras, o executivo acha que a tarefa ficará para o próximo governo.

Custos

Ainda na área de redução de gastos, o executivo anunciou que a empresa vai inciar no dia 7 de setembro a mudança da sede, que atualmente funciona na Avenida Presidente Vargas, no centro da cidade para um outro na esquina das ruas da Quitanda com Conselheiro Saraiva, na mesma região. Com isso, a companhia que, incluindo a sede, há dois anos, usava seis endereços diferentes no Rio, passará a se instalar em apenas dois. “Nós gastávamos R$ 3 milhões por mês com aluguel e vamos gastar R$ 1 milhão. Serão R$ 24 milhões por ano de economia”, disse.

Angra 3

O presidente disse ainda que o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) montou um grupo para debater até o final de setembro a retomada das obras de Angra 3. Ele adiantou que será reavaliado o valor da tarifa que pode ser cobrada para a geração da energia pela unidade e, com base nisso, procurar novos investidores. “[ O grupo] vai dizer: nós entendemos que essa tarifa é a adequada para a nova estrutura de capital. Está dentro do padrão internacional e vai gerar um benefício”, contou. “[A decisão] não deve ser pautada por opiniões. Só tem técnicos especialistas e vai sair o melhor que pode sair”, completou.


Por Cristina Indio do Brasil
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A Polícia Federal deflagrou nesta última quarta-feira (15) a segunda fase da Operação Rosa dos Ventos, para apurar crimes de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo sonegação fiscal de R$ 5 bilhões em distribuidoras de combustível na região de Campinas (SP).

Agentes da PF cumprem seis mandados de busca e apreensão e cinco de prisão nas cidades de Campinas e São Paulo. Todos os mandados foram expedidos pela Justiça Federal de Campinas.

Esta fase da investigação começou com a análise do material apreendido na primeira fase, quando policiais federais encontraram indícios de que os investigados teriam um esquema envolvendo corrupção de um agente público, evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

Primeira etapa

A primeira fase da Operação Rosa dos Ventos foi deflagrada há um ano, depois da fiscalização da Receita Federal constatar sonegação fiscal em uma distribuidora de combustíveis de Paulínia (SP). Foram investigados, naquele inquérito policial, crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro e falsificação de títulos públicos.

Levantamentos feitos na apuração apontaram um prejuízo de R$ 5 bilhões em impostos sonegados e multas que deixaram de ser pagas pelos investigados e suas empresas, conforme créditos tributários constituídos definitivamente em tributos federais e estaduais.

Os investigados responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e crimes contra a ordem tributária, com penas de 2 a 12 anos de prisão e multa.
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O presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, Manoel de Queiroz Pereira Calças, suspendeu a decisão judicial que determinava a paralisação das obras da Linha 17-Ouro do Metrô, o monotrilho da zona sul. A decisão, de junho, havia sido obtida pelas Construtoras Andrade Gutierrez, CR Almeida, Scomi Engenharia e MPE, que reclamavam de dívidas do Metrô com as empresas.

Em sua decisão, Calças considerou que o valor da dívida, R$ 11 milhões, era baixo diante do valor total do contrato, R$ 1,4 bilhão em valores de 2010. O valor reclamado pelas empresas é resultado da falta de correção monetária dos contratos, segundo as empresas de engenharia.

O presidente do TJ considerou ainda que a paralisação da obra por um período prolongado traria mais prejuízos, tanto para o Metrô quanto para a sociedade. “É fato notório que a paralisação do contrato provocará o retardamento da entrega da obra - que, diga-se de passagem, já está bastante atrasada -, em detrimento da expectativa de expansão do serviço público de transporte metroviário à população”, escreveu Calças. “Como convincentemente exposto no pedido inicial, se mais atrasos ocorrerem na entrega da linha 17-Ouro, o requerente não terá como cumprir o contrato já firmado de concessão para a exploração dessa mesma linha, o qual prevê penalidades pela não entrega do "Trecho 1" da Linha 17 - Ouro para início das operações no ano de 2020”, afirmou em sua sentença.

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A construtora Andrade Gutierrez informou que não iria comentar a decisão. A decisão pela retomada da obra não interfere nas discussões sobre o pagamento da dívida com as empresas, que ainda segue em análise na 5.ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo.

O contrato alvo da decisão é o chamado “contrato principal” do monotrilho, que inclui a instalação das vigas e o fornecimento dos trens. A construção das estações do monotrilho está sendo tocada por outro consórcio, liderado pela empresa Tiisa, após Metrô, Andrade Gutierrez e CR Almeida suspenderem os contratos originais. As empresas procuraram a Justiça para sair da empreitada, sob argumento de que o Metrô vinha atrasando a entrega de projetos e cometendo erros. O Metrô, por sua vez, alegou que as empresas haviam abandonado os canteiros e determinou o rompimento do acordo.

Por Bruno Ribeiro
A Pré-sal Petróleo (PPSA), estatal responsável por representar a União nos contratos de partilha, poderá dobrar o seu quadro de funcionários no próximo ano, em meio ao crescimento do número de contratos no pré-sal, disse o diretor de Gestão de Contratos da companhia, Hercules Silva.

O objetivo é realizar um concurso público para a contratação de 50 funcionários em 2019, segundo o executivo, que não entrou em detalhes sobre as vagas.

Atualmente, a empresa conta com 44 empregados, sendo 30 em cargos comissionados e 14 empregados temporários de dois anos, cujo concurso ocorreu no fim de 2017.

Os planos para o aumento do número de empregados, de acordo com Silva, ocorre em um momento em que o volume de trabalho da PPSA vem crescendo, devido ao avanço da produção de petróleo na província e à assinatura de novos contratos de partilha de produção.

“Já temos sete contratos de partilha assinados e outros três para assinar neste ano”, disse Silva, durante apresentação de palestra em evento do setor naval Marintec South America.

Os três contratos por assinar são referentes à quarta rodada de ofertas de blocos no pré-sal sob regime de partilha, realizada em junho. Uma quinta rodada do pré-sal está prevista para ocorrer em setembro.

Além de gerir os contratos, a PPSA é responsável por comercializar o petróleo da União e realizar contratos de unitização.

O diretor frisou que os poços contidos dentro do polígono do pré-sal estão entre os mais produtivos do mundo e reiterou que a área de Libra, a primeira a ser licitada sob regime de partilha, atingiu produção de 40 mil barris de petróleo por dia em apenas um poço.

Em junho, o único poço de Libra foi o maior produtor de petróleo do Brasil, com 40,975 mil barris de petróleo por dia, segundo a reguladora ANP. O segundo maior foi um poço do campo de Lula, com 33,712 mil bpd.
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O líder do PR, deputado José Rocha, o prefeito de Caetité Aldo Gondim e geólogos anunciaram em primeira mão ao presidente Michel Temer a descoberta de uma nova província mineral na Bahia com reservas de minério de ferro, manganês, cobre, zinco, bauxita, grafeno e fosfato, entre outros minerais, durante audiência no Palácio do Planalto no início da noite de segunda (13).

O geólogo João Carlos Cavalcanti, que realizou pesquisas durante mais de uma década, afirmou que as reservas são maiores que as de Carajás, no Pará.

Segundo o geólogo, a Província Mineral do Vale do Paramirim se estende por cerca de 12 mil km² nas regiões sudoeste e oeste da Bahia e está concentrada em mais de 32 municípios, como Caetité, Brumado, Paramirim, Igaporã, Ibipitanga, Macaúbas, Lagoa Real, Matina, Riacho de Santana e Tanque Novo, entre outros.

O presidente já orientou o Ministério de Minas e Energia para que analise os estudos realizados e encaminhe providências que permitam a exploração da nova província mineral. 
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O ex-deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ) reduziu em oito meses a pena de 14 anos e seis meses de prisão estabelecida pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). Ele conseguiu diminuir a pena após realizar cursos à distância, resenhas de livros e trabalho dentro dentro da cadeia.

Por conta disso, como informa o jornal “O Globo”, a defesa do ex-parlamentar entende que ele já cumpriu um sexto da pena, solicitando a progressão para o regime semiaberto.

Cunha fez curso de mestre de obras, agricultura e espanhol, todos no Instituto Universal Brasileiro, especializado em ensino profissionalizante à distância. Cada 12 horas de curso conta um dia a menos na pena.

Já na biblioteca da prisão, o ex-deputado escreveu resenhas de livros como "O estrangeiro", de Albert Camus. Cada livro lido reduz dois dias na pena.

Entre os trabalhos feitos na penitenciária, ele realizou entrega de quentinhas aos presos no Complexo Médico Penal, no Paraná, onde ele está desde outubro de 2016.

Recorda-se que Eduardo Cunha foi condenado pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Apesar do pedido da progressão da pena para o semiaberto, Cunha não poderá deixar a cárcere, pois há contra ele outros dois mandados de prisão.
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Para a alegria de todos nós a OSM acaba de abrir várias vagas offshore para contratação imediata em várias funções

A OSM vem contratando com frequência profissionais offshore do setor marítimo para inicio imediato, mas para isso o candidatos às vagas precisam apresentar todos os cursos e treinamentos dentro da data de validade, principalmente os treinamentos da área marítima. A empresa é reconhecida mundialmente pela excelência operacional das suas atividades, então não espere um processo seletivo simples.

Vagas e Requisitos:

Para envio do currículo e todas as orientações das vagas, continuem lendo toda a matéria, onde estaremos aqui detalhando as informações para vocês. Vale ressaltar que todos devem ter formação e capacitações nas áreas descritas:

Rádio Operador
Mestre de Cabotagem
Eletricista Offshore
Operador de Produção
Técnico em Automação
Operador de Utilidades
Instrumentista

Como enviar o currículo:

Não cometam os mesmos erros dos apreçados que, vendo uma vaga de emprego vão enviando o currículo esquecendo que o recrutador as vezes tem apenas um minuto para ler o currículo e decidir se aquele candidato é o melhor para à vaga. Então antes de enviar seu currículo faça uma revisão miuciosa para evitar erros absurdos como os de português e formatação que deixo o documento chato de ler. Candidatos(as) que se encaixam ao perfil das vagas. Favor enviar o currículo no corpo do e-mail para: recrutamento.rio@osm.no. O Recursos Humanos informa que a um pequeno problema no e-mail mais eles já estão resolvendo,

Plataforma que foi construída na China, acaba de chegar no estado gaúcho para finalizações operacionais e começará a operar no final deste ano.

O FPSO P-75 acaba de chegar de uma viagem de longo curso da China, de ele foi construído até a enseada do Rio Grande para a finalizações da unidade, sob encomenda da Petrobras. A plataforma explorará petróleo e gás natural na Bacia de Santos, no setor litorâneo de São Paulo. Com esta, será a sexta vez que o estado finaliza uma plataforma, as anteriores foram:  P-53, P-55, P-58, P-63 e P-74.

Mas diferente de todas as outras unidades, a P-75 não atracará no estaleiro simplesmente porque o caís do Rio Grande não suporta plataforma deste porte, tudo terá que ser feito offshore mesmo ( isto explica porque algumas empresas metalmecânica tem estado contratando offshore nas últimas semanas). A principio, esta plataforma finalizada no Estaleiro QGI, mas por problemas contratuais com a Petrobras, as obras acabaram sendo canceladas por divergências, mas as influencias locais e políticas da região acabaram tendo exito e os processos finais ficaram por aqui mesmo.

A P-75 foi construída no Estaleiro de Cosco, na cidade chinesa chamada de Dalian. Ela saiu do estaleiro em maio rumo ao Brasil e neste momento, está na entrada do Porto. A Receita Federal está inspecionando a unidade bem agora.

A previsão de operação será em dezembro, com capacidade de produção de 150 mil barris de petróleo e 6 milhões m³ de gás diariamente. Quando indagada por jornalistas, a Petrobras não quis responder por qual razão a P-75 não foi construída no Brasil e número de empregos gerados no Rio Grande.

Vale ressaltar que a P-77 está para chegar ao estaleiro QGI também, sob encomenda da Petrobras em dezembro. A industria Naval Brasileira já empregou mais de 20 mil colaboradores no Rio Grande, de acordo com o sindicato regional, hoje este número está em 250 pessoas.


O futuro da Petrobras tem sido um tema recorrente - e controverso - dentro do debate eleitoral. Levantamento do Valor mostra que, entre os 13 candidatos à Presidência confirmados nas convenções partidárias, a maioria é contra a privatização da companhia: ao menos sete dos presidenciáveis já se pronunciaram de forma mais enfática contra a desestatização.

Cinco candidatos adotam um discurso menos estatizante. Jair Bolsonaro (PSL), Geraldo Alckmin (PSDB), Álvaro Dias (Podemos), Henrique Meirelles (MDB) e João Amoêdo (Novo) pregam um destino mais pró-mercado para a Petrobras, embora não apresentem um discurso uniforme. No grupo há quem descarte a venda do controle, mas defenda a alienação de seus ativos. Outros são a favor ao aumento da participação do capital privado na petroleira.

Na lista dos presidenciáveis contrários à desestatização da empresa estão, em sua maioria, nomes atrelados aos partidos de centro e da esquerda, como Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede), Guilherme Boulos (Psol), Vera Lúcia (PSTU) e João Goulart Filho (PPL). Cabo Daciolo (Patriota), posicionado à direita do espectro ideológico, mas de perfil nacionalista, também é contra a venda da estatal.

O Valor não encontrou registros recentes sobre a posição de José Maria Eymael (DC). No debate eleitoral de 2014, porém, ele já havia se manifestado contrário à desestatização da empresa. Este ano, Eymael comentou, em seu perfil oficial no Facebook, sobre a crise em torno da política de preços da Petrobras, durante a greve dos caminhoneiros, e fez críticas ao aos reajustes diários, que, segundo ele, impedem "qualquer planejamento financeiro, fragilizando as famílias, os caminhoneiros e sucateando os revendedores".

A privatização é um tema recorrente na corrida eleitoral, mas o debate sobre o papel social da Petrobras ganhou novos contornos desde maio, quando a greve dos caminhoneiros alçou a política de preços dos combustíveis praticada pela companhia ao centro das contestações da opinião pública. Durante a paralisação, praticamente todos os candidatos se colocaram contra a política de preços da empresa, que prevê reajustes diários, de acordo com a variação do dólar e dos preços internacionais do petróleo e derivados.

Preso em Curitiba (PR), Lula pode ter sua candidatura barrada pela Lei da Ficha Limpa, por ter sido condenado em segunda instância a 12 anos e um mês de prisão por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo justamente contratos da Petrobras com a empreiteira OAS. O discurso nacionalista de Lula sobre a Petrobras, marca de seu governo na década passada, tem sido reforçado em suas redes sociais.

No perfil oficial do Twitter de Lula, é possível encontrar mensagens contrárias ao programa de venda de ativos da estatal, à flexibilização das regras de conteúdo local e ao fim da exclusividade da Petrobras na operação dos campos do pré-sal - a política de nacionalização e a figura do operador único do pré-sal eram duas das principais bandeiras do governo Lula na área de óleo e gás.

"A desvalorização da Petrobras com a venda de empresas controladas, a perda de mercado no Brasil, a opção por se tornar mera exportadora de óleo cru etc etc é dezenas de vezes maior que os alegados R$ 6 bilhões que teriam sido desviados nos casos investigados pela Lava-Jato", menciona uma mensagem publicada no perfil de Lula no Twitter no dia 2 de julho.

Essa também é a tônica dos discursos do candidato Ciro Gomes, que tem prometido, se vencer as eleições, expropriar, "com as devidas indenizações", todas as áreas de partilha da produção licitadas pelo governo Michel Temer depois do fim da operação única da Petrobras no pré-sal e arrematadas por petroleiras estrangeiras. Ele também prometeu "tomar e volta" o campo de Carcará, no pré-sal da Bacia de Santos, vendido pela Petrobras à Equinor (ex- Statoil).

"Vou tomar de volta, pagar a devidas indenizações, porque isso é um patrimônio brasileiro que vamos explorar em real, para dar o resultado disso não para a Noruega, mas para os brasileiros... Petróleo não se privatiza em nenhum lugar do mundo sério", disse o pedetista, ao participar na semana passada do programa Central das Eleições, da GloboNews.

Esse discurso é contrabalançado pelo candidato mais popular nas pesquisas, depois de Lula. Bolsonaro já disse, no início do ano, ser favorável à privatização da Petrobras, desde que mantida a golden share. Na semana passada, ele voltou a admitir a possibilidade de privatizar a estatal, se isso significar combustíveis com um "preço compatível".

"O preço do combustível não pode continuar nesse nível que está. E vimos [na semana passada] um lucro monstruoso da Petrobras. Quem é que faz o preço da Petrobras? Ninguém quer [dar] canetada nenhuma aqui. Será que esse percentual [preço nas refinarias] não pode ser menor um pouquinho? Vamos quebrar a população, o trabalhador, para atender a interesses outros de pagar a dívida da Petrobras? Não há solução mágica para isso... Se não tiver solução eu sugiro privatizar a Petrobras, acabar com esse monopólio estatal", disse, na GloboNews.

Alckmin também já chegou a defender, no início do ano, ser "totalmente favorável" à privatização, mas depois recuou. Atualmente, se diz favorável à venda de ativos da Petrobras, sobretudo os campos maduros do pós-sal e as refinarias, mas que a estatal mantenha sua expertise no pré-sal.

"Defendo que [para] os poços maduros, especialmente os do pós-sal, a gente traga empresas de fora para poder tirar mais petróleo e gás. Isso vai gerar muito emprego no Nordeste, trazer muitas empresas para cá... Defendo quebrar na prática o monopólio do refino, trazer investimento privado, para gente poder ampliar refinaria no Brasil com investimento privado", disse, na GloboNews.

Álvaro Dias defende algo parecido: privatizar o "entorno da Petrobras", em referência aos ativos, e não o controle da companhia em si.

"A Petrobras, em um primeiro momento, eu não privatizaria. Até porque foi tremendamente desvalorizada. É preciso recuperá-la, é preciso retirá-la definitivamente das mãos sujas de corrupção, daqueles que a assaltaram nos últimos anos, a aparelhando partidariamente... Mas nós privatizaríamos o entorno, estabeleceríamos competição: na prospecção, exploração, distribuição, refinarias. É evidente que isso vai dinamizar a Petrobras, sem entregar o seu comando", afirmou, na GloboNews.

Em sua conta no Twitter, Boulos contestou, por sua vez, os desinvestimentos da companhia. Segundo o candidato do Psol, a venda de ativos nada mais é do que uma "privatização branca" da estatal.

Já Marina Silva descarta privatizar a Petrobras, mas adota um tom mais moderado no debate. Ela defende que a gestão da companhia precisa ser feita de uma forma "não dogmática", que considere o papel social da companhia, sem, contudo, ignorar as leis de mercado. Sobre a crise envolvendo a política de preços da estatal, afirmou que a petroleira poderia ter absorvido parte do impacto da variação do preço do petróleo na greve dos caminhoneiros, "mas que o presidente da Petrobras [Pedro Parente] não entendeu o papel estratégico" da empresa.

"É preciso ter uma atitude não dogmática. O Brasil já pagou preço por duas posturas dogmáticas: tanto a dogmática contra o mercado, com a Dilma [Rousseff], quanto a dogmática pró-mercado, como é o caso da Petrobras [atual]. A Petrobras é uma empresa que tem de estar de acordo com as leis do mercado. É uma empresa altamente integrada a cadeias produtivas globais, está sujeita a variação do dólar, mas tinha condições de manejar a situação [aumentos sucessivos dos preços dos derivados]", afirmou na GloboNews.

Meirelles tem defendido a pulverização do capital da Petrobras. "Tem que aumentar o capital privado na Petrobras. A Petrobras tem que ser capitalizada cada vez mais por capital privado, principalmente da Bolsa", disse, em sabatina da Istoé, em junho.

João Amoêdo, por sua vez, tem discursado a favor do "fim das estatais" e "abertura dos mercados". Ele também defendeu a venda das refinarias da Petrobras.
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Foco deixou de ser em biocombustíveis e passou para fontes solar e eólica

Nos últimos cinco anos, a Petrobras não só deixou de fazer investimentos em fontes renováveis como se desfez de quase todos os negócios que tinha na geração de energia limpa, como Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e biocombustíveis. Agora, a estatal ensaia a volta ao segmento renovável, mas com foco em energias solar e eólica.

A estatal vinha priorizando projetos de produção de petróleo, principalmente no pré-sal, por darem retorno mais rápido, tendo como meta a redução de sua dívida, que superava os US$ 100 bilhões em 2014.

No programa de ajustes, a Petrobras lançou um plano de venda de ativos que incluiu projetos de geração de energia e de biocombustíveis.

Em 2008, a estatal chegou a criar uma subsidiária, a Petrobras Biocombustíveis, que tinha o objetivo de diversificar a matriz energética. Chegou à capacidade de produzir até 800 milhões de litros de biodiesel, mas as participações da estatal em usinas foram vendidas.

Mesmo destino teve a subsidiária Brasil PCH. A Petrobras, que investia nela há dez anos, vendeu sua participação de 49% à Cemig.
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Apesar do acordo de leniência assinado com a CGU, a construtora Odebrecht ainda não pode ser contratada pela Petrobras.

Aliás, falta muito para que isso aconteça. Já algumas subsidiárias do grupo podem.
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A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) informou em relatório divulgado nesta última segunda-feira (13) que a demanda do Brasil por petróleo avançou a 2,723 milhões de barris por dia (bpd) em junho, de 2,670 milhões de bpd em igual mês do ano passado. O cartel aponta que isso ocorreu após um mês de maio fraco. "Os ganhos, porém, têm sido em parte ofuscados pela demanda modesta por gasolina, em grande medida como resultado da substituição com etanol.

O grupo de produtores afirma em seu relatório que a demanda do petróleo no Brasil deve seguir inalterada em 2018 e 2019, em comparação com a projeção do mês anterior. O crescimento dessa demanda dependerá da recuperação econômica do País, ressalta. A projeção de crescimento do Brasil neste ano foi ainda revisada pela Opep, de 1,7% antes previstos para 1,6% em 2018, com uma aceleração para alta de 2,1% em 2019.

A Opep calcula ainda que a oferta de petróleo do País deve avançar 150 mil bpd em 2018, apoiada pela produção em novos campos, sobretudo na Bacia de Santos. Em 2019, essa produção deve crescer 390 mil bpd. O cartel aponta ainda no documento que a Petrobras tem se voltado cada vez mais para parcerias internacionais, a fim de impulsionar seus resultados na Bacia de Campos.


Resultado de imagem para Ponte desmorona em Gênova, na Itália, e deixa mais de 20 pessoas mortas

ma parte da ponte Morandi desmoronou em Gênova, no norte da Itália, na manhã desta terça-feira (14), e deixou "dezenas de mortos" e feridos de acordo com o serviço de emergência, citado pela agência italiana Adnkronos e o jornal "Le Reppublica".

Confira as imagens do viaduto que desabou e deixou mortos em Gênova

O diretor da central de emergência 118 Gênova, Francesco Bermano, afirmou que várias pessoas estão sob os escombros da ponte e que feridos já foram levados para um hospital da região. O jornal "La Stampa" afirma que 20 morreram.

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A estrutura, que atravessa a cidade portuária de Gênova, estava a cerca 100 metros de altura. Ela passa por uma área densamente habitada. A maior parte do viaduto caiu no leito do córrego Polcevera, mas trechos enormes caíram nas casas, nos galpões e nas ruas abaixo. O incidente ocorreu após uma forte chuva atingir a região.

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O ministro do transporte de Itália, Danilo Toninelli, afirmou que o colapso da ponte parece "uma tragédia imensa".

A ponte foi construída nos anos 60 e o governo tinha iniciado uma reforma na obra em 2016. Ela tem 1.182 metros de comprimento e 45 de altura.

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Resultado de imagem para gás natural no Brasil Abegás

O consumo de gás natural no Brasil aumentou 6 por cento no primeiro semestre de 2018 na comparação com igual período no ano passado, para 61,3 milhões de metros cúbicos/dia, com impulso da indústria e do segmento automotivo, informou a Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás).

O consumo de gás pela indústria, que responde pela maior parte da demanda entre os segmentos analisados pela Abegás, cresceu 3,8 por cento, para 27,6 milhões de metros cúbicos/dia.

Já o segmento automotivo registrou aumento de mais de 10 por cento, para 5,8 milhões de metros cúbicos/dia.

“Depois de um período de retração da atividade econômica vivida pelo país, o consumo de gás natural segue em crescimento, mesmo com influência da paralisação dos caminhoneiros no final de maio e as paradas durante os jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo, fatores que afetaram a produção industrial”, disse o presidente executivo da Abegás, Augusto Salomon, em nota.

Ele destacou o consumo de Gás Natural Veicular (GNV), dizendo que o crescimento desse segmento tende a ser mais significativo com o aumento da procura pelas conversões de veículos observada a partir da crise de abastecimento de combustíveis líquidos decorrente da paralisação dos caminhoneiros, em maio.

O consumo de GNV no Brasil deverá crescer cerca de 12 por cento em 2018, para uma média de 6,1 milhões de metros cúbicos por dia, disse a Abegás à Reuters na semana passada.

De acordo com o dirigente, o aumento da demanda para geração elétrica a gás natural também foi significativo e sinaliza a importância estratégica de o país alterar o planejamento energético, prevendo a inserção das térmicas a gás natural na base do sistema elétrico para preservar e recuperar os reservatórios hídricos, em vez de apenas no horário de ponta ou em situações de risco hidrológico.

A demanda para a geração elétrica foi de 21,7 milhões de metros cúbicos/dia, alta de 18 por cento.

Em junho, o consumo de gás no Brasil somou 72,3 milhões de metros cúbicos/dia, em média, alta de 23,5 por cento na comparação com o mesmo mês do ano passado.
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Empresa de caldeiraria e manutenção da Baixada Santista está recebendo currículo na portaria e poderá contratar imediatamente.

Empresa de recursos humanos acabou de anunciar uma ótima oportunidade de trabalho na Baixada Santista para profissionais das áreas de manutenção e caldeiraria. Os responsáveis pelas contratações não colocaram a quantidade de vagas, mas esperamos que sejam abertas bastante oportunidades, pois vários profissionais do setor industrial da Baixada Santista ainda estão parados aguardando a oportunidade de retorno ao trabalho.

Vagas disponíveis:
Caldeireiro, Mecânico de Manutenção
Sumário das profissões acima:
Caldeiraria

Confeccionam, reparam e instalam peças e elementos diversos em chapas de metal como aço, ferro galvanizado, cobre, estanho, latão, alumínio e zinco; fabricam ou reparam cal deiras, tanques, reservatórios e outros recipientes de chapas de aço, recortam, modelam e trabalham barras perfiladas de materiais ferrosos e não-ferrosos para fabricar esquadrias,portas, grades, vitrais e peças similares.

Mecânico de Manutenção

Realizam manutenção em componentes, equipamentos e máquinas industriais; planejam atividades de manutenção; avaliam condições de funcionamento e desempenho de componentes de máquinas e equipamentos, lubrificam máquinas, componentes e ferramentas. documentam informações técnicas, realizam ações de qualidade e preservação ambiental e trabalham de acordo com normas de segurança.

Como se Candidatarem às vagas:

Interessados devem comparecer na Rua: São Paulo, número 153 – Centro de Cubatão, com carteira de trabalho que comprove a experiência profissional e currículo. Todas as informações sobre a vaga serão passadas e explicadas aos candidatos(as) selecionados em uma possível entrevista. O prazo de recebimento será até o dia 16/08/2018. Existe também a possibilidade de envio do currículo, mas somente para candidatos que possuem experiência dentro do perfil exposto acima para: vagas@realcerh.com.br
Resultado de imagem para Brasil e Bolívia vão expandir reservatório de hidrelétricas

Os governos brasileiro e boliviano concordaram em aumentar os reservatórios das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, localizadas na divisa entre os dois países.

Com a decisão, a área alagada na região vai crescer, assim como os lucros das concessionárias.
Cummins Brasil lança motor X15 para o mercado marítimo

É no maior ponto de encontro da comunidade marítima da América do Sul que a Cummins lança o motor eletrônico X15 para o segmento. Durante a 15ª edição da Marintec South America, que acontece entre esta terça (14) até quinta-feira (16) no Centro de Convenções SulAmerica, no Rio de Janeiro (RJ), a desenvolvedora de powertrain apresenta sua nova aposta para o mercado, com atributos para atender a rebocadores, barcos de pescas, empurradores fluviais, transporte de passageiros, entre outras aplicações comerciais.

“Consideramos o mercado brasileiro de extrema importância, com potencial em diversas regiões, como a Norte, devido às altas demandas para o mercado de navegação fluvial, Nordeste e Sul, locais onde temos um número relevante de clientes para suportar”, diz Eric Marini, gerente de Produto da Cummins Marine.

A produção oficial do X15 está prevista para o início de 2019, na planta de motores Cummins em Rocky Mount, na Carolina do Norte, nos EUA. O novo produto da Cummins para o mercado marítimo traz inovações com foco na contribuição das operações, com baixo consumo de combustível e flexibilidade para atender embarcações que variam de 45 a 75 pés, dependendo da aplicação. A faixa de potência é ideal para demandas que variam entre 13 e 15 litros.

O Cummins X15 de 450 cavalos de potência (336 kW) e 600 cavalos de potência (447 kW) contínuos para propulsão e auxiliar de bordo atende aos rigorosos padrões de emissões Tier II da Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) Nível II e Organização Marítima Internacional (IMO).

Além de seguir a tendência downsizing de motores marítimos, contribuindo com espaços restritos das embarcações, baixo peso (1.450 quilos) e alta potência, o Cummins X15 utiliza o mais recente sistema de combustível Cummins XPI. Este, por sua vez, fornece maior pressão de injeção, resultando em uma queima de combustível eficiente para emissões limpas e economia de combustível otimizada.

Além da mais recente tecnologia de sistema de combustível, o X15 para uso marítimo utiliza o módulo inteligente de controle do motor Cummins, o CM2350, que oferece capacidade avançada de diagnóstico e monitoramento, bem como proteção do motor por meio de taxas reduzidas e desligamentos automatizados do motor para evitar falhas. A tecnologia CM2350 também possui monitoramento do sensor de combustível, funcionalidade de partida/parada do motor digital e pressão e temperatura da engrenagem.

“A eletrônica embarcada ainda traz a possibilidade do monitoramento digital do motor via satélite, como contribuição com as operações da embarcação”, afirma Marini. Ainda segundo o gerente, “o X15 é mais um exemplo de investimento contínuo da Cummins no mercado marítimo; introduzimos o motor de maior rotação do mercado global, o QSK 95, com mais potência e durabilidade que qualquer outro motor marítimo de alta velocidade de sua categoria. E agora o novo X15 reforça o compromisso Cummins de entregar os produtos que nossos clientes precisam para terem sucesso”.

O X15 foi desenvolvido para equipar barcos novos ou atender ainda serviços de repotenciamento, a exemplo de sua primeira aplicação global que ocorrerá em um barco de tripulação da Louisiana, nos EUA, substituindo um motor não Cummins. O troca irá contribuir com a eficiência e o desempenho da embarcação.

Linha Cummins Marine - A oferta completa de produtos Cummins para o mercado naval inclui motores de propulsão e auxiliares de bordo (mecânicos e eletrônicos) que variam de 6.7 até 95 litros e/ou 300 hp a 4.000 hp; pacotes Diesel Elétrico (de 358 kw a 1.825 kw) e geradores de bordo disponíveis entre 5 kw e 1.800 kw. Toda gama de produtos da Cummins Marine atende às mais rigorosas normas de emissões vigentes no País, IMO Tier II.

O mercado de geradores marítimo é atendido pela Cummins com produtos ONAN entre 5 e 90 kW e Cummins Marine para potências superiores, a serem usados como geradores de bordo, de emergência, e conjuntos para propulsão Diesel Elétrica. Segundo Colares, “nossos produtos são muito competitivos nesse mercado; produzimos 100% dos componentes principais de grupo geradores, ou seja, alternadores, motores e painéis de controle, sendo um importante diferencial em relação à concorrência.

Sobre a Cummins Inc. 

 A Cummins é líder mundial em energia, é uma empresa do segmento de negócios complementares que projetam, fabricam, distribuem e atendem um amplo portfólio de soluções de energia. Os produtos da empresa vão de motores a diesel e de gás natural a plataformas híbridas e elétricas, bem como tecnologias relacionadas, incluindo sistemas de bateria, sistemas de combustível, controles, controle de ar, filtragem, soluções de emissão e sistemas de geração de energia elétrica. Com sede em Columbus, Indiana (EUA) desde a sua fundação, em 1919, a Cummins emprega atualmente cerca de 58.600 pessoas comprometidas com a promoção de um mundo mais próspero. A Cummins atende clientes em cerca de 190 países e territórios por meio de uma rede de cerca de 500 parceiros e distribuidores independentes, e aproximadamente 7.500 pontos de revenda. A Cummins teve um faturamento de 1 bilhão de dólares em vendas, do total de 20,4 bilhões de dólares em 2017. Acesse as notas à imprensa no site www.cummins.com.br.
Resultado de imagem para Petrobras reduz ritmo de reajustes da gasolina e gera dúvidas no mercado

 Petrobras reduziu o ritmo de reajustes nos preços da gasolina nas refinarias após os protestos de caminhoneiros e a saída de Pedro Parente do comando da estatal, em uma nova dinâmica que está gerando dúvidas entre especialistas sobre o alinhamento da política da empresa ao mercado internacional.

De 1º de junho até a última sexta-feira, foram 22 as vezes em que a petroleira manteve as cotações da gasolina estáveis nas refinarias de um dia para o outro.

A quantidade contrasta com os 13 reajustes nulos efetivamente reportados pela estatal num prazo bem maior, entre julho do ano passado, quando entrou em vigor a política de oscilações diárias, até o final de maio, em meio às manifestações dos caminhoneiros contra a alta do diesel.

Na prática, a volatilidade (desvio padrão) nos últimos pouco mais de dois meses foi da ordem de 4,5 por cento, enquanto em todo o período anterior a junho atingiu quase 18 por cento.

A Petrobras disse que sua política “permanece inalterada”.

“É importante esclarecer que no período em questão as flutuações nos preços do petróleo e derivados, na taxa de câmbio e em outras variáveis contribuíram para que não fosse necessário fazer o reajuste com a periodicidade mais frequente”, disse a companhia.

A política de reajustes dos combustíveis em linha com o mercado internacional e o câmbio, dentre outros fatores, foi instituída pela Petrobras em outubro de 2016, sendo que a partir de julho de 2017 passou a contar com oscilações praticamente diárias nos valores de diesel e gasolina.

Com a política agressiva de preços, que ajudou a inflamar os caminhoneiros, a empresa buscou brigar com importadores por participação de mercado no Brasil, além de acompanhar a paridade internacional.

Mas uma disparada no barril do petróleo para perto de 80 dólares neste ano levou as cotações de diesel e gasolina a máximas nas refinarias e nos postos, desembocando nos protestos de maio.

Na esteira das manifestações, Pedro Parente deixou o comando da empresa, a qual recorreu a uma subvenção econômica oferecida pelo governo para o setor congelar o valor do diesel —o combustível mais consumido no país não sofre reajustes nas refinarias desde 1º de junho, cotado a 2,0316 reais por litro.

Para sábado, a Petrobras anunciou que manterá o preço da gasolina em 1,9002 real por litro. O patamar representa queda de 3,4 por cento desde junho, enquanto os futuros de petróleo Brent e gasolina RBOB caíram 6,7 e 7,3 por cento, respectivamente.

Ainda que tenha caído menos, o preço da gasolina da Petrobras segue abaixo dos valores internacionais do derivado, segundo analistas.

DÚVIDAS
O espaçamento maior entre um reajuste e outro mostra que “a política de preços da Petrobras realmente mudou depois que o (Pedro) Parente saiu”, disse o diretor da consultoria Valêncio, especializada em combustíveis, Bruno Valêncio.

“Após a saída dele, há uma preocupação sócio-política na empresa”, acrescentou o especialista, que não descarta uma mudança interna na política de reajustes ou mesmo uma possível ingerência política na petroleira.

Para a pesquisadora Fernanda Delgado, da FGV Energia, a redução no ritmo de reajustes é decorrência direta da pressão após os protestos dos caminhoneiros.

“O problema foi jogado para a ponta da ponta... A refinaria é onde você tem algum controle (de preço) hoje”, afirmou ela, que defende a continuidade dos desinvestimentos pela Petrobras, em especial em refinarias, como forma de aumentar a concorrência e, potencialmente, contribuir para a redução nos preços dos combustíveis.

“Nada faz sentido se não continuarem os desinvestimentos, a venda de participação nas refinarias. Não adianta que a (reguladora) ANP se organize, que tenha uma política de preços bem organizada, se não for seguido o plano de desinvestimentos da Petrobras no 'downstream'.”

A companhia propôs em abril vender 60 por cento de sua atividade de refino nas regiões Sul e Nordeste do país, mas o processo se arrasta sem um desfecho claro dado o pouco interesse de investidores e uma decisão judicial de que vendas de empresas controladas pelo Estado dependem de aval do Congresso.

Walter De Vitto, analista e sócio da Tendências Consultoria, disse que, do ponto de vista da empresa, essa mudança nos reajustes “não é boa, porque a Petrobras tem de ter liberdade para marcar preços alinhados a mercado”.

“Não caímos no mundo em que ela estava levando prejuízos, mas leva-se à leitura que cedeu à insatisfação geral”, afirmou, acrescentado que os reajustes, mesmo espaçados, têm seguido o exterior, “mas um degrau abaixo”, ou seja, com preços inferiores aos do mercado internacional.

O presidente da consultoria Datagro, Plinio Nastari, destacou que ao longo de 2018 o valor da gasolina praticado pela Petrobras está, de fato, cerca de 10 por cento abaixo do preço do produto importado e internalizado.

“Esse padrão de certa forma não mudou, embora o ideal fosse que a Petrobras acompanhasse o preço sem um diferencial. O diferencial não mudou, o que mudou foi a frequência (de reajustes)”, destacou Nastari.

Pedras

Nem as pedras lançadas sobre os trilhos da Ferrovia Norte-Sul escapam de problemas. A brita colocada em um trecho de 141 km de extensão que acaba na cidade de Estrela D’Oeste (SP) é inadequada para aguentar o porte da ferrovia e da carga que passará sobre ela, segundo auditoria do Tribunal de Contas de União (TCU), que se baseou em estudos técnicos do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). A troca das pedras – que exigiria a desmontagem e remontagem de tudo – custaria R$ 103 milhões, levaria 32 meses, e pode atrapalhar os planos do governo de leiloar a ferrovia ainda este ano.

Para agravar a situação, esse lote está com 97% de sua estrutura pronta, com dormentes e trilhos instalados. O erro foi detectado pelo IPT há dois anos, mas as pedras continuaram lá. O TCU exigiu que a Valec, estatal responsável pelas obras da ferrovia, aponte uma solução para o caso.

A área técnica do tribunal analisou a situação e determinou que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) ache uma saída para o caso antes de publicar o edital definitivo do leilão. “A depender da solução a ser adotada para o problema, haverá consequências financeiras e de prazo para a subconcessão”, afirma o parecer do tribunal.

Como a troca da brita está fora de cogitação no momento, dado que o governo pretende licitar a Norte-Sul ainda neste ano, o TCU destacou que é preciso informar aos investidores que a pedra de baixa qualidade poderá refletir no aumento de manutenção da ferrovia, ou seja, mais investimentos no traçado – uma conta que chega a R$ 2,5 bilhões.

As pedras do lote 5 da Norte-Sul foram lançadas entre 2009 e 2010, quando a estatal era dirigida por José Francisco das Neves, o Juquinha, que em 2011 chegou a ser preso pela Polícia Federal em decorrência de investigações que apuravam desvio de recursos e superfaturamento nas ferrovias.

Edital

 O caso das pedras da Norte-Sul é um dos pontos analisados agora por Júlio Marcelo de Oliveira, procurador do Ministério Público junto ao TCU. Na próxima semana, ele deve entregar seu parecer sobre a minuta do edital da Norte-Sul para que a proposta seja analisada pelo ministro Bruno Dantas.

O trecho que será concedido tem 1.537 km de extensão e vai de Porto Nacional (TO) até Estrela D’Oeste. Hoje, a ferrovia tem um único trecho de 720 km em operação, entre Açailândia e Palmas (TO), concedido à mineradora Vale em 2007. Iniciada em 1987 no governo de José Sarney com a meta de cruzar o País, a obra ficou parada por décadas e foi retomada no governo Lula.

Questionada, a ANTT informou que analisa a possibilidade futura de se fazer reequilíbrio financeiro previsto no contrato ou ajustes nos investimentos. Paralelamente, a agência precisa resolver ainda a situação da brita do lote 4, que chegou a ser comprada, mas não foi lançada no trecho, por conta dos problemas identificados.

A Valec informou, em nota, que “está procedendo a novos ensaios laboratoriais para identificar as condições da brita em relação a sua vida útil, bem como a segurança operacional da via para que se possa definir quais medidas serão tomadas quando da subconcessão do trecho”.


Por André Borges
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As oportunidades são internacionais com diferentes ocupações, leiam a matéria com extrema atenção ao se candidatarem.

Mais uma leva de empregos marítimos divulgados por empresa de Recursos Humanos especializada neste tipo de segmento. São oportunidades distintas e requisitos bem rigorosos, mas brasileiros podem se candidatar tranquilamente, desde que estejam com todas às documentações em dia e fluência no inglês, afinal, vocês estará lidando com estrangeiros, profissionais marítimos DEVEM ter o domínio parcial ou completo para trabalhar neste ramo. Vamos lá:

Requisitos( em Inglês):

1. Master SDPO – Accommodation / Walk to work vessel
2. Marine / Technical Superintendent live vacancies
3. Chief Officer SDPO – Accommodation / Walk to work vessel
4. Chief Engineer – Accommodation / Walk to work vessels.
5. 3rd Engineer(s) – Cruise (AIDA Cruises)
6. Engineer OOW – Accommodation / Walk to work vessels
7. C/O and 2/E | Aframax Tankers
8. Cook – Accommodation / Walk to work vessels​.
9. 3rd Engineer – ERRV ( North Sea )
10. 2nd Officer DPO – PSV

Profissionais com experiência em embarcações de apoio, petroleiros, cruzeiros e cargueiros estão habilitados a se candidatarem nesta sequência de empregos marítimos também.

A empresa responsável pelas entrevistas é a Romcrew, que é uma plataforma de negócios marítimos projetada para ajudar tanto os profissionais quanto as empresas marítimas a obter sucesso em um mercado muito competitivo. Interessados nos empregos marítimos descritos acima, podem enviem seus currículos para candidate@romcrew.com, informando no assunto da mensagem o noma da vaga em questão. A MENSAGEM E O CV DEVE SER EM INGLÊS.
Resultado de imagem para fornecer equipamentos para a Petrobras

Mais de 30 empresas foram pré-qualificadas ou estão em fase de pré-qualificação no Petronect, o portal de compras da Petrobras. O estágio é necessário para que fornecedores possam participar de licitações da petroleira, conforme a Lei das Estatais.

Em quase todos os casos as companhias tentam se qualificar para fornecer válvulas de diversos tipos, como borboleta, esfera e gaveta. Outras buscam aprovação para entregar permutadores de calor, vasos de pressão e centros de distribuição de carga. 

A maior parte das 34 empresas é sediada no Brasil: são 13 no total. A Itália aparece em segundo lugar, com quatro fornecedores, seguida por Espanha (3), EUA (3), Alemanha (2), China (2), Holanda (2), Reino Unido (2), Índia (1), Japão (1) e Rússia (1).

Até o momento, o equipamento com maior número de empresas pré-qualificadas ou em pré-qualificação é a válvula esfera com vedação resiliente, com 15 candidatos, dos quais quatro brasileiros.

Há, ao todo, 30 oportunidades de pré-qualificação em aberto, sendo que 14 ainda não têm empresas inscritas. Entre esses casos estão processos para fornecer umbilicais submarinos de aço (STU) e termoplásticos, tubos flexíveis submarinos e afretamento de embarcações de apoio.

No Petronect consta apenas um processo encerrado, para inspeção com PIG em gasoduto multisize, mas a oportunidade não teve empresas pré-qualificadas.

Veja o levantamento feito pela BE Petróleo:






A Petrobras prevê ter de 2.500 a 3.000 funcionários trabalhando nas obras de construção da Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) do Comperj, no Rio de Janeiro, até o fim do ano, disse o diretor de desenvolvimento da produção e tecnologia da petroleira estatal, Hugo Repsold.

A UPGN, que irá processar gás do pré-sal, está prevista para ser concluída em 2020, com investimentos de 2 bilhões de reais.

"Já construímos galpão, já estamos montando estoque, já contrataram uma porção de gente, tudo local", disse Repsold, nos bastidores de evento do Lide, no Rio de Janeiro, sobre o início das obras da UPGN.

O contrato para as obras da UPGN foi assinado em março com a Sociedade de Propósito Específico (SPE) formada pela empresa chinesa Shandong Kerui Petroleum e pela brasileira Método Potencial.

A unidade de processamento de gás será a maior do país, com capacidade de até 21 milhões de metros cúbicos por dia.

O projeto irá ampliar a infraestrutura de escoamento e processamento de gás do pré-sal, que passará de 23 milhões para 44 milhões de metros cúbicos por dia, e contribuirá para reduzir a necessidade de importação de gás natural, disse a Petrobras anteriormente.

O Comperj, que esteve no centro do escândalo de corrupção investigado pela Lava Jato, originalmente previa petroquímica. Com as investigações, a Petrobras deixou paralisadas a maior parte das obras do complexo.

O executivo não comentou sobre as negociações em curso pela Petrobras para conseguir um parceiro para a conclusão das obras da refinaria do Comperj, interrompidas em meio ao maior escândalo de corrupção.



Por Marta Nogueira
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Juntamente com outras fontes de energia renovável, como a eólica, a solar e a hidrelétrica, a bioenergia será uma das soluções que países da América Latina e da África poderão adotar para tornar suas matrizes energéticas mais limpas e mitigar os impactos das mudanças climáticas globais.
A avaliação é de um grupo de pesquisadores autores do relatório Bioenergia e Sustentabilidade: América Latina e África, lançado na última quinta-feira (9) durante o Workshop BIOEN-FAPESP RenovaBio: Ciência para a Sustentabilidade e Competitividade da Bioenergia, na sede da FAPESP.
O relatório contou com a contribuição de 154 pesquisadores de 31 países, membros do Comitê Científico para Problemas do Ambiente (Scope, na sigla em inglês), agência intergovernamental associada à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
O trabalho foi coordenado por integrantes dos programas FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN), de Pesquisas em Caracterização, Conservação, Restauração e Uso Sustentável da Biodiversidade (BIOTA) e de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG).
“Todas as energias renováveis, como a hidrelétrica, a solar e a eólica, terão papéis fundamentais para fornecer eletricidade e substituir combustíveis fósseis na matriz energética brasileira e de outros países da América Latina e da África”, disse Glaucia Mendes souza, professora do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB-USP) e membro da coordenação do BIOEN.
“Mas a bioenergia é uma opção especialmente interessante, uma vez que pode fornecer combustíveis que se encaixam na infraestrutura atual, usando recursos próprios dos países dessas regiões”, disse.
Uma das vantagens da bioenergia em relação às outras energias renováveis é que a biomassa pode ser armazenada para produzir energia contínua em vez de intermitente, o que facilita o uso e a integração em redes elétricas não confiáveis. Além disso, a bioenergia pode ser implantada em escala na América Latina e fornecer segurança energética no setor de transporte em um curto período de tempo, segundo o relatório.
“Em um momento de transição energética pelo qual o mundo passa hoje, em que se tem buscado alternativas de fontes de energias renováveis e sustentáveis, que possibilitem diminuir as emissões de carbono, é preciso adotar soluções mais fáceis de serem implementadas. E a bioenergia é uma delas”, disse Souza.
No Brasil, a substituição de 36% da gasolina por etanol de cana nas últimas quatro décadas mostrou a rapidez com que a transição para as renováveis pode ser feita. Atualmente, a cana-de-açúcar contribui com 17% da matriz energética do país e 25% das necessidades de gasolina. Além disso, isso pode ser expandido significativamente.
A produção brasileira de etanol até 2045 poderá deslocar até 13,7% do consumo de petróleo bruto e 5,6% das emissões de dióxido de carbono (CO2) do mundo em relação a 2014. Isso poderia ser alcançado sem o uso de áreas de preservação de florestas ou terras necessárias para sistemas de produção de alimentos no país, segundo o relatório.
“É possível combinar a preservação e recuperação florestal e a produção de matéria-prima para a bioenergia. As florestas armazenam 18 vezes mais carbono do que a cana-de-açúcar e a combinação de ambos, mais os aumentos esperados na produtividade devido à melhoria da tecnologia, provavelmente manteria a produção de etanol juntamente com os benefícios do uso sustentável da biodiversidade”, destaca o documento.
A alta densidade de energia do etanol (cerca de 70% da gasolina) também ressalta o potencial do biocombustível para ser usado no transporte e ajudar a garantir uma transição rápida para uma matriz de energia renovável juntamente com a energia solar e a eólica, ainda sujeitas a desenvolvimento devido à falta de eficiência, ponderam os autores do relatório.
Líder na produção científica de bioenergia
“A bioenergia será uma parte da solução que o mundo adotará para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, que necessitará de uma combinação de muitas maneiras de gerar energia, adequadas a cada região”, disse, no workshop, Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP.
“Há lugares em que será possível plantar cana-de-açúcar, como no Brasil, na África e no Caribe. E outros que terão que gerar energia nuclear, fotovoltaico ou eólica. Não haverá uma solução única”, disse.
De acordo com dados apresentados por Brito Cruz, todos os cenários sobre o futuro da energia no mundo, elaborados por entidades como a Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês), preveem o aumento do uso de biocombustíveis, especialmente em transporte.
A entidade estima que, em 2075, 35% dos veículos híbridos – com um motor de combustão interna e outro elétrico, por exemplo – utilizarão biocombustíveis.
“Há uma visão de que os carros puramente elétricos serão a opção para reduzir as emissões de carbono. Mas não se leva em conta de que os carros puramente elétricos terão que ser carregados, e a eletricidade para abastecê-los terá que ser produzida de alguma maneira”, disse José Goldemberg, presidente da FAPESP.
Segundo Goldemberg, nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) cerca de 90% da eletricidade é produzida a partir de carbono. E, além do Brasil, só há outros quatros países no mundo – Nova Zelândia, Noruega, Suécia e Islândia – onde mais de 40% da energia primária que utilizam é proveniente de fontes renováveis, destacou Brito Cruz.
“Isso é decorrente de todo um esforço de pesquisa e desenvolvimento em bioenergia feito no país nas últimas décadas”, ressaltou Brito Cruz.
O Brasil hoje – e especialmente o Estado de São Paulo – lidera a produção científica sobre bioenergia, particularmente relacionada à cana-de-açúcar. Os pesquisadores brasileiros, vinculados em grande parte a universidades e instituições de pesquisa no Estado de São Paulo, publicam cerca de 120 artigos por ano relacionados à bioenergia, destacou Brito Cruz.
“Isso é resultado de investimento em pesquisa nessa área”, avaliou. “A FAPESP financia milhares de projetos relacionados à bioenergia e já investiu R$ 150 milhões no Programa BIOEN, que atualmente tem 80 projetos de pesquisa em andamento e mobiliza mais de 300 cientistas, dos quais 229 são de São Paulo, 33 de outros estados e 52 do exterior”, enumerou.
O relatório Sustainable Bioenergy: Latin America and Africa pode ser acessado em: http://bioenfapesp.org/scopebioenergy/index.php/policy-brief/2018.

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A denúncia apresentada pela força-tarefa da Lava-Jato em Curitiba contra onze pessoas, entre elas, Antonio Palocci e Guido Mantega, por corrupção passiva, ativa e lavagem de dinheiro, atinge inimigos muito especiais do ex-presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht (também ele denunciado): Maurício Ferro e Newton de Souza.

Souza, o executivo que o sucedeu na presidência da Odebrecht, Marcelo já havia abatido. Há dois meses deixou de virar o presidente do conselho do grupo por causa das suas pressões e ameaças.

Ferro, seu cunhado e diretor jurídico da Odebrecht, é outro alvo feroz de Marcelo, que quer vê-lo fora do grupo.


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Para atuação na empresa Control e inicio imediato para grande projeto de sistemas de alta tensão no Rio Grande do Norte.

Oportunidade para trabalhar em grandes obras no município de Mossoró para construção e manutenção de linhas vivas.

Tarefas a desempenhar

Realizar serviços de manutenção preventiva e corretiva com sistema energizado, apoiar na construção e manutenção de rede de distribuição de alta tensão. Necessário zelar também  pela segurança da equipe, pelos equipamentos de proteção coletiva (EPC’s), veiculos e ferramentas no local de trabalho. Colaborar com o cumprimento de metas e indicadores da empresa em Mossoró.

Pré-requisitos

Curso de eletricista de linha viva
Curso de formação de rede de distribuição
NR-10 Básico
NR-10 Complementar
NR-35 para trabalhos em altura

A empresa informa que também esta recebendo currículos de pessoas portadoras de necessidades especiais( PCD). Interessados em trabalhar em Mossóro e dentro dos requisitos disponibilizados acima, devem enviar seus currículos para curriculos.rn@control.eng.br, informando no título da mensagem o nome da vaga ao qual estão se candidatando.

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Técnicos nas mais variados cargos e certificações, saibam mais sobre alguns deles e mandem seus currículos agora!

Mais uma sequência de oportunidades na Elfe Engenharia em algumas funções técnicas para profissionais qualificados. Listaremos com cuidado os requisitos a seguir, então leiam e candidatem-se apenas se vocês atenderem os mesmos.

Vagas em aberto na Elfe Engenharia

►CALDEIREIRO ESCALADOR N1 –
►SUPERVISOR ESCALADOR ELÉTRICA N3
►SUPERVISOR ESCALADOR INSTRUMENTAÇÃO N3
►SUPERVISOR ESCALADOR PINTOR N3
►TÉCNICO ACOMPANHAMENTO E CONTROLE

Todos devem pelo menos ter o ensino fundamental completo, curso de acesso por cordas Irata ou Abendi e  experiencia na função.

Não foi mencionado se há necessidade de Salvatagem e Heut nesta leva de oportunidades, mas se levarmos em conta a natureza de atividades da empresa no ramo offshore, talvez estas qualificações sejam um diferencial no processo seletivo.

Os interessados deverão encaminhar os currículos para o e-mail: recrutamento01@elfe.com.br colocando no assunto o título da vaga
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A diretoria da Agência Nacional de Petróleo (ANP) aprovou a criação de um grupo de trabalho para discutir medidas para atrair investimentos voltados para a produção de campos maduros em bacias terrestres e águas rasas. Os estudos deverão ser concluídos até 13 de setembro.

A ANP informou que, caso as conclusões dos estudos indiquem a necessidade, a agência enviará os resultados das discussões ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), “propondo a execução de análises conjuntas dos dois órgãos com o objetivo de identificar medidas voltadas para a diversificação de operadores e a atração de investimentos”.

A diretoria do órgão regulador também aprovou a elaboração de estudos para avaliar possível concentração no mercado de gás natural, envolvendo as etapas de produção, comercialização, tratamento, carregamento e transporte. A ANP informará ao Cade, caso julgue necessário, as conclusões das análises, propondo a execução de estudos conjuntos para indicar medidas para aumentar a concorrência no mercado brasileiro de gás natural.
Resultado de imagem para Firjan cessão onerosa

A Firjan manifesta seu repúdio contra a possibilidade de adiamento, para depois das eleições de outubro, da votação do projeto da venda de cessão onerosa pelo Senado Federal, o que resultaria em prejuízos incalculáveis para o Brasil na produção e exploração de petróleo. O projeto já foi retirado de pauta esta semana.

A previsão era de realizar um leilão do excedente de cessão onerosa em 29 de novembro, o que não será possível se o projeto for votado apenas depois do segundo turno das eleições, marcado para 28 de outubro.

É importante que nossos senadores tenham a percepção de que isto vai atrasar todo um cronograma de leilões e, em consequência, a produção de um importante recurso energético, geração de empregos e renda, royalties e arrecadação de impostos.

Estão em jogo a arrecadação de mais de US$ 10 bilhões em participações governamentais e mais de US$ 5 bilhões em investimentos até 2030, caso o calendário de leilões seja atrasado em apenas um ano.

O projeto da venda de cessão onerosa é essencial para a retomada do desenvolvimento socioeconômico do Brasil, que está tentando sair da maior crise da história. Não podemos privar a sociedade de seus benefícios.
Resultado de imagem para Queiroz Galvão tem interesse por áreas do pré-sal

A Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP) mantém o interesse por áreas do pré-sal, mesmo após a venda da concessão BM-S-8 (Carcará) no pré-sal da Bacia de Santos, para a norueguesa Equinor, ex-Statoil, sustentou o presidente da companhia, Lincoln Guardado.

"Apesar da venda que fizemos de Carcará, continuamos interessados no pré-sal, sempre cotejados pela nossa capacidade de participar das licitações", afirmou o executivo.

No caso do pós-sal da bacia de Santos, a QGEP estuda algumas medidas para elevar a produção do campo de Atlanta, como destacou Guardado durante teleconferência com analistas para comentar desempenho da empresa no segundo trimestre, com alta de 39,6% no lucro líquido perante um ano antes, para R$ 85,1 milhões.

Na quarta-feira, a petroleira informou uma nova redução nas estimativas de produção do ativo, para uma média de 13 mil barris/dia, com uma margem de variação de 10% para mais ou para menos quando considerada a média diária.

A estimativa é válida até a entrada em operação do terceiro poço do sistema de produção antecipada de Atlanta no segundo trimestre de 2019. Segundo Guardado, o início da produção do terceiro poço poderá aumentar em cerca de 10 mil barris/dia o volume em Atlanta.

Inicialmente a QGEP previa uma produção de 20 mil barris/dia nos dois primeiros poços. Em maio, a petroleira já havia informado que a produção ficaria entre 10% e 20%, abaixo da estimativa inicial, devido a falhas nas bombas do sistema produtivo.

"Gostaria de reforçar que o principal mérito do sistema de produção antecipada de Atlanta é para dar elementos sobre o fluxo de produção e o comportamento do reservatório. E as produções já observadas vieram em plena consonância [com as expectativas]", disse o executivo.

A QGEP atribui a redução as estimativas de produção de Atlanta à falha das bombas de fundo dos dois primeiros poços logo após o início da produção, o que reduziu a eficiência operacional do ativo. Os poços estão operando por meio das bombas no leito marinho, o que reduziu os níveis de produção anteriormente previstos. Segundo Guardado, as falhas estão em avaliação.

"Estamos estudando medidas para aumentar a produção [de Atlanta], fazendo uma avaliação técnica econômica para substituição das bombas após a perfuração do terceiro poço", afirmou o executivo.

Com a perfuração desse poço e a troca das bombas, a QGEP espera elevar para entre 27 mil e 30 mil barris/dia a produção do campo de Atlanta a partir do segundo trimestre do próximo ano.

Ao ser questionado sobre o interesse da empresa pelos ativos colocados à venda pela Petrobras na Bacia Sergipe-Alagoas, o presidente da QGEP disse que, a princípio, vê dificuldades para que a companhia compre, sozinha, os ativos. A Petrobras colocou à venda fatias minoritárias de 20% a 50% em quatro concessões. "Vemos alguma dificuldade de participar isoladamente", afirmou.

Na 13ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Queiroz adquiriu 100% de participação e operação em duas concessões na Bacia de Sergipe-Alagoas. Na 14ª Rodada, o mesmo consórcio adquiriu mais dois blocos nessa Bacia, sendo que a Exxon Mobil tornou-se operadora dessas concessões. Na rodada seguinte, a Queiroz adquiriu participações em mais dois blocos, em parceria com a Exxon-Mobil, operadora com 50% de participação, e a Murphy Oil, com 20%.

Dividendos 

Internamente, a QGEP avalia a possibilidade de nova distribuição extraordinária de dividendos a seus acionistas. A diretora financeira e de relações com investidores da companhia, Paula Corte-Real, observou, contudo, que o foco da alocação do caixa da empresa hoje está voltado para o financiamento da expansão da petroleira.

"Não queremos comprometer a 'financiabilidade' da companhia no longo prazo. O foco inicial é o crescimento da companhia, mas, quando houver excesso de caixa, vamos considerar [a distribuição extraordinária]", afirmou.

Ela lembrou, contudo, que a empresa possui uma política de dividendos que prevê uma remuneração de R$ 0,15 por ação, e que ela continua valendo.

A QGEP encerrou o segundo trimestre com um saldo de caixa da ordem de R$ 1,8 bilhão. A companhia anunciou neste ano uma distribuição extraordinária de R$ 400 milhões, porque identificou um excesso de caixa devido ao recebimento das duas primeiras parcelas pela venda da concessão de Carcará para a norueguesa Equinor.

Segundo Paula, a expectativa é receber a terceira e última parcela, no valor de US$ 144 milhões, em 2020.